Após o sucesso da série Humanidade [Em Mim], o canal GNT, a marca MOLICO® e o coletivo de inteligência criativa ASAS.BR.COM lançam a sequência de diálogos Humanidade [em Nós]. Mantendo o formato documental, a nova temporada dos curtas, exibida pela primeira vez no canal, vai ao ar a partir do dia 19 de setembro, às 20h30. Serão três episódios de 5 minutos, além de um especial de 27 minutos, que vai ao ar no dia 15 de outubro. O projeto busca expandir a discussão ao abordar a interdependência inerente à vida em sociedade e que faz de nós parte da humanidade uns dos outros.

A série aborda uma nova forma de interpretar a interdependência demonstrando como essa relação com tudo e todos que estão à nossa volta é importante para que consigamos exercitar nossos valores e nos tornarmos, de fato, quem somos. Utilizando-se de comparações relativas aos ambientes interior e exterior, os minidocumentários colocam em voga o comportamento familiar em comparação ao fora de casa, refletindo como um mesmo indivíduo aceita e rejeita a interdependência de forma situacional.

Trazendo histórias reais e inclusivas, Humanidade [em Nós] traz à reflexão um dos conceitos mais vendidos nas últimas décadas, o da independência total como algo desejável e, até mesmo, prova de sucesso enquanto indivíduo. Os valores que nos habitam – e que somos capazes de acionar a cada impasse e a cada escolha – são os pontos de ligação entre as histórias apresentadas nos curtas dirigidos por Paula Trabulsi, com produção executiva e consultoria estratégica de branded content de Patrícia Weiss e roteiro de Mônica Waldvogel. Ao olhar para a trajetória das personagens, torna-se claro que os momentos que proporcionaram grandes viradas são aqueles em que se deixaram tocar por outros.

A liberdade para exercer os valores associados ao feminino e a aceitação da interdependência são pontos básicos para que a sociedade, como um todo, seja capaz de construir o mundo que deseja, como apontado pelo estudo, “A vez do feminino”, encomendado por MOLICO ao Studio Ideas e feito em parceria com Mirian Goldenberg, professora titular da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Contando com a participação de 1.000 pessoas, entre 16 e 64 anos, o levantamento apontou que homens e mulheres gostariam de viver em uma sociedade com valores mais femininos. Dos 10 atributos que os brasileiros sonham em ter na sociedade, sete estão culturalmente associados às mulheres. No entanto, estereótipos de gênero ainda mantêm esses valores restritos às relações pessoais.

Os dados também apontam para um desejo latente em grande parte dos homens de abandonar o modelo atual de masculinidade, que exige que eles sejam protetores, bem-sucedidos, fortes e provedores o tempo todo — e jamais demonstrem emoções. Questionados sobre as situações que gostariam de ver acontecer mais em casa, 42% deles quer que haja mais tempo e disposição para ouvir e acolher as pessoas, índice maior até que o das mulheres (40%). A boa notícia é que, pelo menos no discurso, os brasileiros estão mais engajados e menos individualistas. A maioria dos pesquisados (68%) se sente responsável pela situação atual e boa parte valoriza pensamentos como “gentileza gera gentileza”, “mais amor, por favor” e “a união faz a força”.

Série Humanidade [em Nós]
Exibição a partir de 19/09 no canal GNT

Foto: Divulgação

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