Nesse mês, o jingle completa 85 anos no Brasil. E quem nunca cantarolou a música de um comercial quase sem perceber? Mas, afinal, por que esse modelo sobreviveu ao tempo e é tão comum em estratégias de marketing?

“As marcas se apropriam muito da memória das pessoas por meio da música. Muitas vezes, elas também buscam se associar a imagem dos artistas, sobretudo os que têm a ver com seus propósitos e discursos”, explica Serginho Rezende, sócio fundador e diretor musical da Comando S, uma das principais produtoras de áudio do país.

Para comemorar a data, listamos seis jingles inesquecíveis. Você se lembra de todos?

Iogurte grego (Vigor)

“Gostoso, cremoso, quando acaba a gente quer de novo”. Certamente você já cantarolou o jingle do iogurte grego da Vigor. Você acredita que a campanha começou a ser veiculada há mais três anos?

“Vem pro lado NET da vida” (NET)

Aquele assobio não é unanimidade entre o público, mas não dá para esquecê-lo. A campanha é um dos maiores grudes da propaganda brasileira e foi veiculada de forma massiva na TV.

“Poupança Bamerindus” (Bamerindus)

O bordão “o tempo passa, o tempo voa, e a poupança Bamerindus continua numa boa” é um sucesso absoluto, mesmo depois do fim do Bamerindus, vendido na década de 90 para o Grupo HSBC.

“Pôneis malditos” (Nissan)

“Pôneis malditos/pôneis malditos venham com a gente atolar…”. Não houve quem não cantasse a excêntrica melodia em 2011. O jingle virou febre e é lembrado até hoje.

“Vem pra Caixa você também” (Caixa Econômica)

O jingle clássico dos anos 80 virou case para aulas de português pelo uso incorreto da locução “vem”. A Caixa voltou a usar o jingle de uma forma atualizada em campanhas no início da década.

“Pipoca com guaraná” (Guaraná Antarctica)

“Pipoca com sal, que sede que dá/ Eu quero ver pipoca pular/Sou louca por pipoca e guaraná”. A campanha que oferecia uma combinação de sabores com o Guaraná Antarctica – posteriormente viria uma versão com sanduíche – explodiu entre o público no início dos anos 90.

 

 

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