Enfim, eles chegaram! Liga da Justiça, uma das produções mais esperadas do ano, chegou aos cinemas enfiando o pé na porta!

No que se trata de Zack Snyder, o filme consegue equilibrar o seu exagero, se é que isso é possível. São duas horas de filme que passam voando por conta da montagem e da linguagem cinematográfica dinâmica. Os enquadramentos e as sacadas de câmera lenta misturada às cenas de ação dão malemolência a história cheia de tiradas cômicas. Mais por conta de The Flash, interpretado por Ezra Miller, o mais jovem membro da liga da Justiça.

Com um roteiro amarradinho, cheio de frases de efeito nos seus diálogos, Liga da Justiça contextualiza bem o enredo e o vilão da história, alias, o filme é impulsionado pela restauração da fé na humanidade (nenhuma novidade nesse quesito). Inspirado pelo ato altruísta do Superman, Bruce Wayne convoca sua nova aliada Diana Prince para o combate contra um inimigo ainda maior, recém-despertado. Juntos, Batman e Mulher-Maravilha buscam e recrutam com agilidade o time de super-heróis, conhecidos como Liga da Justiça.

A direção de Zack Snyder (Batman vs Superman, O Homem de Aço, 300) e Josh Whedon consegue equilibrar os fatos e os personagens protagonizados por Ben Affleck, Gal Gadot, Henry Cavill, Jason Momoa, Ezra Miller e Ray Fisher. Talvez, por conta da presença de Christopher Nolan (trilogia Batman: O Cavaleiro das Trevas , O homem de Aço) na produção.

Enquanto vai ter uma galera babando pela Mulher Maravilha, não se preocupem Aquaman aparece para equilibrar a sexualidade aguçada do público.  Ah! Não saia da sala logo que as “letrinhas” começarem a subir, tem duas cenas pós-créditos sensacionais.

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