spockPai de família e de uma legião de fãs; não é difícil imaginar a falta que Leonard Nimoy faz para a cultura Pop. Mesmo com sua presença em episódios antigos e até mesmo jogos virtuais, o famoso Spock deixou um vazio no coração de muito.

Mas o que é difícil mesmo, é pensar no outro lado: o homem franzino com um olhar penetrante que apenas queria fazer o que gostava, que desafiou os familiares para perseguir um sonho. Se o seu próximo papel seria o de um alien ou um impostor, pouco importava. Ele precisava de dinheiro e queria atuar.

Com a mesma linha de pensamento que seu livro, “Eu não sou Spock”, For the love of Spock, longa que está disponível na Netflix, retira o místico do alien e deixa, apenas Leonard: pai, marido, artista. Só que esta história não é contada por ele, mas sim por seu filho, Adam Nimoy.

O projeto traz um olhar íntimo e aprofundado sobre a vida e obra do ator. Mesmo com foco em Jornada das Estrelas e o personagem que fez a série tão popular. Ele nunca deixa que o público esqueça que a lembrança e o trabalho que ele deixou é bem mais extenso.

E isso é provado com diversos depoimentos de personalidades, destaque a Sheldon Cooper de The Big Bang Theory, e com montagens de trechos e fotos pessoais. O documentário é um prato cheio para os fãs da saga e curiosos e mesmo com seu estilo arrastado, promete encher os olhos do espectador de lágrimas.

Não apenas pela pequena despedida que esse filme se propõe ser, mas por toda a tensão por trás do Spock. Desde seu relacionamento conturbado com o filho até todo o contexto do personagem e o que ele significa para milhares de fãs.

Com tanto de Star Trek na Netflix, For the love of Spock é uma forma de fechar com chave de ouro uma boa maratona e se preparar para a nova série que chega no streaming em janeiro de 2017.

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