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Michael Bay em versão transloucada em Transformers – O Último Cavaleiro

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Caro amigo leitor, você tem ideia do quanto é difícil escrever sobre essa franquia, do quanto você não entende como cada filme lançado consegue ultrapassar a barreira do bilhão. Você consegue lembrar de mais alguma franquia que seja totalmente a prova de criticas? Realmente, Transformers é um objeto de estudo e sem solução aparente.

Enfim chegamos à Transformers 5 com um subtítulo que nem lembro mais, também não faz a menor diferença. Só situarei o leitor na trama (por mera formalidade da resenha, ok ) e mais ou menos assim. Os humanos estão em guerra com os Transformers, que precisam se esconder na medida do possível. Cade Yeager (Mark Wahlberg) é um de seus protetores, liderando um núcleo de resistência situado em um ferro-velho. É lá que conhece Izabella (Isabela Moner), uma garota de 15 anos que luta para proteger um pequeno robô defeituoso. Paralelamente, Optimus Prime viaja pelo universo rumo a Cybertron, seu planeta-natal, de forma a entender o porquê dele ter sido destruído. Só que, na Terra, Megatron se prepara para um novo retorno, mais uma vez disposto a tornar os Decepticons os novos soberanos do planeta. Não precisa entender ok? Ler apenas já basta.

Aqui temos Michael Bay em sua versão mais transloucada. Disparado é o filme mais grandioso, vamos dizer assim da serie, vou tentar apontar algumas coisas boas da franquia já que são mínimas. Gosto de algumas coisas da direção e principalmente em como o ‘’problema’’ Transformers influencia no mundo, como tudo se modifica com a vinda dos robôs gigantes. O CGI é simplesmente espetacular, tudo que os 4 filmes tem de bom, e são essas coisinhas mínimas estão aqui neste quinto filme, e vou confessar que tem Mark Wahlberg ( gosto dele kkk ) e o melhor achado do diretor em toda franquia, a maravilhosa atriz Isabela Moner de 15 anos, sensacional é a melhor coisa do filme. Ahh tem também os bebês Transformers ( os dinossauros robôs deram cria, agora não me venham perguntar como se reproduzem !!!! ) ahhh e tem Sir.Anthony Hopkins curtindo com a cara de todos principalmente da nossa

Dito isso se preparem para uma ‘’sensacional revolução ‘’ no cinema, Bay nos entrega o primeiro filme em 5 atos !!!! isso mesmo 5 atos, por mais louco que possa parecer, nos apresentando um prólogo, após isso nos apresenta um 1º ato, dá sequencia em seu 2º e quando estamos esperando a historia engrenar e se transformar no 3º ato, eis que ele apresenta um novo 1º ato, emendado com mais um prólogo kkkk se desenrolando da forma mais sem noção da vida. Chega a ser engraçado tudo isso.

O filme é uma verdadeira montanha russa desgovernada que não tem operador para parar, então ela fica dando volta em uma velocidade absurda enquanto o publico tem labirintite aguda de ultimo grau. Você  vê batalhas de robôs na Terra, na água, no mar, no espaço, é um amontoado de ‘’Set Pieces’’, umas 40, onde Bay em seu parquinho estreia câmeras Imax especialmente projetadas para esse filme, e explode tudo que ele vê pela frente, e na pós produção chama seus 6 editores, isso mesmo o cara tem 6 montadores, joga tudo pro alto e vê no que dá.

É obvio que não estava esperando nada além disso, um filme onde tem um fiapo de história, que a cada filme inventa uma origem para os robôs ( nesse vamos conhecer Rei Arthur e sua Távola Redonda ), explosões sem sentido, 500 cenas ininterruptas de ação, abuso de flare o tempo todo e um diretor que esta literalmente se lixando para os críticos, afinal 1 bilhão por filme é o mínimo que ele poderia fazer.

Bom amigos, Transformers é isso e se não mudou no inicio, não me venha agora querer algo diferente.

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