O Prêmio Montblanc de la Culture Arts Patronage, instituído pela Fundação Cultural Montblanc para homenagear os patronos das artes atuais e seus projetos culturais, chega à 26ª edição internacional e à segunda no Brasil. O prêmio é uma competição internacional que avalia projetos de mecenato cultural em 17 países. O Brasil passou a fazer parte deste seleto grupo de nações aptas a receber a premiação em 2016, coroando o trabalho dos cineastas Laís Bodansky e Luiz Bolognesi, com o projeto Cinema Mambembe. Yoko Ono, Príncipe Charles e Rainha Sofia, além do maestro britânico Sir Simon Rattle, do músico japonês Ryuchi Sakamoto e do arquiteto italiano Renzo Piano estão entre os ganhadores de edições anteriores.

Como é o prêmio
O vencedor de cada país é escolhido por meio de uma lista tríplice, submetida a um júri internacional, formado por três especialistas em arte de cada país participante. Para um projeto ser indicado, é imprescindível que ele promova a arte e a cultura e tenha alcance social. O idealizador do projeto vencedor recebe um troféu com uma edição especial da caneta Montblanc Patrono das Artes – uma coleção criada em 1992, exclusivamente para premiar os patronos das artes modernos, que expressam sua paixão e apoio às artes sob todas as formas, dedicando tempo e recursos financeiros para o desenvolvimento das artes e da cultura nos dias atuais. Este ano, a caneta presta homenagem à Scipione Borghese, o cardeal italiano considerado um dos maiores mecenas e colecionador de arte barroca romana durante o século XVII. O vencedor recebe ainda um cheque no valor de 15 mil Euros para ser aplicado em um projeto cultural de sua escolha. Ao longo desses 26 anos, cerca de 4 milhões de euros foram concedidos e 250 projetos apoiados, como resultado do Prémio Montblanc de Culture Arts Patronage.

Projetos indicados no Brasil
Os projetos indicados pelo Brasil em 2017 foram Instituto Criar, idealizado pelo apresentador Luciano Huck; Instituto Ricardo Brennand, criado pelo colecionador e empresário pernambucano Ricardo Brennand, e Associação Cultural Videobrasil, dirigido pela curadora de arte Solange Farkas.

Os representantes brasileiros no júri internacional foram Paula Alzugaray, crítica de arte, curadora e diretora de redação da revista especializada seLecT ; Luciano Cury, diretor de Conteúdo do Canal Arte 1, e André Sturm, cineasta, ativista cultural e atual secretário municipal de Cultura em São Paulo.

O projeto vencedor no Brasil será conhecido na noite de 10 de outubro, durante a cerimônia de premiação, na Pinacoteca do Estado de São Paulo, com a presença dos curadores e Chairmen da Fundação Cultural Montblanc, Sam Bardaouil e Till Fellrath. Além do Brasil, o prêmio será entregue este ano na Alemanha, China, Colômbia, Coréia, Espanha, Estados Unidos, França, Grécia, Hong Kong, Itália, Japão, México, Reino Unido, Rússia, Suíça, e pela primeira vez em Bangladesh.

Sobre o Prêmio Montblanc de la Culture
Todos os anos, desde 1992, o prestigiado Prêmio Montblanc de la Culture Arts Patronage reconhece as realizações e contribuições importantes dos patronos modernos. Ao mudar o foco dos artistas para o pequeno grupo de indivíduos que dão aos artistas os meios para expressar sua criatividade, Montblanc reforça a importância do patrocínio para tornar as artes e a cultura acessíveis a públicos cada vez maiores no mundo atual.

Com suas origens profundamente enraizadas na cultura da escrita, a Montblanc criou um padrão internacional de compromisso cultural, com a criação de iniciativas de amplo alcance para promover as artes e a cultura em muitas formas, ao mesmo tempo em que rende tributo aos modernos patronos que apoiam o avanço das artes nos dias atuais.

 

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