Pode-se dizer que o empoderamento feminino já fazia parte da vida e obra da escultora, gravurista, pintora, desenhista e escritora Maria Martins desde o início do século 20. É o que mostra o documentário “MARIA – NÃO ESQUEÇA QUE VENHO DOS TRÓPICOS”, de Francisco C. Martins, que estreia no streaming na quinta, dia 25.

Através de entrevistas com artistas, especialistas e familiares, o documentário revisita a trajetória profissional e a vida pessoal da artista. Filha de senador, Maria nunca se enquadrou nas convenções sociais exigidas. Considerada uma mulher moderna, à frente do seu tempo, foi casada com o embaixador Carlos Martins Pereira e Sousa, com quem morou no exterior por muitos anos. Na Europa, estudou com o escultor Oscar Jespers, em Bruxelas. Foi no seu período no Velho Mundo que conheceu e se tornou amiga de Pablo Picasso e Mondrian.

Na década de 40, foi radicada americana, morou em Nova York, e lá teve um caso com o artista Marcel Duchamp. De volta ao Brasil na década de 50, mesmo diante de uma sociedade mais conservadora, ela foi uma das figuras mais influentes no meio, com suas obras em que a sensualidade era predominante. Hoje, suas obras estão espalhadas por alguns dos principais museus do mundo, como MoMa (Nova York), MAM (São Paulo) e MALBA (Buenos Aires).

Disponível a partir do dia 25 de janeiro no NOW , VIVO PLAY, Google Play e  iTunes.

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