Drama psicológico baseado em fatos reais narra o julgamento de Suzane Von Richthofen e Daniel Cravinhos, réus confessos do assassinato dos pais de Suzane em um crime que chocou o País, em 2002.

Com direção de Mauricio Eça (“Apneia” e franquia “Carrossel”), a pesquisa do longa durou mais de seis meses e analisou todos os arquivos públicos do julgamento, desde o assassinato até a condenação.

“O filme que iremos contar é um thriller psicológico, de suspense, onde discutiremos os motivos que levaram ao fato, entranto, em detalhes e discussões nunca antes debatidos sobre o caso. Sem dúvida alguma essa é uma história muito forte e original e por ser real torna tudo mais absurdo e instigante. O filme trás um tema que muita gente conhece e tem ideias pré-concebidas, mas as pessoas não sabem o mais importante que é o motivo que levou a filha e seu namorado a matarem seus pais. Por isso, esse projeto parte de um grande desafio que é entender um pouco a mente de cada um dos dois assassinos”, comenta o diretor Mauricio Eça.

O roteiro é assinado por Ilana Casoy, criminóloga, escritora e maior especialista em serial killers do Brasil, juntamente com Raphael Montes, escritor brasileiro de literatura policial, sucesso de público e de crítica, traduzido em mais de 20 países.

“Tivemos todos os cuidados necessários para construir um roteiro inovador. Foram meses de pesquisa e entrega de todos envolvidos; não é fácil, psicologicamente, ter acesso a tantos detalhes e construir uma proposta de filme sobre um crime tão bárbaro. Será um desafio para nós, não só atrair a quem conhece o caso como também jovens que não tiveram acesso aos fatos na época”, afirma Marcelo Braga, produtor da Santa Rita Filmes.

Com distribuição da Galeria Distribuidora, o lançamento de A menina que matou os pais está previsto para o primeiro semestre de 2019. O roteiro do longa já está pronto e as gravações estão previstas para acontecer no segundo semestre de 2018.

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