Trabalho de estreia da cantora e compositora mineira CLARA CASTRO, de 23 anos, o álbum CAOSTROFOBIA está disponível em todos os aplicativos de músicas e em CD pelo selo NOMAD, com distribuição da Som Livre. Produzido por Rodrigo Campello, o disco tem 11 faixas, oito delas compostas pela artista. Já estão disponíveis, também, os clipes das músicas “Inverno Astral”, “Sobe o Sol” (gravado em Nova Iorque), “Longe do Mundo” e da própria “Caostrofobia”. O show de lançamento no Rio de Janeiro é dia 22 de novembro, quinta-feira, às 20h, em noite que traz outra estreia: Thiago Ramil apresenta o show do recém-lançado “EmFrente”.

“Caostrofobia” abre em clima de rock com a faixa-título, parceria de Nathan Itaborahy e Renato da Lapa. A música fala sobre o processo criativo e a vida em expansão no espaço de um apartamento: “Sorriu à Guadalupe no altar / Vagou com vagalumes por aí / Ligou o toca disco às vinte e três / E fez um rebuliço de manhã”, diz um trecho da letra, lúdica e imaginativa. “É a cidade invadindo o apartamento e o apartamento invadindo a cidade. Um convite para o ouvinte se imaginar ali, naquela confusão que é a cabeça de quem vive sempre recriando o mundo dentro de si, solucionando as prisões inevitáveis que a vida urbana traz”, explica Clara Castro.

Única releitura do trabalho, “Um Trem Para as Estrelas” (Gilberto Gil / Cazuza) ganhou arranjo contemporâneo, que busca evidenciar a densidade da letra. “É uma poesia extremamente atual e pertinente para tudo que estamos vivendo”, justifica Clara. Na sequência, o desabrochar do primeiro single liberado, “Inverno Astral” (Nathan Itaborahy / Douglas Poerner): “Que pedra que engoli / Que caco que chutei / Que quarta-feira que me fez sair daqui / Que grito segurei / Que prato que cuspi / Que desacato ou desespero cometi”.

Gravada em Nova Iorque, a dançante “Sobe o Sol” tem arranjo moderno de Alex Vaz e fala do amor sem tempo e sem cobrança. Clara conta que a canção nasceu rápido, “como quando a gente decide se declarar no susto. Quando cinco minutos longe de quem amamos nos fazem perceber que o amor está crescendo”. Escancarada na pureza e no sentimento, “Nossa Oração” foi composta no ukelele no começo de uma história de amor.

Cantora e compositora formada pela Bituca – Universidade de Música Popular, em Barbacena, onde mora, Clara Castro compôs “Corpo Só” quando estudava lá. A música é uma parceria dela com a mãe, Glória Bittar, e foi inspirada em uma carta que um sobrevivente do holocausto escreveu para seu filho, ainda nos tempos de campos de concentração. Esse filho vem a ser o húngaro Ian Guest, mestre de musicalização de Clara. A faixa ganhou arranjo de Mario Adnet, piano de Pitágoras Silveira e teve as cordas gravadas em São Petersburgo, na Rússia.

SERVIÇO
CLARA CASTRO: LANÇAMENTO DO ÁLBUM ‘CAOSTROFOBIA’
THIAGO RAMIL: LANÇAMENTO DO ÁLBUM ‘EMFRENTE’
Local: Teatro Ipanema – Rua Prudente de Morais, 824 – Ipanema
Data: 22 de novembro (quinta-feira)
Abertura da casa: 20h
Início do show Clara Castro: 20h15
Início do show Thiago Ramil: 21h45
Capacidade: 200 pessoas
Classificação etária: livre (menores de 14 anos entram acompanhados por responsáveis)
A casa tem acessibilidade total, inclusive com acesso ao palco.

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