Kubo é um menino que mora com sua mãe dentro de uma caverna. Ela fugiu de espíritos malignos que queriam sequestrar seu filho, mas no processo, o menino perdeu um olho. Depois de anos, os espíritos voltam para pegar Kubo e sua mãe. Mas em um grande sacrifício, ela se sacrifica, e usa sua magia para salvar o filho. Kubo entra em uma jornada para achar as armas mágicas de seu pai, o lendário samurai, Hanzo, com a ajuda de uma macaca, criada pela magia de sua mãe, e um antigo guerreiro amaldiçoado que lutou com seu pai.

É impossível não comentar de imediato a qualidade impecável da animação stop motion dessa obra. A dinâmica nas grandes cenas de ação aos origamis criados, tudo é perfeito. A produção artística  foi tão bem feita que o filme foi indicado ao Oscar de Melhor Animação e Melhor Efeitos Visuais. Toda a estética e estilo visual do longa tem a beleza particular do Japão. O roteiro também contém elementos da cultura japonesa, como vilão, o Rei Lua, dublado por Ralph Fiennes, que é uma representação do deus Tsukuyomi, o deus da lua japonês, o  pai de Kubo, Hanzo, dublado por Matthew McConaughey, é uma homenagem a Hattori Hanzo, o ninja mais conhecido da história do arquipélago asiático. A mãe de Kubo também não fica para trás, sendo dublada por Charlize Theron.

Dirigido por Travis Knight, que também dirigiu outras excelentes animações, como Coraline e ParaNorman, Kubo e as Cordas mágicas tem beleza, um enredo repleto de cultura e história, com uma animação que brilha por excelência.

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