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Teatro Petra Gold abre as portas e resgata a memória do antigo Teatro Leblon

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“O Escândalo de Philippe Dussaert”, com Marcos Caruso, marcará no próximo dia 7 de junho, a reabertura do antigo Teatro Leblon, um dos mais tradicionais espaços de arte e cultura do Rio de Janeiro. Rebatizado com o nome de Teatro Petra Gold, o espaço ressurge totalmente repaginado, porém, sem perder a sua essência. A sala Marília Pêra abriga 410 lugares, conta com revestimento acústico, palco giratório, ampla estrutura de acessibilidade e um reder técnico alinhado com as melhores casas de espetáculo do circuito nacional.

Planejado para receber produções dos mais diferentes perfis, o Teatro Petra Gold contará com uma grade de programação diversificada, com espetáculos de artes cênicas, musicais, exposições de arte e eventos corporativos como fóruns, premiações e congressos. Além de sessões em horários nobre, alternativo e infantil (sempre às 11 horas), a sala oferecerá, também, o Chá das Cinco, voltado ao público que adora um bom espetáculo, mas não abre mão de voltar para casa cedo. Outro diferencial será a disponibilização de um número pré-estabelecido de assentos destinados à população carente. Os ingressos poderão ser adquiridos diretamente na bilheteria a preços populares, 30 minutos antes de qualquer sessão. “Acreditamos na importância da arte na vida das pessoas”, diz Junqueira.” “Essa é uma forma de incentivar e formar novas plateias”.

Apaixonados por bons espetáculos poderão integrar, também, o Clube Fidelidade, que oferecerá aos associados descontos especiais na programação, reserva antecipada de ingressos, além de convites para estreias VIPs e coletiva dos artistas.

Com temporadas curtas, o Teatro Petra Gold estreará, já na semana do dia 15 de junho, seu segundo espetáculo: “O Inoportuno”, de Harold Pinter. O trabalho garantiu a Daniel Dantas o Prêmio Cesgranrio de Melhor Ator e indicação na mesma categoria na APTR.

Fundado em 19 de abril de 1994, o antigo Teatro Leblon abriu as portas com o espetáculo “Ciúme”, de Sacha Guitry, com direção de Marília Pêra, que também dava nome à sala. Dois anos depois, o espaço foi ampliado, a nova sala foi batizada de Fernanda Montenegro. Em 2007, foi a vez de Tônia Carrero ser homenageada.

Duas décadas depois, o Teatro Leblon se viu em dificuldades. Apagou as luzes em 3 de julho de 2017, depois da última apresentação da peça “E se eu não te amar amanhã?”, estrelada por Luana Piovani.

Rota Cult
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Redação do site E-mail: contato@rotacult.com.br

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