Considerado um dos maiores clássicos dos anos 80, Rambo é um dos papéis mais icônico de Silverter Stallone, perdendo talvez apenas para Rocky Balboa. Originalmente, Rambo é um veterano do Vietnã, baseado no personagem de David Morell em seu livro First Blood. A guerra do Vietnã completará ano que vem 35 anos, e foi uma das guerras com maiores consequências para seus soldados. As atrocidades cometidas desencadearam diversos traumas em John Rambo, o protagonista de toda saga.

O filme começa na adrenalina e logo mostrando os fantasmas que Rambo carrega em sua mente, como ele mesmo diz, vive em permanente conflito pra suprir a escuridão que habita dentro dele, o constante estado de violência pro qual foi treinado. Está é um dos, infelizmente, poucos símbolos interessantes que o filme traz, pois como execução de trama, o filme se faz valido, como ação, apenas pelo terceiro ato. Todo resto da trama soa como uma nova modelagem do personagem.

Existe uma intenção de conscientização no filme, muito bem intencionado, de alertar as atrocidades que acontecem dentro das nossas cidades, no caso do filme é o tráfico de mulheres pro mercado sexual, além da personificação de tudo que motiva Rambo a continuar “sob controle” morre, ele personifica a dor, a vingança e a morte. Ele se torna a escuridão que habita o coração dos homens. No quesito interpretação o elenco está num nível decente, porém não sensacional, isso inclui Stallone. O filme é uma amálgama de várias pequenas pílulas com muito potencial bem filmadas, com um ritmo monótono majoritariamente.

O terceiro ato é um regozijo de vingança e de violência gore, bem no estilo de guerrilha, um homem contra vários, e com um momento sensacional que recupera o espírito oitentista. Fica aperto o destino de Rambo, porém é possível deduzir que veremos mais do personagem.

 

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