“Mulher da sua própria vida, Margareth é uma voz que sobressai na multitudinária criatividade da música de carnaval soteropolitana. Entre tantas vozes, entre tantos sons de guitarras e tambores, Margareth emite um grito que se distingue pela Massaranduba da vida. No seu timbre inigualável, eis a itapagipana com canções novas, muitas delas de sua autoria, preparada para aquecer o coração da gente. O coração e o resto. Quem cantaria de Amor e Desejo assim? Que garganta melhor para celebrar a capoeira espalhada pelo mundo? Quem canta mais profundamente a mãe. E, depois, a mãe de novo? E que beleza que ela tenha Larissa Luz e Luedji Luna e Brown e Peu e Gil e Alfredo Moura e Magary Lord e Gabriel Moura e Nabiya Be e Ahmed Soultan e Jorge Vercilo e tanta mais gente com ela. Nós todos vamos sempre estar com ela, nas ruas, nas plataformas e nos toca-discos. ´Autêntica´ é a palavra (o álbum) que define Margareth.” (Caetano Veloso)

Onze anos após o lançamento de seu último disco, a cantora e compositora Margareth Menezes está de volta com “Autêntica” (Estrela do Mar/Natura Musical), álbum produzido por Tito Oliveira e gravado nos estúdios Oliveira e Ilha dos Sapos (Salvador), Da Pá Virada (São Paulo), Excello Recordings (Nova York), 26Bis e Du Regard (Paris), com patrocínio do Natura Musical e do Governo do Estado da Bahia, através do Fazcultura, Secretaria de Cultura e Secretaria da Fazenda.

Margareth Menezes afirma e dá voz ao afro-urbano brasileiro desde 1992 com o projeto Um Canto Pra Subir e é considerada a principal representante do Afropop Brasileiro. Em “Autêntica”, ela traz 13 canções com sua marca inconfundível. De “Paraguassu”, inédita de Gilberto Gil, “Mãe Preta” de Luedji Luna e Ravi Ladin, “Querera”, parceria com Nabiyah Be, filha de Jimmy Cliff, “Vento Sã” com a guitarra baiana de Roberto Barreto do BaianaSystem às participações especiais dos cantores Ahmed Soultan (“Elegibô – Peaceful Heart”) e Larissa Luz (“Capoeira Mundial”). “Autêntica traz um repertório com a alma feminina, mas dentro desse ambiente que vivemos hoje, essa necessidade da mulher tomar posse da sua fala e ser descrita por ela própria. Ser a própria gestora de suas ideias”, afirma Margareth.

Foto:  José de Holanda.

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