2019  foi um ano complicado para o Festival, que dependeu Uma campanha de arrecadação coletiva feita na internet , por conta da perda dos principais patrocinadores estatais – Petrobras, BNDES e Prefeitura do Rio -, por muito pouco o evento não foi realizado. A vigésima-primeira edição do Festival do Rio chegou ao fim na noite desta quinta-feira (19), em uma cerimônia realizada no Museu do Amanhã, Praça Mauá, Zona Portuária da cidade.

Onze dias, mais de 100 filmes internacionais e 91 produções brasileiras depois. Para a organização, a realização da edição foi uma mistura de alívio e dever cumprido.

“Sem dúvida foi um ano de aprendizado. Tivemos que pensar em outras maneiras de garantir o festival. A partir de agora, para a organização das próximas edições, essas alternativas estarão presentes”, explicou a diretora do festival, Ilda Santiago.

Confira, abaixo, os premiados da noite.

MOSTRA GERAÇÃO:
“Alice Júnior”.

PRÊMIO FÉLIX (Filmes com temática LGBTQ):
“Retrato de uma jovem em chamas” – categoria longa-metragem de ficção”

“Um artista contra a ditadura chilena” – categoria longa-metragem documentário.

“Alice Júnior” – filme brasileiro.

“Bicha bomba” – curta-metragem.

Personalidade Félix do Ano: Bruna Linzmayer

MOSTRA NOVOS RUMOS:
“Bonde” – Menção honrosa – Curta-metragem.

“Revoada” – Melhor curta-metragem.

“Sete anos em maio” – Longa-metragem.

“A rosa azul de Novalis” – Menção honrosa – Prêmio especial do júri.

“Chão” – Prêmio especial do júri.

PREMIÈRE BRASIL:
Curta-metragem (voto popular) – “Carne”.

Curta-metragem (escolha do júri) – “A mentira”.

Melhor longa-metragem de ficção (voto popular) – “M8 – Quando a morte socorre a vida”.

Melhor longa-metragem de ficção (escolha do júri) – “Fim de festa”.

Montagem – Renato Vallone – “Breve miragem de sol”.

Roteiro – Hilton Lacerda – “Fim de festa”.

Fotografia – Miguel Vassy – “Breve miragem de sol”.

Prêmio especial do júri – O som do filme “A febre”.

Ator coadjuvante – Augusto Madeira – “Acqua movie”.

Atriz coadjuvante – Gabriela Carneiro da Cunha – “Anna”.

Ator – Fabrício Boliveira – “Breve miragem de sol”.

Atriz – Regina Casé – “Três verões”.

Melhor documentário – longa-metragem (voto popular) – “Favela é moda”.

Melhor documentário – (júri oficial) – “Ressaca”.

Direção de documentário – Vincent Rimbaux e Patrícia Landi – “Ressaca”.

Direção de ficção – Maya Da-Rin – “A febre”.

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