Entre os temas mais candentes da atualidade cinematográfica do passado final de semana, encontra-se o anúncio do palmarés, que é semelhante ao polêmico, do Festival de San Sebastián. A produção brasileira, segundo trabalho como diretor americano Paxton Winters (‘Crude’), se aloja com a codificada Concha de Oro, assim como nos prêmios de melhor ator e melhor fotografia.

​Tati é uma menina introspectiva de 13 anos que luta para se conectar com seu estranho pai, Jaca, recém-saído da prisão no momento turbulento das Olimpíadas do Rio. Enquanto a polícia “pacificadora” luta para ocupar as favelas ao redor do Rio, eles precisam navegar entre as forças que ameaçam suas esperanças para o futuro. Nascido de uma longa colaboração criativa entre a comunidade do Morro dos Prazeres e o diretor Paxton Winters, o filme oferece um retrato íntimo de uma família tentando encontrar a paz no inconstante campo de batalha que eles chamam de casa. ​

O título se refere à iniciativa de “pacificação” do governo do Brasil para reprimir gangues nas favelas durante as Olimpíadas do Rio 2016.

Winters, cujo histórico também inclui inúmeras reportagens, vive em uma favela há anos e mostra em profundidade de compaixão e compreensão que ele e seus co-escritores Wellington Magalhães e Joseph Carter trazem para a história de uma jovem garota e ela. relacionamento com seu pai afastado em sua libertação da prisão. Evita-se o sensacionalismo, pois eles mostram o aumento de pressões menores sobre aqueles que vivem à margem.

A espreita de inter-relações permite que nossas emoções sejam atraídas em diferentes direções, como as dos protagonistas. Os problemas podem se multiplicar à medida que o filme avança, mas Winters também mostra uma comunidade que também oferece esperança aos personagens.

Em cartaz na Mostra: Première Brasil: Hors Concours longa ficção

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