“Fleabag” era, originalmente, um stand-up sobre uma mulher com várias crises familiares e com um enorme apetite sexual, que luta para deixar aberto seu café com tema de porquinhos da índia. Com o enorme sucesso e o carisma de sua interprete, Phoebe Waller-Bridge, a peça acabou sendo adaptada e virou uma série de enorme sucesso, hoje disponível na Amazon Prime.

O roteiro da primeira temporada não sai muito do que já era mostrado na peça: a personagem principal tendo suas questões mal resolvidas com seu pai, sua irmã e sua madrasta, além de ter um enorme problema que é acabar descontando todas suas frustrações em sexo, que compromete sua vida e a coloca em situações ainda mais constrangedoras.

A segunda temporada, que ganhou inúmeros prêmios nas últimas premiações, desde melhor série de comédia até melhor atriz de comédia, além de várias outras indicações, vai por um outro caminho, mostrando a protagonista se apaixonando verdadeiramente, porém, por um padre. A temporada, que é curtinha, apenas 8 episódios de menos de 30 minutos cada, conquistou a crítica e o público pelo mundo.

O roteiro fechado, minucioso e extremamente ácido é um dos culpados pela fama da série, mas a fotografia, as atuações, o timing perfeito da comédia e a química do casal principal foram essenciais para o empurrão que a mesma ganhou na temporada de premiações. “Fleabag” é engraçada, triste, necessária e cativante. Para quem precisa de uma série nova nesse período de quarentena para esquecer o mundo lá fora, fica a dica!

Imagem: divulgação

 

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