De 2 a 6 de setembro, o site do Itaú Cultural é palco para nova série do “Festival Arte como Respiro – Edição Cênicas”, com apresentações de mais 16 espetáculos contemplados no edital de emergência.

Foto: Paula Kossatz

No dia 4, Gustavo Ciríaco apresenta “Quem anda no chão?”, quem anda nas árvores, quem tem asas, um diorama em movimento que misturam saberes de indígenas amazônicos com um mundo à beira do colapso.

No dia 5, A Guimarães Produções Ltda apresenta o espetáculo infantil “Rio 2066” sobre um Rio de Janeiro no ano de 2066, onde tudo é desenvolvido tecnologicamente. Apesar de tanto progresso, a paisagem é cinza e árida, os mares, rios e lagos são totalmente poluídos, as florestas já não existem mais e a atmosfera se tornou irrespirável. Quem quer respirar ar puro, beber água potável e apreciar as plantas tem de comprá-los em garrafas. A comida é somente em pílulas com sabor. O importante é que tudo pode ser comprado. Até sonhos e felicidade.

Além disso, o  “Festival Arte como Respiro” traz dança (do breaking e maracatu ao vogue), teatro (com Shakespeare encenado em prédio vazio e adaptação de Anton Tchekhov), performance (crítica às mortes da população negra) e apresentações infantis, que vão desde registros de apresentações feitos antes da pandemia até espetáculos montados já no isolamento social.

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