Sequencia de A Babá diverte o espectador.

Depois do primeiro filme de sucesso, que mostra Cole enfrentando sua babá juntamente com a seita satânica dela, com uma grande pitada de trash e comédia. A continuação de A Babá, agora com o subtítulo, A rainha da morte, volta com o mesmo intuito, entregar um filme de terror original, atual e com grande humor.

A história agora gira em torno da vida de Cole dois anos depois dos acontecimentos do primeiro filme. Depois de tudo o que aconteceu, ninguém acredita na história da seita vivida pelo protagonista, e ele precisa lidar com a zoação do ensino médio, em cima disso  seus pais acreditam que o filho tem sérios problemas psicológicos. Depois de descobrir que poderia ser internado, Cole resolve fugir pra um fim de semana no barco com sua melhor amiga e sua paixão secreta, e acaba revivendo vários acontecimentos do passado.

Nesse segundo filme, surpreendentemente, a Netflix resolve apostar mais firme na produção, com direito a enormes cenários, onde o protagonista volta a enfrentar os fantasmas de antigamente. O elenco também volta por completo e suas mortes novamente acontecem uma por uma de formas totalmente inusitadas e nojentas.

Apesar da enorme tentativa de reviver o primeiro longa, o plot twist desse filme talvez não funcione tanto. Isso porque ele prefere dar um tom mais suave e bonito do que abordar apenas o horror da seita. Assim, comprometendo o resultado do filme, que pode não agradar a maioria dos fãs, mas que também pode conquistar outros, que gostam de algo mais leve.

De qualquer forma, A Babá: Rainha da Morte, sabe fazer o que seu antecessor fez pra se consagrar, comédia. Além disso, usa de assuntos bastante atuais, como mostrar uma personagem fazendo pacto com o Diabo para virar uma influencer, aliás, o filme, certamente, entende o que o público quer ver e se atém a isso até o final.

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