O novo e aguardado álbum inédito de Paul McCartney, “McCartney III”, acaba de ser lançado com toda a glória do streaming, CD e vinil. Ouça! Aliás, esse é o primeiro lançamento de Paul desde “Egypt Station”, o álbum de 2018, que chegou ao topo dos charts no mundo todo. “McCartney III” é um trabalho intimista, autoproduzido, e,  literalmente, solo, seguindo a tradição estabelecida pelo artista nos álbuns “McCartney”, de 1970, e “McCartney II”, de 1980.

Gravado no início desse ano, durante o “Rockdown” em Sussex, “McCartney III” foi construído em sua maior parte com bases de takes ao vivo de vocais, guitarra e piano do Paul, overdubbing baixo, bateria e mais, tudo executado pelo próprio artista sobre a base. Além disso, o processo teve início quando Paul revisitou uma faixa não lançada do início dos anos 90, “When Winter Comes”, gravada com George Martin.

Assim, Paul confeccionou uma nova passagem para a canção, abrindo espaço para a ascensão da faixa de abertura do novo álbum, “Long Tailed Winter Bird”, enquanto “When Winter Comes”, com sua nova introdução de 2020, batizada como “Winter Bird”, se tornou o grand finale do álbum.

A representação mais recente e profunda do processo criativo de “McCartney III” emergiu essa semana, na forma do vídeo de “Find My Way”, com direção de Roman Coppola. A gravação usou nada menos que 46 câmeras para capturar Paul em cada instrumento, e de cada ângulo, resultando em um vislumbre íntimo e sem precedentes de Paul criando e performando um dos destaques de “McCartney III”.

Para mais de “McCartney III”, confira a experiência aprimorada do álbum no Spotify, apresentando material exclusivo de bastidores e clipes dos vídeos, além de comentários exclusivos.

Aliás, numa recente ação global, a Amazon Music espalhou pelo mundo murais em doze cidades com partituras do álbum e interpretações de músicos e artistas do mundo todo. Na próxima segunda (21), a partir das 14h (horário de Brasília), Paul se juntará a Zane Lowe, da Apple Music, para uma conversa profunda sobre “McCartney III”.

Da mesma forma que o lançamento do clássico “McCartney”, em 1970, marcou o retorno de Paul ao básico, na sequência da maior separação de banda da história da música, e da obra prima avant-garde “McCartney II”, de 1980, que se ergueu das cinzas da banda Wings, “McCartney III” encontra Paul sozinho novamente, transformando circunstâncias inesperadas em uma amostra íntima e pessoal de um artista atemporal em um ponto único da história.

 

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