Fernanda Young conceituou a série como uma história de amor.

Último trabalho escrito por Alexandre Machado com a saudosa Fernanda Young, a comédia romântica, ‘Shippados’ é um original Globoplay lançada em 2019 na plataforma. Com  direção artística de Patrícia Pedrosa, conta a história dos dois jovens que, depois de muitos encontros frustrados mediados por aplicativos, finalmente se conhecem e percebem que têm muito em comum. Inclusive o azar no amor.

Às vezes o amor precisa lutar ou encontrar caminhos, certamente, para sobreviver à avalanche de incertezas do mundo digital. Na Era das redes sociais, ao mesmo tempo em que as possibilidades se ampliam, a continuidade dos relacionamentos nem sempre se dá na mesma proporção, surpreendentemente. Que o digam Rita (Tatá Werneck) e Enzo (Eduardo Sterblitch), em ‘Shippados’, série que estreia na TV Globo a partir do dia 12 de janeiro, às segundas, terças, quintas e sextas.

Com uma análise sarcástica das tentativas de se achar o par perfeito através de algoritmos da internet, ‘Shippados’ mostra, através do humor de identificação, como o amor pode surgir de alguns desencontros, em situações inesperadas e na simplicidade do dia a dia.

Em 2019, quando o projeto foi lançado no Globoplay, Fernanda Young conceituou a série como uma história de amor, “É sobre o amor no seu sentido puro e eterno, e que há muito existe. São pessoas que se encontram e se “shippam”, tanto os casais, quanto o grupo. As amizades partem disso. É a história dessa sobrevivência das relações humanas sem o distanciamento da comunicação virtual”, falou na época.

Fernanda falou também, na época, sobre o humor como ferramenta de identificação, “Acho que todo mundo vai se identificar de alguma forma, ou identificar algum amigo nesses personagens. Tentamos ser muito verdadeiros na composição dos tipos. Queremos que o público consiga rir de si mesmo. E a identificação é uma coisa muito generosa, seja escutando uma música, seja no drama, ou no humor”.

Ela completa, “Aliás, é no humor que a gente pode rir de si mesmo, se identificar e, muitas vezes, até fazer autorreflexões de mudanças através da gargalhada. Acho que o público vai ter muita identificação com os personagens”.

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