A EMBAÚBA PLAY oferece até o dia 16 de junho, uma mostra gratuita e inédita de filmes brasileiros, viabilizada pela Lei Aldir Blanc, por meio do Estado de Minas Gerais. Ela conta com a participação de quatro curadores convidados: Ewerton Belico, Júnia Torres, Tatiana Carvalho Costa e Victor Guimarães, que selecionaram produções contemporâneas dividas nos seguintes programas: “Também somos rascunhos”, com obras biográficas (Ewerton Belico); “A Fluidez da Forma – Cinema Indígena Experimental” (Júnia Torres), “Orgia ou O Cinema que deu cria”, com filmes que flertam com o cinema de invenção (Victor Guimarães), e “Testemunhar, fabular, existir – modulações de um QuilomboCinema brasileiro contemporâneo”, com curtas-metragens recentes de realizadores negros (Tatiana Carvalho Costa).

Essa programação traz mais de 40 títulos da produção nacional, muitos deles inéditos em circuito e streaming. Alguns dos destaques são: “Batguano”, de Tavinho Teixeira; “Vida”, de Paula Gaitán; “Santos Dumont: Pré-Cineasta”, de Carlos Adriano; “Urihi Haromatipe – Curadores da Terra Floresta, de Morzaniel Yanomami; “Yãmiyhex, as mulheres espírito”, de Sueli e Isael Maxakali; “Mundo Incrível Remix”, de Gabriel Martins; “ATL”, de Edgar Kanaykõ; “Obatala”, de Sebastian Wiedemann; “(Outros) Fundamentos, de Aline Motta; “Relatos Tecnopobres”, de João Batista Silva; “Remixcracho”, de Leo Pyrata e “Canto dos Osso”, de Jorge Polo e Petrus de Bairros.

Completam a programação dessa mostra inaugural, 10 pré-estreias de títulos inéditos no circuito comercial, que fazem parte do catálogo da Embaúba Filmes, como “Espero que esta te encontre e que estejas bem”, de Natara Ney; “Kevin”, de Joana Oliveira e “Eu, Empresa”, de Leon Sampaio e Marcus Curvelo. Dentre os filmes em pré-estreia, dois são totalmente inéditos, terão sua primeira exibição na mostra: “Aqui jaz teu esquema”, de Gabraz Sanna e “Brizolão”, de Jéferson.

No encerramento da Mostra, será apresentado o média-metragem “A grávida da cinemateca”, dirigido por Christian Saghaard, em programa especial, como forma de se chamar a atenção para o descaso do Governo Federal com a Cinemateca Brasileira.

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