Garbage lança seu primeiro trabalho de inéditas em cinco anos, “No Gods No Masters”. O álbum é incisivo e politizado e casa com as bandeiras que a banda levanta nos palcos e fora deles desde o início de sua carreira. Esse é um lançamento da BMG disponível em todas as plataformas de streaming.

O título “No Gods No Masters” vem de uma expressão anarquista, ligada à libertação pessoal de viver “sem deuses ou mestres” que chegou aos EUA no início do século passado e se tornou uma das bases para o movimento feminista americano. O disco passa por críticas ao materialismo, ao individualismo, racismo e sexismo, além de se inspirar nas convulsões sociais e lutas políticas por direitos humanos na América Latina.

“Esse é o nosso sétimo disco e esse número e seus múltiplos significados afetaram o DNA do conteúdo do trabalho. As sete virtudes, as sete dores da religião, os sete pecados capitais. Foi nosso modo de tentar achar algum sentido nessa loucura que é o mundo e esse caos sem limites que nos metemos”, reflete a vocalista Shirley Manson.

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