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Ciclo 1922: modernismos em debate aborda a fotografia e o cinema no modernismo brasileiro

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Ciclo realiza uma revisão crítica da Semana de Arte Moderna de 1922.

ciclo 1922: modernismos em debate
Legenda da obra:
Re-Antropofagia, 2018
acrílica, argila, óleo, pussunga e urucum sobre tela
Denilson Baniwa (Barcelos, Amazonas, Brasil, 1984)
Coleção do artista, em comodato com a Pinacoteca do Estado de São Paulo
Crédito da Imagem:
Isabella Matheus/Pinacoteca de São Paulo

  O ciclo 1922: modernismos em debate acontece na segunda-feira (27/9), das 18h às 21h15, com transmissão ao vivo nos canais de Facebook e YouTube do IMS, do MAC USP e da Pinacoteca de São Paulo.

Organizado pelo Instituto Moreira Salles, pelo Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo e pela Pinacoteca de São Paulo, o ciclo 1922: modernismos em debate debate aborda a fotografia e o cinema no modernismo brasileiro.

 On-line e gratuito, o ciclo promove debates mensais, até dezembro, sobre a Semana de Arte Moderna de 1922. O objetivo é realizar uma revisão crítica da Semana, contextualizando-a historicamente e examinando manifestações consideradas inovadoras em outras partes do país. Todas as atividades são transmitidas ao vivo no YouTube e Facebook das três instituições.

O novo encontro trata da fotografia e do cinema no modernismo brasileiro e da ausência dessas linguagens na Semana de 22. Na primeira mesa, Ricardo Mendes (FotoPlus) propõe uma reflexão sobre a presença da linguagem fotográfica no modernismo a partir de dois entendimentos. O primeiro, mais focado em São Paulo, procura identificar ações e obras que caracterizariam um “pré-modernismo fotográfico” ao longo das quatro primeiras décadas do século XX. Em seguida, o pesquisador discutirá de que maneira os indivíduos performaram a modernidade.

Thiago Gil (Fundação Bienal de São Paulo) abordará a presença da fotografia na obra e nas reflexões de Oswald de Andrade sobre arte. Após sua apresentação, das 19h às 19h30, haverá um debate com mediação de Thyago Nogueira (Instituto Moreira Salles).

A segunda mesa abordará o cinema feito no Brasil até o final da década de 1920. O professor Eduardo Morettin (Universidade de São Paulo) comentará a ausência do cinema na Semana de Arte Moderna de 1922 e, por outro lado, a participação ativa dessa manifestação na Exposição Internacional do Centenário da Independência do Brasil.

Por fim, Denilson Lopes (Universidade Federal do Rio de Janeiro) discutirá em que medida uma pesquisa sobre o cineasta Mário Peixoto pode contribuir para uma outra visão do Modernismo. A primeira exibição do seu filme Limite, em 1931, é considerada como um marco do Modernismo cinematográfico. Aliás, de acordo com o professor, Limite indica também a existência de um “outro Modernismo” no Brasil, marcado pelo cosmopolitismo ao invés da formação de uma cultura nacional ou de regionalismos. O debate será mediado por Heloisa Espada do Instituto Moreira Salles.

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