A arte da comunicação não violentaFaro Editorial lança “A arte da comunicação não violenta”, obra que debate a não violência, com correspondências entre Gandhi e Tolstói.

A Faro Editorial lança este mês um projeto único, pensado pelos sócios da Editora, Diego Drumond e Pedro almeida, para contribuir ao momento atual em que houve um acirramento das discussões em todos os círculos sociais. Assim nasceu “A arte da comunicação não violenta”, que traz ao leitor a troca de cartas entre duas das mais influentes personalidades do século XX.

Tolstói foi de soldado membro da aristocracia russa a um defensor da não violência depois de uma crise moral profunda. Ao repensar os ensinamentos de Jesus, entendeu qual era a maior arma do homem. Gandhi dedicou sua vida a resistência não violenta em nome da liberdade de seu país. E esses dois gênios tem muito mais do que ideias em comum: houve uma intensa troca de cartas entre os dois durante um período que resultou em um dos maiores movimentos civis de todos os tempos.

Gandhi é mundialmente conhecido por ter popularizado a ideia da não violência. O que poucos sabem é que a filosofia praticada por ele se forjou numa troca de correspondências com o escritor russo Liev Tolstói, que depois de se consagrar com os romances Guerra e Paz e Anna Karenina, abandonou a vida aristocrática para se dedicar aos estudos e ensinamentos da não violência.

Nesta edição exclusiva, com artigos e correspondências que abordam os mais diferentes assuntos: das relações de poder, relações profissionais e familiares, do olhar que temos sobre diversos grupos sociais, das relações com as mulheres, entre tantos outros, os leitores encontrarão a origem de toda a proposta de não violência e seus fundamentos, colhidos na origem.

“Muito se fala sobre como se estabelecer conversas sem violência, mas o tema parece ter esquecido sua origem, os que puseram as propostas em prática, alcançaram grandes êxitos e inspiraram líderes por todo o mundo, como Martin Luther King”, comenta Pedro Almeida.

Segundo os autores, precisamos substituir a norma da violência e remover a tirania começando pelas ações mais corriqueiras da vida, de modo a garantir nossa própria reforma pelo método de não resistência ao mal. Trata-se de alterar o modo de enfrentar o ódio no mundo com um olhar diferente de forma a evitar que ele nos contamine.

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