A Cia. Teatro Transforma se prepara para a estreia presencial do espetáculo “Permita que eu fale”, com supervisão de grandes mestres. O projeto capitaneado pelo Instituto Evoé vem capacitando 30 pessoas em diversas áreas de um dos setores mais pulsantes da Economia Criativa. A montagem de conclusão do curso unirá trechos originais e releituras de musicais clássicos.

Transformação e inclusão social através da arte é o que vem promovendo a Cia. Teatro Transforma, projeto de capacitação de adolescentes a partir dos 16 anos e adultos para inserção no mercado do teatro musical, totalmente gratuita, no Rio de Janeiro.

Depois de colher excelentes frutos em seu ano de estreia, com 30 jovens do Grande Rio sendo capacitados a distância em diversas funções do setor, a Cia., uma iniciativa da SulAmérica, se prepara para finalizar o segundo ano letivo em grande estilo, ainda mais preparados, após 12 meses seguindo um modelo exclusivo de ensino remoto (EAD) criado pela Cia., os alunos passaram a frequentar aulas no Teatro Riachuelo Rio, seguindo protocolos sanitários rígidos.

Desde outubro os alunos vêm ensaiando diariamente para o espetáculo de final de ano “Permita que eu fale”, que acontecerá, com venda de ingressos, nos dias 15, 16, 21 e 22 de dezembro, no emblemático e tradicional palco do Teatro Riachuelo Rio, que abrigou as aulas com os jovens e seus renomados professores, profissionais com vasta experiência no setor. Aliás, haverá sessão especial, com palestra, para projetos sociais.

Com direção de João Fonseca e Direção Musical de Claudia Elizeu, os alunos cocriaram e correalizaram o musical, onde os mesmos participam como atores ou em outra função, como assistentes de direção, de direção musical e de direção de arte. O roteiro reúne cenas autorais e revisitações de trechos de musicais consagrados.

A seleção dos alunos foi feita em fevereiro de 2020 através de contatos com ONGs de diversas comunidades no Rio de Janeiro, além da internet, totalizando mais de 200 inscrições. Durante o processo de audição, a equipe ficou atenta a equidade de gênero, dando oportunidades iguais para o mesmo número de homens e mulheres, cis e trans.

 “Ver que um projeto tão necessário avançou e evoluiu em um período tão duro para a arte, sobretudo quando falamos de jovens que sonham em trilhar um caminho profissional, é uma alegria enorme!” vibra Aniela Jordan, diretora do Evoé.

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