Isabella Taviani
Foto: Fotonauta

O Teatro Multiplan inicia 2022 recebe no dia 11 de março a cantora Isabella Taviani, com o álbum “A máquina do tempo”, acompanhadas dos clássicos ‘Luxúria’, ‘Canção que faltava’, ‘De qualquer maneira’, Último grão e ‘Estrategista’. Tudo isso em meio a um cenário com conceito psicodélico. Os ingressos estão à venda no site no teatro!

Desde 2013 sem um álbum de inéditas, Isabella Taviani lançou “A máquina do tempo” em janeiro de 2021, seu oitavo CD, com inovações sensíveis tanto no processo de composição como na sonoridade, já que boa parte da produção foi feita na Argentina com músicos portenhos. Ela conta, “Quando dividi a produção do ‘Carpenters Avenue’ entre Rio e Los Angeles fiquei fascinada com a combinação estética oposta que acabou acontecendo. O André Vasconcellos me propôs essa aventura e nós embarcamos para Buenos Aires”.

“A máquina do tempo” conta a história de mudanças profundas na vida pessoal de Isabella que se tornou mãe de gêmeos enquanto comemorava 51 anos de vida. Taviani assina com a cantora e compositora Myllena (sua mulher) as musicas:  ‘Alfabeto grego’, ‘Luar de prata’, ‘Aconteceu’, ‘Tudo em volta é só você’, ‘A Máquina do tempo’ e o primeiro single ‘Não Brinca Comigo’.

Alias, a música de abertura, “Rivotril”, foi praticamente composta on-line com os fãs da artista que a desafiaram após seu casamento: “ah, agora que Taviani casou vai ficar fofinha e não vai mais fazer aquelas músicas rasgadas!”.

Isabella imediatamente, para não perder a inspiração, começou a esboçar uma ideia e fez uma “live” onde os seus seguidores puderam participar da criação da canção. Embora os versos sejam bem pesados como “Sou eu quem te encontra numa encruzilhada, quem te empurra no vão da escada” é uma música divertida, dançante e foi a escolhida para dar a partida na Máquina do Tempo, abrindo o álbum.

Para não cairmos na emoção desenfreada, o álbum encontra seu desfecho na psicodélica “A máquina do tempo”. Os versos dizem: “a máquina do tempo está a pleno vapor, acelerou meu pensamento e me drogou. Foi tudo tão bonito. No meu futuro próximo não há sinais fechados. Compro felicidade no mercado. É simples o negócio”. E assim a música termina numa apoteose sonora surreal que remete a viagem no tempo que todos vivemos ao pensar, simultaneamente, em nossa própria história de vida. Porque ninguém sabe aonde essa Máquina do Tempo pode nos levar!

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