Sebastião Salgado
Amazônia, Sebastião Salgado, Sesc Pompeia Sebastião Salgado/Sesc Pompeia/Divulgação

Após passar por Paris, Roma, Londres e São Paulo, a exposição “Amazônia”, do fotógrafo Sebastião Salgado, chega ao Rio de Janeiro em 19 de julho de 2022. Idealizada pela curadora Lélia Wanick Salgado, a mostra contém cerca de 200 imagens, fruto de sete anos de trabalho do artista na Amazônia brasileira.

O fotografo fotografou a beleza inigualável da Amazônia, desde a floresta tropical, os rios, as montanhas, as pessoas que ali vivem, além de todo aquele tesouro insubstituível da humanidade em que o imenso poder da natureza é sentido, certamente, como em nenhum outro lugar da terra.

As fotos expostas trazem boa parte das dezenas de registros do fotógrafo em ação por terra, água e ar feitas por Lélia e Serva. São imagens dele capturando pelas lentes a essência das florestas, rios, montanhas e da vida em 12 comunidades indígenas da região. Além disso, a mostra conta com fotos de Everton Ballardin, que mostram o processo de montagem de Amazônia” | Sebastião Salgado, em cartaz no Sesc Pompeia.

A exposição “Amazônia” com fotos, vídeos e projeções que retratam a luta pela preservação dos ecossistemas e populações indígenas. Além das fotografias, há sete vídeos com testemunhos de lideranças indígenas sobre a importância da Amazônia e os problemas enfrentados atualmente para a sobrevivência na floresta.

A exposição está em cartaz no Sesc Pompeia, em São Paulo até 10 de julho de 2022, já no Rio de Janeiro ela será exibida no Museu do Amanhã, além de também ser apresentada em Belém (PA). Outras capitais estão previstas. Além disso, a exposição também está disponível em Collector’s Edition da editora Taschen, com quatro reproduções Art Editions autografadas por Sebastião Salgado e estante projetada por Renzo Piano para o projeto Amazônia. A Edição numerada.

O Itaú Cultural abre nesta terça-feira, dia 8 de março, a exposição “Amazônia: o processo de criação de Sebastião Salgado”, no piso 2. São mais de 35 registros fotográficos feitos pela curadora e produtora Lélia Wanick Salgado e pelo jornalista Leão Serva ao longo de sete anos acompanhando Sebastião Salgado nas andanças pelo universo amazônico e em convivência com os povos indígenas da região.

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