O Duran Duran celebra seus quarenta anos de música em plena forma com uma edição deluxe de seu novo e elogiado álbum, “FUTURE PAST”. Aliás, a  edição de luxo do álbum é, certamente, a cereja do bolo da banda que segue se reinventando a cada trabalho. O lançamento está disponível pela BMG.

Mostrando sua sintonia com os tempos atuais sem perder de vista a própria história, o grupo olha para o futuro ao lançar sua primeira NFT voltada para a preservação ambiental. Além disso, Duran Duran acaba ser indicada pela primeira vez a uma das disputadas vagas do Hall da Fama do Rock. A nova edição do disco oferece uma oportunidade de conhecer a fundo a fase prolífica do quarteto.

A indicação ao Rock & Roll Hall of Fame veio para coroar o ano incrível que Duran Duran teve. Depois de lançar o primeiro clipe feito inteiramente por uma inteligência artificial, parcerias com nomes como Chai, Mark Ronson, Graham Coxon (Blur), Giorgio Moroder e Tove Lo e ter se apresentado em algumas das principais premiações da indústria da música, a banda entrou finalmente para a lista de indicados à cerimônia do Hall da Fama este ano, graças a uma longeva carreira com hits inegáveis e sucesso no mundo todo.

“Só de estar entre os indicados é uma honra que eu nunca imaginava receber… Mas com certeza, essa distinção se deve em grande parte ao fato de que temos um exército de fãs pelo mundo que nos apoiaram sem pestanejar ao pelas quatro últimas décadas. Estamos extremamente gratos a todos vocês por fazerem isso acontecer”, agradeceu o vocalista Simon Le Bon.

Completando essa série de novidades do grupo, a primeira NFT de Duran Duran faz parte de uma iniciativa de começar micro florestas pelo mundo todo, tornando as árvores rastreáveis por blockchain. O projeto será um presente para as 100 pessoas que adquiriram os exclusivos NFTs do grupo, chamados “INVISIBLE” e lançados durante a campanha do álbum “FUTURE PAST”. Eles receberão uma novíssima NFT ecologicamente responsável, com uma arte criada por Huxley, a inteligência artificial responsável pelo clipe de “INVISIBLE”. Junto do token não fungível, uma árvore será plantada no Jardine Park, em Queenstown, na Nova Zelândia, no nome de cada pessoa. As árvores serão rastreáveis no blockchain.

Estes NFTs serão os primeiros em uma nova coleção para a conservação chamada Digital Native. Cada um representará uma árvore viva. Os parceiros neste projeto (Duran Duran, Huxley e Cube) estão doando 100% de seus lucros das vendas seguintes para a criação de mais micro florestas. E os donos atuais que escolherem doar 50% ou mais do valor de suas vendas para a causa receberão uma chave especial para a floresta, que desbloqueará novos benefícios, incluindo novos NFTs.

“Assim como a natureza, a tecnologia encontra um caminho para evoluir e quando ideias inovadoras podem ser usadas para ajudar nosso planeta de forma positiva, devemos aproveitar essas oportunidades. Conectar árvores físicas com o blockchain é uma forma nova de criar consciência através da arte e, ao mesmo tempo, envolver comunidades locais para plantar mais árvores, para beneficiar o meio ambiente. Estamos animados por continuar nosso relacionamento com Huxley, a IA, nesse esforço e nossa esperança é que muitos outros virão para continuar o processo de plantio das árvores. Estamos ansiosos para ver onde essa colaboração nos levará no futuro”, avalia o co-fundador do Duran Duran e tecladista Nick Rhodes.

A floresta na Nova Zelândia, que será chamada de FUTURE PAST, é composta de três espécies nativas da região que estão sendo plantadas por crianças das escolas locais. Micro florestas são áreas pequenas, com plantação densa e que contém muitas espécies de plantas cultivadas no mundo todo para melhorar a biodiversidade e contribuir com a luta contra a crise climática. Elas crescem 10 vezes mais rápido, se tornam 30 vezes mais densas e são 100 vezes mais biodiversas que as florestas plantadas usando métodos convencionais. Isso significa que as micro florestas absorvem 30 vezes mais carbono que os gramados e que podem se desenvolver em áreas tão pequenas quanto uma quadra de tênis. Essa tecnologia teve como pioneiro o botânico japonês Dr. Akira Miyawaki e foi bem sucedida em diversos climas pelo mundo.

 

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