Jovem Guarda
Ilustração: Marcelo Ment

Erasmo Carlos, certamente, sempre foi um artista do futuro! Ou melhor, um artista que une presente, passado e futuro num tempo próprio, repleto de Rock´n`Roll e poesia, numa viagem da qual, há mais de 53 anos, ele nos convida a participar. É assim desde os anos 60, quando foi um dos criadores da Jovem Guarda, movimento cultural que mudou o comportamento dos jovens na época e introduziu o Rock no Brasil. Passando por todas estas revoluções musicais e sociais, o Tremendão chegou pleno aos 80 anos, completados em junho de 2021.

Após liberar o single “A Volta” em dezembro dando o tom de seu novo trabalho, Erasmo Carlos lança hoje pela Som Livre o álbum “O Futuro Pertence À… Jovem Guarda”. Aliás, o projeto de releituras de canções do movimento da Jovem Guarda reúne oito faixas, as quais Erasmo nunca havia gravado anteriormente.

Erasmo Carlos entrou em estúdio em setembro do ano passado, retomando a parceria com o produtor Pupillo e com direção artística de Marcus Preto para dar vida ao projeto de Rock contemporâneo. No repertório, releituras de músicas que foram sucessos com gigantes da época: Golden Boys, Vips, Renato e seus Blue Caps, Eduardo Araújo, Roberto Carlos entre outros. O cantor finalizou o álbum “O Futuro Pertence À… Jovem Guarda” em novembro de 2021 e logo caiu na estrada para apresentar o novo trabalho ao público em uma turnê nacional com sucesso de público passando por Porto Alegre, São Paulo e Rio de Janeiro.

Além disso, a única canção escrita pelos parceiros Roberto e Erasmo Carlos do álbum, “A Volta”, ganha a companhia de mais sete faixas inéditas que receberam novos arranjos musicais para este projeto: “Nasci para Chorar” versão brasileira de “(I Was) Born to Cry” (Dion DiMucci) escrita por Erasmo em 1964, “Ritmo da Chuva” (Demétrius), versão brasileira de “Rhythm of the Rain” (John Claude Gummoe), “Alguém na Multidão” (Rossini Pinto), “O Tijolinho” (Wagner Benatti), “Esqueça” (Roberto Corte Real), versão brasileira de “Forget Him” (Mark Anthony), “Devolva-me” (Lilian Knapp/Renato Barros) e “O Bom” (Eduardo Araújo/Carlos Imperial).

 

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