Home Literatura Lançamentos “Emma e o sexo”: Ilana Eleá retrata a liberação não monogâmica em...

“Emma e o sexo”: Ilana Eleá retrata a liberação não monogâmica em livro erótico

0
143

A escritora Ilana Eleá tem sido criticada por experimentar a liberação não monogâmica retratada no primeiro livro erótico dela, “Emma e o sexo”, onde ela enfrenta o machismo ao contar as descobertas de Emma, uma antropóloga sueco-brasileira que resolve pesquisar a sexualidade feminina no Rio de Janeiro.

A carioca, que mora em Estocolmo, desde 2011, é casada com um sueco e decidiu abrir o casamento de dez anos a novas experiências, após fazer entrevistas para a criação da protagonista. Assim, Ilana começou o processo de criação do seu livro.

Após, uma temporada no Brasil, ela agora escreve o segundo título da trilogia, “Emma e o poliamor”. Na ficção, a jovem Emma encontra menos obstáculos para dar vazão aos sentimentos, nas pesquisas que faz no Rio, cidade que conhece de passar férias. A ideia da pesquisa de mestrado da personagem é ver como andam as relações das mulheres autodenominadas bem resolvidas sexualmente. Nos depoimentos colhidos, desejos e fantasias aparecem lado a lado com a busca pela liberação e pelo empoderamento feminino, contra o machismo e a violência doméstica.

Nas pesquisas, Emma acompanha as aulas da sensual profissional de sexo on-line Juliana, que também faz lives para ajudar as alunas a redescobrirem o corpo e prazeres adormecidos. Namorado de Juliana em uma relação não monogâmica, o sedutor Nicolas tira um pouco o foco de Emma mas não o fôlego dela para levar adiante as investigações comportamentais.

Ilana Eleá segue acompanhando o ritmo da protagonista, ao escrever agora “Emma e o poliamor”, além de divulgar “Emma e o sexo”, publicado pela e-galáxia, com 128 páginas, e em audiolivro pela Pop Stories. Aliás, ela também é autora de “Encontros de neve e sol” (e-galáxia) e de “Poemas acesos” (Patuá), e acaba de lançar “Fio de corte” (7Letras), com as amigas Lucelena Ferreira e Angela Brandão, reunindo versos feministas.

“Tenho experimentado a escrita erótica da prosa poética aos versos. E gosto do que encontro”, conclui Ilana.

SEM COMENTÁRIOS

DEIXE UM COMENTÁRIO

Please enter your comment!
Please enter your name here