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“Haddad e Borghi: Cantam o Teatro, Livres em Cena” no Sesc Copacabana

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Após temporadas de sucesso no Rio de Janeiro, no Teatro Adolpho Bloch (maio a junho de 2025), e em São Paulo, no Sesc Consolação (Teatro Anchieta) (agosto a setembro de 2025), “Haddad e Borghi: Cantam o Teatro, Livres em Cena”  fará terceira temporada da montagem que celebra a trajetória de dois gigantes do teatro brasileiro.

Em março de 2024, durante um jantar em homenagem a Borghi, na casa de Eduardo Barata, tendo Haddad como convidado, aconteceu o reencontro desses dois mestres das artes que não se viam pessoalmente havia anos. À mesa, eles começaram a contar histórias que não acabavam mais. Afinal, são 88 anos de idade e 70 de amizade. “Os dois começaram a conversar, e o encanto foi acontecendo, e eu, cada vez mais, me via embevecido e apaixonado pelas trajetórias. Borghi, carioca da gema, tijucano, classe média alta. Já Amir, filho de pai sírio que vendia rapadura, nasceu em Guaxupé, no sul de Minas Gerais, cresceu em Rancharia, interior de São Paulo, classe média baixa. Não tinha me caído a ficha de que, junto a Zé Celso, os três se conheceram e estudaram na Faculdade de Direito do Largo de São Francisco — e entraram para a história quando criaram o, então, Grupo Oficina. Decidi, no jantar mesmo: os relatos sobre o teatro e o encontro desses gigantes da cena devem ser contados no palco. Agora, qual o tema deste espetáculo, além do teatro? O que norteia a dramaturgia deste encontro? A LIBERDADE. Afinal, este substantivo feminino conduziu — e conduz até hoje — a trajetória desta dupla”, conta o criador Eduardo Barata, sobre o espetáculo “Haddad e Borghi: Cantam o Teatro, Livres em Cena”, que estreia no dia 8 de janeiro no Teatro Sesc Copacabana, após uma temporada de sucesso em São Paulo.

Escrito a quatro mãos, por Barata e Elaine Moreira, a montagem foi concebida durante 10 encontros criativos presenciais entre os protagonistas e parte da ficha artística. “É uma narrativa em trânsito, em ebulição e com imensa liberdade artística, assim como a trajetória de Amir e Renato. Tudo para homenagear estes gigantes da cena”, conta Elaine.

Além disso, o espetáculo marca também a estreia de Amir Haddad como ator em uma temporada paulista — como diretor ele não permanecia em cartaz na cidade desde os anos 1950, nos primórdios do Teatro Oficina — e agora retorna com força plena nesta temporada no Sesc Copacabana. “Construímos e desconstruímos a encenação, desafiando as perspectivas do espaço. Nossa ideia é narrar, cantar e apresentar ao público um panorama com recortes da cena nacional, pelos olhos de dois homens de teatro, dois operários, trabalhadores contemporâneos, dois pensadores das artes, que não separam vida e teatro, teatro e vida”, explica o diretor, Eduardo Barata.

Em cena, Amir e Renato discorrem sobre temas como a existência, o ofício do ator, os diversos “Brasis” que lhes habitam e, claro, momentos marcantes de suas trajetórias pessoais e profissionais que somam, a essa altura, quase 200 anos. O elenco provoca a dupla a cada sessão, a fim de trazer para a roda assuntos, referências e lembranças preciosas das vidas de Amir e Renato, dentro e fora dos palcos.

SERVIÇO: De 8 de janeiro a 01 de fevereiro / Sesc Copacabana / R. Domingos Ferreira, 160 – Copacabana, ingressos na bilheteria

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Redação do site E-mail: contato@rotacult.com.br

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