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Edwin Luisi estreia no Teatro Poeira nova montagem de “Eu Sou Minha Própria Mulher”

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“Eu Sou Minha Própria Mulher” é um dos maiores sucessos do teatro contemporâneo brasileiro. Com texto (vencedor do Prêmio Pullitzer) do dramaturgo texano Doug Wright, o solo consagrou-se como um marco na longa carreira de Edwin Luisi, que acumula dezenas de peças, pelas quais já ganhou os prêmios Shell, Mambembe, APCA, APTR, Governo do Estado do Rio de Janeiro, Quality Brasil de Melhor Ator. 

“Eu Sou Minha Própria Mulher” volta aos palcos em nova montagem, que preserva sua essência original e dialoga diretamente com o presente. Em tempos em que questões de identidade, liberdade individual, intolerância e resistência seguem urgentes, a obra reafirma seu caráter atemporal e necessário. A peça é um convite à empatia, à reflexão sobre identidade e à celebração da coragem de existir.

Antes de mais nada, é necessário dizer que essa é uma releitura, uma outra produção. Alguns profissionais mudaram, o texto foi atualizado. Inclusive a forma como eu encaro o texto é diferente daquela época, passaram-se muitos anos. Nesse meio tempo, tivemos muitas mudanças no mundo, sobretudo uma pandemia, que marcou a todos nós. E vejo o texto hoje muito mais atual do que na época, porque fala de identidade, resistência, da liberdade de se ser o que se é. Hoje tem muito mais campo pra esse tipo de narrativa, é uma pauta importantíssima em qualquer lugar do mundo. Na época em que montei, essas coisas ainda estavam muito diluídas.”, reflete Edwin Luisi.

Em cena, Edwin dá vida a vinte personagens para narrar a trajetória real e extraordinária de Charlotte von Mahlsdorf (1928-2002), uma figura histórica que atravessou alguns dos períodos mais sombrios do século XX mantendo viva sua identidade, sua memória e sua liberdade de ser.

Baseado em uma série de entrevistas concedidas por Charlotte ao autor Doug Wright, o espetáculo busca não apenas retratar uma trajetória individual, mas iluminar os mecanismos de opressão e, sobretudo, a força da resistência. Charlotte não é apresentada como heroína clássica, mas como alguém que escolheu existir plenamente, mesmo quando o mundo insistia em negá-la.

Serviço: De 05 de março até 26 de abril / ONDE: Teatro Poeira – Rua São João Batista, 104 – Botafogo / ingressos https://bileto.sympla.com.br/ e na bilheteria CLASSIFICAÇÃO: 14 anos

Rota Cult
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Redação do site E-mail: contato@rotacult.com.br

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