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Diogo Brasil cria a Tasca Na Mão, com delivery de comida portuguesa

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O chef Diogo Brasil inovou em tempos de crise. Após ter o contrato rescindido com o Praia Ipanema Hotel devido à crise gerada pela pandemia, o chef que possuí um extenso currículo teve que inovar e criou o Tasca Na Mão, restaurante exclusivamente delivery especializado na culinária portuguesa caseira. O sucesso foi imediato e os pedidos se multiplicam a cada dia. Atualmente, o chef faz entregas na Barra, Recreio, Jacarepaguá, Zona Sul e Tijuca.

“Fiquei desempregado com o fechamento do hotel assim que a pandemia chegou ao Rio. Com filho pequeno e despesas de casa, tive que me reinventar. Iniciei com feijoada artesanal delivery, mas com o tempo algumas dificuldades começaram a surgir e o tempo para produção ficou escasso. Eu precisava manter o padrão, por isso o número de atendimento ficou bem limitado.” Conta Diogo Brasil.

Mesmo com sucesso, o Diogo precisou dar uma pausa no delivery de feijoada, mas estar na casa das pessoas ainda era o objetivo. “Eu ainda queria fazer parte do dia a dia das pessoas oferecendo uma refeição de qualidade e não ficar preso a hotéis e restaurantes. Então surgiu a ideia de fazer comida portuguesa congelada, com produtos encontrados nos melhores restaurantes. Queria fugir da marmita tradicional e da comida Fit. A comida tinha que trazer conforto, sentimento e afetividade. Daí surgiu a Tasca na Mão.” Explica o chef.

Foto: Vitor Faria

O cardápio enxuto é um pedacinho de Portugal e conta duas opções de entrada, menu de arrozes e pratos principais. Para começar, Caldo verde com paio português (R$ 21,40 – 600g) e Escabeche de sardinha fresca (R$ 38,40). O menu de arroz traz três versões: arroz de polvo (R$ 64,40 – 500g); de pato (R$ 59,80 – 500g) e de bacalhau (R$ 69,40 – 500g). Já entre os principais, há o polvo à lagareira (R$ 69,90 – 450g); bacalhau em natas (R$ 71,40 – 450g); bacalhau à lagareira (R$ 78,90 – 450g); e o cabrito assado (R$ 73,40 – 450g). A refeição pode ser montada no prato da maneira como o cliente preferir, ou ser consumida no pote, que é próprio para freezer e micro-ondas.

Formado em gastronomia pela Universidade Estácio de Sá, num curso com o selo da Alain Ducasse Formation, Diogo já faz planos para dar sequência ao novo rumo após o fim da crise sanitária. “Não tinha ideia de que as receitas portuguesas fariam sucesso mais rápido que a feijoada. Estou avaliando criar opções francesas, italianas e espanholas”.
As estregas são feitas todas as quartas e sextas. Quem quiser conferir as iguarias, basta entrar em contato com ele, via whatsapp (21 99551-0092) ou pelos perfis de instagram (@brasil.diogo e @diogobrasilgastronomia).

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Redação do site E-mail: contato@rotacult.com.br

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