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Stéphane San Juan lança álbum “Saved By The Drums”, no Clube Manouche

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Baterista, cantor e compositor e produtor francês, Stéphane San Juan, que atualmente toca com David Byrne e que já trabalhou com artistas como Amadou & Mariam (do Mali), Caetano Veloso, Jane Birkin, Manu Dibango e Marcos Valle, entre muitos outros, mostra o show do seu novo álbum solo “Saved By The Drums”, sucessor do “Système de Son” (2014).

Radicado no Brasil entre 2002 e 2017 e atualmente vivendo em Nova York, Stéphane passou longa temporada em que morou no país no Rio de Janeiro, onde acumulou, como baterista ou percussionista, uma lista invejável de parceiros de palco e estúdio — Caetano Veloso, Elza Soares, João Donato, Tulipa Ruiz, Maria Gadú, Erasmo Carlos e Vanessa da Mata, para citar só alguns. Este seu segundo disco solo, é, inclusive, um desfecho afetivo dessa vivência.

Este seu novo disco é dedicado a Wilson das Neves (1936 – 2017), compositor e baterista que foi colega de Stéphane na carioca Orquestra Imperial, à qual se integrou na turma de instrumentistas aglutinados por Kassin. “Ter conhecido Wilson foi descobrir um Brasil de várias gerações”— elogia Stéphane, ao falar do padrinho musical.

Acompanhado por Alberto Continentino (baixo), Danilo Andrade (piano), Guilherme Lírio (guitarra), José Arimatéia (trompete) e Zero Telles (percussão), Stéphane toca e canta o repertório do novo disco num clima jazzístico com influências de musica africana, cubana e brasileira. Terá a versão em francês do samba “O Dia em Que o Morro Descer e Não for Carnaval” (Wilson das Neves e Paulo César Pinheiro), batizada de “Le Jour où Descendra la Favela et que ce ne Sera pas le Carnaval”, cujos versos em francês ganharam aprovação do letrista Paulo César Pinheiro, a versão em francês de “Tranqüilo”, de Kassin, batizada de “Tranquille”, músicas autorais como “Eleguá”, escrita em yorubá, e parcerias com compositores brasileiros como o samba dele e Rogê, “A Voz que Não se Cala” e “Notre Histoire”, assinada em parceria com Zé Manoel. Ele também reverencia a memória do pai, Fernand San Juan (1949 – 2012) em “Mon Papa etait La”, música formatada com ritmos de Camarões e da etnia mandinka.

Serviço
Stéphane San Juan – lançamento do álbum “Saved By The Drums”
Local: Clube Manouche/Casa Camolese (Rua Jardim Botânico, 983, Jardim Botânico)
Data: 06 de fevereiro, quarta-feira, 21h
Ingressos: www.eventim.com.br
Duração: 65 minutos
Classificação: 18 anos
Estacionamento no local (tarifado)

Rota Cult
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Redação do site E-mail: contato@rotacult.com.br

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