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	<title>Cesar Monteiro, Autor em Rota Cult</title>
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	<description>Aqui você encontra dicas culturais na cidade do Rio de Janeiro!</description>
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	<title>Cesar Monteiro, Autor em Rota Cult</title>
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		<title>Teenage Funclub faz festa indie no Circo Voador com simpatia e simplicidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cesar Monteiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Sep 2025 13:18:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Sem firula nem entrada pomposa (como algum trecho de ópera como trilha sonora), o Teenage Funclub adentrou o palco do Circo Voador. O riff de guitarra seguido de um cantarolar melódico &#8211; maneirismos facilmente reconhecíveis da banda escocesa &#8211; poderia até ser confundido com alguma faixa dos álbuns dos anos 1990, mas pertence ao recente [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Sem firula nem entrada pomposa (como algum trecho de ópera como trilha sonora), o Teenage Funclub adentrou o palco do Circo Voador. O riff de guitarra seguido de um cantarolar melódico &#8211; maneirismos facilmente reconhecíveis da banda escocesa &#8211; poderia até ser confundido com alguma faixa dos álbuns dos anos 1990, mas pertence ao recente &#8220;Nothing Lasts Forever&#8221;, de 2023. </p>



<p class="has-text-align-center">Mesmo sem ser muito conhecida da maioria dos presentes, causou euforia na pista, afinal de contas, são 14 anos sem pisar em terras cariocas. Tempo suficiente para o público que compareceu ao show de 2011, sob a mesma lona da Lapa carioca deixar distante a alcunha de &#8220;teenage&#8221;. O hiato foi compensado com muita simpatia durante todo o show, que não deu espaço para muito papo. Apenas um afável &#8220;obrigado&#8221; aqui e ali, devidamente anotados em uma colinha posicionada no tablado. Nâo tardou para que se iniciasse o primeiro coro em uníssono da noite, com About You, clássico que abre o excelente Grand Prix, de 1995. Um Circo Voador não totalmente lotado (a parte superior tinha bastante espaço), mas com gente suficiente para fazer tremer a estrutura com cheiro de nova pós-reforma.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignright size-large is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Teenage-Funclub-faz-festa-indie-no-Circo-Voador-com-simpatia-e-simplicidade-1024x576.jpeg" alt="" class="wp-image-192738" style="width:539px;height:auto" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Teenage-Funclub-faz-festa-indie-no-Circo-Voador-com-simpatia-e-simplicidade-1024x576.jpeg 1024w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Teenage-Funclub-faz-festa-indie-no-Circo-Voador-com-simpatia-e-simplicidade-300x169.jpeg 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Teenage-Funclub-faz-festa-indie-no-Circo-Voador-com-simpatia-e-simplicidade-768x432.jpeg 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Teenage-Funclub-faz-festa-indie-no-Circo-Voador-com-simpatia-e-simplicidade-1536x864.jpeg 1536w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Teenage-Funclub-faz-festa-indie-no-Circo-Voador-com-simpatia-e-simplicidade-747x420.jpeg 747w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Teenage-Funclub-faz-festa-indie-no-Circo-Voador-com-simpatia-e-simplicidade-150x84.jpeg 150w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Teenage-Funclub-faz-festa-indie-no-Circo-Voador-com-simpatia-e-simplicidade-696x391.jpeg 696w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Teenage-Funclub-faz-festa-indie-no-Circo-Voador-com-simpatia-e-simplicidade-1068x600.jpeg 1068w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Teenage-Funclub-faz-festa-indie-no-Circo-Voador-com-simpatia-e-simplicidade.jpeg 1599w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Cesar Monteiro</figcaption></figure>
</div>


<p class="has-text-align-center">Aliás, do Teenage original estão Norman Blake, no vocal e guitarra, eventualmente arrancando solos desconcertantes, Raymond McGinley também na guitarra e no segundo vocal, às vezes assumindo o principal, além de Francis Macdonald (bateria), que esteve na fase inicial, em 1989, mas logo deixou a banda, retornando em 2000. Eles são acompanhados por Dave McGowan (baixo, substituindo Gerard Love desde 2019) e Euros Childs (teclado). </p>



<p class="has-text-align-center">Ao fim de uma música e o início de outra eles se entreolham, Blake arranha a introdução, às vezes precisando retomar o início, em um despojamento típico do indie rock garageiro. A sonoridade do TF pode ser rotulada como redundante para os mais ranzinzas, dado o fato de as músicas obedecerem rigorosamente ao modelo estabelecido há mais de três décadas. A faixa-título do álbum de 2021, &#8220;Endless Arcade&#8221;, assim como a primeira música do show, poderia estar perdida no meio de Thirteen de 1993, por exemplo. Mas não há como negar que, olhando em retrospecto, na usina sonora um pouco menos distorcida e soturna que a de seus conterrâneos predecessores do Jesus &amp; Mary Chain as evoluções melódicas não negam e atestam que a música envelhece muito bem. E, certamente, podemos dizer que é exatamente sobre isso a atual fase do Teenage Funclub: envelhecer bem, mesmo sem se preocupar com relevância de outrora, quando chegaram a ter seu álbum de estreia, &#8220;Bandwagonesque&#8221;, de 1991, eleitos pela revista Spin o melhor disco daquele ano, que teve o lançamento do &#8220;Nevermind&#8221;, do Nirvana. Aliás, o próprio Kurt Cobain classificou os escoceses como a melhor banda do mundo.</p>



<p class="has-text-align-center">Curiosamente, o repertório, de um modo geral bom, não contemplou tantos sucessos como no show de 2011. Na ocasião, Bandwagonesque, que completava 20 anos, e Grand Prix tomavam a maior parte do repertório. Já em 2025, o setlist foi mais distributivo, dando chance à toda a discografia, ainda que faixas fundamentais como &#8220;Sparky&#8217;s Dream&#8221;, &#8220;Don&#8217;t Look Back&#8221; e &#8220;Star Sign&#8221; tenham sido deixadas de lado, em prol de outras menos conhecidas, frustrando boa parte do público. Mas para o indie de carteirinha carimbada na Matriz (alguns ali até na Bunker) é impossível não se contagiar com o entusiasmo dos tiozões alternativos, Blake se esbaldando em solos, e até trocando a guitarra pelo baixo em 120 mins, e McGinley abusando dos efeitos e eventualmente assumindo os vocais, como em Bad World. &#8220;Depois dessa, preciso de uma cerveja&#8221;, disse Blake, bem-humorado, tomando um gole de latão após a plena comunhão com a plateia em Neil Jung.</p>



<p class="has-text-align-center">Depois de &#8220;The World&#8217;ll Be OK&#8221;, o vocalista e guitarrista anunciou o fim da apresentação, gerando uma reação imediata da plateia. A clássica &#8220;The Concept&#8221; fechou, na verdade, o tempo regulamentar. A banda ainda voltaria para o bis. No entanto, a expectativa de um set enfileirando as canções mais pop que faltavam foi quebrada. A abertura com &#8220;Mellow Doubt&#8221; até alimentou esperanças, mas na sequência vieram &#8220;Back In The Day&#8221; e &#8220;Falling Into The Sun&#8221;, dos discos de 2023 e 2021 respectivamente. Por fim, a saideira ficou por conta do primeiro single dos rapazes, &#8220;Everything Flows&#8221;, de 1990.</p>



<p class="has-text-align-center">Com zero estrelismo, o Teenage Funclub saiu de cena com a mesma simplicidade da entrada, ainda assinando alguns discos de vinil de quem estava no gargarejo. Mesmo não sendo a chuva de hits que muitos esperavam, não deixou de ser a demonstração de grandeza da banda que há 35 anos se tornou presença obrigatória em qualquer rádio e festa college pelo mundo, deixou sua marca, mas segue discreta em sua longevidade. O segredo parece mesmo o gosto pela diversão. Após o show, atenderam fãs, autografando pôsteres, vinis e CDs no cercadinho que separa o backstage, como se estivessem recebendo amigos em uma festa.</p>



<p class="has-text-align-center"> Confira o Setlist:<br>Tired of Being Alone <br>About You <br>Endless Arcade <br>The Cabbage <br>Alcoholiday <br>I Don&#8217;t Want Control of You <br>Everything Is Falling Apart <br>120 Mins<br>It&#8217;s All in My Mind <br>Metal Baby <br>It&#8217;s a Bad World <br>What You Do to Me <br>Come With Me <br>Neil Jung <br>Middle of My Mind <br>I&#8217;m in Love <br>The World&#8217;ll Be OK <br>The Concept <br>Bis:<br>Mellow Doubt <br>Back in the Day <br>Falling into the Sun <br>Everything Flows </p>
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		<title>&#8220;Ivete Clareou&#8221;: Ivete Sangalo celebra o samba em novo projeto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cesar Monteiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Jun 2025 10:00:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;Ivete Sangalo anunciou na noite de terça-feira (17) um projeto musical dedicado exclusivamente ao samba intitulado &#8220;Clareou&#8221;. Em coletiva de imprensa acompanhada online pelo Rota Cult, a cantora revelou que a ideia de gravar um projeto de Samba já vinha sendo pensada. Ao lado de Thiago Maia, sócio da empresa Super Sounds, responsável pela empreitada, [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">&#8220;Ivete Sangalo anunciou na noite de terça-feira (17) um projeto musical dedicado exclusivamente ao samba intitulado &#8220;Clareou&#8221;. Em coletiva de imprensa acompanhada online pelo Rota Cult, a cantora revelou que a ideia de gravar um projeto de Samba já vinha sendo pensada. Ao lado de Thiago Maia, sócio da empresa Super Sounds, responsável pela empreitada, ela confessou que a ideia é oferecer um espetáculo em que artista, músicos e público se confundem.</p>



<p class="has-text-align-center">Será uma investida inicial de cinco datas e se o projeto se tornar viável, seguirá viajando. &#8220;Ivete Clareou&#8221; será ao ar livre. Thiago promete uma experiência diferente. Segundo Ivete, o esquenta vai ser lá e o pós também. &#8220;Eu queria ficar lá na entrada recebendo o pessoal, mas eles disseram que não&#8221; (risos). O projeto homenageia Nelson do Cavaquinho, Pixinguinha, Cartola, apresentados pelo pai, até Ferrugem.</p>



<p class="has-text-align-center">Na conversa, Thiago Maia contou como o samba entrou em sua vida, &#8220;Música era o grande barato. A televisão perdia fácil pra música. Embora a televisão fosse um entretenimento maravilhoso pra gente, mas a música era a nossa prioridade. Então meu pai fazia questão de nos apresentar todos os segmentos da música. Na cabeça dele o gosto dele era por samba, samba-canção, bossa, chorinho. Minha mãe idem. E algumas coisas de serestas. Boleros e serestas. Eu sou a caçula de seis irmãos, e eu sofri uma influência muito grande do samba e de outros segmentos dentro de casa através dos meus irmãos. Então eu vivi aquilo de uma forma muito intensa. </p>



<p class="has-text-align-center">Além disso, Ivete revela que pretende fazer um registro audiovisual para criar uma relação com o que vai ser mostrado. Ela conta, &#8220;Esse projeto de samba audiovisual será gravado em agosto e haverá nomes de pessoas queridas. E a ideia de levar convidados na turnê também é bem-vinda. Sobre ser uma cantora que despontou com o axé enveredar pelo samba.</p>



<p class="has-text-align-center"> Ivete completa, &#8220;A cantora de axé, que eu sou, que eu tenho maior orgulho disso, ave maria, só Deus sabe a paixão que eu tenho por isso, ela foi construída dentro dessa democracia dentro da minha casa. E a música da Bahia é a música da democracia. Se você for ao Carnaval da Bahia você vai ouvir de tudo um pouco, e essas misturas são muito reveladoras e muito surpreendentes , &#8230; desde pequena ouvia muito samba dentro de casa, e eu também peguei uma predileção grande &#8230; A minha música me faz sentir tão especial por fazê-la. Não existe uma coisa só, viu gente. Nós não somos uma coisa só, o mundo não tem só uma forma de pensar, uma forma de agir, uma forma de ser. Que seja assim com a música também.&#8221; </p>



<p class="has-text-align-center">O pai e a mãe da cantora sempre foram apaixonados por música e a introduziram no universo musical através desse portal. As primeiras referências musicais de Ivete vinham do Samba, do Choro, dos instrumentos de percussão, da bossa e da música nordestina. Toda essa conexão, certamente, foi muito natural para ela. Ainda menina, a primeira música que aprendeu a cantar inteira foi “Conto de Areia”, de Clara Nunes. Com apenas três anos, Ivete trocava algumas palavras da canção, o que lhe rendeu o apelido de “Veveta marexeira”. O ‘Clareou’, que dá nome ao projeto, é em homenagem a Clara Nunes.</p>



<p class="has-text-align-center"> Ivete salientou o caráter maternal e agregador do Samba. Mesmo sem ter vivido certas situações, ela conhece histórias reais de outras mulheres. Diz ser &#8220;casca grossa&#8221; não por ter se tornado assim, mas por já ter chegado ao mundo desse jeito, fruto da criação em um lar com três homens amorosos com as irmãs e filhas. </p>



<p class="has-text-align-center">Aliás, um encontro com Veveta não poderia terminar sem música. Ao fim, ela deu uma pequena mostra do que vem por aí e cantou &#8220;Clareou&#8221;, &#8220;Conto de Areia&#8221;, claro, em homenagem ao Bira Presidente, fundador do grupo Fundo de Quintal falecido no último dia 14, cantou &#8220;O show tem que continuar&#8221;, e encerrou o pocket show improvisado com &#8220;Água de chuva no mar&#8221;.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;Ivete Clareou&#8221; celebra a conexão genuína da artista com o samba, gênero que faz parte de suas raízes musicais. Com estreia marcada para o dia 25 de outubro, em São Paulo, a turnê passará por Belo Horizonte (01/11), Rio de Janeiro (22/11), Salvador (30/11) e Porto Alegre (13/12). Os ingressos começam a ser vendidos no dia 8 de julho, pelo site da Ingresse.</p>
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		<title>Planet Hemp anuncia turnê de despedida</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cesar Monteiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Jun 2025 17:00:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Planet Hemp anunciou sua turnê de despedida que tem o título sugestivo de &#8220;A Última Ponta&#8221;. Serão ao todo dez datas entre setembro e novembro. Em coletiva de imprensa realizada em São Paulo, acompanhada online pelo Rota Cult, a banda esclareceu a decisão de encerrar as atividades e fez uma reflexão sobre o legado. Logo no início [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">O Planet Hemp anunciou sua turnê de despedida que tem o título sugestivo de &#8220;A Última Ponta&#8221;. Serão ao todo dez datas entre setembro e novembro. Em coletiva de imprensa realizada em São Paulo, acompanhada online pelo Rota Cult, a banda esclareceu a decisão de encerrar as atividades e fez uma reflexão sobre o legado.</p>



<p class="has-text-align-center">Logo no início do encontro, foi mostrado um vídeo fazendo uma retrospectiva da carreira e da repercussão da banda, tendo o anúncio do último ritual como narração. A banda conta que tem na cabeça que acabou o processo criativo de Planet Hemp. &#8220;Esse Planet Hemp tem uma energia que é só ali. Eu lembro que a gente tava fazendo um show na Fundição Progresso, eu tava chapadaço, dei um pulo e ficou tudo em câmera lenta. E eu comecei a pensar: &#8216;Eu tô com cinquenta e poucos anos, até quando eu vou conseguir pular assim dentro do Planet Hemp?&#8217;. Eu basicamente, para fazer uma metáfora, antes que eu me machuque caindo desse pulo, é melhor parar aqui. A ideia de parar é porque realmente a gente acha que o ciclo se fechou e se vai voltar eu acho muito difícil. A gente é meio cabeça dura em relação a decisões, conta  BNegão.</p>



<p class="has-text-align-center">  </p>



<p class="has-text-align-center">Perguntado sobre a sensação de chegar a &#8220;última ponta&#8221;, Marcelo D2 respondeu, Nessa banda nos anos 90 todo mundo sonhou em participar de um movimento que na verdade a gente nem sabia o que era, mas foi atrás e acabou virando O movimento. A gente não só fez parte como fez o movimento acontecer. É um momento de falar: &#8216;a gente precisa dar uma parada, a gente já fez o que tinha que fazer dentro do Planet Hemp&#8217;. Eu e Bernardo falamos: &#8216;vamos fazer os últimos quatro meses de Planet Hemp!&#8217;. Tenho orgulho muito grande e é esse orgulho que leva a terminar a banda. E tudo bem acabar, porque essa honra de ter feito 30 anos de banda e sacudir do jeito que a gente sacudiu a sociedade e o mercado. Todo mundo na banda é uma cabeça muito pensante e isso é motivo de muito orgulho&#8221;.</p>



<p class="has-text-align-center">BNegão lembra que a princípio houve um &#8220;vai não vai&#8221;. &#8220;E aí, quando a gente&nbsp;decidiu, acho que tem uma energia clássica, a gente&nbsp;tava&nbsp;falando lá dentro sobre isso, né. Uma energia diferente, que não é aquele final acidental clássico, né&#8221;. &#8220;Um gurufim&#8221;,&nbsp;interveio&nbsp;D2, &#8220;Exatamente, um gurufim. Da&nbsp;descendência&nbsp;africana, que&nbsp;a galera&nbsp;comemora, desde&nbsp;a galera&nbsp;que dança&nbsp;pra&nbsp;ir para a guerra, que dança para comemorar a colheita e dança para comemorar o final do ciclo. Isso que&nbsp;tá&nbsp;no gurufim, que&nbsp;tá&nbsp;em New Orleans.&nbsp;Que é o&nbsp;esquema clássico da fita amarela&#8221;.</p>



<p class="has-text-align-center">Em tom bem-humorado, D2 comentou que o Planet já está para acabar há 30 anos. BNegão lembra que ninguém achava que iria adiante. Lembraram da morte de&nbsp;Skunk (membro fundador do Planet, morto em 1994, vítima do HIV), e que seguiram com a banda em homenagem a ele.&nbsp;A respeito do que está sendo planejado, D2 declarou: &#8220;A gente vai contar a história da banda com esses nossos quatro discos. Tem uma coisa de muitas participações, o Planet sempre teve essa&nbsp;coisa&nbsp;de sempre ter muita gente envolvida. Desde&nbsp;eu&nbsp;e&nbsp;Skunk&nbsp;até Seu Jorge (que tocou percussão e fez com a banda sua primeira turnê internacional), Pitty e tantos amigos&#8221;.&nbsp;&#8220;Eu entrei na banda dessa forma&#8221;,&nbsp;interveio&nbsp;BNegão.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;A gente quer celebrar esses feats famosos e não famosos, que fizeram parte dessa história do Planet. Então acho que esses shows vão ter muitas participações, e é muito legal porque a gente se sente muito honrado, sabe?&#8221; continuou D2. &#8220;A gente tocou fim de semana passado no João Rock, e o Seu Jorge saiu do palco dele correndo para&nbsp;participar do&nbsp;nosso. O Baiana System&nbsp;tava&nbsp;indo para a Austrália, ficou lá. A gente se sente muito honrado desses&nbsp;amigos&nbsp;fazerem de tudo para participar do show. Tenho certeza de&nbsp;que&nbsp;esses shows vão ter essa energia também. Como é um show de encerramento de ciclo, é meio estranho falar isso, mas a gente vai acabar a banda, e aí a gente quer fazer um show longo, são shows em estádio, tem essa coisa de ser um show maior. O Ganja deu uma ideia de incorporar músicas desses convidados no nosso próprio show. A gente fez isso com a Pitty no último Rock In Rio, a gente tocou música das Mercenárias. Além de esses convidados tocarem com a gente, é lógico que a gente vai passar os hits desses quatro discos, sabe?&#8221;, revelou o frontman.</p>



<p class="has-text-align-center">Sobre o legado que fica, D2 diz que o Planet pagou por ser uma banda cheia de ideologia e quer continuar isso, como uma banda que acredita no que faz. &#8220;Isso aqui não é uma empresa, é uma banda, uma banda de rock que a gente deu nossa vida por isso. E é legal estar junto aqui e falar&nbsp;vamos&nbsp;terminar esse ciclo,&nbsp;vamosterminar a banda com uma turnê do jeito que a gente nunca fez, com o suporte e com toda essa estrutura que a 30E (produtora de Titãs Encontro e Tempo Rei, de Gilberto Gil) oferece para as turnês e para as bandas&#8221;.&nbsp;disse o vocalista.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;A gente erra para c@r@lh0, mas sabemos que nos tornamos artistas íntegros que acreditam muito no que fazem. Ainda corre na veia aquela sensação de que vai mudar o mundo, mesmo que o&nbsp;mundo&nbsp;continue uma merda (risos)&#8221;. &#8220;Mas demos nossa contribuição também&#8221;, comentou BNegão, que lembrou que quis fazer parte da banda.</p>



<p class="has-text-align-center"> Além disso, o empresário da banda, Marcos Passarini, que está há apenas três anos, lembrou da necessidade que a banda ter gravado um disco de inéditas depois de 22 anos, &#8220;Jardineiros&#8221;, que já tinha voltado a fazer shows desde 2012, mas vivendo de greatest hits. </p>



<p class="has-text-align-center">O grupo ainda falou da importância do Planet Help, para o povo preto. &#8220;A gente traz essa coisa, rap, rock. Rock é preto, né? As pessoas se esquecem, mas o rock é preto. O funk. Agente tem uma base nessa musicalidade porque todo mundo aqui cresceu ouvindo música preta, até os brancos da banda (risos). Então eu acho que, dentro do nosso DNA, a música preta foi o que nos trouxe até aqui. Quando eu e o Skunk pensamos em falar de maconha, o primeiro pensamento era sobre isso, a gente queria levar luz àquela comunidade, as favelas do Rio de Janeiro. Você pensam que hoje é violento? Anos 90 era muito violento, com as guerras de facção. E aquilo afetava o nosso povo. e a nossa intenção era essa. Acho que a grande contribuição era essa, jogar luz sobre aquele lugar que ainda é massacrado. A gente viu agora o Santo Amaro. Acho que Planet Hemp tem um legado para o povo preto, essa luz que a gente jogou sobre esse assunto. ò, tem gente morrendo aqui que não tem nada a ver com essa p0rr@. Acho que esse é o legado&#8221;. </p>



<p class="has-text-align-center">Além disso, BNegão considera importante falar de maconha pois está muitas vezes ligada a prisões por mais tempo do que o devido pelo fato de a pessoa estar portando a substância. &#8220;Eu já fiz trabalho em presídio de segurançamáxima. E o que eu vi lá de gente que não tinha que estar lá &#8211; preta, diz Marcelo &#8211; &#8220;maioria esmagadora&#8221;, replica BNegão. &#8220;E sempre a pessoa que estava com um restinho&#8230; Meu irmão, tá preso por vinte anos. Então falar de maconha do jeito que a gente fala é falar também sobre essas pessoas&#8221;. </p>



<p class="has-text-align-center">Perguntados sobre o porque de terminar agora, D2 diz que vem de uma linhagem de grandes contestadores, anos 60, guerra dos malês. Até seus vinte anos achava que não era ninguém no mundo e a comunidade hip-hop lhe disse o contrário. &#8220;O Planet Hemp é uma banda que gosta da &#8216;confrontabilidade'&#8221;, observa, endossado por BNegão.  </p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;Eu posso dar milhões de respostas mas a gente tá com o coração sentindo que tá na hora de parar. Acho que a gente fez um belo trabalho, tenho muito orgulho disso, a gente tem milhões de questões, mas a ideia de fechar os ciclo&#8221;, concluiu BNegão. </p>



<p class="has-text-align-center">D2 ressalta que os trabalhos em carreira solo seguem em frente e suas vozes continuarão ecoando. Mas essa é a última oportunidade de assisti-los como banda. BNegão ressaltou que eles preferem acabar de forma pontual a ir desvanecendo. Segundo ele, a ideia é ter participações que serão anunciados com anda da carruagem. D2 diz que quer convidar mais influenciados como Major RD e influências como DeFalla e o caso das Mercenárias.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>SERVIÇO:<br></strong><strong>Planet Hemp &#8211;&nbsp;</strong><strong>A Última Ponta</strong><br><strong>Realização: 30e&nbsp;</strong></p>



<p class="has-text-align-center"><strong>PORTO ALEGRE<br>Data:</strong> 4 de outubro de 2025 (sábado)<br><strong>Local:</strong> KTO Arena &#8211; Av. Severo Dullius, 1995 &#8211; Anchieta, Porto Alegre &#8211; RS <br><strong>Vendas online em:</strong> eventim.com.br/planethemp </p>



<p class="has-text-align-center"><strong>RIO DE JANEIRO<br>Data:</strong> 8 de novembro de 2025 (sábado)<br><strong>Local:</strong> Farmasi Arena &#8211; Av. Embaixador Abelardo Bueno, 3401 &#8211; Barra da Tijuca, Rio de Janeiro &#8211; RJ<br><strong>Horário de Abertura da casa:</strong> 16h <br><strong>Vendas online em:</strong> eventim.com.br/planethemp </p>



<p class="has-text-align-center"><strong>SÃO PAULO<br>Data:</strong> 15 de novembro de 2025 (sábado)<br><strong>Local:</strong> Allianz Parque &#8211; Av. Francisco Matarazzo, 1705 &#8211; Água Branca, São Paulo &#8211; SP<br><strong>Horário de Abertura da casa:</strong> 16h <br><strong>Vendas online em:</strong> eventim.com.br/planethemp  </p>



<p class="has-text-align-center"><strong>SALVADOR<br>Data:</strong> 13 de setembro de 2025 (sábado)<br><strong>Local:</strong> Concha Acústica &#8211; Av. Alberto Pinto, 11 &#8211; Campo Grande, Salvador &#8211; BA<br><strong>Horário de Abertura da casa:</strong> 17h<br> <br><strong>Venda geral:</strong> 18 de junho, 12h (on-line e na bilheteria oficial) <br><strong>Vendas online em:</strong> <a href="http://www.sympla.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">www.sympla.com.br</a> </p>
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		<title>Scorpions privilegia o peso sem esquecer totalmente as baladas em retrospectiva no Qualistage</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cesar Monteiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Apr 2025 11:12:42 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Música]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando o Scorpions retorna ao Rio de Janeiro, a nostalgia é, certamente, inevitável! E não apenas por parte do público, em sua maioria acima dos 40, embora uma boa quantidade de jovens que certamente estariam no show do Twenty One Pilots tenha comparecido ao Qualistage na noite de feriado de Tiradentes. Nesse encerramento da turnê [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Quando o Scorpions retorna ao Rio de Janeiro, a nostalgia é, certamente, inevitável! E não apenas por parte do público, em sua maioria acima dos 40, embora uma boa quantidade de jovens que certamente estariam no show do Twenty One Pilots tenha comparecido ao Qualistage na noite de feriado de Tiradentes.</p>



<p class="has-text-align-center"> Nesse encerramento da turnê brasileira de 2025 (que se iniciou em Brasília no Estádio mané Garrincha, seguindo para o festival Monsters of Rock no Allianz Parque em São Paulo), o vocalista Klaus Meine chamou a Cidade Maravilhosa de &#8220;casa&#8221; e sempre puxava lembranças do primeiro Rock In Rio, ocorrido há 40 anos. Aquela apresentação marcou os músicos, que ainda voltariam ao festival na edição de 2019, e consolidou a banda alemã entre as mais populares no Brasil, que já tinha alta rotação nas rádios com &#8220;Still Loving You&#8221;, que integrava a trilha internacional da novela das 20h, &#8220;Corpo a Corpo.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignright size-large is-resized"><img decoding="async" width="1024" height="576" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Scorpions-privilegia-o-peso-sem-esquecer-totalmente-as-baladas-em-retrospectiva-no-Qualistage-1024x576.jpeg" alt="Scorpions" class="wp-image-187899" style="width:474px;height:auto" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Scorpions-privilegia-o-peso-sem-esquecer-totalmente-as-baladas-em-retrospectiva-no-Qualistage-1024x576.jpeg 1024w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Scorpions-privilegia-o-peso-sem-esquecer-totalmente-as-baladas-em-retrospectiva-no-Qualistage-300x169.jpeg 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Scorpions-privilegia-o-peso-sem-esquecer-totalmente-as-baladas-em-retrospectiva-no-Qualistage-768x432.jpeg 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Scorpions-privilegia-o-peso-sem-esquecer-totalmente-as-baladas-em-retrospectiva-no-Qualistage-1536x864.jpeg 1536w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Scorpions-privilegia-o-peso-sem-esquecer-totalmente-as-baladas-em-retrospectiva-no-Qualistage-747x420.jpeg 747w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Scorpions-privilegia-o-peso-sem-esquecer-totalmente-as-baladas-em-retrospectiva-no-Qualistage-150x84.jpeg 150w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Scorpions-privilegia-o-peso-sem-esquecer-totalmente-as-baladas-em-retrospectiva-no-Qualistage-696x391.jpeg 696w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Scorpions-privilegia-o-peso-sem-esquecer-totalmente-as-baladas-em-retrospectiva-no-Qualistage-1068x600.jpeg 1068w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Scorpions-privilegia-o-peso-sem-esquecer-totalmente-as-baladas-em-retrospectiva-no-Qualistage.jpeg 1599w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
</div>


<p class="has-text-align-center">Todavia, nesse show que faz parte da turnê comemorativa de 60 anos da banda, as baladas não foram o foco. Foi um show de classic Rock eletrificado, com solos de guitarra, de bateria, riffarama e uma certa virtuose. Quem foi à casa de shows na Barra da Tijuca na noite fria de segunda-feira para ouvir música lenta e radiofônica teve que esperar. Já os fãs de primeira hora se esbaldaram do início ao fim. </p>



<p class="has-text-align-center">Quando as luzes do Qualistage se apagaram às 22h07, um vídeo de retrospectiva das seis décadas de Scorpions era exibido no telão, incluindo o Rio entre os diversos lugares por onde a banda passou. No final, a frase &#8220;E agora está voltando para casa&#8221; deixou a plateia em polvorosa antes da entrada dos integrantes iniciando os trabalhos com a sugestiva &#8220;Coming Home&#8221;. Como se trata de uma turnê comemorativa, o repertório se concentrou entre 1974 e 1990, a fase áurea do conjunto de Hanôver.  Daí, apenas uma música do mais recente trabalho, &#8220;Rock Believer&#8221;, de 2022, apareceu no setlist. &#8220;Gas In The Tank&#8221;, que abre o álbum, foi a segunda da noite, seguida de &#8220;Make it Rea&#8221;l, de 1980, retomando a viagem no tempo. </p>



<p class="has-text-align-center">Mas se engana quem pensa que o quinteto jogou no seguro durante todos os 102 minutos. Com todo um catálogo à disposição, trouxeram de volta &#8220;Loving You Sunday Morning&#8221;, do álbum &#8220;Lovedrive&#8221; (1979), que marcou a entrada de Matthias Jabs na banda. A faixa foi retomada nesta tour brasileira após 10 anos de ausência ao vivo. E também não poderia faltar aquele medley setentista remontando à fase com &#8220;Uli Jon Roth&#8221; (1973-1978), que inclui &#8220;Top of the Bill&#8221; e &#8220;Steamrock Fever. </p>



<p class="has-text-align-center">As baladas começaram a aparecer ali pelo meio do show (e não foram muitas). A primeira foi &#8220;Send Me An Angel&#8221;, do álbum &#8220;Crazy World&#8221;, de 1990, que Meine dedicou a Freddie Mercury, depois de lembrar da honra que foi fazer parte do mesmo line-up que o Queen no RIR 85. Na sequência, a segunda, do mesmo disco, e também o maior hit daquele lançamento, &#8220;Wind of Change&#8221;, acompanhada em uníssono pelo público. Já a que todo mundo queria ouvir ficou para o bis. &#8220;Still Loving You&#8221; ficou de fora da apresentação de Brasília, mas retornou no Monsters of Rock e entrou no bis do show no Rio, entre &#8220;Blackout&#8221; e o hino &#8220;Rock You Like&#8221; a &#8220;Hurricane&#8221;, que fechou a noite. Porém, outras músicas lentas como &#8220;Holiday&#8221; e &#8220;Always Somewhere, por exemplo, não tiveram vez.</p>



<p class="has-text-align-center">O Scorpions segue em boa forma. Rudolf Schenker, guitarrista fundador da banda, único remanescente da primeira formação de 1965, parece um garoto, do alto de seus 76 anos. Matthias Jabs, que chegou 13 anos depois, e já estava presente no Rock In Rio 1, também parece ter passado incólume pela ação do tempo, o que, infelizmente, não aconteceu justamente com o vocalista. Klaus Meine, também com 76, assim como Schenker, sofre com uma certa limitação de mobilidade e a voz não é mais a mesma, embora não chegue a comprometer. O treino vocal intenso com um especialista em Viena após perder a voz em 1981 foi tão eficaz que lhe deu uma amplitude vocal maior do que a que tinha anteriormente, e isso sem dúvida o favorece até hoje. O baixista polonês Paweł Mąciwoda, na banda desde 2004, é o mais jovem, tem 58 anos, e segue bastante entrosado, assim como o baterista Mikkey Dee, que, apesar de ter sido o último a ingressar (em 2016), tem um currículo que inclui lendas como o Motörhead e King Diamond. Ele aparenta já estar totalmente recuperado da infecção sanguínea que fez a banda cancelar shows no início do ano, devido à internação hospitalar de três semanas a que o músico precisou se submeter. No entanto, após um intenso solo de bateria, ele precisou se poupar, e seu filho Marcus assumiu as baquetas nas faixas &#8220;Tease Me Please Me&#8221; e no sucesso &#8220;Big City Nights.</p>



<p class="has-text-align-center">No Rio, o Scorpions tinha a plateia nas mãos. O Qualistage estava ávido para embalar nas guitarras vigorosas e soltar a voz nesse show que foi somente para eles (no Rock In Rio 2019 se apresentaram após o Iron Maiden que seria a última atração mas pediu para mudar a ordem), o que faz a diferença. Quem foi em uma das outras datas dessa passagem pelo Brasil sentiu falta do enorme escorpião inflável no meio do palco. Provavelmente pelas dimensões do local, diferentemente de São Paulo e Brasília, que tiveram o show em estádios. Mas foi apenas um detalhe. Esse novo capítulo da história de amor entre o Rio e o Scorpions teve a beleza e a emoção determinada no script. </p>



<p class="has-text-align-center">Confira o setlist da noite:<br>Coming Home<br>Gas in the Tank<br>Make It Real<br>The Zoo<br>Coast to Coast<br>Medley 70&#8217;s<br>Bad Boys Running Wild<br>Send Me an Angel<br>Wind of Change<br>Loving You Sunday Morning<br>I&#8217;m Leaving You<br>Jam de baixo e bateria e solo de bateria<br>Tease Me Please Me<br>Big City Nights<br>Bis:<br>Blackout<br>Still Loving You<br>Rock You Like a Hurricane</p>
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		<title>Bush revive sua trajetória no Vivo Rio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cesar Monteiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Apr 2025 12:35:56 +0000</pubDate>
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<p class="has-text-align-center">Passada quase hora e vinte (1h18 para ser mais preciso) de um show repleto de clássicos, o público, que mesclava os que cantavam todas as músicas com a letra na ponta da língua e os que apenas conheciam as mais radiofônicas pelo refrão, quedava-se, consciente ou não, envolto nessa forte conexão que o movimento Grunge ensinou, reverberando até hoje aquele que talvez tenha sido o último movimento de suma relevância no rock. Mas em se tratando de Bush, o mais adequado é se referir como pós-Grunge, contexto que engloba as bandas que surgiram após a morte de Kurt Cobain e carregam uma forte influência daquela cidade localizada no noroeste estadunidense que entre o final dos anos 1980 e início dos 1990 serviu de usina sonora, Seattle. O líder da banda, Gavin Rossdale, é engajado em manter viva aquela chama dos áureos tempos, passando a limpo trinta anos de história desde o lançamento de &#8220;Sixteen Stone&#8221;, com um novo trabalho a caminho. Jogando para a plateia, que o Bush encerrou a turnê brasileira na noite dessa quarta-feira, 2 de abril.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignright size-large is-resized"><img decoding="async" width="1024" height="683" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Bush-1024x683.webp" alt="Bush" class="wp-image-187537" style="width:414px;height:auto" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Bush-1024x683.webp 1024w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Bush-300x200.webp 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Bush-768x512.webp 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Bush-630x420.webp 630w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Bush-150x100.webp 150w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Bush-696x464.webp 696w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Bush-1068x712.webp 1068w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Bush.webp 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
</div>


<p class="has-text-align-center">Em um Vivo Rio transpirando noventismo, o início se deu pontualmente às 21h, abrindo, com &#8220;<em>Everything Zen</em>&#8220;, que também abre o debut do Bush, lançado em 1994. Ok, essa é mais conhecida pelos fãs mais dedicados. Mas não demora nada para o bicho começar a pegar de verdade em &#8220;<em>Machine Head</em>&#8220;, deixando a plateia explodir o gogó. Logo após um salto para os tempos modernos com &#8220;<em>Blood River</em>&#8221; (do álbum &#8220;The Kingdom&#8221;, de 2020), a máquina do tempo aciona os controles para 1999 com &#8220;<em>The Chemical Between Us</em>&#8220;, hit da fase em que o grupo parecia querer se desgarrar um pouco do espectro de Seattle.</p>



<p class="has-text-align-center">O show, embora essencialmente clássico, é relativamente generoso com o repertório saído de trabalhos mais recentes que muita gente não ouviu, como o mais recente &#8220;Art of Survival&#8221;. Dele saíram três faixas: &#8220;<em>Identity</em>&#8220;, &#8220;<em>Heavy Is The Ocean</em>&#8221; e &#8220;<em>More Than Machines</em>&#8221; com boa recepção do público mais fiel. Do álbum de 2020 entraram ainda &#8220;<em>Flowers on a Grave</em> e <em>Quicksand&#8221;</em>, todas com a levada perfeitamente identificável do conjunto, mostrando que nos últimos tempos evitaram se arriscar. Aliás, a turnê do Bush leva o nome de &#8220;Loaded&#8221;, como a coletânea que compreende toda a carreira.</p>



<p class="has-text-align-center">Se o intuito é passar a limpo a carreira da banda, &#8220;Sixteen Stone&#8221; obviamente merece destaque, com cinco músicas no total. O seguinte, &#8220;Razorblade Suitcase&#8221; aparece com apenas duas,&nbsp;<em>Greedy Fly</em>&nbsp;e&nbsp;<em>Swallowed</em>. Essa última Gavin canta acapella. O vocalista também tem momento solo, com vocal e guitarra, em Glycerine. Único membro da formação original, ele domina a cena, mas deixa bastante espaço para os companheiros brilharem. Vale notar que ele é o único britânico remanescente do grupo, que muita gente até se esquece da origem, já que, em plena era do estouro do Britpop, que tinha bandas como Oasis e Blur à frente, o quarteto inglês se voltava para um estilo totalmente sintonizado com o que rolava do lado de cá do Atlântico.</p>



<p class="has-text-align-center">Visivelmente mais disposto do que no show do Lollapalooza Brasil 2025, Gavin não economizou na entrega, afinal não se trata de uma apresentação em um palco secundário onde nem era a atração principal, como no evento em São Paulo do último domingo e sim um show exclusivo para os fãs da banda. Dirigindo pouco ao público, quando o fazia era sempre para agradecer o acolhimento, esbanjando simpatia. A voz e o fôlego também apresentaram uma certa melhora ao que fora visto no Lolla, embora o desgaste ainda seja perceptível (mas o baixista Corey Britz &nbsp;está ali também para dar um reforço nos backings). Nesse ponto, aquele que serviu de inspiração, o vocalista do Pearl Jam Eddie Vedder, segue em vantagem, apesar de ter a mesma idade &#8211; na verdade, um ano mais velho. Ainda assim, junto com Britz, Chris Traynor (guitarra) e Nik Hughes (bateria), continua pregando a importância do rock ruidoso e garageiro dos anos 90 (ainda que em uma vertente um mais domesticada) com o apoio dos fiéis.</p>



<p class="has-text-align-center">Confira o setlist:<br>Everything Zen<br>Machinehead<br>Blood River<br>The Chemicals Between Us<br>Quicksand<br>Greedy Fly<br>Identity<br>Swallowed<br>Heavy Is the Ocean<br>Flowers on a Grave<br>Little Things<br>Bis:<br>More Than Machines<br>Glycerine<br>Comedown</p>
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		<title>Rüfüs Du Sol apresenta seu mais recente álbum, &#8220;Inhale/Exhale&#8221;, no Qualistage</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cesar Monteiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Mar 2025 14:15:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[musica]]></category>
		<category><![CDATA[Rüfüs Du Sol]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Três anos depois de sua apresentação no MITA Festival, o Rüfüs Du Sol retorna ao Rio de Janeiro, dessa vez para um show só deles, com a sua turnê do mais recente álbum, &#8220;Inhale/Exhale&#8220;. O público que lotou o Qualistage na noite de ontem (26) era bastante diverso e majoritariamente jovem, incluindo turistas de vários países. [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Três anos depois de sua apresentação no MITA Festival, o Rüfüs Du Sol retorna ao Rio de Janeiro, dessa vez para um show só deles, com a sua turnê do mais recente álbum,<em> &#8220;Inhale/Exhale</em>&#8220;. O público que lotou o Qualistage na noite de ontem (26) era bastante diverso e majoritariamente jovem, incluindo turistas de vários países. De clubbers alternativos aos frequentadores de &#8220;badaladas top&#8221;, todos com o único objetivo que era balançar o esqueleto ao longo de duas horas, promessa prontamente cumprida pelo trio de pop eletrônico australiano, que também é atração do Lollapalooza Brasil 2025 em São Paulo.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignright size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/03/quem-e-rufus-du-sol-1024x683.jpg" alt="Rüfüs Du Sol" class="wp-image-187261" style="width:468px;height:auto" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/03/quem-e-rufus-du-sol-1024x683.jpg 1024w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/03/quem-e-rufus-du-sol-300x200.jpg 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/03/quem-e-rufus-du-sol-768x512.jpg 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/03/quem-e-rufus-du-sol-1536x1024.jpg 1536w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/03/quem-e-rufus-du-sol-630x420.jpg 630w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/03/quem-e-rufus-du-sol-150x100.jpg 150w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/03/quem-e-rufus-du-sol-696x464.jpg 696w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/03/quem-e-rufus-du-sol-1068x712.jpg 1068w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/03/quem-e-rufus-du-sol.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
</div>


<p class="has-text-align-center">Baseado em Sydney, influenciado por nomes como Cut Copy, Booka Shade e The Presents, o grupo formado em 2010 (originalmente chamado apenas RÜFÜS) &nbsp;é composto pelo guitarrista e vocalista Tyrone Lindqvist, pelo tecladista Jon George e pelo baterista James Hunt. A sonoridade atmosférica mistura house e pop, receita que os levou ao status de headliners de festivais. Seus dois primeiros álbuns, Atlas (2013) e Bloom (2016), alcançaram o topo das paradas australianas e foram ambos certificados como ouro. Em 2018, voltaram às paradas da ARIA com Solace, que atingiu a segunda posição. Seu quarto álbum, Surrender (2021), também liderou as paradas e trouxe o single vencedor do Grammy, &#8220;Alive&#8221;. Com o mais recente trabalho, mais uma vez chegaram ao Top 5 das paradas ARIA e Billboard Dance Albums.</p>



<p class="has-text-align-center">A vinda dos rapazes causou alvoroço na porta do hotel, porém atenderam a todos os fãs e ainda esconderam quatro pares de ingressos nas proximidades do Parque Lage, localizado aos pés do morro do Corcovado, na rua Jardim Botânico, promovendo uma verdadeira caça ao tesouro.</p>



<p class="has-text-align-center">Após o show da DJ Sofia Kourtesis, que aqueceu devidamente o público, o Rüfüs entrou no palco sob um barulho ensurdecedor dos fãs, abrindo o show com&nbsp;<em>Inhale</em>, primeira faixa do novo álbum. O repertório privilegiou músicas do trabalho de estúdio de 2024 como&nbsp;<em>Lately</em>,&nbsp;<em>Breathe</em>,&nbsp;<em>Levitating</em>,&nbsp;<em>Exhale</em>. Das 14, apenas 4 ficaram de fora. Mas também não poderiam deixar de lado as já estabelecidas junto aos fãs como<em>&nbsp;Next To Me</em>,&nbsp;<em>On My Knees</em>,&nbsp;<em>Innerbloom</em>,&nbsp;<em>No Place</em>,&nbsp;<em>Underwater</em>&nbsp;e&nbsp;<em>You Were Right.</em></p>



<p class="has-text-align-center">O palco apresenta três baias estilizadas (lembravam o filme&nbsp;<em>Tron</em>) onde a parafernália de teclados e sintetizadores se instalam sendo usadas por cada integrante, sendo que Tyrone e James se alternam entre os eletrônicos e seus instrumentos, a guitarra e a bateria respectivamente. Como não poderia deixar de ser em um show de música eletrônica, muitos efeitos de luz sofisticados dando um show a parte para realçar a atmosfera criada pelo som da banda. Em alguns momentos causa verdadeiro transe sem a necessidade de &#8220;aditivos&#8221;.</p>



<p class="has-text-align-center">Aliás, a interação com a plateia é econômica, porém sincera e festiva. Cada vez que se dirigiam ao público o amor pelo Brasil era a pauta. Jon disse, em determinado momento, que o país é o lugar onde os três se sentem em casa, sendo aplaudido calorosamente. </p>



<p class="has-text-align-center">O RüFüs Du Sol fará no Lollapalooza Brasil um show para uma plateia bem maior do que as 9 mil pessoas que preencheram o Qualistage, mas o clima de festa particular, com todos em sintonia com a banda foi privilégio de quem esteve no Rio de Janeiro.</p>



<p class="has-text-align-center">Confira o Setlist:<br>Inhale<br>Lately<br>Breathe<br>You Were Right<br>Sundream / Make It Happen<br>On My Knees<br>In the Moment<br>The Life<br>New Sky<br>Levitating<br>Next to Me<br>Surrender<br>Fire / Desire<br>Underwater<br>Eyes<br>Alive<br>Always<br>New York<br>Treat You Better<br>Innerbloom<br>Exhale<br>Bis:<br>Break My Love<br>No Place<br>Music is Better</p>
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		<title>Com problemas técnicos, Caetano Veloso e Maria Bethânia fazem show grandioso</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cesar Monteiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 Mar 2025 13:00:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Música]]></category>
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<p class="has-text-align-center">Na noite de ontem (15), o público carioca teve mais uma chance de presenciar o encontro histórico da música brasileira juntando Caetano Veloso e Maria Bethânia no palco da Farmasi Arena em um espetáculo, certamente, emocionante. A mesma arena da Barra da Tijuca onde aportou no ano passado abrigou um desfile de sucessos que marcaram gerações, reafirmando a potência artística dos irmãos baianos. A segunda chance foi no Réveillon na praia de Copacabana em 31 de dezembro, mas a Farmasi é sem dúvida um local muito mais adequado, sobretudo pela acústica. A sintonia entre os dois artistas foi além da atmosfera nostálgica, dada a atemporalidade das canções e a relevância sustentada até os dias de hoje. Mais do que um show, a apresentação é uma celebração da trajetória de dois dos maiores nomes da música nacional, reafirmando sua relevância e impacto cultural ao longo das décadas. Além disso, a voz inconfundível &#8211; e ainda impecável do alto de seus 78 anos &#8211; da mais nova, o virtuosismo do mais velho e o pleno domínio de palco de ambos são os ingredientes desse sucesso absoluto.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignright size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="680" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2024/10/Maria-Bethania-e-Caetano-Veloso-1024x680.png" alt=" Caetano Veloso e Maria Bethânia " class="wp-image-182934" style="width:411px;height:auto" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2024/10/Maria-Bethania-e-Caetano-Veloso-1024x680.png 1024w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2024/10/Maria-Bethania-e-Caetano-Veloso-300x199.png 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2024/10/Maria-Bethania-e-Caetano-Veloso-768x510.png 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2024/10/Maria-Bethania-e-Caetano-Veloso-632x420.png 632w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2024/10/Maria-Bethania-e-Caetano-Veloso-150x100.png 150w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2024/10/Maria-Bethania-e-Caetano-Veloso-696x462.png 696w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2024/10/Maria-Bethania-e-Caetano-Veloso-1068x710.png 1068w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2024/10/Maria-Bethania-e-Caetano-Veloso.png 1198w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
</div>


<p class="has-text-align-center">A turnê de Caetano Veloso e Maria Bethânia marca o retorno dos irmãos aos palcos após 46 anos, desde 1978, o que justificou os ingressos esgotados. Esse retorno ao Rio é o penúltimo show da turnê conjunto, já que o encerramento da turnê está programado para o próximo sábado (22), com uma apresentação em Porto Alegre, na Arena do Grêmio. viagem de quase duas horas desfilando brasilidade e baianidade se iniciou com o hino &#8220;<em>Alegria, Alegria</em>&#8220;. Na sequência entra &#8220;<em>O Mais Doce dos Bárbaros</em>&#8220;, com imagens do quarteto que reunia os astros da noite a Gilberto Gil e Gal Costa em 1976 em um show icônico comemorativo dos dez anos da carreira daqueles então jovens artistas. Hoje são quase sessenta anos de estrada, daí a canção<em> &#8220;Oração ao Tempo</em>&#8220;, a quarta da noite, ganhou um significado ainda mais pertinente do que o da concepção, em 1979. </p>



<p class="has-text-align-center">Há dois módulos em que cada um apresenta sozinho músicas de sucesso em sua carreira. Caetano apresentou uma sequência incluindo&nbsp;<em>Leãozinho</em>,&nbsp;<em>Você é Linda&nbsp;</em>e até um aceno ao público evangélico (que visivelmente não era o mais numeroso ali),&nbsp;<em>Deus Cuida de Mim</em>, do cantor e compositor de música cristã Kleber Lucas. Caetano, que se assume ateu, admitiu um olhar interessado sobre a religião evangélica, da qual seus filhos Tom e Zeca são praticantes.</p>



<p class="has-text-align-center">Já quando foi a vez de Bethânia, tudo corria bem nos primeiros números,&nbsp;<em>Brincar de Viver</em>&nbsp;e&nbsp;<em>Explode Coração</em>. Mas, quando&nbsp;<em>Canções Que Você Fez Pra Mim</em>&nbsp;foi iniciada, um problema técnico no microfone ameaçou a continuação da festa. Sem áudio para o público, a cantora ordenou que a banda parasse. Outro microfone foi colocado no pedestal, mas a cantora se queixou da qualidade do áudio e novamente pediu uma interrupção para os músicos. Dessa vez, visivelmente impaciente, exigiu respeito e foi ovacionada. A qualidade do som parecia melhorar, mas Bethânia continuava insatisfeita e disse que daquela forma não seria possível prosseguir. &#8220;Vai me desafiar?&#8221;, perguntou em tom intimidatório possivelmente ao técnico que questionou a impossibilidade. Desculpou-se com a plateia, mas alegou ser inviável dar seguimento à apresentação, o que fez a plateia se dividir entre aplausos e apreensão.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Aliás, o episódio até fez lembrar quando seu irmão protagonizou uma bronca histórica na MTV durante o VMB 2004, em que ele cantaria &#8220;<em>Nothing But Flowers</em>&#8221; com o americano David Byrne. Por fim, o problema foi solucionado, a música foi executada na íntegra, e ao fim de uma estrofe ela se posicionou ao lado do pedestal sorrindo, arrancando aplausos. Contudo, o infortúnio fez com que <em>Negue</em>, que estava prevista no setlist, ficasse de fora.</p>



<p class="has-text-align-center">Na volta de Caetano ao palco para a reta final, homenagem à escola de samba Mangueira, com quem os dois têm vínculos. Caetano cantou um trecho de &#8220;Doces Bárbaros&#8221;, samba-enredo de 1994, e Bethânia inseriu um trecho do samba que a homenageava, que deu o título à agremiação em 2016. No verso &#8220;Não mexe comigo que eu sou a menina de Oyá&#8221; o público parecia fazer a associação ao recém-ocorrido. Também houve homenagem a Gal Costa com <em>&#8220;Baby</em>&#8221; e<em> &#8220;Vaca Profana&#8221;</em>, além do momento &#8220;toca Raul&#8221; (<em>Gita</em>), um brinde à nova geração incluindo no repertório <em>&#8220;Fé&#8221;</em>, de IZA. Voltando ao repertório próprio, &#8220;<em>Reconvexo&#8221;</em>, escrita por Caetano eternizada na voz de Bethânia, foi um dos momentos de maior entusiasmo da plateia, &#8220;<em>Tudo de Novo</em>&#8221; foi trazida direto dos anos 1970 e Caetano ainda apresentou uma faixa que acabara de ser composta, sobre os tempos à beira de uma terceira guerra mundial. &#8220;<em>Samba do Avião&#8221;</em> e <em>&#8220;Odara</em>&#8221; encerraram essa última passagem da turnê pelo Rio.</p>



<p class="has-text-align-center">É de fato um show pensado para grandes plateias. Não só pelo gigantismo do palco, com telões de LED, mas também ao verificar o repertório. O roteiro tem predominância de composições de Caetano, mas, em seu set solo, ele não deixa de agradecer a Peninha e ao trio Fernando Mendes, José Wilson e Lucas, autores, respectivamente, de &#8220;<em>Sozinho</em>&#8221; e &#8220;V<em>ocê Não Me Ensinou a Te Esquecer</em>&#8220;, dois dos pontos altos de seu segmento e da noite. No palco, a dupla é acompanhada por mais 14 instrumentistas e vocalistas, incluindo Pretinho da Serrinha na percussão. Em cena, Caetano Veloso e Maria Bethânia esbanjaram a grandeza que nem mesmo o momento delicado em decorrência do problema técnico desbotou. Na plateia, a certeza de que esta pode ter sido a última oportunidade de conferir um encontro da MPB dessa magnitude presencialmente. Com Milton Nascimento aposentado e Gil anunciando seu ato final, é de se valorizar mais ainda esse presente dos gigantes.</p>



<p class="has-text-align-center">Confira o setlist:<br>1. Alegria Alegria<br>2. O Mais Doce dos Bárbaros<br>3. Gente<br>4. Oração ao Tempo<br>5. Motriz<br>4. Objeto Não Identificado<br>5. A Tua Presença<br>6. 13 de Maio<br>7. Sambas de Roda<br>8. Filhos de Gandhi<br>9. Dedicatória<br>10. Eu e Água<br>11. Tropicália<br>12. Marginália<br>13. Um Índio<br>14. Cajuína<br>Caetano<br>15. Sozinho<br>16. Leãozinho<br>17. Você Não Me Ensinou a Te Esquecer<br>18. Você é Linda<br>19. Deus Cuide de Mim<br>Bethânia<br>20. Brincar de Viver<br>21. Explode Coração<br>22. Canções Que Você Fez Pra Mim<br>Caetano e Bethânia<br>23. Homenagem à Mangueira<br>24. Baby<br>25. Vaca Profana<br>26. Gita<br>27. Fé<br>28. Reconvexo<br>29. Tudo de Novo<br>30. Nova música de Caetano<br>31. Samba do Avião<br>32. Odara</p>
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		<title>Offspring realiza divertida festa Punk Pop</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cesar Monteiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Mar 2025 15:05:27 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[musica]]></category>
		<category><![CDATA[Offspring]]></category>
		<category><![CDATA[Punk Pop]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Offspring certamente, tem uma relação estreita com o Brasil. Desde 1997, quando acabara de chegar ao mainstream com seu Punk Pop, a banda faz visitas frequentes ao país, sendo que nos últimos doze anos com hiatos curtos entre uma vinda e outra. Estiveram no Brasil pela última vez no ano passado, quando se apresentaram [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">O Offspring certamente, tem uma relação estreita com o Brasil. Desde 1997, quando acabara de chegar ao mainstream com seu Punk Pop, a banda faz visitas frequentes ao país, sendo que nos últimos doze anos com hiatos curtos entre uma vinda e outra. Estiveram no Brasil pela última vez no ano passado, quando se apresentaram no Lollapalooza Brasil 2024, e no Rio de Janeiro no Rock In Rio 2022. Essa é a primeira vez desde 2008 que a banda faz um show solo em terras cariocas, ou melhor dizendo, um show como atração principal, já que a atual turnê pelo Brasil, parte da&nbsp;&#8220;<em>SUPERCHARGED World Tour</em>&#8220;, é um festival itinerante que conta com as bandas Rise Against e Sublime como convidadas especiais. Aliás, isso justificou a animação dos fãs de variadas faixas etárias que compareceram à Farmasi Arena.  </p>


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<figure class="alignright size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="819" height="1024" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Offspring-819x1024.jpg" alt="" class="wp-image-186686" style="width:472px;height:auto" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Offspring-819x1024.jpg 819w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Offspring-240x300.jpg 240w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Offspring-768x960.jpg 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Offspring-1229x1536.jpg 1229w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Offspring-336x420.jpg 336w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Offspring-150x187.jpg 150w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Offspring-300x375.jpg 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Offspring-696x870.jpg 696w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Offspring-1068x1335.jpg 1068w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Offspring.jpg 1461w" sizes="auto, (max-width: 819px) 100vw, 819px" /><figcaption class="wp-element-caption">Créditos @bmaisca</figcaption></figure>
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<p class="has-text-align-center">A primeira banda a subir no palco foi o Rise Against &#8211; não foi raro ouvir alguém se confundindo com Rage Against (The Machine) -, que lançou sua primeira música em três anos,&nbsp;<em>Nod</em>, em janeiro. Com seu Punk Rock político e ativista, aqueceu o público que ainda chegava na arena na Barra da Tijuca. Com a casa um pouco mais cheia, o Sublime iniciou seu show para uma plateia que parecia não saber muito do que se tratava. De fato, a banda estadunidense de ska punk e reggae formada em 1988 em Long Beach, Califórnia, é daquelas que muita gente não associa o nome às músicas. A formação atual conta com Jakob Nowell ocupando o posto de vocalista e guitarrista que foi de seu pai, Bradley Nowell, morto em 1996, quando a banda conquistava as paradas de sucesso.&nbsp;<em>Wrong Way</em>&nbsp;animou os presentes, assim como o cover de&nbsp;<em>Summertime</em>&nbsp;e o hit&nbsp;<em>What I Got</em>, que contou com a participação especialíssima de Noodles, guitarrista do Offspring. O maior sucesso do grupo,&nbsp;<em>Santeria</em>, ficou para o final. Música de alta rotatividade nas rádios desde que foi lançada, foi acompanhada com entusiasmo pelos fãs do Sublime que marcaram presença quanto dos que nem ao menos sabiam o nome do conjunto.</p>



<p class="has-text-align-center">Um marcador de tempo iniciado aos 24 minutos e 50 segundos anunciava no telão que a atração principal estava prestes a chegar.&nbsp; Enquanto isso, eram exibidos vídeos de animação com gráfico de videogame 2D side-scrolling (estilo anos 90) tendo Noodles e o vocalista Dexter Holand&nbsp;como personagens, além de um divertido quiz sobre a banda, merchandising e até um esconde esconde com copos, tudo tendo clássicos do rock no sistema de som ao fundo. De fato funcionou para que a espera parecesse mais curta. Logo, as luzes da Farmasi Arena se apagam, e em um palco adornado com dois esqueletos fluorescentes em cada canto, o Offspring inicia a apresentação detonando logo de cara dois de seus maiores hits:<em>&nbsp;All I Want</em>(com imagens do videogame Crazy Taxi, da Sega, que tinha a música em sua trilha sonora) e&nbsp;<em>Come Out and Play</em>, faixa do álbum Smash, que fez os californianos explodirem nas paradas de sucesso pelo mundo. No telão, gráficos remetendo a Space Invaders, mantinham a atmosfera gamer.</p>



<p class="has-text-align-center">Depois de&nbsp;<em>Want You Bad</em>&nbsp;e&nbsp;<em>Staring at the Sun</em>&nbsp;veio a primeira de&nbsp;<em>Supercharged</em>, o álbum de 2024 que dá nome à turnê,&nbsp;<em>Truth in Fiction</em>. A faixa foi bem recebida, assim como a homenagem ao Brasil presente neste novo trabalho,&nbsp;<em>Come to Brazil</em>. Nos telões laterais, antes do show, houve o aviso de que o número seria filmado, pedindo para o público enlouquecer. Não chegou a tanto, isso se deu mesmo nos grandes clássicos, mas o agrado foi recebido calorosamente, até porque é Brasil e Rio de Janeiro.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Os shows do Offspring se caracterizam por proporcionar diversão com bom humor, assim como seus contemporâneos e colegas de punk pop, o Green Day. Dexter e Noodles fazem piadas o tempo todo, elogiam a plateia (que de fato estava bastante animada), e &nbsp;até arriscam alguns covers de clássicos conhecidos de outras bandas como&nbsp;<em>Seven Nation Army</em>&nbsp;do White Stripes ou um medley de riffs composto por&nbsp;<em>Smoke on the Water</em>&nbsp;do Deep Purple,&nbsp;<em>Iron Man</em>&nbsp;do Black Sabbath,&nbsp;<em>Back In Black</em>&nbsp;do AC/DC e&nbsp;<em>In the Hall of the Mountain King</em>&nbsp;de&nbsp;&nbsp;Edvard Grieg,&nbsp;antes de lançarem mão do cover de Ramones&nbsp;<em>Blitzkrieg Bop</em>.&nbsp;<em>Why Don&#8217;t You Get a Job</em>, inegavelmente inspirada em&nbsp;<em>Ob-La-Di, Ob-La-Da</em>&nbsp;dos Beatles, parece ter tomado para si também o clima festivo com que Paul McCartney a executa em seus shows, e houve bolas infláveis atiradas para a plateia brincar.</p>



<p class="has-text-align-center">O tempo regulamentar encerrou com a dobradinha de sucessos do álbum&nbsp;<em>Americana</em>, de 1999:&nbsp;<em>Pretty Fly</em>&nbsp;e&nbsp;<em>The Kids Aren&#8217;t Alright</em>. O bis trouxe&nbsp;<em>You&#8217;re Gonna Go Far, Kid</em>&nbsp;e&nbsp;<em>Self Esteem</em>. Além de Dexter e Noodles, a formação atual do Offspring conta com Todd Morse no baixo e vocal de apoio e Brandon Pertzborn na bateria, ambos fornecendo um competente amparo para a dupla de ataque. Os dois líderes, remanescentes da fase clássica, brincaram dizendo que gostariam de fazer outro show hoje, o que fez os fãs se manifestarem ruidosamente em adesão à ideia. Mas, brincadeiras à parte, ficou a promessa de um retorno em breve.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Confira o Setlist:</p>



<p class="has-text-align-center">1. All I Want<br>2. Come Out and Play<br>3. Want You Bad<br>4. Staring at the Sun<br>5. Truth In Fiction<br>6. Come to Brazil<br>7. Hit That<br>8. Original Prankster<br>9. Make It All Right<br>10. Hard Rock Medley/In The Hall of Mountain King<br>11. Blitzkrieg Bop (cover de Ramones)<br>12. Bad Habit<br>13. Gotta Get Away<br>14. Why Don&#8217;t You Get a Job<br>15. Head Around You<br>16. Pretty Fly (For a White Guy)<br>17. The Kids Aren&#8217;t Alright<br>18. You&#8217;re Gonna Go Far, Kid<br>19. Self Esteem</p>
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		<title>Shakira enche o Engenhão de cores e latinidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cesar Monteiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Feb 2025 11:40:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
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<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">Setlist de Shakira buscou contemplar todas as fases da carreira.</h2>



<p class="has-text-align-center">O Estádio Nilton Santos se vestiu com as cores da bandeira da Colômbia na noite de ontem (11) para receber o show de Shakira, que pode ser considerada um dos maiores símbolos do país. Aliás, a impressão era de que toda a América Latina estava presente no Engenhão. Era possível ouvir espanhol de várias as partes do continente, e também sotaques de todo o território brasileiro. Isso se deve porque, talvez para compensar os quase 14 anos sem show no Rio de Janeiro (o último foi no Rock In Rio IV, em setembro de 2011).</p>



<p class="has-text-align-center"> A maior estrela Pop hispanófona escolheu a capital fluminense para iniciar sua nova turnê, a &#8220;Las Mujeres Ya No Lloran World Tour&#8221;. Às 21h em ponto as luzes do estádio se apagaram e o telão que compreende toda a extensão do palco exibe imagens de um deserto no qual logo vemos uma Shakira em CGI pisando forte, causando estrondo e se transformando em areia.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="792" data-id="186067" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/02/Shakira-1024x792.png" alt="" class="wp-image-186067" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/02/Shakira-1024x792.png 1024w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/02/Shakira-300x232.png 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/02/Shakira-768x594.png 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/02/Shakira-543x420.png 543w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/02/Shakira-150x116.png 150w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/02/Shakira-696x539.png 696w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/02/Shakira-1068x826.png 1068w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/02/Shakira.png 1194w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Kevin Mazur</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="686" data-id="186066" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/02/Shakira-4-1024x686.jpeg" alt="" class="wp-image-186066" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/02/Shakira-4-1024x686.jpeg 1024w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/02/Shakira-4-300x201.jpeg 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/02/Shakira-4-768x515.jpeg 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/02/Shakira-4-627x420.jpeg 627w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/02/Shakira-4-150x101.jpeg 150w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/02/Shakira-4-696x466.jpeg 696w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/02/Shakira-4-1068x716.jpeg 1068w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/02/Shakira-4.jpeg 1100w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Kevin Mazur</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="793" data-id="186065" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/02/Shakira-3-1024x793.jpeg" alt="" class="wp-image-186065" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/02/Shakira-3-1024x793.jpeg 1024w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/02/Shakira-3-300x232.jpeg 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/02/Shakira-3-768x595.jpeg 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/02/Shakira-3-542x420.jpeg 542w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/02/Shakira-3-150x116.jpeg 150w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/02/Shakira-3-696x539.jpeg 696w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/02/Shakira-3.jpeg 1033w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Kevin Mazur</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="963" height="800" data-id="186064" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/02/Shakira-2.jpeg" alt="Shakira" class="wp-image-186064" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/02/Shakira-2.jpeg 963w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/02/Shakira-2-300x249.jpeg 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/02/Shakira-2-768x638.jpeg 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/02/Shakira-2-506x420.jpeg 506w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/02/Shakira-2-150x125.jpeg 150w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/02/Shakira-2-696x578.jpeg 696w" sizes="auto, (max-width: 963px) 100vw, 963px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Kevin Mazur</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="682" data-id="186069" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/02/Shakira-1024x682.jpeg" alt="" class="wp-image-186069" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/02/Shakira-1024x682.jpeg 1024w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/02/Shakira-300x200.jpeg 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/02/Shakira-768x512.jpeg 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/02/Shakira-630x420.jpeg 630w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/02/Shakira-150x100.jpeg 150w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/02/Shakira-696x464.jpeg 696w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/02/Shakira-1068x712.jpeg 1068w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/02/Shakira.jpeg 1100w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
</figure>



<p class="has-text-align-center"> Logo ela se regenera em uma versão constituída de uma espécie de metal, que é o momento em que a própria chega, com um macacão branco e óculos futurista, acompanhada de sua trupe, vindo pelo corredor que separa a pista comum e os dois lados da pista premium. Porém, logo nesse início um problema técnico comprometeu a execução de &#8220;La Fuerte&#8221;, do álbum de 2024 que dá nome à turnê. O telão também apresentara travamentos na transmissão das imagens da entrada da cantora. Com isso, a estrela teve que se dirigir mais cedo à plateia, agradecendo em português e se desculpando pela falha, &#8220;Primeiro show. Acontece&#8221;, disse em inglês. Parece que alguém esqueceu de ligar o ponto de ouvido da cantora. </p>



<p class="has-text-align-center"> A segunda música também foi uma composição da fase mais recente, &#8220;Girl Like Me&#8221;, parceria da colombiana com o Black Eyed Peas de 2020. Retrocedeu um pouco mais com &#8220;Las de La Intuición&#8221;, do álbum &#8220;Fijación Oral&#8221;, de 2005, que emendou em uma versão encurtada de seu primeiro grande sucesso (principalmente no Brasil) &#8220;Estoy Aquí.&nbsp;Problema resolvido, a plateia pôde começar a se esbaldar com a diva Pop latina ao longo de duas horas e meia de apresentação.A segunda música também foi uma composição da fase mais recente, &#8220;Girl Like Me&#8221;, parceria da colombiana com o Black Eyed Peas de 2020. Retrocedeu um pouco mais com &#8220;Las de La Intuición&#8221;, do álbum &#8220;Fijación Oral&#8221;, de 2005, que emendou em uma versão encurtada de seu primeiro grande sucesso (principalmente no Brasil) &#8220;Estoy Aquí&#8221;.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">Publico brasileiro mandou mensagem para Piqué.&nbsp;</h2>



<p class="has-text-align-center">Não é novidade ou segredo que Shakira passou por um dissabor recentemente com a traição do ex-marido, o jogador espanhol Gerard Piqué, pai de seus dois filhos &#8211; que apareceram cantando no telão em animação por rotoscopia na música Acróstico. O tema do novo álbum é justamente a volta por cima após uma derrota e ela não deixou de compartilhar esse sentimento. A plateia manifestou sua solidariedade entoando o coro de &#8220;Ei, Piqué, vai tomar&#8230;&#8221; (você sabe o resto, né?). &nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;Sabem que nos últimos anos eu passei por alguns desafios. Mas, certamente, aprendi algo, é que as quedas não são o fim, mas o começo dos voos mais altos. E nós, as mulheres, depois de cada queda, nos levantamos mais sábias, mais fortes, mais duras. E se queremos chorar, choramos e se não queremos chorar, faturamos.&#8221;, discursou em português.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">O repertório buscou contemplar todas as fases da carreira, mas pesou a mão nas músicas mais novas. Das lançadas em 2024 foram dez. Para os fãs mais casuais isso pode ter sido um tanto frustrante, embora os principais hits tenham marcado presença, e foram esses os momentos de grande entusiasmo da plateia, soltando a voz em &#8220;Hips Don&#8217;t Lie&#8221;, &#8220;Whenever, Wherever&#8221; e &#8220;Loca&#8221;. Há também alguns resgates como &#8220;Don&#8217;t Bother&#8221;, que não era executada desde 2008, a clássica &#8220;Pies Descalzos, Sueños Blancos&#8221;, certamente a mais carregada de nostalgia, precedida de um recorte em flashback de quando a cantora era iniciante. A musica retorna após 17 anos fora do setlist e &#8220;Poem to a Horse&#8221;, que foi apresentada ao vivo pela última vez em 2003.  Além disso, foi a estreia de &#8220;Addicted to You&#8221;, do disco &#8220;Sale el Sol&#8221;, de 2010, e ainda coube uma versão de &#8220;Mama África&#8221; de Chico César, em versão acústica e intimista. Segundo a colombiana, é a música que ela canta para os filhos antes de dormirem.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center"> Com um pique invejável, executa dança do ventre com destreza e enlouquece os fãs com um twerk elegante.</h2>



<p class="has-text-align-center">Shakira compensa a falta de poder de fogo das músicas mais novas com o carisma e o domínio de cena que a fizeram se tornar um dos maiores nomes da música global. Com um pique invejável, executa dança do ventre com destreza, enlouquece os fãs com um twerk mais elegante do que o que se vê por aí, toca guitarra, dança com robôs (na verdade seus dançarinos assumindo papel cibernético com fidelidade). Ela também recorre às &#8220;facilidades&#8221; dos shows ao vivo de hoje em dia na seara do pop como playback e VS em uma e outra faixa. Porém, a banda ao vivo (ainda que também com retoques dos verdadeiros estúdios que se tornaram as mesas de som de hoje em dia) garante a organicidade o tempo todo.</p>



<p class="has-text-align-center">O palco demonstra a ambição dessa nova turnê da artista, com suas dimensões, elementos cênicos e uma engenharia arrojada, a parte central do telão eventualmente se recolhe formando três partes com uma outra estrutura de LED mais ao fundo. Pirotecnia e alguns efeitos com ilusão 3D compõem o espetáculo. Tudo em cores quentes (afinal, a latinidade dá o tom) e adornado pelas pulseirinhas luminosas que parecem ter se tornado item obrigatório em shows de música. O único porém são algumas animações em CGI que parecem terem sido feitas por uma IA rudimentar.</p>



<p class="has-text-align-center">A parte regulamentar do show se encerrou com &#8220;Waka Waka (this Time For Africa)&#8221;, música feita para a Copa do Mundo da África do Sul, de 2010, que, aliás, não só é considerada o melhor tema de copas já feito como se tornou obrigatória nos shows, principalmente no Brasil e América Latina, embora o único país da vizinhança que possa ter lembranças realmente boas daquele mundial é o Uruguai. Na volta para o Bis, surge uma loba gigante no palco com laser saindo dos olhos na música She Wolf. A saideira é BZRP, com Shakira e as dançarinas indo para o corredor no meio do público e chuva de papel picado encerrando a festa. Problemas técnicos à parte (&#8220;Ojos Así&#8221; foi outra música com falha em seu início,&nbsp;mas sem interrupção), foi um show da estatura que a cantora adquiriu nessas três décadas fortalecendo ainda mais os laços com os fãs brasileiros.</p>



<p class="has-text-align-center">Confira o Setlist do show de Shakira:<br>1. La fuerte<br>2. GIRL LIKE ME<br>3. Las de la intuición / Estoy aquí<br>4. Empire / Inevitable<br>5. Te felicito / TQG<br>6. Don&#8217;t Bother<br>7. Acróstico<br>8. Copa Vacía / La bicicleta / La tortura<br>9. Hips Don&#8217;t Lie<br>10. Chantaje<br>11. Monotonía<br>12. Addicted to You / Loca<br>13. Soltera<br>14. Cómo dónde y cuándo<br>15. Última<br>16. Ojos así<br>17. Pies descalzos, sueños blancos<br>18. Mama África<br>19. Antología<br>20. Poem to a Horse<br>21. Objection (Tango)<br>22. Whenever, Wherever<br>23. Waka Waka (This Time for Africa)<br>Bis: 24. She Wolf<br>25. BZRP Music Sessions #53</p>
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		<title>Twenty One Pilots faz show do tamanho da devoção dos fãs</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cesar Monteiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Jan 2025 14:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[musica]]></category>
		<category><![CDATA[show]]></category>
		<category><![CDATA[Twenty One Pilots]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Twenty One Pilots voltou ao Brasil, dessa vez exclusivamente para shows solo, dentro da turnê &#8220;The Clancy World Tour&#8221;, que divulga o álbum que dá nome à excursão, lançado em 2024. As outras vezes foram em ocasiões em que faziam parte do line-up do Lollapalooza, com uma esticada no Rio de Janeiro na edição [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">O Twenty One Pilots voltou ao Brasil, dessa vez exclusivamente para shows solo, dentro da turnê &#8220;The Clancy World Tour&#8221;, que divulga o álbum que dá nome à excursão, lançado em 2024. As outras vezes foram em ocasiões em que faziam parte do line-up do Lollapalooza, com uma esticada no Rio de Janeiro na edição 2016, e até uma participação na GPWeek em 2022. O que se via na Farmasi Arena na noite de ontem (24) eram fãs, em sua grande maioria jovens, com uma ansiedade indisfarçável de conferir os ídolos ao vivo após tanta espera. Afinal, lá se vão 9 anos desde que se apresentaram no Sacadura Cabral, único show da banda em terras cariocas até então.</p>


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<figure class="alignright size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Twenty-One-Pilots-faz-show-do-tamanho-da-devocao-dos-fas-1024x576.jpeg" alt="Twenty One Pilots" class="wp-image-185571" style="width:486px;height:auto" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Twenty-One-Pilots-faz-show-do-tamanho-da-devocao-dos-fas-1024x576.jpeg 1024w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Twenty-One-Pilots-faz-show-do-tamanho-da-devocao-dos-fas-300x169.jpeg 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Twenty-One-Pilots-faz-show-do-tamanho-da-devocao-dos-fas-768x432.jpeg 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Twenty-One-Pilots-faz-show-do-tamanho-da-devocao-dos-fas-1536x864.jpeg 1536w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Twenty-One-Pilots-faz-show-do-tamanho-da-devocao-dos-fas-747x420.jpeg 747w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Twenty-One-Pilots-faz-show-do-tamanho-da-devocao-dos-fas-150x84.jpeg 150w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Twenty-One-Pilots-faz-show-do-tamanho-da-devocao-dos-fas-696x391.jpeg 696w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Twenty-One-Pilots-faz-show-do-tamanho-da-devocao-dos-fas-1068x600.jpeg 1068w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Twenty-One-Pilots-faz-show-do-tamanho-da-devocao-dos-fas.jpeg 1599w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
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<p class="has-text-align-center">Formado em 2009 no estado de Ohio, então como um trio, pelos amigos de colégio Tyler Joseph, Nick Thomas, e Chris Salih, o Twenty One Pilot construiu uma reputação no meio oeste americano, até Thomas e Salih deixarem a banda em 2011. Com a entrada do baterista Josh Dun, a banda se firmou como duo, formação que se inaugurou no álbum &#8220;Regional at Best&#8221;, lançado ainda naquele ano. A sonoridade dos Pilots mescla hip-hop, eletrônico, pop, punk, rock e até pitadas de reggae, com temas que frequentemente apresentam uma mitologia fictícia que serve como metáfora para as lutas e emoções do mundo real. A chegada ao topo se deu com o álbum &#8220;Blurryface&#8221;, de 2015.</p>



<p class="has-text-align-center">A dupla subiu ao palco às 21 horas em ponto, quinze minutos após o horário marcado, executando &#8220;Overcompensate&#8221;, a faixa que também abre o mais recente trabalho de estúdio. A recepção não poderia ser mais calorosa, vinda da plateia que estava ávida por cantar as letras de todas as músicas do setlist. O show seguiu com &#8220;Holding on to You&#8221;, do álbum de 2013, &#8220;Vessel&#8221; 2013, que foi emendada com &#8220;Vignette&#8221;.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">O Twenty One Pilots é conhecido por suas interações surpresa durante o show. A primeira da noite foi o vocalista, que estava usando a máscara Clancy nas primeiras músicas surgindo (como num passe de mágica) no meio da arquibancada na Farmasi, ao fim da quarta música, &#8220;Car Radio&#8221;, para delírio dos fãs. Ali ele revelou seu rosto pela primeira vez na noite.</p>



<p class="has-text-align-center">Para dar tempo de o vocalista retornar ao palco, foi exibido um vídeo com fãs durante a tarde esperando a abertura dos portões e fãs cantando &#8220;The Judge&#8221;, como introdução para a execução no palco, com&nbsp;<em>snipet</em>&nbsp;de &#8220;Cut My Lip&#8221;. Daí entraram, na sequência, &#8220;The Craving (Jenna&#8217;s version)&#8221;, do novo álbum, &#8220;Tear in My Heart&#8221;, do &#8220;Blurryface&#8221;, &#8220;Backslide&#8221;, outra de 2024, &#8220;Shy Away&#8221;, do álbum &#8220;Scaled And Icy&#8221; (2021), e o single &#8220;Heathens&#8221;, da trilha sonora do filme da DC &#8220;Esquadrão Suicida&#8221; (2016).&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">O ponto alto da aproximação com os fãs se deu no momento em que a dupla se posicionou, cada um em uma das plataformas instaladas nas extremidades da arena, com Tyler no piano e Josh pilotando um set de bateria. Ali, bem pertinho do público na pista e também próximo a quem estava no setor de cadeiras do nível mais baixo, eles enfileiraram quatro músicas da fase inicial &#8211; &#8220;Addict With a Pen&#8221;, &#8220;Migraine&#8221;, &#8220;Forest&#8221; e &#8220;Fall Away&#8221; &#8211; em um medley. Na sequência, &#8220;Mulberry Street&#8221; ganhou o &#8220;momento Coldplay&#8221;, com a plateia acendendo luzes coloridas, em movimentos regidos por Tyler. O efeito era conseguido graças a pedaços de papel coloridos distribuídos pelo fã clube com instrução para colar nos telefones celulares.</p>



<p class="has-text-align-center">Um novo truque, na verdade o mesmo, só que no setor de arquibancada em frente. Dessa vez é Josh que aparece com uma tocha e desce ao encontro de Tyler, dirigindo-se para o palco principal para iniciar a segunda metade do show com &#8220;Navigating&#8221;. Mas ainda haveria mais um momento de interação próximo à plateia no grande sucesso &#8220;Ride&#8221;, durante a qual o vocalista se encaminhou para a plataforma no meio do público e chamou um garoto (chamado de fã da nova geração) para subir ao palco e cantar o refrão.</p>



<p class="has-text-align-center">Após &#8220;Paladin Strait&#8221;, com trecho de &#8220;Bandito&#8221;, a banda saiu brevemente de cena para retornar no bis trazendo &#8220;Jumpsuit&#8221;, &#8220;Midwest Indigo&#8221; e o hit absoluto &#8220;Stressed Out&#8221;, do disco de 2015. &#8220;Trees&#8221;, do álbum de 2011, fechou a apresentação com Tyler tocando bumbo em uma prancha erguida no meio do gargarejo, sob chuva de papel picado.</p>



<p class="has-text-align-center">O Twenty One Pilots nesse retorno demonstrou muito mais poder de fogo (literalmente, dada a pirotecnia que lembra um show do Kiss), trazendo uma estrutura de palco robusta, que vai se modificando ao longo da apresentação. O script tem sido basicamente o mesmo em todas as cidades, mas sempre funciona. O repertório da turnê é bastante generoso com músicas do novo álbum &#8211; 10 no total, apenas 3 ficaram de fora &#8211; e todas foram muito bem recebidas. Um show do tamanho da devoção dos fãs. O clima despojado deu espaço até para um &#8220;Parabéns Pra Você&#8221;, em comemoração ao aniversário do empresário da tour, e a dupla fez questão que fosse cantado em português.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Tyler garantiu que o Brasil é um dos melhores lugares para se tocar e lembrou que quando criança seu pai falava sobre viajar para cá. Observada a recepção calorosa e ruidosa, o próximo encontro não levará muito tempo para acontecer.</p>



<p class="has-text-align-center">Setlist<br>1. Overcompensate<br>2. Holding On to You<br>3. Vignette<br>4. Car Radio<br>5. The Judge<br>6. The Craving (Jenna&#8217;s Version)<br>7. Tear in My Heart<br>8. Backslide<br>9. Shy Away<br>10. Heathens<br>11. Next Semester<br>12. Routines in the Night</p>



<p class="has-text-align-center">Palco B<br>13. Addict With a Pen / Migraine / Forest / Fall Away<br>14. Mulberry Street</p>



<p class="has-text-align-center">Palco Principal<br>15. Navigating<br>16. Nico and the Niners<br>17. Heavydirtysoul<br>18. My Blood<br>19. Guns for Hands<br>20. Lavish<br>21. Ride<br>22. Paladin Strait (&#8220;Bandito&#8221; snippet)</p>



<p class="has-text-align-center">Bis:<br>23. Jumpsuit<br>24. Midwest Indigo<br>25. Stressed Out<br>26. Trees</p>
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