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	<title>Mostras de Cinemas - Rota Cult</title>
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	<description>Aqui você encontra dicas culturais na cidade do Rio de Janeiro!</description>
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	<title>Mostras de Cinemas - Rota Cult</title>
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		<title>&#8220;Desenvolvimento Econômico Brasileiro: Semana de Cinema&#8221; apresenta jornada pela história econômica e social do Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Mar 2026 11:44:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Mostras de Cinemas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A CAIXA Cultural Rio de Janeiro recebe a mostra de cinema &#8220;Desenvolvimento Econômico Brasileiro: Semana de Cinema&#8221;. Com entrada gratuita, o evento propõe uma jornada pela história econômica e social do país através de grandes clássicos do audiovisual nacional. A programação faz parte do projeto Desenvolvimento Econômico Brasileiro- Semana de Cinema e Exposição Casa do Desenvolvimento e segue em cartaz [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">A CAIXA Cultural Rio de Janeiro recebe a mostra de cinema &#8220;Desenvolvimento Econômico Brasileiro: Semana de Cinema&#8221;. Com entrada gratuita, o evento propõe uma jornada pela história econômica e social do país através de grandes clássicos do audiovisual nacional. A programação faz parte do projeto Desenvolvimento Econômico Brasileiro- Semana de Cinema e Exposição Casa do Desenvolvimento e segue em cartaz até o dia 29 de março.</p>



<p class="has-text-align-center">A programação apresenta os filmes <em>Vidas Secas </em>(1963), <em>Bye Bye Brasil </em>(1979), <em>Eles Não Usam Black-tie</em><strong> </strong>(1981)<strong> </strong>e <em>Iracema &#8211; Uma Transa Amazônica </em>(1975). Além das exibições, o evento promove mesas de debate de terça a sexta-feira, logo após as sessões, com a participação de cineastas, críticos, economistas e historiadores. O objetivo é analisar os temas apresentados nas telas sob a ótica do desenvolvimento brasileiro. No fim de semana, a programação será dedicada exclusivamente à exibição das obras. </p>



<p class="has-text-align-center">A abertura, na terça-feira (24/03), apresenta o clássico&nbsp;<em>Vidas Secas</em>, adaptação do romance de Graciliano Ramos dirigida por Nelson Pereira dos Santos. Marco do Cinema Novo, o filme acompanha a trajetória de uma família de retirantes no sertão nordestino e expõe, com grande força estética, a realidade da seca, da pobreza e da exclusão social. Após a exibição, o debate contará com o economista Carlos Pinkusfeld Bastos, presidente do Centro Internacional Celso Furtado, com o cineasta Belisário Franca, sócio fundador da produtora Giros Filmes e com a historiadora Marina Monteiro Machado, da Faculdade de Ciências Econômicas da UERJ (Universidade do Estado do Rio de Janeiro). A conversa buscará aproximar o universo do cinema e da reflexão sobre desenvolvimento brasileiro, discutindo como a obra dialoga com as desigualdades regionais e com a formação social do país.</p>



<p class="has-text-align-center">Na quarta-feira (25/03), será exibido&nbsp;<em>Eles Não Usam Black-tie</em>, dirigido por Leon Hirszman e inspirado na peça de Gianfrancesco Guarnieri. O filme retrata o cotidiano de uma família operária em meio às greves do final da década de 1970, abordando os conflitos entre gerações, as tensões políticas e as escolhas individuais diante da luta coletiva. O debate posterior reunirá a cineasta Emilia Silveira e o historiador Claudio Correa. A discussão deve explorar as relações entre trabalho, mobilização social e democracia, temas centrais tanto para o filme quanto para a história recente do Brasil.</p>



<p class="has-text-align-center">A programação segue na quinta-feira (26/03) com&nbsp;<em>Bye Bye Brasil</em>, dirigido por Cacá Diegues. A obra acompanha a Caravana Rolidei, um grupo itinerante de artistas que percorre o interior do país levando espetáculos populares enquanto testemunha as transformações provocadas pela modernização e pela expansão dos meios de comunicação. Após a sessão, os economistas Carlos Pinkusfeld Bastos e Victor Leonardo Araújo conduzem uma conversa sobre o filme, refletindo sobre os contrastes entre tradição e modernidade e sobre as mudanças econômicas e culturais que marcaram o Brasil nas décadas de 1970 e 1980.</p>



<p class="has-text-align-center">Na sexta-feira (27/03), será exibido&nbsp;<em>Iracema – Uma Transa Amazônica</em>, dirigido por Jorge Bodanzky e Orlando Senna. O filme mistura ficção e documentário para retratar os impactos sociais e ambientais da abertura da rodovia Transamazônica e da ocupação da Amazônia durante a ditadura militar. O debate contará com a jornalista Elianne Ivo e o historiador Pedro Campos. A conversa abordará os processos de desenvolvimento, exploração econômica e conflitos sociais na região amazônica, temas que permanecem centrais no debate contemporâneo.</p>



<p class="has-text-align-center">Além das sessões seguidas de debate ao longo da semana, a mostra contará também com exibições especiais no fim de semana. No sábado haverá sessão dupla, com&nbsp;<em>Vidas Secas</em>&nbsp;e&nbsp;<em>Eles Não Usam Black-tie,</em>&nbsp;enquanto no domingo serão exibidos&nbsp;<em>Bye Bye Brasil</em>&nbsp;e&nbsp;<em>Iracema – Uma Transa Amazônica</em>, ampliando o acesso do público à programação.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Serviço</strong> <strong>Local:</strong> CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Unidade Passeio <strong>Endereço:</strong> Rua do Passeio, 38 – Centro (Metrô e VLT: Cinelândia) / <strong>Data:</strong> de 24 a 29 de março de 2026 (terça-feira a domingo)</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Horários e Classificação Indicativa:</strong> Consultar a programação / <strong>Ingressos: </strong>Entrada gratuita com distribuição de senhas 30 min. antes do início das sessões e das atividades extras </p>
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		<title>Cinemateca do MAM reúne quatro décadas de produção da cineasta, Ruth Beckermann</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Mar 2026 11:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Mostras de Cinemas]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
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		<category><![CDATA[Ruth Beckermann]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>De 26 de março a 5 de abril, a Cinemateca do MAM realiza a Mostra Retrospectiva Ruth Beckermann, primeiro panorama dedicado à obra da cineasta austríaca – referência central do documentário contemporâneo europeu – no Brasil. Com curadoria de José Carlos Simões, a mostra reúne um curta, longas e médias-metragens realizados entre as décadas de 1970 [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">De 26 de março a 5 de abril, a Cinemateca do MAM realiza a Mostra Retrospectiva Ruth Beckermann, primeiro panorama dedicado à obra da cineasta austríaca – referência central do documentário contemporâneo europeu – no Brasil. Com curadoria de José Carlos Simões, a mostra reúne um curta, longas e médias-metragens realizados entre as décadas de 1970 e 2020. Gratuita, a programação inclui uma masterclass aberta ao público, ministrada presencialmente pela diretora, dedicada a uma reflexão sobre seu processo de trabalho, o lugar do documentário na contemporaneidade e o diálogo entre cinema, memória e literatura. </p>



<p class="has-text-align-center">A retrospectiva se organiza em dois eixos complementares: no primeiro fim de semana, a programação reúne filmes voltados às questões judaicas em relação à Viena e à Áustria, e sua história política desde o período entreguerras aos dias de hoje, bem como tradições religiosas e as origens familiares da diretora. Na sequência, o foco recai sobre obras que abordam o ativismo juvenil, as críticas sociais e os conflitos de costumes.</p>



<p class="has-text-align-center">Reconhecida internacionalmente, Ruth Beckermann teve retrospectivas apresentadas em países como Alemanha, Inglaterra, França, Espanha, Itália e Romênia, e participou de importantes festivais e mostras ao redor do mundo. No Brasil, seus filmes já integraram a programação do Festival do Rio e da Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, mas esta é a primeira vez que sua filmografia é apresentada de forma abrangente ao público brasileiro.</p>
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		<title>Mostra Mulheres em Cena traz programação que destaca memória, ancestralidade, denúncia, afeto e resistência</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Mar 2026 12:18:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Durante todo o mês de março, o Centro Cultural Justiça Federal (CCJF) terá a temática feminina como protagonista da programação. Realizada pelo 3º ano consecutivo, a Mostra Mulheres em Cena, foi criada a partir do compromisso do CCJF às questões atuais, em um contexto marcado por conquistas importantes das mulheres nas últimas décadas, mas sem esquecer das desigualdades [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Durante todo o mês de março, o Centro Cultural Justiça Federal (CCJF) terá a temática feminina como protagonista da programação. Realizada pelo 3º ano consecutivo, a Mostra Mulheres em Cena, foi criada a partir do compromisso do CCJF às questões atuais, em um contexto marcado por conquistas importantes das mulheres nas últimas décadas, mas sem esquecer das desigualdades persistentes e da violência de gênero — que segue produzindo consequências graves e inaceitáveis.</p>



<p class="has-text-align-center">A programação especial traz temas como memória, ancestralidade, denúncia, afeto e resistência, reunindo narrativas que partem da experiência vivida e das raízes culturais para pensar o presente. Nesse cenário, de acordo com Maria de Oliveira, diretora da Divisão de Cultura do CCJF, a cultura se afirma como um relevante espaço de elaboração e diálogo. &#8220;Ao reunir expressões artísticas diversas, a mostra propõe que celebrar as mulheres é também confrontar as estruturas que insistem em negá-las. É reconhecer a arte como um território de resistência e&nbsp; transformação, em que a experiência feminina não é reduzida, romantizada e muito menos silenciada&#8221;,&nbsp;ressalta Maria.</p>



<p class="has-text-align-center">A ideia é a de que o destaque a assuntos pertinentes à luta feminina a favor da igualdade de direitos não se limite ao calendário de efemérides. Para o CCJF, as reflexões, escutas e compromissos que a data convoca precisam se estender ao longo de todo o ano, como prática contínua de respeito e valorização da presença delas na cultura e na sociedade. &#8220;Por ser uma mostra exibida sempre no início do ano, ela serve também como um farol para outros eventos que falem sobre o universo feminino ao longo da programação anual, até mesmo em outras mostras como, por exemplo, LGBTQIAPN+ e Consciência Negra. Afinal de contas, a mulher é o início de tudo&#8221;, pontua Flávia Miranda, responsável pelo Setor de Artes Cênicas e AudioVisual do CCJF.</p>



<p class="has-text-align-center">Estreando a agenda de eventos que compõem a<strong> </strong><em>Mostra Mulheres em Cena</em>, o Cinema do CCJF exibe, no dia 3 de março, o documentário <em>Torre das Donzelas: Memórias e Resistências de Presas Políticas da Ditadura Militar</em>, que traz relatos de mulheres que foram detidas durante a ditadura militar no Presídio Tiradentes, em São Paulo. O evento será seguido de debate a respeito do tema com a diretora do filme, Susanna Lira e convidadas. No mesmo dia (em cartaz até dia 25 do mês, terças e quartas-feiras), estreia a peça teatral <em>Elas ganham voz</em>, com a artista Juliana Yurk, que rompe o silenciamento ancestral provocado pela cultura do estupro dando voz a relatos difíceis e constrangedores.</p>



<p class="has-text-align-center">No dia 5 de março, é a vez do show <em>Pena Que Voa &#8211; Tributo a Anastácia, Rainha do Forró </em>que celebra a obra da cantora e compositora Anastácia. O repertório mescla canções consagradas de Anastácia como &#8220;Eu Só Quero um Xodó&#8221; e &#8220;Tenho Sede&#8221; e obras menos conhecidas, como &#8220;Morrendo de Saudade&#8221;, adentrando com reverência o universo do forró, do xote, xaxado e baião. No teatro, o espetáculo <em>Cordélia Brasil </em>ocupa o palco do CCJF entre os dias 6 e 29 de março (sextas, sábados e domingos). A peça conta a história de Cordélia, uma mulher que vive em uma quitinete decadente no Rio de Janeiro e tenta resistir à miséria e ao marido inerte, vivendo uma jornada entre explosões de afeto e ironia até a chegada de um rapaz que transforma a rotina da casa. Dia 12 de março, a cantora e compositora Lienne apresenta show de lançamento do álbum <em>Guanabara São Francisco &#8211; vidas do rio à baía</em>. O trabalho, uma MPB forte e vibrante, é dedicado à memória de um cearense e ao legado de uma pernambucana.</p>



<p class="has-text-align-center">A programação dedicada à mulher segue com a oficina<em> O Resgate da essência feminina através de arquétipos mitológicos e a Literatura</em> que oferece, no dia 14 de março, uma oportunidade de autoconhecimento por meio dos mitos na literatura, trazendo à tona, no processo, a essência feminina. Nos dias 19 e 24 de março, respectivamente, mais duas potentes artistas sobem no palco do CCJF para apresentações musicais marcantes: Julie Wein, cantora, compositora e pianista, com o show <em>Infinitos Encontros</em>; tem no repertório músicas autorais e de compositores consagrados da MPB e a maestrina, flautista e pianista japonesa <em>Naomi Kumamoto e Orquestra de Flautas da Casa do Choro</em> com repertório composto por choros, tangos brasileiros, valsas e baião, de nomes como Pixinguinha, Tom Jobim, Altamiro Carrilho, Leandro Braga e outros.</p>



<p class="has-text-align-center">A <em>Roda de Conversa, Cordel, Literatura, Vozes: Pelo fim do feminicídio e de outras violências contra a mulher</em> marca presença no dia 25 de março, no Cinema do CCJF. Com mediação de Maria de Oliveira, diretora da Divisão de Cultura do CCJF, e convidadas especiais, o papo diferenciado — com a apresentação da cordelista Dalinha, que cantará seu último cordel, intitulado<em>Feminicídio</em> (que cita Angela Diniz, Dandara e outras vítimas menos conhecidas pela mídia) — traz relatos de experiências pessoais de quem passou por traumas ou que convive com outras mulheres que também sofreram abusos em suas mais variadas formas, muito além da violência física. No dia seguinte, 26, acontece o<em> Cineclube Leila Ribeiro: Cinema, Informação e Memória</em>, com a exibição do filme exibição do filme <em>O pacto de Adriana</em>, seguida de debate.</p>



<p class="has-text-align-center">Por fim, fechando com chave de ouro a agenda cultural em homenagem às mulheres, o público poderá conferir, também no dia 26, o show Cabocla A Força da Mulher, de Lizza Dias, no Teatro do CCJF, que homenageia a força feminina, com influências indígena, africana, cabocla e de ritmos regionais brasileiros. E, dia 28, o grupo vocal feminino Acorde Vocal com a apresentação de canções brasileiras de grandes compositores, como Tom Jobim, Caetano Veloso, Chico Buarque, Roberto Menescal, dentre outros.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>SERVIÇO</strong> Datas: durante o mês de março (agenda completa no <a href="https://ccjf.trf2.jus.br/programacao/mostra/mostra-mulheres-em-cena-2026" target="_blank" rel="noreferrer noopener">site do CCJF</a>) . Centro Cultural Justiça Federal Avenida Rio Branco, 241 – Centro • Rio de Janeiro (há possibilidade de entrada pela Rua México, 57)</p>
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		<title>Cinema de Alice Rohrwacher ganha mostra cinematografica</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Mar 2026 11:54:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
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		<category><![CDATA[Alice Rohrwacher]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A CAIXA Cultural Rio de Janeiro recebe, de 3 a 15 de março de 2026 (terça-feira a domingo), a mostra inédita O Encantamento no Cinema de Alice Rohrwacher, que apresenta a obra completa da cineasta italiana. Com curadoria de Raquel Gandra, a programação inclui seis longas-metragens, dois episódios de uma série, um média e oito curtas, além de [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">A CAIXA Cultural Rio de Janeiro recebe, de 3 a 15 de março de 2026 (terça-feira a domingo), a mostra inédita <em>O Encantamento no Cinema de Alice Rohrwacher</em>, que apresenta a obra completa da cineasta italiana. Com curadoria de Raquel Gandra, a programação inclui seis longas-metragens, dois episódios de uma série, um média e oito curtas, além de três clássicos do cinema italiano, que inspiraram a diretora, um curso, um debate e duas sessões comentadas. A mostra tem o patrocínio da CAIXA e do Governo Federal. Todas as atividades são gratuitas.</p>



<p class="has-text-align-center">Na semana do Dia Internacional da Mulher, a retrospectiva oferece ao público carioca a oportunidade de conhecer profundamente o trabalho desta importante e cultuada artista contemporânea, que faz parte de uma safra recente de um cinema europeu mais original e inventivo. Formada em literatura e filosofia na Universidade de Turim, AliceRohrwacher (Fiesole, Itália, 1981) é um dos nomes mais proeminentes do cinema atual, tendo sido reconhecida no Festival de Cannes com o Grande Prêmio do Júri (<em>As Maravilhas</em>,<em> </em>2014) e o Prêmio de Melhor Roteiro (<em>Feliz como Lázaro</em>, 2018).</p>



<p class="has-text-align-center">Além desses dois longas-metragens mais conhecidos, alguns dos destaques da mostra são a exibição no cinema de dois episódios da famosa série <em>A Amiga Genial</em> (<em>O Vazio</em> e <em>A Traição</em>), de 2020, dirigidos por Alice; o filme <em>A Quimera</em>(2023), que tem a atriz brasileira Carol Duarte no elenco; e três clássicos italianos que formaram a cineasta &#8211;<em>Comícios de amor</em> (1964), de Pier Paolo Pasolini, <em>A classe operária vai para o paraíso</em> (1971), de Elio Petri, e <em>A Lenda do Santo Beberrão </em>(1988), de Ermanno Olmi. Uma curiosidade da programação são os dois curtas-metragens, <em>Uma Alegoria Urbana</em> e <em>Omelia Contadina</em>, codirigidos pelo artista visual JR, que ficou bastante conhecido através do filme <em>Visages Villages</em>, da cineasta francesa Agnès Varda. </p>



<p class="has-text-align-center">O público adolescente poderá se identificar com títulos como&nbsp;<strong><em>Futura</em></strong>&nbsp;(2020) e&nbsp;<strong><em>Corpo Celeste</em>&nbsp;</strong>(2011), além de&nbsp;<em>As Maravilhas&nbsp;</em>e&nbsp;<em>Feliz como Lázaro</em><em>,&nbsp;</em>que apresentam protagonistas que estão passando por um período de transição, quase brutal, da infância ao amadurecimento. Eles mostram um tema recorrente na obra de Rohrwacher – a perda da inocência<em>.</em></p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;<em>Descobri o trabalho de&nbsp;</em><em>Alice<strong>&nbsp;</strong>Rohrwacher&nbsp;em 2018, quando assisti a&nbsp;Feliz como Lázaro&nbsp;pela primeira vez, e fiquei encantada. Sua sensibilidade e a perspicácia crítica de suas histórias, que entrelaçam habilmente realidade e fantasia por meio de uma abordagem lúdica, iluminam as contradições e complexidades do nosso tempo e de nossos relacionamentos. Admiro profundamente a forma como ela dá voz à rebeldia feminina e a relação de afeto, curiosidade e descoberta que estabelece com a luz e a imagem</em>&#8220;, comenta Raquel Gandra.</p>



<p class="has-text-align-center">A cinematografia da realizadora se destaca pelo seu universo delicado e onírico, mas não desprovido das impurezas humanas. Essa dualidade, tensionada por seus contrastes, transparece em outros elementos recorrentes em seus filmes, que navegam entre história e mito, bondade e maldade, rural e urbano, sempre através de uma abordagem poética e intimista.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Em termos técnicos, a diretora preza pelo uso de película e práticas analógicas, sendo a maioria de seus filmes realizados em 16 mm e 35 mm. Mas assim como a relação de suas histórias com o passado não está pautada pela nostalgia nem pela romantização, essa escolha também está a serviço de algo muito mais além do que um mero fetiche estético. Há uma lógica espaço-temporal da criação da imagem feita em película que organiza uma equipe em torno do set. Segunda a diretora:<em>&nbsp;&#8220;Como os recursos são limitados, você sabe o que precisa fazer e isso nos mantém alertas. O digital não tem surpresas, não há interpretação da imagem.&#8221;</em></p>



<p class="has-text-align-center"><strong><u>Atividades extras</u></strong> &#8211; A mostra promove diversas atividades que incentivam a formação de público. Para participar, basta retirar uma senha a partir de 30 minutos antes do evento. </p>



<p class="has-text-align-center">A curadora Raquel Gandra ministra um curso nos dias 4, 5 e 6/03 (quarta a sexta), às 13h30, abordando&nbsp;o contexto no qual Alice Rohrwacher se insere, suas referências e aspectos de sua cinematografia.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">No dia 7 de março (sábado), às 18h15, será realizado o debate &#8220;O Encantamento no Cinema de Alice Rohrwacher&#8221;, com a participação da curadora Raquel Gandra, da filósofa e artista Juliana Fausto e da cineasta Jô Serfaty, que fará um filme inspirado em <em>As Maravilhas</em>. O debate terá tradução para LIBRAS.</p>



<p class="has-text-align-center">Os filmes&nbsp;<em>A Quimera</em>&nbsp;e&nbsp;<em>Feliz como Lázaro</em>&nbsp;ganham comentários da cineasta&nbsp;Isabel Veiga e do&nbsp;educador e pesquisador&nbsp;Hernani Heffner,&nbsp;após as sessões das 14h30, dos dias 8 e 15 de março (domingos), respectivamente.</p>



<p class="has-text-align-center">A programação da mostra inclui também duas sessões inclusivas, com recursos de acessibilidade (legenda descritiva, audiodescrição e LIBRAS), do filme <em>Feliz como Lázaro</em>, nos dias 7 (sábado, 11h) e 11 (quarta, 17h20) de março.<strong><u>Serviço:</u></strong></p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Serviço: <strong>D</strong>e 3 a 15 de março de 2026 (terça-feira a domingo)</strong> / <strong>Local:</strong> CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Unidade Passeio <strong>Endereço:</strong> Rua do Passeio, 38 – Centro (Metrô e VLT: Cinelândia) /  <strong>Horários e Classificação Indicativa:</strong> Consultar a programação / <strong>Ingressos: </strong>Entrada gratuita com distribuição de senhas 30 min antes do início das sessões e das atividades extras  </p>
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		<title>Mostra Corpos em Revolta no Estação NET Rio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Feb 2026 11:34:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Mostras de Cinemas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Corpos que não cabiam na norma, desejos fora do roteiro social e um cinema feito à margem da indústria. É desse território estético e político que nasce a mostra Corpos em Revolta: O Underground na França e Alemanha (1970s–1980s), iniciativa do Goethe-Institut Rio de Janeiro e do Serviço de Cooperação e Ação Cultural do Consulado da França no Rio [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Corpos que não cabiam na norma, desejos fora do roteiro social e um cinema feito à margem da indústria. É desse território estético e político que nasce a mostra <em>Corpos em Revolta: O Underground na França e Alemanha (1970s–1980s)</em>, iniciativa do Goethe-Institut Rio de Janeiro e do Serviço de Cooperação e Ação Cultural do Consulado da França no Rio de Janeiro, no âmbito da cooperação franco-alemã Juntes na Cultura. A mostra acontece no Estação NET Rio, entre os dias 25 e 28 de fevereiro, com curadoria de Pedro Henrique Ferreira, professor de Cinema da PUC-Rio, redator da Revista Abismu e sócio-fundador da Dilúvio Produções.</p>



<p class="has-text-align-center">A programação reúne oito filmes franceses e alemães realizados entre as décadas de 1970 e 1980 que emergem do universo underground, low-budget artístico e experimental, frutos da efervescência política do pós-1968, do circuito da contracultura e de formas alternativas de produção e exibição. São obras que colocam em cena corpos dissidentes, não-hegemônicos e marginalizados, que resistem às normatizações impostas pela sociedade de consumo e pelas estruturas morais, sociais e políticas da Europa do pós-guerra e da Guerra Fria.</p>



<p class="has-text-align-center">Distantes da lógica comercial das grandes salas de cinema, esses filmes ajudaram a construir&nbsp;<strong>um contra-circuito cultural</strong>, artesanal e vanguardista, que questionava os próprios signos nacionais e os modelos dominantes de representação. A curadoria privilegia títulos menos canônicos, de realizadores que tangenciaram de forma periférica movimentos como a&nbsp;<strong>Nouvelle Vague</strong>&nbsp;e o&nbsp;<strong>Neuer Deutscher Film</strong>, chegaram tardiamente a eles ou seguiram trajetórias solitárias. As obras raramente exibidas em salas de cinema brasileiros dialogam de forma potente com debates do presente.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Amor, política e exaustão geracional no pós-68 francês</strong></p>



<p class="has-text-align-center">Entre os destaques está&nbsp;<strong><em>La maman et la putain</em></strong>&nbsp;(Jean Eustache, 1973), obra-chave do período pós-68 que revela o esgotamento político e emocional de uma geração a partir de um triângulo amoroso marcado por tensão, melancolia e provocação. Misturando observação documental, diálogos extensos e rigor formal, o filme expõe os atritos entre corpos, desejo, linguagem e papéis sociais, tornando-se um retrato raro das contraculturas que buscavam novas formas de expressão fora das estruturas estabelecidas.</p>



<p class="has-text-align-center">Do contexto francês, a mostra também apresenta <strong><em>Corps à cœur</em></strong> (Paul Vecchiali, 1979), drama lírico e trágico sobre o amor improvável entre um jovem mecânico e uma farmacêutica mais velha, e <strong><em>Simone Barbès ou la vertu</em></strong> (Marie-Claude Treilhou, 1980), pequena pérola feminista que acompanha o cotidiano de uma mulher que trabalha em um cinema pornô e enfrenta o assédio constante de homens, revelando as engrenagens de gênero e poder no espaço urbano. </p>



<p class="has-text-align-center">Além disso, a mostra inclui ainda <em>Cidade dos Piratas</em> (Raul Ruiz, 1983), uma das obras centrais do cineasta chileno radicado na França após o golpe de Pinochet. Com narrativa labiríntica, onírica e neo-barroca, o filme traduz a experiência fragmentária do exílio e da condição pós-moderna.</p>



<p class="has-text-align-center">No eixo alemão, destaca-se <em>In einem Jahr mit 13 Monden</em> (Rainer Werner Fassbinder, 1978), retrato pungente de uma mulher trans que enfrenta uma trajetória marcada por dor e exclusão, enquanto o filme revela os mecanismos sociais que marginalizam corpos dissidentes. Tragédia íntima, crítica social e radicalidade estética se combinam em uma das obras mais marcantes do cinema alemão.</p>



<p class="has-text-align-center"><em>Freak Orlando</em> (Ulrike Ottinger, 1981) mistura estética queer, teatro brechtiano, humor negro e crítica ao consumismo neoliberal ao acompanhar as múltiplas vidas de uma figura não-binária errante. Já <em>Taxi zum Klo</em> (Frank Ripploh, 1980) oferece um retrato transgressor e afável da comunidade gay na Alemanha do período, abordando solidão, voyeurismo e desejo em confronto com a sociedade normativa.</p>



<p class="has-text-align-center">A memória do nazismo e seus fantasmas emergem de forma radical em <em>Wundkanal</em> (Thomas Harlan, 1984), documentário híbrido que encena o sequestro de um ex-soldado nazista por militantes radicais. Misturando realidade, ficção e autobiografia, o diretor confronta sua própria herança como filho de um cineasta oficial do regime, produzindo uma obra perturbadora sobre memória, culpa e esquecimento. </p>



<p class="has-text-align-center">Além das exibições, o evento promove o debate <em>Corpos Dissidentes na Contracultura Pós-68: Pontes com o Presente</em>, sábado, dia 28 de fevereiro, com convidados, que contextualizarão a produção do período e discutirão como as noções de dissidência corporal, gênero, sexualidade e resistência cultural continuam a reverberar no presente.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>SERVIÇO</strong> De 25 a 28 de fevereiro <strong>Local:</strong> Estação NET Rio<br><strong>Endereço</strong>: R. Voluntários da Pátria, 35 &#8211; Botafogo, </p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Debate:</strong>&nbsp;<em>Corpos Dissidentes na Contracultura Pós-68: Pontes com o Presente</em><br><strong>Data e horário:</strong>&nbsp;28 de fevereiro, às 21h30</p>
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		<title>CCBB Rio realiza retrospectiva da cineasta Sarah Maldoror </title>
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		<pubDate>Tue, 17 Feb 2026 11:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Mostras de Cinemas]]></category>
		<category><![CDATA[CCBB Rio]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O CCBB RJ realiza a mostra O cinema anticolonial de Sarah Maldoror, maior retrospectiva já realizada no país sobre a obra e o legado da cineasta, pioneira na história dos cinemas africanos e dos cinemas de mulheres e uma das mais importantes divulgadoras do trabalho dos intelectuais da Négritude. Sarah Maldoror (1929-2020), cineasta francesa, filha de [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">O CCBB RJ realiza a mostra O cinema anticolonial de Sarah Maldoror, maior retrospectiva já realizada no país sobre a obra e o legado da cineasta, pioneira na história dos cinemas africanos e dos cinemas de mulheres e uma das mais importantes divulgadoras do trabalho dos intelectuais da Négritude.  </p>



<p class="has-text-align-center">Sarah Maldoror (1929-2020), cineasta francesa, filha de pai guadalupense, iniciou sua carreira dando visibilidade às lutas pela independência da África, especialmente próxima dos movimentos de libertação de Angola, da Guiné-Bissau e de Cabo Verde. Sua obra compreende mais de quarenta filmes, entre ficções e documentários, curtas e longas-metragens. Maldoror se destaca, ainda, por utilizar a poética cinematográfica para narrar histórias revolucionárias de um ponto de vista humano, salientando o papel central das mulheres nos processos de emancipação.</p>



<p class="has-text-align-center">Diferenciando-se de panoramas históricos anteriores, a mostra no CCBB RJ configura-se como a ocupação mais profunda e inédita da obra da cineasta no país, oferecendo ao público a oportunidade de mergulhar em uma filmografia que equilibra o rigor político com uma estética refinada, algo que a tornou referência para gerações de realizadores ao redor do mundo. A programação reúne 24 títulos – 14 de Sarah Maldoror e 10 de outros realizadores. Trata-se, também, da primeira exibição no Rio de Janeiro da versão restaurada de &#8220;Sambizanga&#8221; (1972), fruto de um trabalho que envolveu a Film Foundation e a Cinemateca de Bolonha, e da estreia mundial da versão restaurada de parte significativa da obra televisiva de Sarah Maldoror.</p>



<p class="has-text-align-center">A abertura se dará com a exibição de &#8220;Sambizanga&#8221;. Produzido em 1972 e premiado no Festival de Berlim, é o longa-metragem mais popular de Sarah Maldoror, onde acompanha um homem que é preso injustamente e torturado após ser suspeito de pertencer a um grupo revolucionário. Marcada para às 17h30, a sessão contará com a presença para diálogo com o público da pesquisadora e professora Janaína Oliveira e Henda Ducados, filha caçula da cineasta e autora de ensaios para o jornal feminista&nbsp;<em>Another Gaze</em>.</p>



<p class="has-text-align-center">Dentre as produções de outros realizadores, há desde filmes em que Maldoror trabalhou como assistente, como o célebre &#8220;A Batalha de Argel&#8221; (1966), de Gillo Pontecorvo, até obras como &#8220;Sem sol&#8221; (1982) e o episódio 7 da série &#8220;A herança da coruja&#8221; (1989), de Chris Marker, que contêm imagens filmadas por ela.&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Sarah Maldoror deixou mais de quarenta realizações, além de outros quarenta projetos inacabados. Jamais filmado, o roteiro de &#8220;As garotinhas e a morte&#8221; ganha uma leitura dramática no dia 1º de março, dirigida pela cineasta baiana Safira Moreira. Dela, a mostra O cinema anticolonial de Sarah Maldoror também exibe &#8220;Cais&#8221; (2025), seu primeiro longa-metragem. A intenção é  chamar atenção para paralelos entre o cinema de Sarah Maldoror e a obra de cineastas negras da América Latina. Além disso, a programação também contempla o curso dividido em duas partes Arquivos do cinema de mulheres, ministrado por Anita Leandro e Ana Paula Alves Ribeiro. As inscrições se darão por ordem de chegada.</p>



<p class="has-text-align-center">A mostra O cinema anticolonial de Sarah Maldoror tem curadoria de Lúcia Monteiro, Izabel de Fátima Cruz Melo e Letícia Santinon. &#8220;<em>Acreditamos muito no encontro dos filmes da Sarah Maldoror com o público do Rio de Janeiro. Há diversos paralelos entre as realidades africanas e afro-diaspóricas que ela filmou, na África, nas Antilhas e na Europa, e no Brasil&#8221;</em>, diz Lúcia Monteiro. </p>



<p class="has-text-align-center"><strong>SERVIÇO</strong><br>Mostra <strong>O cinema anticolonial de Sarah Maldoror</strong><br>Período: 19 de fevereiro a 16 de março de 2026<br>CCBB Rio de Janeiro &#8211; Cinema I (térreo)<br>Entrada Gratuita<br>Ingressos disponíveis a partir das 9h do dia de cada sessão/atividade na bilheteria física e no site do CCBB<br>Classificação indicativa: 14 anos</p>
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		<title>Mostra de cinema japonês apresenta três destaques contemporâneos no CCBB RJ</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Feb 2026 12:14:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Mostras de Cinemas]]></category>
		<category><![CDATA[CCBB]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Consulado Geral do Japão no Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Fundação Japão]]></category>
		<category><![CDATA[Mostra de Cinema Japonês]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Fundação Japão e o Consulado Geral do Japão no Rio de Janeiro, em parceria com o Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro, apresentam a Mostra de Cinema Japonês, uma seleção especial de três filmes contemporâneos que oferecem ao público um passeio pela produção cinematográfica recente do Japão. A mostra reúne obras lançadas entre 2021 [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">A Fundação Japão e o Consulado Geral do Japão no Rio de Janeiro, em parceria com o Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro, apresentam a Mostra de Cinema Japonês, uma seleção especial de três filmes contemporâneos que oferecem ao público um passeio pela produção cinematográfica recente do Japão. </p>



<p class="has-text-align-center">A mostra reúne obras lançadas entre 2021 e 2022, buscando aproximar o público brasileiro da riqueza estética e narrativa do cinema japonês atual, reforçando os laços culturais entre Japão e Brasil.</p>



<p class="has-text-align-center">As sessões serão realizadas no Centro Cultural Banco do Brasil – Rio de Janeiro (CCBB RJ) &#8211; CINEMA I, um dos principais espaços de difusão cultural do país, reafirmando o compromisso conjunto das instituições na promoção da arte e do intercâmbio cultural.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>SERVIÇO </strong>  De 11 a 13 de fevereiro de 2026 / Classificação indicativa: 12 anos / Ingressos disponíveis a partir das 9h do dia de cada sessão na bilheteria do CCBB ou pelo site <a href="http://bb.com.br/cultura">bb.com.br/cultura</a>. </p>
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		<title>&#8216;Os Melhores Filmes do ano 2025&#8217;, da ACCRJ, chega à Caixa Cultural RJ</title>
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		<pubDate>Sat, 31 Jan 2026 10:52:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Associação de Críticos de Cinema do Rio de Janeiro (ACCRJ) realiza, com produção da BLG Entretenimento, a partir de 3 de fevereiro, a tradicional Mostra Os Melhores Filmes do Ano, evento que há mais de duas décadas integra o calendário cultural da cidade e se consolidou como um dos principais espaços de reflexão, formação de público [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">A Associação de Críticos de Cinema do Rio de Janeiro (ACCRJ) realiza, com produção da BLG Entretenimento, a partir de 3 de fevereiro, a tradicional Mostra Os Melhores Filmes do Ano, evento que há mais de duas décadas integra o calendário cultural da cidade e se consolidou como um dos principais espaços de reflexão, formação de público e celebração da sétima arte no Brasil. O evento conta com patrocínio da CAIXA e do Governo Federal e acontece na CAIXA Cultural Rio de Janeiro pela primeira vez. </p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignright size-full is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="984" height="679" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/02/O-Ultimo-Azul-Distopia-com-Denise-Weinberg-e-Rodrigo-Santoro-dispara-em-prestigio-na-Berlinale-.avif" alt="O Último Azul" class="wp-image-186183" style="aspect-ratio:1.4492231233445292;width:518px;height:auto" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/02/O-Ultimo-Azul-Distopia-com-Denise-Weinberg-e-Rodrigo-Santoro-dispara-em-prestigio-na-Berlinale-.avif 984w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/02/O-Ultimo-Azul-Distopia-com-Denise-Weinberg-e-Rodrigo-Santoro-dispara-em-prestigio-na-Berlinale--300x207.avif 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/02/O-Ultimo-Azul-Distopia-com-Denise-Weinberg-e-Rodrigo-Santoro-dispara-em-prestigio-na-Berlinale--768x530.avif 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/02/O-Ultimo-Azul-Distopia-com-Denise-Weinberg-e-Rodrigo-Santoro-dispara-em-prestigio-na-Berlinale--609x420.avif 609w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/02/O-Ultimo-Azul-Distopia-com-Denise-Weinberg-e-Rodrigo-Santoro-dispara-em-prestigio-na-Berlinale--150x104.avif 150w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/02/O-Ultimo-Azul-Distopia-com-Denise-Weinberg-e-Rodrigo-Santoro-dispara-em-prestigio-na-Berlinale--218x150.avif 218w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/02/O-Ultimo-Azul-Distopia-com-Denise-Weinberg-e-Rodrigo-Santoro-dispara-em-prestigio-na-Berlinale--696x480.avif 696w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/02/O-Ultimo-Azul-Distopia-com-Denise-Weinberg-e-Rodrigo-Santoro-dispara-em-prestigio-na-Berlinale--100x70.avif 100w" sizes="(max-width: 984px) 100vw, 984px" /><figcaption class="wp-element-caption">O Último Azul está entre os filmes da mostra – Foto: Divulgação Mostra &#8220;Os Melhores Filmes do Ano 2025&#8221; pela Associação de Críticos de Cinema do Rio de Janeiro (ACCRJ)</figcaption></figure>
</div>


<p class="has-text-align-center">Ao longo de três semanas, o público terá a oportunidade de ver ou rever 17 produções cinematográficas que marcaram o ano de 2025, sendo 10 títulos eleitos democraticamente pelos críticos da ACCRJ e 7 filmes selecionados para homenagear personalidades fundamentais do cinema mundial falecidas em 2025. As sessões serão seguidas de bate-papos com críticos da Associação, promovendo uma experiência que vai além da exibição, com análise, contexto e debate qualificado.</p>



<p class="has-text-align-center">Além disso, a mostra presta homenagem a Cacá Diegues, David Lynch, Diane Keaton, Gene Hackman, Robert Redford e Silvio Tendler &#8211; com exibição de filmes. E a melhor iniciativa cinematográfica de 2025 ficou com a atual curadoria de cinema da TV Brasil, pelo destaque para a produção autoral brasileira.  </p>



<p class="has-text-align-center">Além das exibições, a programação conta com atividades formativas e gratuitas, como a mesa de debate &#8220;A Importância do Cinema nos Dias de Hoje&#8221;, no dia 3 de fevereiro, às 19h, reunindo o produtor Christian de Castro e a crítica Luciana Costa, com mediação de Mario Abbade, e um curso intensivo de crítica cinematográfica, ministrado pelo próprio Abbade, no dia 6 de fevereiro, às 13h30.</p>



<p class="has-text-align-center">A edição de 2026 também se destaca pelo compromisso com a acessibilidade cultural. Sete sessões contam com recursos como audiodescrição, legenda descritiva e Libras, disponíveis por meio do aplicativo MovieReading (IOS e Android), ampliando o acesso de pessoas com deficiência ao cinema de qualidade.</p>



<p class="has-text-align-center">Os ingressos para as sessões contam com preços populares e vendidos diretamente na bilheteria da CAIXA Cultural Rio de Janeiro. Os debates, cursso e bate-papos têm entrada gratuita, mediante retirada de ingresso. (De 14 a 17 de fevereiro não haverá sessões, devido ao carnaval).</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Serviço</strong>: De 3 a 22 de fevereiro (De 14 a 17 de fevereiro não haverá sessões, devido ao carnaval) / <strong>CAIXA Cultural Rio de Janeiro &#8211; Unidade Passeio</strong> / Rua do Passeio, 38 &#8211; Centro / Programação: <a href="https://click.cse360.com.br/Click/AddCampaignEmailClick/d3ba7093-e224-47b3-79c6-08de5998ed95/https%253a%252f%252fwww.caixacultural.gov.br%252fPaginas%252fRiodeJaneiro.aspx/de70e4b9-cce2-46fe-a0f3-633d4e3b7685/contato@rotacult.com.br/True" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.caixacultural.gov.br/Paginas/RiodeJaneiro.aspx</a><br><br></p>
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		<title>Sesc Tijuca promove mostra de filmes em homenagem aos 60 anos de Peréio no cinema</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Jan 2026 16:17:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Sesc Tijuca, na Zona Norte do Rio, realiza entre 21 de janeiro e 11 de fevereiro de 2026 a Mostra de Filmes &#8220;Me Amem Menos!&#8221; – 60 anos de Peréio no cinema, com entrada gratuita e classificação indicativa de 16 anos. A iniciativa, promovida pelo Sesc RJ, apresenta uma seleção de longas-metragens que marcaram [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">O Sesc Tijuca, na Zona Norte do Rio, realiza entre 21 de janeiro e 11 de fevereiro de 2026 a Mostra de Filmes &#8220;Me Amem Menos!&#8221; – 60 anos de Peréio no cinema, com entrada gratuita e classificação indicativa de 16 anos. A iniciativa, promovida pelo Sesc RJ, apresenta uma seleção de longas-metragens que marcaram a carreira do ator e integra a programação da exposição &#8220;Peréio&#8221;, em cartaz na Galeria de Artes da unidade. A mostra acontece no Cine Teatro do Sesc Tijuca e tem como objetivo ampliar o acesso do público à produção cinematográfica brasileira a partir da obra do artista.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;Esta mostra é uma oportunidade de revisitar o cinema brasileiro a partir da trajetória do meu pai, destacando a diversidade de personagens e contextos que ele atravessou ao longo de seis décadas. Mais do que uma homenagem, é um convite ao público para conhecer ou reencontrar essas obras. Cada sessão propõe um olhar sobre a história do cinema e sobre o tempo em que esses filmes foram realizados&#8221;, explica Lara Velho, filha e curadora das exibições.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>SESSÕES</strong>&nbsp;&#8211; A programação tem início no dia 21 de janeiro, com sessões às 17h de &#8220;Mi Guenos Aires Querido&#8221; e &#8220;Peréio, Eu Te Odeio&#8221;, e às 19h de &#8220;Bang Bang&#8221;. No dia 28 de janeiro, serão exibidos &#8220;Vai Trabalhar Vagabundo&#8221;!, às 17h, e &#8220;Eu Te Amo&#8221;, às 19h. Já no dia 4 de fevereiro, o público poderá assistir a &#8220;10 Centavos para o Número da Besta&#8221;, às 17h, e &#8220;Bar Esperança&#8221;, às 19h. O encerramento ocorre no dia 11 de fevereiro, com a realização de uma mesa de debate às 17h, seguida, às 19h, das exibições de &#8220;Mi Guenos Aires Querido&#8221; e &#8220;Peréio, Eu Te Odeio&#8221;.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>EXPOSIÇÃO</strong>&nbsp;&#8211; A exposição &#8220;Peréio – Semana que vem eu me organizo&#8221; apresenta para além de recortes da trajetória do ator no cinema, no teatro e na televisão, mas para a vida pessoal do artista em seu apartamento em São Paulo. Pela primeira vez, os filhos Lara, João e Thomaz Velho, apresentam um acervo inédito de texto e desenhos de Peréio.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">A visitação segue aberta até 22 de fevereiro, com entrada gratuita e classificação livre.</p>
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		<title>Mostra Todd Haynes ocupará o CCBB com 23 filmes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Jan 2026 11:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O que se esconde por trás das aparências? Que desejos, conflitos e tensões habitam as superfícies aparentemente estáveis da vida cotidiana? Essas são algumas das perguntas que atravessam a obra do cineasta estadunidense Todd Haynes e que guiam a Mostra Todd Haynes. Com curadoria de Carol Almeida e Camila Macedo e idealização, coordenação geral e produção [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">O que se esconde por trás das aparências? Que desejos, conflitos e tensões habitam as superfícies aparentemente estáveis da vida cotidiana? Essas são algumas das perguntas que atravessam a obra do cineasta estadunidense Todd Haynes e que guiam a Mostra Todd Haynes. Com curadoria de Carol Almeida e Camila Macedo e idealização, coordenação geral e produção executiva de Hans Spelzon, a mostra entra em cartaz no Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro, de 14 de janeiro a 9 de fevereiro, com entrada gratuita.</p>



<p class="has-text-align-center">A mostra apresentará 23 filmes no total, sendo 13 dirigidos por Haynes e 10 de outros realizadores em diálogo com sua obra, além de mesas de debate, sessões comentadas, ações de acessibilidade, um curso em dois encontros e o lançamento de um catálogo que reúne textos de pesquisadoras e pesquisadores brasileiros, incluindo uma tradução de um artigo de Mary Ann Doane (referência dos estudos fílmicos feministas), além de ficha técnica das obras, uma verdadeira fortuna crítica inédita sobre Haynes no Brasil. O catálogo será disponibilizado em versões impressa e digital.</p>



<p class="has-text-align-center">A programação da Mostra Todd Haynes se expande para duas mesas de debate, diversas sessões comentadas e um curso, reunindo pesquisadoras e pesquisadores, críticos e realizadores para aprofundar reflexões sobre cinema&nbsp;<em>queer</em>, melodrama, representação feminina e linguagem audiovisual.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">A mesa &#8220;Donas de casa encarceradas nas estratégias melodramáticas de Todd Haynes&#8221; será realizada no dia 22 de janeiro (quinta-feira), às 18h30, lançando um olhar atento sobre a recorrência e a reinvenção das figuras femininas e da domesticidade em sua filmografia. O debate contará com a presença de Francine Barbosa, roteirista; e de Dri Azevedo, pesquisadore.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;<em>A ideia dessas atividades é criar um espaço de escuta e de troca, em que a obra de Haynes possa ser pensada não como um monumento, mas como um cinema vivo, em diálogo com questões urgentes do presente e com outras formas de fazer e pensar o audiovisual</em>&#8220;, afirma Carol Almeida.</p>



<p class="has-text-align-center">Já a mesa &#8220;O legado de Todd Haynes para os novíssimos cinemas queer&#8221;, que acontece no dia 31 de janeiro (sábado), às 16h45, propõe discutir as reverberações de sua obra em uma nova geração de cineastas e práticas contemporâneas, com a participação de Vinicios Ribeiro e Jocimar Dias Jr.</p>



<p class="has-text-align-center">Além disso, também haverá sessões comentadas, atividades de caráter mais intimista que propõem um bate-papo com o público, compartilhando leituras, contextos e reflexões a partir da obra exibida. Entre os convidados, estão <strong>Mariana Baltar</strong> (&#8220;Longe do Paraíso&#8221;, na abertura, dia 14 de janeiro, às 18h15), <strong>D</strong>enilson Lopes (&#8220;Velvet Goldmine&#8221;, dia 17 de janeiro, às 15h30), Daniel Nolasco (que apresentará &#8220;Vento Seco&#8221;, dia 17 de janeiro, às 18h45, além de comentar &#8220;O Suicídio&#8221;, &#8220;Assassinos: Um Filme sobre Rimbaud&#8221; e &#8220;Pegg e Fred no Inferno&#8221; dia 8 de fevereiro, às 17h), João Luiz Vieira (&#8220;Canção de Amor&#8221; e &#8220;Veneno&#8221;, dia 23 de janeiro, às 17h30), Carol Almeida (os filmes &#8220;Jollies&#8221;, &#8220;Dottie Leva Palmadas&#8221; e &#8220;Primavera&#8221;, dia 31 de janeiro, às 18h30) e Kariny Martins (&#8220;Segredos de Um Escândalo&#8221;, dia 7 de fevereiro, às 17h).</p>



<p class="has-text-align-center">A proposta formativa da mostra inclui ainda o curso &#8220;Uma leitura da in/visibilidade lésbica a partir de Carol, de Todd Haynes&#8221;, realizado em dois encontros, nos dias 7 e 8 de fevereiro (sábado e domingo), às 10h, que parte de um dos filmes mais emblemáticos do cineasta para pensar os códigos do cinema hollywoodiano e os processos de in/visibilidade lésbica na história do cinema narrativo, ampliando o diálogo entre a obra de Haynes, a crítica feminista e o cinema brasileiro contemporâneo. O curso será ministrado por Alessandra Brandão e Ramayana Lira.</p>



<p class="has-text-align-center">Ao longo de quase cinco décadas de carreira, Haynes consolidou-se como um dos nomes centrais do cinema independente contemporâneo, um dos pioneiros do New Queer Cinema e referência na reinvenção do melodrama, do musical/POP e das narrativas centradas em personagens femininas. </p>



<p class="has-text-align-center">Vencedor de importantes prêmios internacionais, como o Grande Prêmio do Júri em Sundance (1991), o Teddy Award em Berlim (1991), o Grande Prêmio do Júri em Veneza (2007) e a Palma Queer em Cannes (2015), Todd Haynes também foi indicado ao Oscar pelo roteiro de &#8220;Longe do Paraíso&#8221; (2002). Seu maior sucesso comercial, &#8220;Carol&#8221; (2015), recebeu seis indicações ao Oscar e se tornou um marco do cinema contemporâneo.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>SERVIÇO:</strong> De 14 de janeiro de 2026 a 9 de fevereiro de 2026 / Ingressos disponíveis a partir das 9h do dia da sessão/atividade na bilheteria física ou site do CCBB &#8211; <a href="http://bb.com.br/cultura" target="_blank" rel="noreferrer noopener">bb.com.br/cultura</a>  </p>
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