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	<title>Mostras de Cinemas - Rota Cult</title>
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	<description>Aqui você encontra dicas culturais na cidade do Rio de Janeiro!</description>
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	<title>Mostras de Cinemas - Rota Cult</title>
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		<title>Mostra Terrível 5 no Estação Claro Rio e no Estação Claro Gávea</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Oct 2026 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Mostras de Cinemas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com mais de 30 obras-primas, a &#8220;Terrível 5&#8221; é a continuação da Mostra Terrível do circuito Estação Claro. Sucesso em todas suas edições, com inúmeras sessões lotadas de gente entusiasta do que de melhor os cinemas de terror, horror, suspense, ficção científica e fantasia podem oferecer às mais novas e velhas gerações cinéfilas cariocas. A [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Com mais de 30 obras-primas, a &#8220;Terrível 5&#8221; é a continuação da Mostra Terrível do circuito Estação Claro. Sucesso em todas suas edições, com inúmeras sessões lotadas de gente entusiasta do que de melhor os cinemas de terror, horror, suspense, ficção científica e fantasia podem oferecer às mais novas e velhas gerações cinéfilas cariocas. A mostra acontece de 21 de outubro a 4 de novembro.</p>



<p class="has-text-align-center">&nbsp;Em 2026, o Grupo Estação continua a apresentar e reapresentar ao nosso público as mais diferentes filmografias ao redor do mundo e do tempo que alarmaram, amedrontaram, assustaram, chocaram, enervaram, espantaram, horrorizaram e aterrorizaram as audiências de cinema ao longo dos anos.</p>



<p class="has-text-align-center"> Os ingressos estão disponíveis nas bilheterias dos cinemas e na @ingressocom.  </p>
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		<title>Mostra Petrobras de Cinema Brasileiro no MAM</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Oct 2026 13:39:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Mostras de Cinemas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Desde sua primeira edição, a Mostra Petrobras de Cinema Brasileiro busca reafirmar uma concepção ampla do patrimônio cinematográfico e audiovisual olhando para diferentes épocas, territórios, suportes, formatos, durações e sistemas de produção, preservação e circulação das imagens. Aliás, a mostra se inscreve também nas celebrações do Dia Mundial do Patrimônio Audiovisual, comemorado internacionalmente no dia 27 de outubro desde sua [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Desde sua primeira edição, a Mostra Petrobras de Cinema Brasileiro busca reafirmar uma concepção ampla do patrimônio cinematográfico e audiovisual olhando para diferentes épocas, territórios, suportes, formatos, durações e sistemas de produção, preservação e circulação das imagens. Aliás, a mostra se inscreve também nas celebrações do Dia Mundial do Patrimônio Audiovisual, comemorado internacionalmente no dia 27 de outubro desde sua instituição pela UNESCO em 2005.</p>



<p class="has-text-align-center">Neste ano, a mostra volta seu olhar para a matéria das imagens e suas existências no tempo. Películas preservadas, cópias produzidas para exibição contemporânea, filmes digitalizados e obras restauradas compõem uma programação que propõe pensar preservação e difusão como duas faces de um mesmo processo. A construção de uma memória cinematográfica é possível graças à preservação de seus diferentes suportes, mas também por sua atualização nos encontros com novos públicos.</p>



<p class="has-text-align-center">A programação tem início com a exibição de <em>Os irmãos Segreto</em>, coprodução Brasil-Itália dirigida por Michele Manzolini e Federico Ferrone. A obra revisita, de forma poética, os primeiros momentos da atividade cinematográfica no Brasil a partir da trajetória dos pioneiros do cinema no Brasil: Pasquale, Gaetano e Alfonso Segreto. Em seguida, será exibido um dos maiores sucessos de público da história do cinema brasileiro, que em 2026 completa 80 anos de sua realização: <em>O ébrio</em>, de Gilda Abreu. O filme será apresentado em versão recentemente restaurada pela Cinédia e terá a parceria com o coletivo Quase Catálogo Cineclube, dedicado à distribuição e ao debate de filmes dirigidos por mulheres. </p>



<p class="has-text-align-center">Em outro movimento, apresentaremos em 35mm o premiado&nbsp;<em>O agente secreto</em>, de Kleber Mendonça Filho. A exibição em suporte fotoquímico aproxima uma produção contemporânea de questões centrais à mostra, ao recolocar a película no presente e propor uma reflexão sobre sua preservação, permanência e circulação.</p>



<p class="has-text-align-center">A mostra marca também os 90 anos de nascimento e 10 anos de falecimento do diretor de fotografia Dib Lutfi, figura incontornável do cinema brasileiro moderno. Será exibida uma versão digital produzida pela Central Técnica da Cinemateca do MAM do filme&nbsp;<em>A lira do delírio</em>, de Walter Lima Jr. A homenagem se completa com uma mesa redonda e complementada com conversa com a participação do pesquisador Michel Schettert e da designer Marina Lutfi, sobrinha de Dib.</p>



<p class="has-text-align-center">O cinema amador ocupa um espaço de destaque nesta edição. Filmes criados para o Festival de Cinema Amador JB-Mesbla, realizado no Rio de Janeiro em meados da década de 1960 e início dos anos de 1970, retornam à tela após processos de digitalização realizados pela Cinemateca. Produzidos em pequenos formatos e fora dos circuitos profissionais estabelecidos, esses trabalhos testemunham práticas de experimentação, formação e sociabilidade que desempenharam papel importante na renovação do cinema brasileiro moderno.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">O Festival de Cinema Amador JB-Mesbla exibiu os primeiros curtas metragens de cineastas que marcaram a história do cinema brasileiro, tais como Rogério Sganzerla, Andrea Tonacci, Neville D&#8217;Almeida. Serão apresentados uma seleção de filmes do acervo da Cinemateca do MAM digitalizados especialmente para a mostra. A sessão será&nbsp;&nbsp;acompanhada de uma conversa sobre os processos de digitalização dos materiais, e será precedida de um um minicurso sobre o cinema amador no Brasil e a história do Festival de Cinema Amador JB/Mesbla ministrado pela pesquisadora e professora da Universidade do Distrito federal, Lila Foster.</p>



<p class="has-text-align-center">Por im, encerrando a programação, apresentaremos em 35mm o monumental <em>A idade da terra</em>, último filme de Glauber Rocha. Fragmentário e alegórico, o filme articula política, religião e história em uma reflexão sobre o Brasil e o chamado Terceiro Mundo. A projeção em película reforça uma questão central da mostra: a preservação não diz respeito apenas às imagens e aos sons, mas também aos suportes e modos de exibição que constituem a experiência histórica e estética de uma obra.</p>



<p class="has-text-align-center">SERVIÇO: programação: <a href="https://mam.rio/cinemateca/4-mostra-petrobras-de-cinema-brasileiro-materias-da-memoria/">https://mam.rio/materias-da-memoria/</a> <strong><br>Ingressos: </strong><a href="https://www.mam.rio/ingressos">https://www.mam.rio/ingressos</a><strong><br>Entrada gratuita para todos os públicos<br><br>Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro<br></strong>End: Av. Infante Dom Henrique, 85<br>amAterro do Flamengo </p>
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		<title>6a Mostra do Filme Marginal acontece em diferentes salas da cidade</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Oct 2026 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Mostras de Cinemas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>De 15 a 24 de outubro, o Rio de Janeiro recebe a 6a Mostra do Filme Marginal, que, nessa edição, propõe um olhar sobre as urgências e os desafios ambientais por meio do cinema. Com o tema “Cinema e Emergência Ambiental: Imagens de um Futuro Possível”, a mostra reúne 123 filmes nacionais e internacionais, com exibições [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">De 15 a 24 de outubro, o Rio de Janeiro recebe a 6a Mostra do Filme Marginal, que, nessa edição, propõe um olhar sobre as urgências e os desafios ambientais por meio do cinema. Com o tema “Cinema e Emergência Ambiental: Imagens de um Futuro Possível”, a mostra reúne 123 filmes nacionais e internacionais, com exibições gratuitas em diferentes pontos da cidade.</p>



<p class="has-text-align-center">Entre longas, médias e curtas-metragens, o público terá acesso a produções independentes das cinco regiões do país, dos mais variados gêneros e linguagens: ficção, documentário, cinema experimental, ficção científica, animação, realismo fantástico e terror. A programação inclui ainda debates, encontros e bate-papos com realizadores. Toda a programação é gratuita.</p>



<p class="has-text-align-center">Para essa edição da mostra foram selecionados filmes que trazem reflexões sobre a crise climática e seus impactos sociais, culturais e políticos. Temas como aquecimento global, racismo ambiental, direito à terra, moradia, direitos indígenas, feminismo e diversidade sexual atravessam a programação, colocando em diálogo diferentes territórios, experiências e formas de imaginar o futuro.</p>



<p class="has-text-align-center">Há produções de todas as regiões do país, com destaque para os estados do Rio de Janeiro, que entra com 20 filmes; São Paulo, com 18; Rio Grande do Norte, com 10; e Pernambuco e Bahia, com oito cada um. Minas Gerais aparece com seis filmes na programação; Santa Catarina, Paraná e Mato Grosso, com quatro cada; Amazonas, Espírito Santo, Goiás e Rondônia, três cada; Distrito Federal, Pará, Piauí, Rio Grande do Sul, Sergipe e Tocantins, dois cada; Ceará, Mato Grosso do Sul e Paraíba, com um cada. Há também produções feitas em parceria por estados diferentes, como uma de Rio de Janeiro e São Paulo; uma de Goiás e Distrito Federal, e outra unindo Minas Gerais, Rio de Janeiro, Goiás e Pará.</p>



<p class="has-text-align-center">O Cinema Nosso, na Lapa, será o principal ponto de encontro da mostra, que também ocupa diferentes espaços da cidade, como a Arena Dicró, na Penha Circular; o Galpão Bela Maré, na Maré; as Casas Casadas, em Laranjeiras; a Casa Marx, na Lapa; Cinema de Garagem, em Anchieta, Escola Clóvis Monteiro, em Manguinhos; MUCA, na Lapa; a Sala Glauber Rocha, do Museu da Imagem e do Som, na Pça XV; o IFCS /UFRJ, no Centro; o INES, em Laranjeiras; e a Sala Mário Tavares, do Theatro Municipal, no Centro. Muitas sessões incluem recursos de acessibilidade, seja legenda descritiva, audiodescrição, legenda em português ou libras.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>SERVIÇO</strong> 6<sup>a</sup> Mostra do Filme Marginal<br>Tema: Cinema e Emergência Ambiental: Imagens de um Futuro Possível<br>Data: de 15 a 24 de outubro de 2026<br>Local: cidade do Rio de Janeiro (diversos locais, conforme programação)<br>Entrada franca<br>Programação: h<a href="ttps://mostradofilmemarginal.com/programacao-2025/">ttps://mostradofilmemarginal.com/programacao-2025/</a><br>Site: https://mostradofilmemarginal.com/</p>
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		<title>Curta na Praça em Vila Isabel</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Oct 2026 15:39:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Mostras de Cinemas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>E se o cinema pudesse chegar até onde as crianças estão, em vez de esperar que elas fossem até uma sala de exibição? É a partir dessa ideia que o Curta na Praça (edição Municípios) realiza uma nova edição, desta vez em Vila Isabel, nos dias 9 e 10 de outubro, levando gratuitamente ao bairro uma seleção de [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">E se o cinema pudesse chegar até onde as crianças estão, em vez de esperar que elas fossem até uma sala de exibição? É a partir dessa ideia que o Curta na Praça (edição Municípios) realiza uma nova edição, desta vez em Vila Isabel, nos dias 9 e 10 de outubro, levando gratuitamente ao bairro uma seleção de 16 curtas-metragens de ficção e animação. A proposta é simples na forma e potente na experiência de aproximar o público infanto-juvenil do cinema nacional e transformar um espaço de convivência em ponto de encontro com histórias produzidas em diferentes regiões do país.</p>



<p class="has-text-align-center">O Curta na Praça leva 16 curtas-metragens brasileiros de ficção e animação à Vila Isabel, nesta sexta e sábado, com sessões gratuitas às 18h30 e 20h. A mostra infanto-juvenil aborda temas como bullying, racismo, capacitismo e emergência climática, aproximando crianças e adolescentes do cinema nacional. A programação inclui pipoca, refrigerante e quiz após as sessões.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>SERVIÇO</strong> <strong>Curta na Praça – Mostra de Cinema Infanto-Juvenil<br>Dias:</strong> 9 e 10 de outubro de 2026<br><strong>Local:</strong> Ciep Presidente Salvador Allende &#8211; R. Armando de Albuquerque, s/n &#8211; Vila Isabel -RJ (área externa)<br> </p>
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		<item>
		<title>CAIXA Cultural Rio de Janeiro recebe grande retrospectiva gratuita da obra de Ruy Guerra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Sep 2026 12:19:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Mostras de Cinemas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Poucos cineastas atravessaram tantas décadas da história brasileira com uma obra tão ligada às transformações políticas, sociais e culturais do país quanto Ruy Guerra. Aos 95 anos, o diretor, roteirista, dramaturgo, poeta e compositor ganha uma ampla retrospectiva na CAIXA Cultural Rio de Janeiro, que reúne 17 longas-metragens dirigidos por ele e dois documentários sobre sua vida [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">Poucos cineastas atravessaram tantas décadas da história brasileira com uma obra tão ligada às transformações políticas, sociais e culturais do país quanto Ruy Guerra. Aos 95 anos, o diretor, roteirista, dramaturgo, poeta e compositor ganha uma ampla retrospectiva na CAIXA Cultural Rio de Janeiro, que reúne 17 longas-metragens dirigidos por ele e dois documentários sobre sua vida e obra. A mostra Retrospectiva Ruy Guerra – Uma vida de cinema será realizada entre os dias 29 de setembro e 16 de outubro, com entrada gratuita. Não haverá sessões às segundas-feiras nem no dia 9 de outubro.</p>



<p class="has-text-align-center">A programação permite percorrer quase sete décadas de cinema, desde&nbsp;<em>Os Cafajestes</em>&nbsp;(1962), primeiro longa-metragem de Ruy, até&nbsp;<em>A Fúria</em>&nbsp;(2024), seu trabalho mais recente. O filme encerra a chamada Trilogia dos Fuzis, iniciada com&nbsp;<em>Os Fuzis</em>&nbsp;(1964) e continuada por&nbsp;<em>A Queda</em>&nbsp;(1978), três obras realizadas ao longo de seis décadas e ligadas pela presença de um mesmo personagem.</p>



<p class="has-text-align-center">Entre as raridades da retrospectiva está&nbsp;<em>Ternos Caçadores</em>&nbsp;(1969), produção francesa que permaneceu durante décadas praticamente inacessível ao público brasileiro. O filme volta às telas em uma versão restaurada em 4K, resultado de um trabalho de recuperação que devolve à circulação uma das obras menos vistas da filmografia do cineasta. A programação inclui ainda os documentários&nbsp;<em>O Homem que Matou John Wayne</em>&nbsp;(2015), de Bruno Laet e Diogo Oliveira, e&nbsp;<em>Tempo Ruy</em>&nbsp;(2021), de Adilson Mendes.</p>



<p class="has-text-align-center">Nascido em Moçambique, durante o período colonial português, Ruy Guerra estudou cinema em Paris no período de surgimento da Nouvelle Vague e chegou ao Brasil em 1958. Poucos anos depois, tornou-se um dos nomes centrais do Cinema Novo, ao lado de realizadores como Glauber Rocha (1939-1981) e Cacá Diegues (1940-2025). A sua filmografia é marcada pela experimentação estética, pelo olhar político e por um diálogo permanente com outras linguagens artísticas.</p>



<p class="has-text-align-center">A programação terá ainda uma&nbsp;<em>Masterclass</em>&nbsp;com o próprio Ruy Guerra, dedicada à construção artística e política da Trilogia dos Fuzis, formada por&nbsp;<em>Os Fuzis</em>,&nbsp;<em>A Queda</em>&nbsp;e&nbsp;<em>A Fúria</em>. Será no sábado, dia 3 de outubro, às 18h, com retirada de senha meia hora antes, na bilheteria da CAIXA.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>SERVIÇO</strong>: 29 de setembro a 16 de outubro de 2026 / <strong>Não haverá sessões:</strong> segundas-feiras e 9 de outubro</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Onde:</strong>&nbsp;CAIXA Cultural Rio de Janeiro —&nbsp;Rua do Passeio, 38, no Centro do Rio</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Ingressos:</strong>&nbsp;Gratuitos, a serem retirados meia hora antes de cada sessão na bilheteria da CAIXA</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Classificação:</strong> A partir dos 18 anos </p>
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		<title>4ª edição do Cine Favela LGBTQIAPN+ exibirá 24 filmes de diferentes gêneros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Sep 2026 13:24:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Mostras de Cinemas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O cinema periférico ganhará espaço no Rio de Janeiro na 4ª edição do Cine Favela LGBTQIAPN+. De 23 a 27 de setembro de 2026, a Quadra do Alto, no Vidigal, receberá a exibição de 24 filmes de diferentes gêneros, linguagens e perspectivas da produção audiovisual favelada e queer. Além da mostra competitiva, o festival vai servir cultura com uma [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">O cinema periférico ganhará espaço no Rio de Janeiro na 4ª edição do Cine Favela LGBTQIAPN+. De 23 a 27 de setembro de 2026, a Quadra do Alto, no Vidigal, receberá a exibição de 24 filmes de diferentes gêneros, linguagens e perspectivas da produção audiovisual favelada e queer. Além da mostra competitiva, o festival vai servir cultura com uma programação especial nas cerimônias de abertura e encerramento. Formações nos dias 14, 15, 16 e 17 de setembro também garantem profissionalização a estudantes e pessoas interessadas no mercado do audiovisual. Todas as atividades são gratuitas, é preciso retirar ingressos previamente no Sympla. O festival é realizado pela Dualto Produções e apresentado pelo Ministério da Cultura e Petrobras, por meio da Lei Rouanet. Nesta edição, a iniciativa conta com o apoio do Nós do Morro e do Coletivo Papo de Laje.</p>



<p class="has-text-align-center">Os filmes selecionados concorrem em diferentes categorias, que reconhecem aspectos artísticos, técnicos e relacionados ao território e à cultura LGBTQIAPN+: Melhor Filme pelo Júri Popular, Melhor Filme pela Curadoria Oficial, Melhor Direção, Menção Honrosa, Melhor Filme De Cria, Melhor Filme Cunty, Melhor Filme de Afeto e Prêmio Petrobras – Energia que impulsiona na tela.<br><br>Nesta edição, o festival também prevê o Prêmio TV Globo &#8211; Melhor Filme, com premiação de R$5 mil para dois filmes e exibição dos curtas na programação da Globo RJ. Já o Sesc realizará uma curadoria interna para a entrega de dois prêmios: Prêmio SescTV – Melhor Direção e Prêmio SescTV – Melhor Filme, com R$5 mil para cada um dos filmes selecionados. </p>



<p class="has-text-align-center">As exibições acontecem em seis sessões, entre os dias 24 e 26 de setembro, sempre às 18h30 e às 20h. Ao todo, 25 curtas desfilam gêneros e formas: ficção, documentário, experimental, comédia, ficção científica, todos atravessados por corpos dissidentes, afetos, memória, identidade, racismo, envelhecimento, sexualidade e pertencimento. As sessões também contam com recursos de acessibilidade, como LSE, audiodescrição e Libras, porque cinema de favela é para todo mundo ver.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;<em>A proposta é fortalecer a comunidade LGBTQIAPN+ do audiovisual em seu todo, desde a idealização até a produção e a criação. Ter um festival com esse recorte é possibilitar que os realizadores falem em primeira pessoa</em>&#8220;, diz Karen Antunes, produtora audiovisual nascida e criada no Vidigal e idealizadora do Cine Favela LGBTQIAPN+.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">A abertura, no dia 23 de setembro, começa às 19h e contará com a exibição do filme &#8220;Salão de Baile: This is Ballroom&#8221;, de Juru e Vitã. Em seguida, uma apresentação de passinho vai animar a noite, que conta com apresentação de Dandara e Kley. Já no encerramento, no dia 27, é hora de servir e brilhar: a The Reflection Kiki Ball &#8211; Brilhar e Se Espelhar promete ferver a pista e celebrar a cultura<em> Ballroom</em> em categorias como Face MF/FF, Runway OTA, Vogue OTA, Dance Off e Cine Look, com troféus e premiação em dinheiro para quem arrasar na passarela. No júri, grandes nomes da cena: Andrômeda Costa Azzurra, Makayla Imperio e Ciara Lafond. <strong><br></strong></p>



<p class="has-text-align-center">Além das exibições, este ano, o festival amplia a sua atuação com as oficinas Petrobras de Cria – O Corpo Favelado LGBTQIAPN+ no Audiovisual. Durante os encontros, serão abordados aspectos da produção audiovisual, além de temas relacionados ao território. O resultado será um filme produzido coletivamente pelos participantes.<br><br>No Vidigal, as atividades acontecem nos dias 14 e 15 de setembro, das 17h às 20h, no Casarão do Nós do Morro, e são voltadas a jovens e adultos interessados no setor. Já na Maré, as oficinas acontecem nos dias 16 e 17 de setembro, das 14h às 17h, no Espaço Multilinguagem Papo de Laje, com foco em crianças e adolescentes. Os curtas produzidos durante as oficinas serão exibidos na cerimônia de encerramento, no dia 27 de setembro, antes da entrega dos prêmios.<br><br>Ambas as turmas são ministradas por Rick Xavier e Iná Farias. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo formulário: <a href="https://forms.gle/gKVFXbBWu7MAQfom6" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://forms.gle/gKVFXbBWu7MAQfom6</a> </p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;Em sua quarta edição, o Cine Favela LGBTQIAPN+ representa uma realização coletiva da comunidade que vem se firmando no audiovisual carioca, ampliando seu espaço e sendo cada vez mais exaltada. O desejo é que o festival se consolide também no calendário nacional, dialogando com outras favelas e periferias do Brasil e se conectando com diferentes corpos e histórias na tela&#8221;, conclui Karen.</p>



<p><strong>Confira a programação completa:</strong></p>



<p><strong>23 de setembro, quarta-feira</strong></p>



<p><strong>19h</strong>&nbsp;&#8211; Abertura</p>



<p><strong>19h15</strong>&nbsp;– Exibição do filme:&nbsp;<strong>Salão de Baile: This is Ballroom,&nbsp;</strong>de Juru e Vitã</p>



<p><strong>21h</strong>&nbsp;– Apresentação de passinho</p>



<p><strong>23h&nbsp;</strong>– Encerramento&nbsp;</p>



<p><strong>24 de setembro, quinta-feira</strong></p>



<p><strong>18h30 / Sessão 1 / Livre</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>TeTo</strong> &#8211; De Ema Souza e Gabe Carvalho</li>



<li><strong>Baú</strong> &#8211; De Matheus Seabra e Vini Romadel</li>



<li><strong>Paçoca</strong> &#8211; De Marçal Vianna</li>



<li><strong>Vípuxovulo &#8211; Aldeia</strong> &#8211; De Dannon Lacerda</li>
</ul>



<p><strong>20h / Sessão 2 / Livre</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Faça uma Pose</strong> &#8211; De Alek Lean</li>



<li><strong>Meu Retorno da Calunga</strong> &#8211; De Alma Flora</li>



<li><strong>Pedagogias Da Navalha. Se a palavra é um feitiço, minha língua é uma encruzilhada</strong> &#8211; De Colle Christine, Alma Flora e Tiana Santos</li>



<li><strong>Interioranas</strong> &#8211; De Rayanne Rodovalho Reis</li>
</ul>



<p><strong>25 de setembro, sexta-feira</strong></p>



<p><strong>18h30 / Sessão 1 / Livre</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Não Desvie o Olhar &#8211; De Daniel Mendes e Lipe Veloso</li>



<li><strong>Flores para Geni</strong> &#8211; De Alma Flora e Amber Blenda</li>



<li><strong>Sobre Nós</strong> &#8211; De Marina Maux</li>



<li><strong>Mães</strong> &#8211; De Bruna Aguiar </li>
</ul>



<p><strong>20h / Sessão 2 / Livre</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Xica Vive na Fumaça</strong> &#8211; De Vinicius Faustino Santos</li>



<li><strong>Trivakra</strong> &#8211; De Sofia Angst </li>



<li><strong>Travando Lutas</strong> &#8211; De Beni Campos</li>



<li><strong>Cores no Breu </strong>&#8211; De Mariana Queiroz </li>



<li></li>
</ul>



<p><strong>26 de setembro, sábado</strong></p>



<p><strong>18h30 / Sessão 1 / Livre</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Pare, Olhe, Escute &#8211; De Charles Maycon Costa Cruz</li>



<li>Memória: História é filme, não é foto &#8211; Emanuel Sant</li>



<li><strong>Prazer, Ana</strong> &#8211; De Lorena Gonçalves</li>



<li><strong>O Menino e as Borboletas Zumbis</strong> &#8211; De Pê Moreira e Thomas Argos </li>
</ul>



<p><strong>20h / Sessão 2 / 16 anos</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Vollúpya</strong> &#8211; De Éri Sarmet e Josumar Dias Jr. </li>



<li><strong>Ponto e Vírgula</strong> &#8211; De Thiago Kistenmacker</li>



<li><strong>Banho de Ervas</strong> &#8211; De Thainá Iná e Ana Brito </li>



<li><strong>Mala Mente</strong> &#8211; De Teodoro Garrel</li>
</ul>



<p><strong>27 de setembro, domingo</strong></p>



<p>18h &#8211; Cerimônia de encerramento e entrega dos prêmios</p>



<p>19h &#8211; THE REFLECTION KIKI BALL &#8211; Brilhar e Se Espelhar&nbsp;</p>



<p>22h &#8211; Encerramento&nbsp;&nbsp;</p>



<p><strong>SERVIÇO</strong> <strong>4º Cine Favela LGBTQIAPN+</strong><br><strong>Data:</strong> 23 a 27 de setembro de 2026<br><strong>Local:</strong> Quadra do Alto — Vidigal, Rio de Janeiro/RJ<br><strong>Entrada:</strong> gratuita<br><strong>Ingressos:</strong> <a href="https://www.sympla.com.br/evento/4-edicao-festival-cine-favela-lgbtqiapn-2026/3550572?referrer=www.google.com&amp;referrer=www.google.com" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.sympla.com.br/evento/4-edicao-festival-cine-favela-lgbtqiapn-2026/3550572</a> </p>
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		<title>CCBB Rio recebe um panorama inédito do novo cinema centroamericano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Sep 2026 12:23:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Mostras de Cinemas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entre o Caribe e o Pacífico, em uma estreita faixa de terra que conecta o Norte e o Sul do continente americano, seis países vêm produzindo um cinema de enorme vitalidade, variedade de gêneros e formatos, ainda muito pouco conhecido pelo público brasileiro, é esse universo que chega ao Centro Cultural Banco do Brasil Rio de [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Entre o Caribe e o Pacífico, em uma estreita faixa de terra que conecta o Norte e o Sul do continente americano, seis países vêm produzindo um cinema de enorme vitalidade, variedade de gêneros e formatos, ainda muito pouco conhecido pelo público brasileiro, é esse universo que chega ao Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro, com a mostra &#8220;SOY LOCO POR TI, CENTROAMÉRICA&#8221;. </p>



<p class="has-text-align-center">Com entrada gratuita, a programação reúne 21 filmes — 16 longas e cinco curtas — de realizadores da Guatemala, Honduras, El Salvador, Nicarágua, Costa Rica e Panamá. A maioria das obras será exibida pela primeira vez no país e todas são inéditas no circuito comercial brasileiro.  Os ingressos para os filmes e atividades podem ser retirados a partir das 9h do dia da exibição ou da atividade, na bilheteria física ou no site do CCBB RJ. Em abril de 2027, a mostra será realizada nos CCBBs São Paulo e Brasília. </p>



<p class="has-text-align-center">Com curadoria da cineasta e produtora Laura Bermúdez, hondurenha-brasileira, a seleção propõe uma aproximação com uma região que, apesar de sua proximidade geográfica e histórica com o Brasil, permanece pouco representada nos grandes relatos audiovisuais sobre a América Latina. São ficções, documentários e obras híbridas que transformam experiências locais em questões universais. Memória, sexualidade e direitos das mulheres, adolescência, migração, povos indígenas, identidade LGBTQIA+, relações familiares e de trabalho, preservação ambiental aparecem em filmes profundamente enraizados em seus territórios e, ao mesmo tempo, capazes de dialogar diretamente com dilemas contemporâneos vividos também pela sociedade brasileira. </p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;Realizar esta mostra no Brasil é mais do que uma aproximação cultural: é um gesto político, em um momento atravessado pelo avanço de discursos autoritários, ataques à democracia e erosão de direitos, conhecer as histórias dos países centro-americanos significa também construir pontes entre imaginários latino-americanos e perceber o quanto seus desafios dialogam com os brasileiros&#8221; afirma Laura Bermúdez em seu texto curatorial.  </p>



<p class="has-text-align-center">Se a América Central ainda ocupa pouco espaço nas telas brasileiras, seus cineastas vêm conquistando alguns dos principais festivais do mundo. Entre os diversos destaques da programação está <em>Memorias de un cuerpo que arde</em>, da costarriquenha Antonella Sudasassi Furniss, vencedor do Prêmio do Público da mostra Panorama do Festival de Berlim de 2024. O filme acompanha, a partir das memórias de três mulheres de 68, 69 e 71 anos, uma geração criada quando a sexualidade feminina era cercada de silêncios, regras e tabus. Agora, já mais velhas, elas falam sobre seus desejos, segredos e experiências.</p>



<p class="has-text-align-center">SERVIÇO: De 23 de setembro a 19 de outubro de 2026 / 21 filmes + debate + masterclass + sessões comentada e inclusiva / Entrada gratuita / Ingressos: retirada a partir das 9h do dia da exibição/atividade, na bilheteria física ou no site <a href="http://bb.com.br/cultura">bb.com.br/cultura</a></p>
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		<title>Retrospectiva Aki Kaurismäki homenageia o mestre finlandês</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Sep 2026 13:02:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Mostras de Cinemas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>De 17 a 23 de setembro, o Estação Claro Rio e o Estação Claro Gávea exibirão a Retrospectiva Aki Kaurismäki, mostra em homenagem a um dos grandes diretores do cinema contemporâneo, depois do sucesso absoluto de público em São Paulo e Brasília. Com curadoria do cineasta brasiliense Gustavo Galvão e produção da cineasta gaúcha Cristiane [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">De 17 a 23 de setembro, o Estação Claro Rio e o Estação Claro Gávea exibirão a Retrospectiva Aki Kaurismäki, mostra em homenagem a um dos grandes diretores do cinema contemporâneo, depois do sucesso absoluto de público em São Paulo e Brasília. Com curadoria do cineasta brasiliense Gustavo Galvão e produção da cineasta gaúcha Cristiane Oliveira, a programação reúne pela primeira vez no Brasil os 18 longas de ficção realizados para cinema pelo mestre finlandês. Em 40 anos de atividade, Kaurismäki depurou seu estilo, em que o rigor formal, o humor seco e os diálogos mínimos acompanham personagens perdidos entre o absurdo e a beleza do cotidiano. Com patrocínio da Claro, a programação conta com o fomento da Lei Rouanet, mecanismo do Governo Federal que direciona recursos de renúncia fiscal para a valorização da cultura brasileira. A mostra fará parte da programação oficial da Semana de Arte, da Secretaria Municipal de Cultura.</p>



<p class="has-text-align-center">O programa traz obras consagradas como <em>Folhas de Outono </em>(Prêmio do Júri em Cannes 2023), <em>O Outro Lado da Esperança </em>(Melhor Direção no Festival de Berlim 2017), <em>O Porto </em>(Prêmio FIPRESCI em Cannes 2011) e <em>O Homem sem Passado </em>(vencedor de três prêmios em Cannes 2002), além de raridades e filmes cultuados mundo afora. Muitos deles são inéditos no circuito local, como <em>Sombras no Paraíso</em>, <em>Ariel</em>, <em>A Garota da Fábrica de Caixas de Fósforos</em>, <em>Contratei um Matador Profissional </em>e <em>A Vida Boemia</em>.</p>



<p class="has-text-align-center">Kaurismäki é criador de um universo próprio, povoado por trabalhadores (com ou sem emprego), oprimidos, imigrantes e excluídos do sistema em geral. Capta as dificuldades da vida e encontra a dignidade e a empatia dos indivíduos. Para Gustavo Galvão, &#8220;é um caso emblemático de autor de cinema, em que basta um plano, ou até um fotograma, para revelar sua identidade, seu caráter e sua coerência artística&#8221;. Em filmes &#8220;frios no estilo, mas afetuosos com os tipos que aborda&#8221;, como diz o curador, o finlandês pode ir do drama ao nonsense sem nunca perder a consciência social.</p>



<p class="has-text-align-center">Realizada inicialmente no CineSesc, em São Paulo, entre 30 de julho e 12 de agosto, a Retrospectiva Aki Kaurismäki teve sessões com ingressos esgotados e acabou levando mais de 5 mil pessoas ao cinema da Rua Augusta. Das 18 cópias, 17 foram cedidas para o evento pela Finnish Film Foundation, tendo sido legendadas em Brasília. A produtora brasileira Crisol Filmes contou com a colaboração da finlandesa Nordicamerica.</p>



<p class="has-text-align-center"> Serviço:  <strong>De 17 a 23 de setembro</strong> / Confira a programação e demais informações no perfil da retrospectiva no Instagram: <a href="http://www.instagram.com/retrospectivaakikaurismaki" target="_blank" rel="noreferrer noopener">www.instagram.com/retrospectivaakikaurismaki</a></p>
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		<title>Mostra de Cinemas Africanos recebe cineasta burkinabé Chloé Aïcha Boro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Sep 2026 14:00:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Mostras de Cinemas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Mostra de Cinemas Africanos chega ao seu nono ano em 2026 com uma semana de programação no Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro (CCBB RJ), entre os dias 10 e 16 de setembro. Única plataforma continuada no Brasil dedicada ao audiovisual contemporâneo do continente africano, o evento apresenta uma seleção de produções recentes e inéditas no [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">A Mostra de Cinemas Africanos chega ao seu nono ano em 2026 com uma semana de programação no Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro (CCBB RJ), entre os dias 10 e 16 de setembro. Única plataforma continuada no Brasil dedicada ao audiovisual contemporâneo do continente africano, o evento apresenta uma seleção de produções recentes e inéditas no país, com sessões gratuitas no Cinema I.</p>



<p class="has-text-align-center">Neste ano, a Mostra propõe um recorte inédito em torno do cinema de gênero, reunindo filmes que transitam pela ficção científica, comédia, musical, romance, aventura, horror e thriller psicológico. Com curadoria da pesquisadora e produtora Ana Camila Esteves, a programação reúne ficções e documentários de diferentes países africanos e explora também questões como as transformações das grandes cidades, relações familiares, luto, política e o uso da Inteligência Artificial na produção cinematográfica.</p>



<p class="has-text-align-center">Um dos principais destaques da edição no Rio de Janeiro é a presença da cineasta burkinabé Chloé Aïcha Boro, que acompanha a exibição de seu primeiro longa-metragem de ficção, <em>As Desvirtuosas</em>, no dia 12 de setembro, às 18h, seguida de conversa com o público.</p>



<p class="has-text-align-center">Conhecida internacionalmente por seu trabalho no documentário, Boro parte em&nbsp;<em>As Desvirtuosas</em>&nbsp;de uma história ligada à sua própria família para construir uma ficção sobre quatro mulheres que, após serem expulsas de sua aldeia, formam uma improvável comunidade às margens da sociedade. Com humor, música e elementos de diferentes gêneros cinematográficos, o filme marca uma mudança de linguagem na trajetória da diretora sem abandonar questões presentes em sua obra documental.</p>



<p class="has-text-align-center">A presença de Boro permite ao público brasileiro conhecer uma realizadora cuja carreira se desenvolveu entre literatura, jornalismo e cinema. Seus documentários circularam por festivais internacionais e abordam temas ligados à história política e social de Burkina Faso e às experiências de personagens frequentemente deslocados para as margens das narrativas oficiais. Em seu primeiro longa de ficção, a cineasta incorpora referências familiares e culturais a uma construção que combina drama, humor e fabulação.</p>



<p class="has-text-align-center">O recorte de 2026 parte da presença cada vez mais expressiva de filmes africanos que recorrem às convenções do cinema de gênero para construir suas narrativas. A programação do Rio reúne produções que dialogam com a ficção científica, o sobrenatural, a comédia, o suspense e outras formas populares de cinema, colocando em primeiro plano a liberdade estética de realizadores de diferentes países.</p>



<p class="has-text-align-center">Entre os títulos estão filmes como <em>O Pescador</em>, comédia fantástica ganesa que acompanha um pescador tradicional diante das transformações de sua comunidade; <em>O Despertar de Anam</em>, produção queniana que utiliza elementos sobrenaturais para abordar o luto; e <em>Crocodilo</em>, thriller que explora tensões familiares a partir de uma narrativa de suspense. A sessão dedicada aos curtas de gênero reúne <em>Cabra, Bam Bam, Sukari, Dëmm – As Devoradoras de Almas</em> e <em>O Herói Obscuro</em>, atravessando diferentes registros do fantástico, da ficção científica, da comédia e do sobrenatural.</p>



<p class="has-text-align-center">Outros eixos atravessam a seleção. As experiências de cidade aparecem em filmes como <em>Movimentos Concretos, Liti Liti</em> e <em>Minha História em Jebba</em>, enquanto obras como <em>Cartum</em> e <em>Independência Hoje</em> aproximam o cinema de acontecimentos políticos e históricos recentes no Sudão e no Senegal.</p>



<p class="has-text-align-center">A programação também inclui <em>Memória da Princesa Mumbi</em>, filme que abre a mostra no Rio de Janeiro no dia 10 de setembro, às 18h, e <em>Timpi Tampa, Por Detrás das Palmeiras, Guardião dos Mundos, Roupa Suja, Prova, Diya, A Última Dança da Vergonha</em> e <em>Mobembo</em>.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>SERVIÇO</strong>:  10 a 16 de setembro de 2026<br><strong>Onde:</strong> Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro — CCBB RJ<br>Rua Primeiro de Março, 66 — Centro <br><strong>Cinema I</strong> &#8211; <strong>Programação completa:</strong> <a href="http://www.mostradecinemasafricanos.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">www.mostradecinemasafricanos.com</a></p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Entrada gratuita</strong><br>Classificação indicativa: 14 anos</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Ingressos:</strong>&nbsp;para as sessões no CCBB, os ingressos gratuitos podem ser retirados na bilheteria do CCBB e pelo site bb.com.br/cultura, a partir das 9h do dia da sessão.</p>



<p class="has-text-align-center"> </p>
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		<title>Mostra Noir no Estação Claro</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Sep 2026 14:45:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Mostras de Cinemas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>De 9 a 16 de setembro, o Estação Claro abre as suas portas, coloca os seus chapéus e começa a sua investigação de um dos períodos mais misteriosos, sexys e arrepiantes da produção cinematográfica americana: na Mostra Noir. Serão exibidas 14 obras-primas dirigidas por alguns dos grandes mestres da história do cinema. Os ingressos estão [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">De 9 a 16 de setembro, o Estação Claro abre as suas portas, coloca os seus chapéus e começa a sua investigação de um dos períodos mais misteriosos, sexys e arrepiantes da produção cinematográfica americana: na Mostra Noir. Serão exibidas 14 obras-primas dirigidas por alguns dos grandes mestres da história do cinema.</p>



<p class="has-text-align-center">Os ingressos estão disponíveis nas bilheterias e no @ingressocom.&nbsp; </p>



<p class="has-text-align-center">Confira os filmes da mostra:</p>



<p class="has-text-align-center">Amar Foi Minha Ruína (John M. Stahl, 1945), com 110 min.</p>



<p class="has-text-align-center">Os Assassinos (Robert Siodmak, 1946), com 103 min.</p>



<p class="has-text-align-center">Prisioneiro do Passado (Delmer Daves, 1947), com 106 min.</p>



<p class="has-text-align-center">Amarga Esperança (Nicholas Ray, 1948), com 95 min.</p>



<p class="has-text-align-center">O Terceiro Homem (Carol Reed, 1949), com 104 min.</p>



<p class="has-text-align-center">Sombras do Mal (Jules Dassin, 1950), com 96 min.</p>



<p class="has-text-align-center">Cúmplice das Sombras (Joseph Losey, 1951), com 93 min.</p>



<p class="has-text-align-center">O Mundo Odeia-Me (Ida Lupino, 1953), com 71 min.</p>



<p class="has-text-align-center">Os Corruptos (Fritz Lang, 1953), com 89 min.</p>



<p class="has-text-align-center">Anjo do Mal (Samuel Fuller, 1953), com 80 min.</p>



<p class="has-text-align-center">A Morte Num Beijo (Robert Aldrich, 1955), com 106 min.</p>



<p class="has-text-align-center">O Grande Golpe (Stanley Kubrick, 1956), com 85 min.</p>



<p class="has-text-align-center">A Embriaguez do Sucesso (Alexander Mackendrick, 1957), com 96 min.</p>



<p class="has-text-align-center">A Marca da Maldade (Orson Welles, 1958), com 111 min.</p>
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