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	<title>Destaque - Rota Cult</title>
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	<description>Aqui você encontra dicas culturais na cidade do Rio de Janeiro!</description>
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	<title>Destaque - Rota Cult</title>
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		<title>&#8220;O Último Dia&#8221; lança luz sobre medo e violência que atravessam relacionamentos abusivos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 13:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Adulto]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Existem cinco tipos principais de violência doméstica e familiar contra a mulher: física, psicológica, moral, sexual e patrimonial. E não é raro que esses atos ocorram em conjunto. Inspirado em situações reais, o espetáculo &#8220;O Último Dia&#8221; estreia no Centro Cultural Justiça Federal, na Cinelândia, como uma obra potente e necessária de enfrentamento à violência [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Existem cinco tipos principais de violência doméstica e familiar contra a mulher: física, psicológica, moral, sexual e patrimonial. E não é raro que esses atos ocorram em conjunto. Inspirado em situações reais, o espetáculo &#8220;O Último Dia&#8221; estreia no Centro Cultural Justiça Federal, na Cinelândia, como uma obra potente e necessária de enfrentamento à violência contra a mulher. </p>



<p class="has-text-align-center">Adaptação do livro homônimo de Mariana Reade e Wagner Cinelli, a peça propõe uma reflexão sobre uma realidade que atravessa gerações, classes sociais e territórios. Só em 2025, 1.568 mulheres foram assassinadas no Brasil – o maior número de feminicídios dos últimos anos. </p>



<p class="has-text-align-center">Com idealização de Ana Capella e direção de&nbsp;Paulo Reis, a encenação aposta em uma dramaturgia direta e sensível, que evita o sensacionalismo e privilegia a escuta, o silêncio e o confronto emocional. &#8220;O Último Dia&#8221; acompanha a trajetória de Luana, uma mulher que, aos poucos, vê sua relação se transformar em um ciclo de controle, medo e violência. A narrativa evidencia como o abuso raramente surge de forma abrupta, mas se instala de maneira progressiva e frequentemente naturalizada, até alcançar consequências mais graves.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;Escrevi esta peça movida pela esperança de contribuir para uma batalha que atravessa gerações: enfrentar o machismo que se infiltra no cotidiano, naturaliza a violência e ainda insiste em absolver culpados e silenciar vítimas. Diante da tragédia do Brasil de hoje — marcado por feminicídios, estupros e tantas violências que fazem meninas e mulheres sofrerem diariamente —, refletir sobre o machismo é urgente. Tenho esperança de que um dia essa realidade será outra. Que chegará o tempo em que nós, mulheres, possamos simplesmente viver, livres e sem medo&#8221;, observa a coautora Mariana Reade.</p>



<p class="has-text-align-center">O espetáculo constrói sua força a partir da precisão cênica e do compromisso ético com o tema que aborda. No elenco, estão Tainá Senna,&nbsp;Eduardo Hoffmann,&nbsp;Ana Carbatti&nbsp;e&nbsp;Julia Tupinambá, que dão corpo e voz a personagens atravessados por conflitos íntimos, familiares e sociais. O elenco sustenta uma encenação de forte carga emocional, em que cada gesto e cada palavra revelam sutilezas da violência cotidiana.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;Vimos o número de feminicídios crescer no ano passado, um panorama desolador. Diante desse quadro, é cada vez mais urgente que não só a imprensa noticie os novos casos, mas que a arte traga este tema à tona. A arte também tem essa função de alertar e conscientizar a população, por isso montar essa peça é tão importante&#8221;, comenta a atriz Tainá Senna, que vive Luana.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;O Último Dia&#8221; evidencia que o feminicídio é o desfecho extremo de uma longa sequência de abusos. Ao colocar o público diante dessa escalada, o espetáculo rompe com a ideia de que a violência se resume ao ato final, revelando suas múltiplas formas e permanências.</p>



<p><strong><u>Serviço:</u></strong> <strong>Temporada:</strong> de 07 a 29 de abril / <strong>Centro Cultural Justiça Federal:</strong> Av. Rio Branco, 241 &#8211; Centro,  / <strong>Classificação etária:</strong> 16 anos /<strong> ingressos:</strong> pelo site Sympla (<a href="https://share.google/hsmZrH8hN512PsjFa" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://share.google/hsmZrH8hN512PsjFa</a>) e na bilheteria do centro cultural, a partir das 17h, nos dias de espetáculo. / <strong>Instagram:</strong> @oultimo.dia</p>
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		<title>DroneArt Show une música clássica e drones no Riocentro</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Mar 2026 15:18:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artes]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
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					<description><![CDATA[<p> DroneArt Show chega à cidade com uma proposta que combina música clássica ao vivo e coreografias aéreas de luz, em uma experiência imersiva ao ar livre. O DroneArt Show é um espetáculo inovador ao ar livre que combina música, tecnologia de ponta com drones e storytelling imersivo para criar uma experiência multissensorial de tirar o fôlego. Transformando [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center"> DroneArt Show chega à cidade com uma proposta que combina música clássica ao vivo e coreografias aéreas de luz, em uma experiência imersiva ao ar livre. O DroneArt Show é um espetáculo inovador ao ar livre que combina música, tecnologia de ponta com drones e storytelling imersivo para criar uma experiência multissensorial de tirar o fôlego. Transformando o céu noturno em uma verdadeira tela viva, frotas de drones iluminados se movem em perfeita sincronia com trilhas sonoras especialmente selecionadas e performances ao vivo, proporcionando uma arte aérea em grande escala, pensada para encantar públicos de todas as idades.</p>



<p class="has-text-align-center">O formato apresenta três experiências distintas, cada uma concebida como um espetáculo independente. DroneArt Show: As Quatro Estações dá vida a obras-primas da música clássica, como As Quatro Estações, de Vivaldi, e O Lago dos Cisnes, de Tchaikovsky, combinando apresentações ao vivo de quarteto de cordas com coreografias aéreas deslumbrantes realizadas por drones. DroneArt Show: Harry Potter<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2122.png" alt="™" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />, criado em colaboração com a Warner Bros. Discovery Global Experiences, transporta o público para o Mundo Bruxo por meio da trilha sonora icônica da saga e de formações de drones perfeitamente sincronizadas. Já DroneArt Show: Space Chase é uma aventura audiovisual pensada para famílias e apaixonados pelo espaço, unindo narrativa imersiva e visuais cinematográficos para contar uma emocionante história intergaláctica por meio de luz e movimento.</p>



<p class="has-text-align-center">Realizado no Riocentro, o evento une centenas de drones sincronizados a um quarteto de cordas que executa obras de compositores consagrados como Antonio Vivaldi e Piotr Ilitch Tchaikovski, criando um espetáculo visual e sonoro único. Com duração aproximada de 65 minutos, a experiência vai além da apresentação principal e começa antes mesmo do anoitecer.</p>



<p class="has-text-align-center">Os portões se abrem para um momento pré-show ao ar livre, com food trucks e opções de bebidas, convidando o público a aproveitar o pôr do sol em um ambiente descontraído antes do início da performance.</p>



<p class="has-text-align-center">Indicado para todas as idades, o DroneArt Show conta ainda com estrutura acessível para pessoas com mobilidade reduzida. </p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Serviço:  10 e 11 de abril de 2026</strong> / Ingressos: à venda online (<a href="https://feverup.com/m/545238" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://feverup.com/m/545238</a>)</p>
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		<title>‘VICTOR OU VICTORIA’ faz temporada no Teatro Claro Mais RJ</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Mar 2026 15:00:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Musical]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro]]></category>
		<category><![CDATA[‘VICTOR OU VICTORIA’]]></category>
		<category><![CDATA[Charles Möeller & Claudio Botelho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8216;Victor ou Victoria&#8217; ganha nova versão brasileira com direção de Charles Möeller &#38; Claudio Botelho. Miguel Falabella, Alessandra Verney, Maria Clara Gueiros e Junno Andrade lideram o elenco do musical que estreia em junho no Teatro Claro Mais RJ. Em &#8216;Victor ou Victoria&#8217;, Victoria Grant é uma cantora desempregada que, na Paris dos anos 30, [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">&#8216;Victor ou Victoria&#8217; ganha nova versão brasileira com direção de Charles Möeller &amp; Claudio Botelho. Miguel Falabella, Alessandra Verney, Maria Clara Gueiros e Junno Andrade lideram o elenco do musical que estreia em junho no Teatro Claro Mais RJ. </p>



<p class="has-text-align-center">Em &#8216;Victor ou Victoria&#8217;, Victoria Grant é uma cantora desempregada que, na Paris dos anos 30, precisa se reinventar para sobreviver no meio artístico. Ao assumir uma identidade masculina, ela experimenta um sucesso instantâneo ao se transformar Victor, um homem que se apresenta como mulher no palco e conquista as plateias com sua potente voz feminina. A partir desta farsa, ‘Victor ou Victoria’ dá origem a uma série de tramas e situações hilárias e também debate temas como gênero, liberdade e preconceito. </p>



<p class="has-text-align-center">Lançado pelo diretor Blake Edwards em 1982, o filme homônimo teve uma bem-sucedida trajetória mundial, recebeu sete indicações ao Oscar e passou a fazer parte do imaginário de diversas gerações. Em 1995, o longa ganhou a sua versão no Teatro Musica<strong>l</strong> e seguiu uma jornada de imenso sucesso na Broadway, em montagem também estrelada por Julie Andrews que chegou a incríveis 734 apresentações. </p>



<p class="has-text-align-center">Em 2001, o musical ganhou sua primeira exibição em palcos brasileiros, com Marília Pêra em uma célebre atuação como Victoria/Victor. Claudio Botelho já era o responsável pela tradução e a versão das letras de Leslie Bricusse (música de Henry Mancini), em criação que será devidamente atualizada para a montagem de 2026. Charles Möeller assinará a Direção de Arte, assim como em recentes sucessos da dupla, como ‘Mamma Mia!’, ‘A Noviça Rebelde’, ‘Rock in Rio 40 anos, o Musical’ e ‘Hair’. </p>



<p class="has-text-align-center">‘Victor ou Victoria’ marca ainda o retorno da parceria da dupla Möeller &amp; Botelho com Miguel Falabella e Alessandra Verney após ‘Kiss me, Kate’, de Cole Porter, que selou o reencontro do quarteto em 2023.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Serviço: De 4 a 28 de junho /  Teatro Claro Mais RJ / Os ingressos já estão à venda em<a href="https://uhuu.com/evento/rj/rio-de-janeiro/victor-ou-victoria-o-musical-16151" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> uhuu.com</a> </p>
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		<title>&#8220;Ocupação Grande Othelo&#8221; marca a abertura da nova sede do CEDOC da Funarte</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Mar 2026 11:11:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artes]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Exposições]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No dia 31 de março, a Funarte inaugura a nova sede de seu Centro de Documentação e Pesquisa (CEDOC), recebendo a mostra  &#8220;Ocupação Grande Othelo&#8221;. Hoje vinculado à nova Diretoria de Memória, Pesquisa e Produção de Conteúdos (DIMEMO), criada com a reforma administrativa da Funarte em 2025, o setor finalmente se instala em um imóvel próprio, totalmente [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">No dia 31 de março, a Funarte inaugura a nova sede de seu Centro de Documentação e Pesquisa (CEDOC), recebendo a mostra  &#8220;Ocupação Grande Othelo&#8221;. Hoje vinculado à nova Diretoria de Memória, Pesquisa e Produção de Conteúdos (DIMEMO), criada com a reforma administrativa da Funarte em 2025, o setor finalmente se instala em um imóvel próprio, totalmente ocupado por seu rico acervo com mais de 1 milhão de itens que registram a memória das artes brasileiras e da própria instituição. O CEDOC agora ocupa o casarão histórico onde funcionou o Museu da Casa da Moeda, na Praça da República, na capital carioca. </p>



<p class="has-text-align-center">Sob sua salvaguarda, estão acervos fundamentais para a história das artes do Brasil, três deles registrados no Programa Memória do Mundo da Unesco: do dramaturgo Oduvaldo Vianna (1892-1972), do produtor e autor de teatro de revista Walter Pinto (1913-1994) e do ator, produtor, diretor e pesquisador Fernando Peixoto (1937-2012).</p>



<p class="has-text-align-center">Também sob a guarda do CEDOC, desde 2008, está o acervo pessoal de Sebastião Bernardes de Souza Prata, o Grande Othelo (1915-1993), memória e fundamento das artes brasileiras. É desta coleção que surge a &#8220;Ocupação Grande Othelo&#8221;, uma parceria da Funarte com o Itaú Cultural, que expôs a mostra entre os últimos meses de dezembro e março, em sua sede na cidade de São Paulo (SP).</p>



<p class="has-text-align-center">Agora a exposição é aberta em sua casa, no CEDOC, apresentando ao público a trajetória e contribuições artísticas de Othelo, marcando também os 110 anos de seu nascimento. São mais de 160 reunidos, que convidam a uma imersão na vida e obra daquele que foi o primeiro artista negro a ocupar lugar de destaque no teatro, rádio, cinema e televisão no Brasil. Com talento, humor e sagacidade, Othelo abriu caminhos nas artes e pautou discussões importantes, reivindicando direitos e representatividade. Uma presença marcante para a cultura do Brasil, de alcance e reconhecimento internacional.</p>



<p class="has-text-align-center">A concepção e curadoria são do Itaú Cultural, com consultoria da pesquisadora Deise de Brito e projeto expográfico de Kleber Montanheiro. O espaço expositivo apresenta rascunhos de poemas ou outros concluídos – como &#8220;Cadê você, Gonzagão?&#8221;, que ele escreveu em homenagem a Luiz Gonzaga –, partituras originais dos anos 1940, roteiros, objetos, cartas, fotografias, indumentárias, suas agendas para recados e outros cadernos pessoais, documentos históricos como um contrato com a Rede Globo, de 1967, um diploma de cidadão paulistano, de 1978, e troféus como o Velho Guerreiro, que Chacrinha lhe ofereceu em seu programa dominical.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Serviço</strong>: De 31 de março até 30 de setembro / CEDOC Funarte : Praça da República, 26 &#8211; Centro /  de segunda a sexta, de 10h às 16h, com visitação gratuita. A partir de maio, serão abertas visitas guiadas para escolas através do Programa Educativo do CEDOC.</p>
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		<title>Após turnê internacional, &#8216;PAI&#8217;, volta ao circuito, no Teatro Glaucio Gill</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Mar 2026 11:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Adulto]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Após quatro temporadas de sucesso de público e crítica e uma turnê internacional por países como Armênia, Turquia e França, o solo teatral &#8220;PAI&#8221;, idealizado e protagonizado por Guilherme Logullo, retorna ao Rio de Janeiro para uma curtíssima temporada, no Teatro Glaucio Gill. Sob o comando do diretor armênio e talento da Broadway, Arthur Makaryan, [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center"><br>Após quatro temporadas de sucesso de público e crítica e uma turnê internacional por países como Armênia, Turquia e França, o solo teatral &#8220;PAI&#8221;, idealizado e protagonizado por Guilherme Logullo, retorna ao Rio de Janeiro para uma curtíssima temporada, no Teatro Glaucio Gill.</p>



<p class="has-text-align-center">Sob o comando do diretor armênio e talento da Broadway, Arthur Makaryan, o espetáculo propõe uma experiência cênica íntima, impactante e comovente sobre os traumas herdados de relações com figuras paternas abusivas. </p>



<p class="has-text-align-center">Com base em vivências reais, o solo costura memórias íntimas com elementos do teatro do absurdo, da dança Butoh e da autoficção, resultando em uma narrativa potente, sensível e artisticamente provocadora. &#8220;Quis trazer à tona o espetáculo para dar novos significados às vivências paternas violentas e difíceis que enfrentei em minha vida. De alguma forma, transformando isso em arte, em teatro, eu ganho força, libertação e clareza de tudo que vivi. Muito além de expor e compartilhar tais experiências, o objetivo é provocar mudanças e gerar aprendizado&#8221;, explica Logullo.</p>



<p class="has-text-align-center">Em cena, Logullo dá vida a um homem isolado em um espaço cru, onde passado e presente se fundem em uma jornada marcada por violência, silêncios, gestos de controle e fugazes demonstrações de afeto. O solo convida o espectador a refletir sobre o impacto das ausências e violências paternas, ao mesmo tempo em que oferece um caminho de reconstrução e possibilidade de cura. <em>&#8220;Muito além de expor, meu desejo é ressignificar. Transformar a dor em arte e abrir caminhos de libertação&#8221;,</em> comenta Logullo.</p>



<p class="has-text-align-center">Aliás, a direção de produção também é de Logullo, a cenografia de Marieta Spada, os figurinos de Karen Brusttolin, o desenho de luz de Paulo Denizot, a música original de João Paulo Mendonça e a realização da Luar de Abril. </p>



<p class="has-text-align-center"><strong>SINOPSE:</strong> Inspirado em uma história real, o solo acompanha a jornada de um homem confrontando os impactos duradouros dos abusos que sofreu nas mãos de suas figuras paternas. Em um espaço cru, impregnado de memória, ele revive episódios de violência, rituais, vergonha e silêncios &#8211; marcados por gestos de controle, crueldade e ternura fugidia.</p>



<p><strong>Serviço:</strong> Datas: 8, 15, 22 e 29 de abril de 2026, quartas-feiras / Local: Teatro Gláucio Gill Endereço: Praça Cardeal Arcoverde, s/nº, Copacabana / Link de vendas: <a href="https://funarj.eleventickets.com/#!/categoria/beabb69402299f72e26268ef1ca24bde7f6e1821" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://funarj.eleventickets.com/</a> 16 anos. 60 minutos. </p>
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		<title>Xuxa anuncia show &#8220;O Último Voo da Nave&#8221;, no Maracanã </title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Mar 2026 10:30:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Shows]]></category>
		<category><![CDATA[musica]]></category>
		<category><![CDATA[show]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A icônica nave da Xuxa anuncia a sua chegada em um dos estádios mais emblemáticos do mundo: o Maracanã, em dezembro. “O Último Voo da Nave” no Rio de Janeiro reunirá aqueles que cresceram ao som dos clássicos da Xuxa, criado pela eterna Rainha dos Baixinhos. O show teve ingressos esgotados no Allianz Parque, em São Paulo, no dia 25 de julho, e [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">A icônica nave da Xuxa anuncia a sua chegada em um dos estádios mais emblemáticos do mundo: o Maracanã, em dezembro. “O Último Voo da Nave” no Rio de Janeiro reunirá aqueles que cresceram ao som dos clássicos da Xuxa, criado pela eterna Rainha dos Baixinhos.</p>



<p class="has-text-align-center">O show teve ingressos esgotados no Allianz Parque, em São Paulo, no dia 25 de julho, e a capital paulista já tem uma data extra confirmada, no mesmo local, em 31 de julho. Hoje, no dia do aniversário da artista, os baixinhos recebem a notícia de que poderão presenciar esse espetáculo na cidade onde a estrela construiu grande parte da sua trajetória e se consagrou como um dos maiores fenômenos da cultura pop brasileira. </p>



<p class="has-text-align-center">Clientes do banco têm&nbsp;pré-venda exclusiva com 15% de desconto no valor dos ingressos para compras realizadas com cartões de crédito.&nbsp;Os ingressos estarão disponíveis pelo site da&nbsp;<strong>Eventim&nbsp;</strong><strong>(</strong><a href="http://eventim.com.br/xuxa" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>acesse aqui</strong></a><strong>)</strong>,&nbsp;da seguinte forma:&nbsp;<br><strong>&#8211; Clientes Private Bank e Itaú Personnalité:&nbsp;</strong>de 30 de março, às 10h até 31 de março, às 10h;&nbsp;<br><strong>&#8211; Demais clientes Itaú Unibanco:&nbsp;</strong>31 de março, às 10h até 1º de abril, às 10h;<br><strong>&#8211; Venda geral:&nbsp;</strong>1º de abril ao meio-dia.</p>
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		<title>Velhos Bandidos: Fernanda Montenegro se despede das telonas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Carbone]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Mar 2026 14:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Fernanda Montenegro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O cinema brasileiro geralmente carrega uma carga pesada para a tela grande. Ou trata-se de um filme premiado internacionalmente cheio de credenciais, ou temos em mãos filmes experimentais cujos festivais nacionais louvaram, ou blockbusters cheios de estrelas cuja função primordial é levar espectadores aos cinemas em pencas, no meio disso, uma produção como Velhos Bandidos soa como [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">O cinema brasileiro geralmente carrega uma carga pesada para a tela grande. Ou trata-se de um filme premiado internacionalmente cheio de credenciais, ou temos em mãos filmes experimentais cujos festivais nacionais louvaram, ou blockbusters cheios de estrelas cuja função primordial é levar espectadores aos cinemas em pencas, no meio disso, uma produção como <em>Velhos Bandidos </em>soa como um OVNI. Pensado em larga escala, com uma produção robusta, somos apresentados a um produto final que soa com uma suavidade que não se imaginava, com uma leveza de intenções que não é comum em qualquer cinematografia, mas especialmente a brasileira (do qual mais temos contato) parece apartada dessa natureza, onde a pressão por resultados parece pedir espaço para a despretensão passar. </p>



<p class="has-text-align-center">Claudio Torres vinha de uma carreira cinematográfica das mais promissoras quando lançou <em>O Homem do Futuro</em>, seu maior sucesso comercial, e que foi bem de crítica também. Sua estreia na direção de longas tinha ocorrido 7 anos antes, com o premiadíssimo <em>Redentor</em>. Logo após o sucesso com Wagner Moura, no entanto, Torres emendou vários trabalhos televisivos (e retomou sua antiga parceria com Marisa Monte), e somente quase 15 anos depois de seu último longa, retorna aos cinemas. Como todos os seus títulos anteriores, trata-se de uma comédia que tem uma senhora responsabilidade, a princípio: sua mãe, a &#8220;desconhecida&#8221; Fernanda Montenegro, declara que trata-se de sua despedida dos cinemas. Prestes a completar 97 anos, nossa Maior de Todas resolveu descansar das telonas, com todo direito. </p>



<p class="has-text-align-center">Com isso,&nbsp;<em>Velhos Bandidos&nbsp;</em>adquiriu um status maior do que propõe para o público, e a expectativa, nesse caso, pode não ser boa aliada. O melhor a ser feito diante do filme é encará-lo como esse assumido objeto não identificado: uma produção que não tem qualquer outra intenção que não a de fazer o espectador relaxar e aproveitar cada um dos 90 minutos dentro da sala de cinema. Seu compromisso é com o prazer de acompanhar uma história redonda, bem contada e sem maiores arroubos estéticos, mas isso conservando um caráter clássico de contar a mesma história já vista antes. Um roteiro sobre golpe, onde grupos de espertos sempre precisam mostrar uma nova faceta de inteligência durante os preparativos de um golpe definitivo, capaz de transformar um grupo acima de qualquer suspeita em potenciais criminosos &#8211; incluindo um casal de idosos.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">O ritmo do filme é bem calibrado ao que pede uma comédia de ação, ou a coisa mais parecida com isso possível. Porque, no fundo,&nbsp;<em>Velhos Bandidos&nbsp;</em>não tem algo de mais memorável, cinematograficamente falando, que esse encontro entre colegas veteranos e sua capacidade graciosa de não nos cobrar uma solução para os eventos de forma exuberante. No tanto que pode entreter &#8211; e o faz de maneira eficiente &#8211; o filme igualmente entrará na nossa lembrança como a despedida de Fernanda Montenegro das telonas, e quase nada além disso. Que os convites para participar dessa festa de despedida tenham incluído tantos nomes prestigiados, essa é a ideia de evento inesquecível, de alguma maneira.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Falamos de um grupo que reúne, além dos personagens centrais, Reginaldo Faria, Vera Fischer, Tony Tornado, Teca Pereira, Hamilton Vaz Pereira; ou seja, trata-se de um momento verdadeiramente raro. O filme ainda guarda um protagonismo raro a Ary Fontoura, um dos mais formidáveis e ativos atores brasileiros, infelizmente com passagens esporádicas pelo cinema (mas que retorna em breve, com&nbsp;<em>Amigos em Fuga</em>), aqui à vontade. Bruna Marquezine e Vladimir Brichta estão igualmente encantadores como os jovens ladrões que se veem refletidos no casal mais velho, enquanto Lázaro Ramos tem o personagem mais plano do elenco principal, e faz o que pode com o material.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Mas não vamos nos enganar, o motivo principal para nos deslocarmos aos cinemas sempre que seu nome é anunciado, é Fernanda Montenegro. Após sua espetacular interpretação ano passado em&nbsp;<em>Vitória</em>, a dama maior volta a se apropriar de uma vertente sua que o cinema não encontrava há muito tempo: o humor, aquele até quase rasgado. O que caracteriza esse possível derradeiro encontro com o Cinema é o prazer absoluto; trabalhar com o filho, estar ao lado de amigos da vida toda, poder ainda protagonizar um filme que se candidata a blockbuster, e muito disso por conta de sua presença, é um privilégio para o público. Nenhum agradecimento será suficiente em vivermos o mesmo tempo de dona Fernanda, e poder observar, ainda que por um milésimo, a grandiosidade de sua postura e seu talento que persiste em nos impressionar. Bravo!&nbsp;</p>
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		<title>Niura Bellavinha celebra 35 anos de carreira com individual no Paço Imperial </title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Mar 2026 11:00:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Centros Culturais]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Exposições]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[exposição]]></category>
		<category><![CDATA[Niura Bellavinha]]></category>
		<category><![CDATA[Paço Imperial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Toró é mais que uma chuva. De origem tupi, associada à ideia de água que jorra, a palavra nomeia uma força que transborda, rompe e transforma. É esse sentido de explosão natural, de matéria em movimento, que estrutura a exposição individual de Niura Bellavinha, que será inaugurada no dia 28 de março de 2026, no [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Toró é mais que uma chuva. De origem tupi, associada à ideia de água que jorra, a palavra nomeia uma força que transborda, rompe e transforma. É esse sentido de explosão natural, de matéria em movimento, que estrutura a exposição individual de Niura Bellavinha, que será inaugurada no dia 28 de março de 2026, no Paço Imperial, no Rio de Janeiro, integrando as celebrações dos 40 anos da instituição como centro cultural, com curadoria de Marcus Lontra, Rafael Peixoto e Viviane Matesco. Concebida em diálogo direto com a arquitetura e a história do edifício, <em>Toró</em> propõe uma experiência imersiva em que pintura, escultura e obras instalativas operam como campos de transbordamento simbólico, material e sensível.</p>



<p class="has-text-align-center">Como gesto inaugural da exposição, algumas janelas da fachada do Paço recebem uma intervenção em que telas brancas deixam escorrer tinta vermelha, ativando o edifício como corpo e superfície de inscrição. A ação estabelece um elo imediato entre a obra da artista e a memória histórica do lugar, onde, no final do século XVIII, foram tomadas decisões centrais para a história colonial brasileira, incluindo a condenação de Tiradentes. Sem recorrer à ilustração ou ao didatismo, a intervenção&nbsp;funciona como um disparador poético que conecta passado e presente, arquitetura e matéria pictórica. “Intitulei esta intervenção de&nbsp;<em>Chorare Pitangas</em>, expressão em tupi-guarani que significa ‘chorar lágrimas de sangue’”, revela Bellavinha.</p>



<p class="has-text-align-center">“Toró nos interessa como um estado, não como uma imagem. É uma noção de pressão e intensidade que atravessa a obra da Niura e encontra, no Paço Imperial, um campo de ressonância histórica e simbólica”, explicam os curadores. </p>



<p class="has-text-align-center">Nas obras de Niura, a pintura deixa de ser apenas superfície para se afirmar como matéria em ação. Escorrimentos, velaturas, pulverizações, impregnações e infiltrações fazem da cor um elemento instável, em permanente deslocamento. Vermelhos intensos convivem com verdes e azuis de aparência aquosa, ampliando o repertório cromático da artista e rearticulando associações entre sangue, água, minério e paisagem.</p>



<p class="has-text-align-center">“Minha pintura é inspirada pela música serial, pelo cinema e pela fotografia. Da música vem a ideia de uma estrutura em variação constante; do cinema, o princípio da montagem, feito de edições sucessivas até que algo se estabilize; da fotografia, o corte, a luz e a relação sutil entre as cores. Trabalho a partir da instabilidade, deixando que erros e aparições conduzam o processo, e gosto de operar com os restos, com as camadas anteriores. Minha pintura é leve como a poeira. Busco um ponto de equilíbrio por meio de uma sucessão de situações e regiões instáveis”, afirma Bellavinha.</p>



<p class="has-text-align-center">A exposição&nbsp;–&nbsp;que marca os 35 anos de carreira da artista&nbsp;–&nbsp;ocupa o terreiro e o terreirinho do Paço, reunindo um conjunto expressivo de trabalhos inéditos em espaços historicamente ligados às áreas de serviço, circulação e abastecimento do prédio. A escolha desses ambientes reforça a dimensão relacional do projeto, construído a partir das camadas simbólicas do lugar.</p>



<p class="has-text-align-center">“A exposição se estrutura a partir da fricção entre tempos distintos. A arquitetura do Paço não funciona como cenário, mas como uma presença que tensiona a leitura das obras e desloca a experiência do visitante”, pontua a curadoria.</p>



<p class="has-text-align-center">A dimensão material da obra é central. Niura trabalha com pigmentos naturais, terras, rejeitos minerais e poeira de meteoritos. Em algumas esculturas, pedras são atravessadas por linhas de seda que pertenciam à mãe da artista, criando uma relação direta entre memória íntima e território. As fitas evocam veios de minério e veias do corpo, aproximando mineração e anatomia, exploração da terra e ferida corporal. Aqui, o corpo surge como metáfora do território e o território, como extensão do corpo.</p>



<p class="has-text-align-center">A obra-título &#8211; Entre os trabalhos apresentados, destaca-se <em>Toró</em> (2015-2016), tríptico que dá título à exposição. A obra reúne pigmentos e matérias como moldavita (cristais), azurita, spirulina e zircão, compondo uma superfície de caráter aquoso e atmosférico. Em tons de verde e azul, o trabalho evoca a ideia de chuva e dialoga com referências da história da pintura, em especial com paisagens e procedimentos associados aos mestres William Turner, Paul Cézanne e Alberto da Veiga Guignard, que atravessam a pesquisa de Bellavinha.</p>



<p class="has-text-align-center">A expografia foi pensada como um percurso progressivo, que organiza o espaço a partir de ritmos, escalas e intensidades. Em alguns momentos, o público é convidado a atravessar fisicamente as obras, penetrando planos pictóricos e percebendo variações de luz, transparência e densidade material.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Um projeto em circulação</strong> &#8211; Embora dialogue com questões recorrentes na trajetória de Bellavinha, como a relação com a história colonial, a matéria e a espiritualidade da cor, <em>Toró</em> não se apresenta como uma retrospectiva. Ao contrário, a mostra enfatiza o presente da produção da artista e sua capacidade de se reconfigurar a partir do encontro com cada espaço, inscrevendo-se em um projeto mais amplo de circulação que se transforma a cada contexto expositivo.</p>



<p class="has-text-align-center"><em>Toró</em> integra um programa de itinerância desenvolvido pela artista e iniciado em 2024/2025 com a exposição apresentada no Museu da Inconfidência, em Ouro Preto. Em 2026, o projeto chega ao Paço Imperial, no Rio de Janeiro, assumindo uma configuração inédita em diálogo com a arquitetura e a história do edifício. Estão previstas ainda apresentações em outras capitais brasileiras, como São Paulo, Porto Alegre e Belém. Ao final do percurso, será lançado o livro &#8220;Niura&#8221;, publicação que consolida esse programa de itinerância, reunindo imagens e textos sobre os atravessamentos entre obra, espaço e tempo ao longo das diferentes exposições apresentadas.</p>



<p class="has-text-align-center">A experiência do público começa ainda do lado de fora. As janelas ativadas na fachada anunciam a exposição como um acontecimento que extrapola o espaço interno e convoca o olhar do passante. Uma vez no interior do Paço, o visitante é convidado a desacelerar, aproximar-se das obras e percorrer um conjunto de proposições que exigem tempo, atenção e abertura sensorial.</p>



<p class="has-text-align-center"><em>Toró</em>&nbsp;afirma a pintura como força viva, capaz de transbordar suportes, incidir sobre a arquitetura e reativar a memória histórica no presente. Ao colocar matéria, cor e espaço em relação, Niura constrói uma exposição que não se fecha em significados únicos, mas se oferece como campo de experiência atravessado por tensões entre delicadeza e violência, transparência e peso, história e agora.</p>



<p class="has-text-align-center">Serviço: De 28 de março até 07 de junho de 2026 / Local: Centro Cultural do Patrimônio Paço Imperial End: Praça XV de Novembro, 48 &#8211; Centro  / Entrada franca | Classificação livre</p>



<p></p>
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