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	<title>Artes - Rota Cult</title>
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	<description>Aqui você encontra dicas culturais na cidade do Rio de Janeiro!</description>
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	<title>Artes - Rota Cult</title>
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		<title>Obras de Waltercio Caldas são percorridas em exposição na Casa Roberto Marinho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 May 2026 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artes]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Exposições]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Tempo, para Waltercio Caldas, é matéria de trabalho, essa é a premissa que estrutura &#8220;o (tempo)&#8220;, exposição que a Casa Roberto Marinho inaugura no dia 14 de maio de 2026, às 18h, reunindo cerca de 100 obras produzidas entre 1967 e 2025 por um dos nomes mais influentes da arte contemporânea brasileira. Aliás, as exposições deste artista [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Tempo, para Waltercio Caldas, é matéria de trabalho, essa é a premissa que estrutura &#8220;<strong><em>o (tempo)</em></strong>&#8220;, exposição que a Casa Roberto Marinho inaugura no dia 14 de maio de 2026, às 18h, reunindo cerca de 100 obras produzidas entre 1967 e 2025 por um dos nomes mais influentes da arte contemporânea brasileira. Aliás, as exposições deste artista são sempre acompanhadas de muita expectativa. A começar pelo título, a palavra tempo surge aqui entre parênteses. O sinal gráfico interrompe a fluidez e antecipa a ideia que atravessa a mostra: “Os parênteses indicam algo…&#8221;, pontua Waltercio Caldas (1946, Rio de Janeiro). “Eles suspendem o tempo como medida e o apresentam como matéria de linguagem e pensamento.”</p>



<p class="has-text-align-center">Projetada pelo próprio artista, a exposição ocupa os espaços da instituição no Cosme Velho, com esculturas, pinturas, desenhos, livros e ambientes que abrangem seis décadas de produção e revelam a consistência de uma pesquisa rigorosa em torno das tensões entre forma, espaço e percepção.</p>



<p class="has-text-align-center">Para Waltercio, a exposição é parte constitutiva da obra e&nbsp;uma etapa a mais de sua realização. A organização das peças no espaço, as distâncias entre elas e o percurso do visitante integram o processo de construção da experiência. “Fazer uma exposição é ainda uma prerrogativa da própria obra”, afirma o artista. “Quando trabalhamos com esculturas e objetos, o espaço passa a ser o material e a mostra se torna radicalmente presencial.”</p>



<p class="has-text-align-center"><em>Quarto Azul</em>&nbsp;(2007) abre o percurso expositivo. Na primeira sala, o ambiente envolve o visitante em um campo de cor atravessado por linhas que reorganizam a percepção do espaço. A partir dessa entrada, trabalhos de diferentes momentos da trajetória de Waltercio passam a conviver em novas articulações, produzindo deslocamentos contínuos do olhar.</p>



<p class="has-text-align-center">Ao reunir peças concebidas em momentos variados,<em> &#8220;o (tempo)</em>&#8221; , certamente, se aproxima criações históricas e produções recentes, revelando a continuidade de um pensamento poético que desafia as convenções da forma e do espaço. Entre eles estão obras emblemáticas como <em>Condutores de Percepção</em> (1969), uma das primeiras a explorar a participação ativa do olhar do espectador; e <em>Centro de Razão Primitiva</em> (1970) e <em>As Sete Estrelas do Silêncio</em> (1970), que já indicavam a precisão formal e a dimensão poética que se tornariam marcas recorrentes em sua produção.</p>



<p class="has-text-align-center">Waltercio surgiu no cenário artístico brasileiro no final da década de 1960, em um momento de intensa renovação das artes visuais no país. Em diálogo com artistas e críticos que repensavam os limites da escultura, do objeto e da ideia de obra de arte, seu trabalho integrou a virada que deslocou o foco da representação para a experiência perceptiva e para o questionamento dos meios da arte. Desde então, sua trajetória vem sendo acompanhada por críticos como Paulo Venancio Filho e Paulo Sergio Duarte, que identificam em sua prática uma investigação rigorosa sobre linguagem, percepção e espaço.</p>



<p class="has-text-align-center">Ao longo desse percurso, Waltercio construiu uma produção marcada pela precisão formal e pela economia de elementos, desenvolvendo uma linguagem singular e coerente. Utilizando materiais como aço inoxidável, vidro, espelho, pedra e fios, o artista cria situações em que presença e ausência, transparência e opacidade, peso e leveza se equilibram de maneira delicada.  </p>



<p class="has-text-align-center">Na Casa Roberto Marinho, &#8220;<em>o (tempo)</em> transforma o deslocamento do visitante em parte essencial da experiência pensada por Waltercio Caldas: “Parece haver uma similaridade entre os períodos, os lugares e as matérias primas”, afirma o artista.</p>



<p class="has-text-align-center">SERVIÇO: De 15 de maio até 27 de setembro de 2026 / Local: Instituto Casa Roberto Marinho<br>End: Rua Cosme Velho, nº 1105 <br>Visitação: terça a domingo, das 12h às 18h<br>(Aos sábados, domingos e feriados, a Casa Roberto Marinho abre a área verde e a cafeteria a partir das 9h.) <br>A Casa Roberto Marinho respeita todas as gratuidades previstas por lei e é acessível a pessoas com deficiência física.</p>
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		<title>Denise Calasans expõe no Centro Cultural Correios</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 May 2026 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artes]]></category>
		<category><![CDATA[Exposições]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Há um momento em que jardim e casa deixam de ser espaços e passam a operar como memória, territórios onde gesto, cuidado e tempo se acumulam em camadas. É desse campo que emerge a produção de Denise Calasans. Carioca, com trajetória que atravessa o design, as artes visuais, a educação e a pesquisa aprofundada no [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Há um momento em que jardim e casa deixam de ser espaços e passam a operar como memória, territórios onde gesto, cuidado e tempo se acumulam em camadas. É desse campo que emerge a produção de Denise Calasans. Carioca, com trajetória que atravessa o design, as artes visuais, a educação e a pesquisa aprofundada no Mestrado em Memória Social, a artista inaugura no dia 6 de maio de 2026 a exposição individual Entre raízes e paredes, no Centro Cultural Correios Rio de Janeiro, reunindo um conjunto de obras que expandem sua investigação sobre o doméstico e o vegetal como campos de experiência.</p>



<p class="has-text-align-center">A exposição apresenta pinturas em tela e papel, instalação, vídeo, projeção, trabalhos têxteis, impressões, objetos e textos, organizados em uma proposta que se aproxima de uma dimensão cênica. Ao longo de sua trajetória, Denise Calasans desenvolve uma pesquisa centrada nas relações entre memória, natureza e construção simbólica do cotidiano. Aqui, essas questões se desdobram em um espaço que se constrói na travessia do corpo e na duração do olhar. Com curadoria de Marisa Flórido, crítica de arte, professora e pesquisadora, a mostra se organiza em torno dos núcleos Jardim e Casa, configurando um campo de tensões entre interior e exterior, permanência e transformação.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;Jardim e casa — que operam como regimes sensíveis complementares: um voltado à dissolução das demarcações, à fluidez e à expansão do gesto; outro, à inscrição, à memória e à ambivalência do cotidiano. Entre ambos, a artista constrói um campo de ressonâncias, contaminações e porosidade das bordas: entre natureza e cultura, privado e o público, o inumano e o cultivado, o cuidado e a violência, a memória e o apagamento&#8221;, escreve Marisa Flórido.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">No núcleo Jardim, pinturas se apresentam como superfícies imersivas onde o vegetal e o aquático se confundem em camadas de tinta, transparências e sobreposições. A artista utiliza pincéis da caligrafia japonesa, o shodō, em diálogo com o espirógrafo, instrumento associado ao desenho infantil. Dessa combinação emergem traços, manchas, repetições e ritmos que deslocam a pintura da representação para a experiência. &#8220;Os reflexos possibilitam renunciarmos ao horizonte, responsável por estruturar o espaço. Quer seja na escolha da paleta de cores, quer seja na luminosidade, cada efeito se revela</p>



<p class="has-text-align-center">aos poucos&#8221;, define Denise Calasans.</p>



<p class="has-text-align-center">No vídeo instalação Sopro, realizada a partir de registros na Serra da Mantiqueira, a artista investiga a relação entre corpo e ambiente, tensionando a ideia de separação entre humano e natureza. O vídeo foi realizado na Mantiqueira pré-pandemia e foi disparador das pinturas em que a artista mergulha na pesquisa sobre a vida das plantas. Com leitura de livros do autor Ailton Krenak e do livro &#8220;A vida das Plantas&#8221; de Emanuele Coccia.</p>



<p class="has-text-align-center">Já no núcleo Casa, tecidos, louças, talheres, cristais, papéis e objetos pessoais, coletados em feiras e em brechós, são ativados como suportes de inscrição. Em Cama e Mesa, elementos têxteis, bordados herdados e fragmentos de objetos compõem uma estrutura em suspensão que expõe tensões nas relações. Na instalação Palavras ao Vento, artista utiliza parte do enxoval da sua avó, que se casou à distância, por meio de procuração, e imprime frases que recolheu dos questionários&nbsp;<em>online</em>&nbsp;de sua pesquisa com mulheres, sobre conversas e palavras mais frequentes em chats de mensagens na web e aplicativos de relacionamento, destacando a fluidez e a fragilidade do amor contemporâneo (Baumann), recentemente remontada na galeria Hosek Contemporary, em Berlim.</p>



<p class="has-text-align-center">Na série Desfiar a Paisagem, a pintura se expande para o tecido, incorporando aparas da indústria da moda como matéria constitutiva da imagem, costuradas, sobrepostas e posteriormente abertas por cortes. Já em Objetos Essenciais Uma Arqueologia &#8211; trabalho apresentado na I Bienal Internacional de Poesia Experimental da Argentina, em nov/2024 -, a artista investiga o tempo, fundindo sua memória à dos objetos em novas camadas de sentido. Nele, utensílios recebem gravações a laser, produzindo deslocamentos de sentido a partir de palavras. Em Cartas-Poema, a artista datilografa textos em papel vegetal, depois amassados e nunca enviados, reunindo fragmentos de memória e linguagem.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;Ao articular esses dois núcleos, a exposição desloca o feminino de um lugar de confinamento para um campo de operações: aquilo que sustenta, repete e cuida, mas também aquilo que prolifera, desborda e reconfigura. O que estava invisível torna-se sensível; o que era considerado menor revela sua centralidade. Entre raízes e paredes, o cuidado deixa de ser apenas um destino imposto e se apresenta como força crítica capaz de reorganizar as formas de ver, habitar e lembrar&#8221;, conclui a curadora Marisa Flórido</p>



<p class="has-text-align-center">A exposição fica em cartaz até 20 de junho de 2026, no Centro Cultural Correios Rio de Janeiro. Ao longo do período, serão realizadas ações como conversas e visitas guiadas, ampliando o diálogo com o público. A entrada é gratuita.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Serviço:</strong> Visitação: de 6 de maio a 20 de junho de 2026 / Local: Centro Cultural Correios Rio de Janeiro<br>Endereço: Rua Visconde de Itaboraí, 20, Centro,</p>
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		<title>Festival Feira Preta terá programação distribuída entre o Píer Mauá, Armazém Kobra e a região portuária</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 12:30:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artes]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Gastronomia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Após uma década, o Festival Feira Preta volta ao Rio de Janeiro com uma edição que conecta memória, cultura e futuro da economia preta. Com o conceito “Viva Pequena África”, o evento conta com programação distribuída entre o Píer Mauá, Armazém Kobra e a região portuária, incluindo o circuito histórico da Pequena África, um dos [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Após uma década, o Festival Feira Preta volta ao Rio de Janeiro com uma edição que conecta memória, cultura e futuro da economia preta. Com o conceito “Viva Pequena África”, o evento conta com programação distribuída entre o Píer Mauá, Armazém Kobra e a região portuária, incluindo o circuito histórico da Pequena África, um dos principais territórios da diáspora africana no Brasil.</p>



<p class="has-text-align-center">O encontro sucede o festival realizado em Salvador em 2025, que reuniu mais de 30 mil pessoas ao longo de três dias de programação gratuita no Centro Histórico da cidade. Mais do que uma expansão geográfica, o movimento entre as duas cidades revela a proposta do Festival Feira Preta de conectar territórios históricos da diáspora africana no Brasil, criando pontes entre diferentes centros de produção cultural e econômica negra. Ao sair de Salvador e chegar ao Rio de Janeiro, o festival articula uma rede viva entre esses espaços, fortalecendo a circulação de pessoas, ideias e negócios e consolidando a economia preta como um eixo estratégico de desenvolvimento no país.</p>



<p class="has-text-align-center">A volta ao Rio marca um movimento simbólico do festival, que escolhe a cidade como palco para aprofundar sua conexão com a história e a ancestralidade negra. “Retornar ao Rio depois de 10 anos é reconhecer a força desse território na formação da cultura negra brasileira. A Pequena África é um símbolo vivo de memória e resistência, mas também de futuro. É aqui que queremos afirmar a potência da economia preta como caminho de desenvolvimento”, afirma Adriana Barbosa, fundadora da Feira Preta.</p>



<p class="has-text-align-center">A edição carioca acontece em parceria com a iniciativa Viva Pequena África, que propõe uma governança inédita no país, com decisões compartilhadas, centralidade no território e comunicação como infraestrutura estratégica de transformação.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;A realização do Festival na Pequena África é uma celebração ao legado&nbsp; deste território, reconhecendo as manifestações e organizações locais e sua importância para a cultura carioca e do Brasil. É uma oportunidade única de convergir tecnologias e metodologias de desenvolvimento da cultura e economia criativa preta que as organizações da Viva Pequena África produzem em benefício do território&#8221;, destaca Antônio Pita, diretor da iniciativa e fundador da Diáspora.Black.</p>



<p class="has-text-align-center">Considerado o maior festival de cultura e economia preta da América Latina, o evento articula três eixos principais: território, diáspora e economia preta; e propõe uma ocupação cultural e econômica da cidade. A programação inclui feira de empreendedores, shows, rodas de samba, debates, experiências gastronômicas, além de encontros de negócios e iniciativas voltadas ao fortalecimento do empreendedorismo negro.</p>



<p class="has-text-align-center">O Festival Feira Preta acontece nos dias 29, 30 e 31 de maio.</p>
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		<title>Galeria de Arte Solar recebe exposição &#8220;TOYSTÓRIA&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Apr 2026 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artes]]></category>
		<category><![CDATA[Exposições]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Galeria de Arte Solar, localizada no morro do Pavão-Pavãozinho, recebe a exposição “TOYSTÓRIA”, de Sabrina Corrêa e Fernanda Botelho. Utilizando a linguagem lúdica da Toy Art &#8211; que articula arte, design, moda e cultura urbana. A exposição tem o intuito de aproximar crianças, jovens e moradores da região do universo da arte contemporânea. Sob [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">A Galeria de Arte Solar, localizada no morro do Pavão-Pavãozinho, recebe a exposição “TOYSTÓRIA”, de Sabrina Corrêa e Fernanda Botelho. Utilizando a linguagem lúdica da Toy Art &#8211; que articula arte, design, moda e cultura urbana.</p>



<p class="has-text-align-center">A exposição tem o intuito de aproximar crianças, jovens e moradores da região do universo da arte contemporânea. Sob a curadoria de Adriana Nakamuta, a dupla apresenta diferentes versões do boneco Curupira, inspirado no personagem do folclore brasileiro.  </p>



<p class="has-text-align-center">O destaque da mostra é o boneco Curupira, obra da dupla carioca fundadora do Estúdio Safe Art, já apresentada na ArtRio e no Shopping Leblon. Com seus icônicos pés invertidos e orelhas de porco-do-mato, a obra revitaliza a imagem do guardião das florestas brasileiras em uma linguagem pop. Mais do que contemplação, a expografia convida o público à interação e à criação. </p>



<p class="has-text-align-center">Segundo a curadora Adriana Nakamuta, com essa exposição a galeria reafirma seu papel como uma &#8220;galeria-escola&#8221;. “Nosso objetivo não é necessariamente formar artistas, mas despertar o gosto pela arte e estimular a criatividade, especialmente entre crianças e educadores”, explica. Ela ressalta que a mostra segue a intenção curatorial das últimas exposições realizadas no espaço, de Marcos Cardoso e Heberth Sobral, buscando o diálogo direto de objetos do cotidiano e do imaginário popular com as práticas pedagógicas e interdisciplinares da escola. </p>



<p class="has-text-align-center"><strong>SERVIÇO</strong> De  29 de abril a 18 de julho de 2026<br>Visitação: De segunda a sexta-feira, das 9h às 18h; sábado, das 8h às 12h<br>Local: Galeria de Arte Solar<br>Endereço: Rua Saint Roman, 149 – Pavão Pavãozinho – Copacabana <br>www.solarmeninosdeluz.org.br </p>



<p></p>
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		<title>Exposição de arte têxtil “AUTOMATA” ocupa a Biblioteca Parque Estadual</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Apr 2026 13:24:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artes]]></category>
		<category><![CDATA[Exposições]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No dia 22 de abril, data historicamente associada ao chamado &#8220;descobrimento&#8221; do Brasil, a Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro lançou a exposição &#8220;AUTOMATA&#8221;, na Biblioteca Parque Estadual do Centro do Rio. A exposição têxtil convida o público a revisitar a memória a partir de outras narrativas: a ancestralidade [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">No dia 22 de abril, data historicamente associada ao chamado &#8220;descobrimento&#8221; do Brasil, a Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro lançou a exposição &#8220;AUTOMATA&#8221;, na Biblioteca Parque Estadual do Centro do Rio. A exposição têxtil convida o público a revisitar a memória a partir de outras narrativas: a ancestralidade e a resistência dos povos originários.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;Entendemos que a nossa riqueza cultural, um dos principais ativos brasileiros para o mundo, é legado da nossa ancestralidade. E abrir as portas de um equipamento público, localizado no centro do Rio de Janeiro, para uma exposição tão importante quanto essa, é reafirmar nosso compromisso com esse legado&#8221;, reforça a Secretária de Estado de Cultura e Economia Criativa, Danielle Barros.</p>



<p class="has-text-align-center">A exposição é composta por 30 obras, divididas em duas séries. A primeira reúne bordados livres que apresentam imagens metafóricas ligadas às memórias familiares da artista Aline Bagre e à ancestralidade Goytacá. Para Aline Bagre, &#8220;AUTOMATA&#8221; surge da vontade de ativar lembranças que pareciam imobilizadas pelo tempo. &#8220;A gente pensou em misturar bordado e madeira com engrenagens para fazer o bordado ganhar vida, como um filme. A motivação foi criar um jeito de &#8216;mexer&#8217; na lembrança, fazendo com que imagens que pareciam paradas no tempo voltassem a se movimentar com a ajuda do público&#8221;, explica.</p>



<p class="has-text-align-center">Já a segunda série é fruto da colaboração com o artista Anthony Brito, responsável pela criação dos mecanismos que dão movimento às obras. Ao acionar manivelas e engrenagens, o público revela pequenas narrativas visuais que se desdobram no tempo.</p>



<p class="has-text-align-center">Para Anthony, o impacto da exposição está justamente na experiência de descoberta. &#8220;As obras não estão todas visíveis. Cada pessoa precisa manipular a peça para ir descobrindo as micro-histórias. Cada engrenagem vai levando o público para dentro da &#8216;mata'&#8221;, afirma.</p>



<p class="has-text-align-center">A mostra ocupa a Biblioteca Parque Estadual até o dia 29 de maio, de segunda a sexta, das 10h às 17h, propondo uma experiência sensível em que o público é convidado a acionar engrenagens que colocam os bordados em movimento, revelando narrativas visuais ligadas à ancestralidade, à memória e à permanência viva das culturas indígenas no Brasil. <br><br>A entrada para a visitação da mostra é gratuita, e todas as obras contam com o serviço de audiodescrição.   <br><br>O projeto é realizado pelo Governo Federal, Ministério da Cultura, Governo do Estado do Rio de Janeiro, Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa, através da Política Nacional Aldir Blanc.<br><br><strong>SERVIÇO<br></strong>Período: de 22 de abril a 29 de maio<br>Funcionamento: segunda a sexta, das 10h às 17h, exceto feriados<br>Local: Biblioteca Parque Estadual<br>Entrada gratuita</p>
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		<title>Leonardo Damonte transforma objetos cotidianos em composições</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Apr 2026 12:20:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artes]]></category>
		<category><![CDATA[Exposições]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Shopping Leblon recebe uma nova edição do ArtWall, desta vez com a instalação &#8220;Tipologia ornamental&#8221;, do artista argentino Leonardo Damonte, sob curadoria de Christiane Laclau. A obra convida o público a explorar novas leituras sobre objetos do cotidiano, a partir de composições que articulam forma, luz e matéria. Reconhecido por seu olhar sensível e [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">O Shopping Leblon recebe uma nova edição do ArtWall, desta vez com a instalação &#8220;Tipologia ornamental&#8221;, do artista argentino Leonardo Damonte, sob curadoria de Christiane Laclau. A obra convida o público a explorar novas leituras sobre objetos do cotidiano, a partir de composições que articulam forma, luz e matéria.</p>



<p class="has-text-align-center">Reconhecido por seu olhar sensível e inventivo, Damonte transforma objetos do cotidiano em matéria artística, deslocando-os de sua função original para investigar novas possibilidades formais e simbólicas. Em suas esculturas e instalações, elementos como vassouras, correntes, rebites, boias, brinquedos de cachorro, puxadores de gaveta, cordas e fontes luminosas são reorganizados em composições inéditas, tensionando o limite entre o ordinário e o extraordinário.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;No ArtWall do Shopping Leblon, Leonardo Damonte constrói uma obra que parte de objetos reconhecíveis, mas rapidamente desloca o olhar para um campo de relações mais complexo&#8221;, comenta Christiane Laclau, curadora do ArtWall.</p>



<p class="has-text-align-center">Suas composições dialogam com a arte contemporânea e com a ideia de &#8220;gambiarra&#8221;, explorando tanto a superfície quanto a estrutura das peças. As obras articulam elementos de ordem e caos, combinando precisão formal, evidenciada por alinhamentos, tensões e equilíbrios, com dinâmicas de instabilidade e reorganização. </p>



<p class="has-text-align-center">Leonardo Damonte é um artista argentino cuja produção transita entre escultura e instalação, com foco na ressignificação de objetos do cotidiano. Seu trabalho investiga as relações entre forma, função e contexto, a partir do deslocamento de elementos originalmente utilitários para o campo artístico. Com uma abordagem alinhada à arte contemporânea e à estética da &#8220;gambiarra&#8221;, suas obras exploram tensões entre ordem e caos, estrutura e instabilidade, criando composições que se transformam a partir da interação entre materiais, espaço e percepção. O Brasil ocupa papel importante em sua pesquisa recente, servindo como ponto de partida para investigações que permeiam a série &#8220;Tipologia ornamental&#8221;, na qual o artista propõe novas leituras sobre os objetos e suas possibilidades de organização e significado.</p>



<p><strong>Serviço:</strong> <strong>Período:</strong> 18/04 a 31/05  <strong>Local:</strong> Artwall – Shopping Leblon <strong>Endereço:</strong> Av. Afrânio de Melo Franco, 290 – Leblon<br><strong>Entrada:</strong> gratuita <br><strong>Horário de funcionamento: </strong>Segunda a sábado: 10h às 22h | Domingo: 13h às 21</p>
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		<title>EAV Parque Lage recebe feira do Dia dos Povos Originários </title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Apr 2026 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Escola de Artes Visuais (EAV) do Parque Lage recebe a feira do Dia dos Povos Originários neste final de semana &#8211; sábado (18) e domingo (19), de 9h às 17h. Com entrada gratuita, o evento terá rodas de conversa, apresentações, grafismo e artesanato, com realização dos artistas indígenas do Parque Lage. O encontro propõe [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">A Escola de Artes Visuais (EAV) do Parque Lage recebe a feira do Dia dos Povos Originários neste final de semana &#8211; sábado (18) e domingo (19), de 9h às 17h. Com entrada gratuita, o evento terá rodas de conversa, apresentações, grafismo e artesanato, com realização dos artistas indígenas do Parque Lage. O encontro propõe a articulação de saberes e troca direta com o público, a partir de práticas e perspectivas indígenas contemporâneas.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;Será uma excelente oportunidade para a divulgação e propagação da cultura indígena , mostrando a riqueza artística desses povos, criando um momento de reconexão das pessoas com esse ambiente. É o momento em que a população se aproxima dos povos indígenas, com a presença de crianças, professores,e estudantes, do público em geral. A EAV tem abraçado e apoiado esse evento, abrindo suas portas para a valorização da nossa cultura&#8221;, conta Arassari Pataxó, organizador da feira.</p>



<p class="has-text-align-center">O evento terá escuta e troca por meio de rodas de conversa, apresentações, grafismo e artesanato ao longo dos dois dias. De acordo com o Censo Demográfico de 2022, realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Brasil conta com 1.694.836 pessoas indígenas. Desses, 63,25% (1.071.992) vivem fora das terras indígenas. A feira do Dia dos Povos Originários tem apoio da EAV do Parque Lage.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;Abrimos as portas da Escola de Artes Visuais do Parque Lage para apoiar esse evento em uma data tão importante, quando mais uma vez valorizamos e reconhecemos a cultura indígena. A feira do Dia dos Povos Originários terá uma programação diversificada, com entrada gratuita&#8221;, disse Tania Queiroz, diretora da EAV do Parque Lage.</p>



<p class="has-text-align-center">A Escola de Artes Visuais do Parque Lage é uma das principais escolas de arte do Brasil e da América Latina, na formação de novos artistas e novos públicos, contribuindo de maneira singular com a arte contemporânea brasileira. São mais de 50 cursos em diversas áreas criativas para formação e desenvolvimento dos processos artísticos. Em 2025, a escola completou 50 anos, apresentando uma programação para celebrar a data.</p>



<p class="has-text-align-center"><br>Programação: Sábado &#8211; Dia 18<br>10h: abertura oficial com canto, dança e defumação com ervas medicinais<br>11h: Pintura corporal<br>14h: contação de histórias<br>16h: grande roda de cantos e dança</p>



<p class="has-text-align-center">Domingo &#8211; Dia 19<br>10h: Cantos e danças<br>11h: Pintura corporal<br>14h: oficina de colar do guardião<br>16h: Grande roda de cantos e danças de encerramento</p>
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		<title>Exposição inédita de A TRANSÄLIEN chega ao Rio com mostra imersiva na Abapirá</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 12:08:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artes]]></category>
		<category><![CDATA[Exposições]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Galeria Abapirá apresenta AN✹MV&#x262a;︎RS☥, primeira grande exposição individual da multiartista A TRANSÄLIEN. Com curadoria de Clarissa Diniz, a exposição se instala no centro do Rio de Janeiro propondo uma experiência imersiva onde símbolos e texturas costuram espiritualidade, arte relacional e utopias para construir um ambiente que estimula a percepção expandida e, segundo a artista, [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">A Galeria Abapirá apresenta AN✹MV<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/262a.png" alt="☪" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />︎RS☥, primeira grande exposição individual da multiartista A TRANSÄLIEN. Com curadoria de Clarissa Diniz, a exposição se instala no centro do Rio de Janeiro propondo uma experiência imersiva onde símbolos e texturas costuram espiritualidade, arte relacional e utopias para construir um ambiente que estimula a percepção expandida e, segundo a artista, uma &#8220;reorganização da ordem humana&#8221;. </p>



<p class="has-text-align-center">O projeto nasce do processo contínuo da artista de fabular outros mundos e corporeidades, gesto que se estende também à criação de símbolos e linguagem. Em seus textos, performances e iconografias, A TRANSÄLIEN reinventa palavras e sentidos para abrir espaço às formas que emergem de seu corpo‑hábitat. É desse movimento radical de refundação que surge AN✹MV<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/262a.png" alt="☪" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />︎RS☥, imagem‑palavra que opera como um &#8220;outro verso&#8221;, um desvio das narrativas coloniais que moldaram nossa compreensão de mundo e humanidade. A artista instaura, assim, uma cosmologia própria, marcada por poéticas do cuidado, espiritualidade e uma relação íntima com a natureza e a complexidade humana.</p>



<p class="has-text-align-center">Contemplando a produção transversal da artista, a mostra reúne máscaras, indumentárias, fotografias, artefatos sagrados, vídeo e som, para compor um ambiente ritualístico que evoca mistério, magia, sinestesia e estados de transcendência. Obras inéditas tecidas a partir de retalhos, miçangas, lantejoulas, jóias e fragmentos diversos se apresentam mandalas, dando continuidade aos descartes têxteis dos vestíveis presentes na exibição, que por sua vez, incorporam referências do carnaval e das culturas populares brasileiras.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">A abertura será marcada por um ato-ritual inédito que inaugura não apenas a mostra, mas uma atmosfera única que promete movimentar o circuito de Arte Contemporânea; Um acontecimento que reluz a presença indelével da artista na cena atual.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8221;Quero que as pessoas sejam atravessadas pelo meu trabalho de modo que as façam refletir não apenas sobre a obra em si, mas que reflitam sobre suas próprias vidas. Este é o cerne da minha missão&#8221;, afirma a artista. Assim, A TRANSÄLIEN promove um ecossistema que convoca o visitante a estar presente não para ocupar um lugar de observador, mas a participar como integrante ativo. AN✹MV<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/262a.png" alt="☪" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />︎RS☥ surge, então, como um portal de acesso a uma imersão no cosmos trans-alienígena da artista — mas, sobretudo, a mergulhar em seu próprio.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Serviço:</strong><br><strong>Título</strong>: Exposição AN✹MV<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/262a.png" alt="☪" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />︎RS☥<br><strong>Artista</strong>: A TRANSÄLIEN<br><strong>Curadora</strong>: Clarissa Diniz<br><strong>Abertura</strong>: 17/04/2026 &#8211; 16h &#8211; 20h<br><strong>Encerramento</strong>: 12/06/2026<br><strong>Visitação </strong>&#8211; quarta à sábado 12-17hAbapirá &#8211; Espaço independente de arte<br><a href="https://www.abapira.art/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">www.abapira.art</a><br>abapira_Rua do Mercado, 45<br>Centro &#8211; Rio de Janeiro</p>
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		<title>Oriokas Jazz retorna com edição em Santa Teresa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 11:40:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artes]]></category>
		<category><![CDATA[Festas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Oriokas Jazz, idealizado pelo produtor cultural Shikko Alves, estreia sua nova fase. Após seis anos de hiato, o projeto musical que marcou o Centro Histórico do Rio volta em um novo formato no espaço Tiquinho de Mata, em Santa Teresa. A proposta reúne música ao vivo, gastronomia e programação cultural em um ambiente ao [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">O Oriokas Jazz, idealizado pelo produtor cultural Shikko Alves, estreia sua nova fase. Após seis anos de hiato, o projeto musical que marcou o Centro Histórico do Rio volta em um novo formato no espaço Tiquinho de Mata, em Santa Teresa.</p>



<p class="has-text-align-center">A proposta reúne música ao vivo, gastronomia e programação cultural em um ambiente ao ar livre, cercado pela Mata Atlântica. Com banda base liderada pela cantora Angélica de Paula, o repertório passeia pelo jazz clássico e brasileiro, bossa nova e sonoridades contemporâneas, além de participações especiais e DJs convidados.</p>



<p class="has-text-align-center">O evento acontece das 12h às 22h, com shows a partir das 17h, e também conta com intervenções artísticas, sarau e feira literária.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>SERVIÇO</strong>: Data: 18 de abril de 2026 / Local: Tiquinho de Mata – Rua do Oriente, 429, Santa Teresa / Horário: 12h às 22h (música ao vivo a partir das 17h) / Ingressos:  <a href="https://www.sympla.com.br/evento/oriokas-jazz/3373240" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.sympla.com.br/evento/oriokas-jazz/3373240</a></p>
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		<title>&#8220;Veludo&#8221; investiga o tecido como linguagem e campo simbólico</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Apr 2026 12:07:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artes]]></category>
		<category><![CDATA[Exposições]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Anita Schwartz Galeria de Arte, na Gávea, inaugura a exposição &#8220;Veludo&#8221;, com curadoria de Ulisses Carrilho. Reunindo artistas de diferentes gerações, a mostra toma o tecido como ponto de partida para uma investigação sobre as dimensões simbólica, tátil e social dos objetos em sua relação com o corpo. Estruturada a partir de um olhar [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">A Anita Schwartz Galeria de Arte, na Gávea, inaugura  a exposição &#8220;Veludo&#8221;, com curadoria de Ulisses Carrilho. Reunindo artistas de diferentes gerações, a mostra toma o tecido como ponto de partida para uma investigação sobre as dimensões simbólica, tátil e social dos objetos em sua relação com o corpo.</p>



<p class="has-text-align-center">Estruturada a partir de um olhar atento às superfícies, a exposição se volta a texturas, dobras e opacidades entendidas não apenas como qualidades materiais, mas como instâncias de mediação entre o corpo e o mundo. Ao evocar o veludo, historicamente associado ao luxo e à intimidade, o projeto articula aparência e experiência, visibilidade e contato, ornamento e estrutura. A abertura acontece simultaneamente ao retorno do Rio Fashion Week à cidade, após uma década, situando a mostra em diálogo direto com o universo da moda.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;Veludo parte do tecido como uma zona de contato entre corpo e mundo. Ao aproximar práticas que atravessam arte, moda e teatro, a exposição propõe olhar o vestir como linguagem, construção social e forma contínua de performar identidades&#8221;, afirma Ulisses Carrilho.</p>



<p class="has-text-align-center">Participam da exposição Abraham Palatnik, Agrippina Manhattan, Álvaro Seixas, Anna Bella Geiger, Antonio Manuel, Brendon Reis, Breno de Sant&#8217;ana, Djanira, Caroline Valansi, Duda Moraes, Isabela Capeto, Jeane Terra, Gabriela Machado, Katia Maciel, Lívia Melzi, Luccas Morais (Lady Letal), Luciano Figueiredo, Luiz Eduardo Rayol, Marcos Chaves, Melissa de Oliveira, Monique Ribeiro, Nuno Ramos, Rafa Bqueer, Rafael Alonso, Rafael Amorim, Renato Bezerra de Mello, Thix, Yolanda Freyre e Weslley Ferreira.</p>



<p class="has-text-align-center">A exposição vai do dia 14 de abril até o dia 25 deste mês. </p>
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