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	<title>Artes - Rota Cult</title>
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	<description>Aqui você encontra dicas culturais na cidade do Rio de Janeiro!</description>
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	<title>Artes - Rota Cult</title>
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		<title>&#8220;Alice Shintani e Tomie Ohtake &#8211; Montanha e vale&#8221; na CAIXA Cultural Rio de Janeiro</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Jul 2026 12:00:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Ministério da Cultura, CAIXA Vida e Previdência, Instituto Tomie Ohtake e CAIXA Cultural apresentam &#8220;Alice Shintani e Tomie Ohtake – Montanha e vale&#8221;, exposição com curadoria de Ana Romane Catalina Bergues, em cartaz na CAIXA Cultural &#8211; Teatro Nelson Rodrigues, no Rio de Janeiro. A exposição reúne pinturas, gravuras, esculturas e instalações, a mostra coloca em relação a produção de duas artistas de gerações [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">O Ministério da Cultura, CAIXA Vida e Previdência, Instituto Tomie Ohtake e CAIXA Cultural apresentam &#8220;<em>Alice Shintani e Tomie Ohtake – Montanha e vale&#8221;</em>, exposição com curadoria de Ana Romane Catalina Bergues, em cartaz na CAIXA Cultural &#8211; Teatro Nelson Rodrigues, no Rio de Janeiro.</p>



<p class="has-text-align-center">A exposição reúne pinturas, gravuras, esculturas e instalações, a mostra coloca em relação a produção de duas artistas de gerações distintas, propondo um encontro inédito entre diferentes modos de pensar a pintura, o espaço e a experiência estética. Aliás, a curadoria toma essas formações geográficas como metáfora para pensar relações de diferença e aproximação. Assim como montanhas e vales se constituem mutuamente, as obras de Tomie Ohtake e Alice Shintani se aproximam não por afinidades imediatas, mas pelas tensões e distâncias que produzem entre si, abrindo novas possibilidades de leitura sobre ambas.</p>



<p class="has-text-align-center">“Mais do que propor um diálogo entre duas artistas, Montanha e Vale investiga modos distintos de compreender a relação entre pintura, espaço e experiência. Em Tomie Ohtake, a forma tende à síntese e à concentração; em Alice Shintani, à expansão e ao deslocamento. A exposição não procura resolver essa distância nem transformá-la em harmonia. Ao contrário, toma-a como matéria. É nesse intervalo – entre contenção e dispersão, permanência e transformação – que as obras se aproximam, produzindo leituras que nenhuma delas poderia sustentar isoladamente”, afirmam as curadoras Ana Roman e Catalina Bergues.</p>



<p class="has-text-align-center">Distribuídas pelas duas salas expositivas da CAIXA Cultural – Teatro Nelson Rodrigues e também pelo espaço de passagem entre elas, as obras articulam tensões e aproximações entre as duas trajetórias. Na primeira sala, pinturas e gravuras de Tomie Ohtake dialogam com&nbsp;<em>Menas</em>, instalação de Alice Shintani composta por estruturas leves e reconfiguráveis, cuja lógica de ocupação aproxima a obra de arranjos provisórios e cotidianos. Entre os destaques deste núcleo está uma pintura monumental de Tomie Ohtake, instalada em uma parede curva, retomando a relação espacial para a qual foi concebida originalmente, por ocasião da exposição inaugural do Instituto Tomie Ohtake, em 2001.</p>



<p class="has-text-align-center">Na área de transição entre as salas, a série&nbsp;<em>Cru e Cozido</em>, de Alice Shintani, acompanha o deslocamento do visitante, funcionando como uma espécie de travessia entre os dois momentos da mostra. A obra é composta por dezenove pinturas e um chassi sem tela que formam um políptico, no qual a artista realiza há dez anos uma experimentação contínua, em que formas, cores e relações espaciais reaparecem sem jamais se fixarem em uma configuração definitiva.</p>



<p class="has-text-align-center">Já na segunda sala, a presença de Shitani se intensifica em uma grande instalação pictórica que transforma as paredes em suporte e altera a percepção do ambiente. No centro desse campo cromático, estão expostas as esculturas tubulares de Tomie Ohtake, que introduzem novas relações de equilíbrio e movimento.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Serviço:</strong> 28 de julho a 15 de novembro / CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Teatro Nelson Rodrigues  Av. República do Paraguai, 230 – Centro / <a href="https://www.caixacultural.gov.br/Paginas/default.aspx" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Site CAIXA Cultural</a> | Instagram @caixaculturalrj</p>



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		<title>Exposição “Florescer” reúne artistas contemporâneos, na Casa70</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Jul 2026 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artes]]></category>
		<category><![CDATA[Exposições]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Se “Eclosão”, exposição que marcou a abertura da CASA70 Galeria, celebrou o nascimento de um novo espaço dedicado à arte no Rio de Janeiro, “Florescer” lança um olhar sobre aquilo que acontece em seguida: o crescimento, a consolidação e a continuidade. Sob curadoria de Elis Valadares, a coletiva é sobre ideias que amadurecem, trajetórias que [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Se “Eclosão”, exposição que marcou a abertura da CASA70 Galeria, celebrou o nascimento de um novo espaço dedicado à arte no Rio de Janeiro, “Florescer” lança um olhar sobre aquilo que acontece em seguida: o crescimento, a consolidação e a continuidade.</p>



<p class="has-text-align-center">Sob curadoria de Elis Valadares, a coletiva é sobre ideias que amadurecem, trajetórias que se consolidam, relações que criam raízes e projetos que encontram seu lugar no mundo. Aliás, nesta edição, a CASA70 amplia sua proposta curatorial ao promover um diálogo entre a arte moderna brasileira e a produção contemporânea representada pela galeria.</p>



<p class="has-text-align-center">A Exposição “Florescer” reúne obras de Alberto da Veiga Guignard, Antonio Bandeira, José Pancetti e Candido Portinari, em diálogo com a produção contemporânea desenvolvida pelos artistas representados pela CASA70 Galeria. Ao aproximar diferentes gerações, a curadoria evidencia como temas ligados à paisagem, à matéria, à cor, à identidade, ao território e à experimentação permanecem vivos e continuam a se transformar ao longo do tempo.</p>



<p class="has-text-align-center">Além disso, participam da mostra Bruno Borne, Diana Gondim, FESSAL, Giovanna Nucci, Lair Uaracy, Lorena Bruno, Lucas Finonho, Lucas Ribeiro, Marcelo Carrera, Marcos Corrêa, Mariana Riera, Marina Rodrigues, Miru Brüggmann, Samira Pavesi, Tatiana Bertrand e Thomaz Velho. </p>



<p class="has-text-align-center">Entre pinturas, esculturas, fotografias, obras sobre papel, design e mobiliário, a exposição convida o público a perceber que a arte se desenvolve por meio do diálogo entre gerações. As obras modernas não são apresentadas apenas como referências históricas, mas como presenças vivas que continuam inspirando, provocando e expandindo a produção contemporânea, estabelecendo relações entre diferentes tempos, linguagens e sensibilidades.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;Florescer&#8221; reúne artistas contemporâneos da galeria ao lado de mestres da arte moderna brasileira, criando conexões entre diferentes gerações de artistas, colecionadores e públicos. A exposição parte da compreensão de que nenhuma obra nasce isoladamente: toda criação carrega uma memória, dialoga com o passado e aponta para o futuro. É nesse encontro entre raízes e novos olhares que a arte brasileira continua a florescer.</p>



<p class="has-text-align-center"><em>Serviço</em>  Visitação: de 26 de julho a 30 de setembro de 2026 Local: CASA70 Galeria Endereço: Rua Orsina da Fonseca, 19 &#8211; Gávea</p>



<p></p>
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		<title>CRAB recebe exposição com artesanato do Festival do Boi-Bumbá de Parintins</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 15:18:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p> O artesanato produzido para uma das maiores e mais tradicionais festas do folclore brasileiro, o Boi-Bumbá de Parintins, estará em exposição no Centro Sebrae de Referência do Artesanato Brasileiro (CRAB) a partir do dia 23 de julho, com entrada gratuita. Criadas pelas mãos dos artesãos que trabalham nos bumbás Garantido e Caprichoso, as obras compõem a [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center"> O artesanato produzido para uma das maiores e mais tradicionais festas do folclore brasileiro, o Boi-Bumbá de Parintins, estará em exposição no Centro Sebrae de Referência do Artesanato Brasileiro (CRAB) a partir do dia 23 de julho, com entrada gratuita. Criadas pelas mãos dos artesãos que trabalham nos bumbás Garantido e Caprichoso, as obras compõem a mostra &#8220;Boi-Bumbá de Parintins: Do Brincar ao Futuro&#8221;. Realizada em parceria com o Sebrae do Amazonas, a exposição ilustra porque esse festival é considerado tão importante quanto o Carnaval e o Círio de Nazaré.</p>



<p class="has-text-align-center">Dividida em três grandes espaços a mostra é uma homenagem às matrizes culturais do Brasil, a afirmação da identidade amazônica e a projeção de um futuro sustentável. O público é convidado a percorrer um caminho que vai desde a simplicidade do brinquedo popular até a grandiosidade das alegorias que encantam o mundo no Bumbódromo. Entre os destaques estão os 300 bonecos do Mini Boi — sendo 150 do Caprichoso e 150 do Garantido —, que simbolizam a paixão e a rivalidade que movem a ilha tupinambarana.</p>



<p class="has-text-align-center">Segundo a curadora Rozana Trilha, a mostra está dividida em três espaços centrais: &#8220;o primeiro é a homenagem, que reconhece o Boi-Bumbá como uma forma de celebrar o Brasil em sua pluralidade de ritmos, crenças, estéticas e festas. A segunda é a afirmação amazônica, que situa Parintins e a Amazônia não como margem, mas como centro da potência criativa e território de ancestralidade. A terceira é a projeção de futuro, entendendo a tradição não como permanência imóvel, mas como um campo fértil de reinvenção, capaz de se desdobrar em economia criativa, sustentabilidade e inovação, explica Rozana Trilha.&#8221;</p>



<p class="has-text-align-center">Além de alegorias de mesa e personagens icônicos como Pajé, Cunhã-Poranga, Porta-Estandarte, Sinhazinha e Tuxauas, serão exibidas sete esculturas em tamanho real dos Encantados da Floresta (Curupira, Matinta Pereira, Iara, Vitória-Régia, Mapinguari, Boto-Cor-de-Rosa e Cobra Grande) e maquetes do processo de criação das alegorias. As peças do projeto de resíduos do Festival — que mostram como o que sobra da festa vira arte — também estarão expostas na última sala.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;A exposição que o CRAB inaugura este mês utiliza a grandiosidade de Parintins para atrair o público através de uma narrativa de trabalho coletivo e pertencimento, onde cada visitante é convidado a se reconhecer como herdeiro e guardião dessa riqueza cultural brasileira&#8221;, explica o diretor de Desenvolvimento do Sebrae Rio e membro do Comitê Nacional de Governança do CRAB, Sergio Malta. </p>



<p class="has-text-align-center">De acordo com Lamisse Said da Silva Cavalcanti, diretora técnica do Sebrae Amazonas, o grande diferencial do projeto &#8220;Parintins Criativo: Do Festival ao Futuro&#8221; foi a sua construção conjunta com os artesãos, respeitando a identidade local para unir economia circular, design e inovação; uma metodologia que transforma materiais remanescentes em produtos de alto valor e que já mostra resultados concretos na exposição <em>Boi-Bumbá de Parintins: Do Brincar ao Futuro</em>, no CRAB. Complementando essa visão, Adrianne Antony Gonçalves, diretora Administrativa e Financeira do Sebrae AM, reforça que ver esse talento em uma vitrine nacional prova que a cultura é um motor de desenvolvimento, sendo que a mostra no CRAB amplia a visibilidade dos artesãos, conecta suas criações a novos mercados e projeta a força artística parintinense para todo o Brasil.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Serviço</strong>: A partir de 23 de julho  <strong>Endereço: </strong>Praça Tiradentes 69/71, Centro do Rio de Janeiro / <strong>Funcionamento: </strong>terça-feira a sábado, das 10h às 17h <strong>Ingresso: </strong>entrada franca (mediante documento com foto) <strong>Site: </strong><a href="https://crab.sebrae.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://crab.sebrae.com.br/</a></p>
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		<title>Ricardo Stambowsky realiza exposição de colagens na Galeria Patrícia Costa</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 15:07:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artes]]></category>
		<category><![CDATA[Exposições]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Colecionador de histórias e peças adquiridas ao longo de anos e repletas de valor afetivo, Ricardo Stambowsky constituiu um repertório próprio, que revela agora numa faceta até então conhecida apenas pelos mais íntimos em seu círculo de amizades. “Encontros Improváveis” apresentará ao público colagens inéditas, sob curadoria da amiga de longa data Vanda Klabin. Notório [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Colecionador de histórias e peças adquiridas ao longo de anos e repletas de valor afetivo, Ricardo Stambowsky constituiu um repertório próprio, que revela agora numa faceta até então conhecida apenas pelos mais íntimos em seu círculo de amizades. “Encontros Improváveis” apresentará ao público colagens inéditas, sob curadoria da amiga de longa data Vanda Klabin.  </p>



<p class="has-text-align-center">Notório em sua trajetória como cerimonialista, Ricardo sempre cultivou uma relação íntima com a imagem, inclusive em incursões pelas artes plásticas: frequentou&nbsp;as aulas de Ivan Serpa no MAM e de modelo vivo com Waldir Damásio. A veia artística, enfim, se manifestou.&nbsp;Inicialmente produzidas para presentear amigos próximos, suas colagens nasceram de maneira espontânea, sem pretensões expositivas. Com o passar do tempo, entretanto, o exercício contínuo de recortar, deslocar e recombinar elementos revelou uma linguagem autoral marcada pela liberdade associativa e pela construção de narrativas visuais inesperadas.</p>



<p class="has-text-align-center">Nas obras reunidas para a mostra, elementos aparentemente desconexos encontram-se em composições surpreendentes. O resultado são imagens que transitam entre memória, poesia e imaginário, propondo ao espectador múltiplas possibilidades de leitura.</p>



<p class="has-text-align-center"><em>“Trabalho bastante com revistas francesas e inglesas antigas, de 30, 40 anos atrás. Costumava comprar publicações semanalmente, algumas sobre aristocracia, outras de interiores. Incialmente vou retirando e faço vídeos antes mesmo de montar um recorte. Escolho uma imagem principal que me atraia mais e vou completando com outras que podem ter relação ou não, mas na maioria das vezes dentro de coisas que eu gosto. Podem ser escolhidas pela cor, pela forma, e vou criando o imaginário. Os nomes nascem depois que as ideias se organizam: Luz do Tempo, ⁠La Dona, ⁠ Majestade, ⁠O Cometa, ⁠La Reina, ⁠O Rubi, Nijinski&#8230; Posso ficar elaborando uma composição até tarde para concluir, mesmo de madrugada. É uma atividade inteiramente prazerosa para mim”,&nbsp;</em>diz Ricardo Stambowsky.</p>



<p class="has-text-align-center">Os 25 trabalhos apresentados em caixa acrílica, de pequeno e médio formato, partem do encontro entre universos distintos, como numa bricolagem. Figuras humanas dividem espaço com referências arquitetônicas, símbolos da cultura visual e imagens extraídas de diferentes contextos históricos, com algumas referências à monarquia. Ao serem retirados de seus significados originais e inseridos em novos contextos, esses fragmentos passam a habitar territórios poéticos, onde o acaso e a imaginação desempenham papel fundamental.</p>



<p class="has-text-align-center">Para Vanda Klabin, o conjunto evidencia uma produção que escapa a classificações rígidas.<em>&nbsp;“Ricardo Stambowsky parte de um novo vocabulário estético que orienta e determina as suas escolhas pessoais e também irão compor as suas infinitas colagens. Instaura uma dinâmica de formas e cores, um verdadeiro mosaico de elementos que estão presentes no seu imaginário. Recortar e colar passou a ser um procedimento integrado ao seu cotidiano, ao transformar fragmentos heterogêneos, encontrados em antigas revistas, agora recortados, sobrepostos ou justapostos em uma cartolina tripla, até serem transformados em uma totalidade unitária, criando uma nova iconografia. Existe um tempo de idílio com a imagem recortada, como um objeto de desejo que remetem a lembranças familiares, que vão se alinhar novamente dentro de uma ordem imprevisível ou em desordem com a sua trajetória lógica, pois adquirem uma nova identidade”</em>, afirma a curadora e historiadora.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Ricardo Stambowsky é carioca e tem 78 anos. Por parte de pai, neto de russos que emigraram para Salvador durante a revolução bolchevique. A mãe era pernambucana de família da aristocracia canavieira. Formado em Direito pela Faculdade Brasileira de Ciências Jurídicas e em Jornalismo pela Faculdade da Cidade, é casado há 53 anos com Sueli Pittigliani. Como advogado trabalhou na companhia construtora da família e como jornalista em diversas revistas, jornais e programas de televisão. Nos anos 80, teve em Juiz de Fora uma danceteria de muito sucesso. Porém, as Artes Plásticas sempre fizeram parte de sua trajetória. Frequentou as aulas do Ivan Serpa no MAM e de modelo vivo com Waldir Damásio. Cerimonialista e organizador de festas e eventos há 40 anos, a veia artística falou mais forte e agora se dedica com paixão a montar colagens utilizando recortes de revistas antigas que colecionou ao longo da vida.</p>



<p class="has-text-align-center"><em>Serviço</em>: 22 de julho  até 1º de agosto de 2026 / Funcionamento: de segunda a sexta, das 11h às 19h; aos sábados, das 11h às 17h / Local: Galeria Patricia Costa Endereço: Av. Atlântica, 4.240/lojas 224 e 225 – Copacabana  </p>



<p><em> </em></p>
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		<title>&#8220;FIM como MEIO&#8221; no no Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica</title>
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		<pubDate>Sun, 19 Jul 2026 13:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artes]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Exposições]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica recebe coletiva “FIM como MEIO&#8221;, com a curadoria da Paralela, movimento artístico que viabiliza exposições, encontros e diálogos entre artistas ELAs &#8211; todas as formas de ser ela &#8211; no campo da arte contemporânea.  A exposição reúne obras de 27 artistas contemporâneas, tendo como fio condutor reflexões filosóficas [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">O Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica recebe coletiva “FIM como MEIO&#8221;, com a curadoria da Paralela, movimento artístico que viabiliza exposições, encontros e diálogos entre artistas ELAs &#8211; todas as formas de ser ela &#8211; no campo da arte contemporânea. <br><br>A exposição reúne obras de 27 artistas contemporâneas, tendo como fio condutor reflexões filosóficas sobre a ideia de fim: o término da vida, de ciclos, de relacionamentos, de tecnologias, de paradigmas. O resultado são obras de investigação sensível tendo os mais diferentes suportes, como pintura, escultura, fotografia, objeto e performance. São diferentes visões, expressões e narrativas de como se compreende o tema. Mais do que ilustrar respostas, o desejo é construir coletivamente um espaço de pesquisa sensível sobre aquilo que termina, permanece, desaparece ou se transforma. </p>



<p class="has-text-align-center">Participam da exposição: Amina Samake, Ana Coutinho, Barbara Venosa, Camila Canela, Camile Soares, Carolina Kasting, Carolina Bezerra, Diana Lobo, Fayra Moreira, Gabriela Fero, Gabriella Marinho, Heloisa Madragoa, Hildebranda, Indigo Braga, Joana Uchôa, Kaya Agari, Lila Deva, Luana Carvalho, Marcela Crosman, Marina Ribas, Marina Ryfer, Mitti Mendonça, Paty Wolff, Sofia Bartolomeo, Thásya Barbosa, Vanessa Ximenes e Ventura Perico. </p>



<p class="has-text-align-center">Durante todo o período expositivo serão realizadas ativações artísticas e visitas guiadas. As “Falas Paralelas&#8221; são experiências sonoras que ecoarão no museu e na rádio Saara. A proposição se alinha com a narrativa curatorial que borra a noção espacial e temporal sobre o fim da própria exposição, questionando as fronteiras entre museu, espaço público e virtual. Participam desta ação: Barbara Venosa, Carolina Bezerra, Carolina Kasting, Hildebranda, Lila Deva, Luana Carvalho, Mitti Mendonça, Vanessa Ximenes. </p>



<p class="has-text-align-center">Serviço: <br>Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica — Galeria 10<br>Rua Luís de Camões, 68 — Praça Tiradentes / Período expositivo: de 20 de julho a 29 de agosto  2026 / Entrada franca</p>
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		<title>&#8220;Clóvis: o rosto detrás da máscara&#8221; na Biblioteca Parque Estadual</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 13:44:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artes]]></category>
		<category><![CDATA[Exposições]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quem é do subúrbio do Rio conhece bem essa cena: o estouro dos fogos, o som das bolas batendo no chão, a fumaça colorida e, de repente, eles: os bate-bolas, também chamados de Clóvis. Figuras mascaradas, brilhantes, misteriosas, tomando a rua em bando. Para uns, susto. Para outros, encanto. Para milhares de cariocas, sinônimo de [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center"><br>Quem é do subúrbio do Rio conhece bem essa cena: o estouro dos fogos, o som das bolas batendo no chão, a fumaça colorida e, de repente, eles: os bate-bolas, também chamados de Clóvis. Figuras mascaradas, brilhantes, misteriosas, tomando a rua em bando. Para uns, susto. Para outros, encanto. Para milhares de cariocas, sinônimo de carnaval. Essa festa que nasceu nos quintais e galpões da Zona Norte, Oeste e da Baixada Fluminense agora se transforma na exposição &#8220;Clóvis: o rosto detrás da máscara&#8221;.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;Clóvis: o rosto detrás da máscara&#8221; convida o visitante a viver dois tempos da festa popular. Na primeira parte, a rua: o grande palco das turmas, com as saídas coletivas numa profusão de cores, texturas e brilhos, resultado de quase um ano de trabalho entre a escolha do tema e o desfile. Na segunda, os bastidores: o universo íntimo e quase inacessível que fica por trás das máscaras, onde pintores, costureiras, aderecistas e produtores transformam quintais, varandas e galpões em verdadeiras famílias ampliadas. Com recursos próprios, os integrantes juntam suas economias durante meses para materializar o sonho. </p>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">Bate bolas são reconhecidos como Patrimônio Cultural Imaterial da cidade do Rio de Janeiro desde 2012.</h2>



<p class="has-text-align-center">A exposição reúne indumentárias completas e originais apresentadas por diversas turmas de bate-bolas do carnaval de 2026, entre elas a Turma Bem Feitos, Turma Bem Feitas, Turma Animação da Ilha do Governador, Velha Guarda de Paciência e Turma Empoderadas. Outros grupos também se fazem presentes por meio de adereços, registros audiovisuais e fotografias que exploram o corpo mascarado, o brilho, o som e o gesto como expressões estéticas e políticas de identidade. Haverá visita mediada na abertura e no encerramento.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>SERVIÇO:</strong> Abertura: 21 de julho de 2026 (terça), a partir das 15h / Visitação: de segunda a sexta, das 10h às 17h / Local: Biblioteca Parque Estadual Endereço: Av. Pres. Vargas, 1261, Centro </p>
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		<title>&#8220;Izô&#8221;: Exposição coletiva reúne cerca de 50 obras de artistas de diferentes gerações</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 13:37:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artes]]></category>
		<category><![CDATA[Exposições]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O fogo como força ancestral capaz de transformar, iluminar e conectar diferentes temporalidades é o ponto de partida de &#8220;Izô&#8220;, exposição coletiva que a Danielian RJ, com curadoria de Marcus de Lontra Costa e Rafael Fortes Peixoto. Reunindo cerca de 50 obras de artistas de diferentes gerações, a mostra toma como referência a palavra bantu izô, associada à energia do fogo, [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">O fogo como força ancestral capaz de transformar, iluminar e conectar diferentes temporalidades é o ponto de partida de &#8220;<em>Izô</em>&#8220;, exposição coletiva que a Danielian RJ, com curadoria de Marcus de Lontra Costa e Rafael Fortes Peixoto. </p>



<p class="has-text-align-center">Reunindo cerca de 50 obras de artistas de diferentes gerações, a mostra toma como referência a palavra bantu <em>izô</em>, associada à energia do fogo, para investigar a presença e as reverberações das matrizes africanas na constituição do imaginário visual brasileiro. O percurso inclui ainda uma instalação composta por ex-votos de autoria desconhecida, provenientes de diferentes regiões do país, ampliando a reflexão sobre memória, ancestralidade e experiência coletiva.</p>



<p class="has-text-align-center">Com obras de<strong> </strong>Artur Barrio, Ayrson Heráclito, Cipriano, Dionísio Del Santo, Gonçalo Ivo, Jayme Figura, Lidia Lisbôa, Luiz Hermano e Mario Cravo Jr., a exposição reúne pinturas, esculturas, objetos e instalações em um conjunto que evidencia aproximações poéticas, simbólicas e formais entre produções de distintas épocas e contextos. A curadoria propõe o fogo como fio condutor do percurso expositivo, da centelha às cinzas, para estabelecer conexões entre obras marcadas por heranças culturais africanas que permanecem inscritas na memória, nos rituais, nos gestos cotidianos e na sensibilidade brasileira.</p>



<p class="has-text-align-center">“Izô mergulha na percepção de uma força que emerge no gesto e na ação humana de expressar-se através da arte. Fogo que arde de dentro pra fora”, afirmam os curadores Marcus de Lontra Costa e Rafael Fortes Peixoto. Além disso, em texto crítico Cipriano propõe pensar a arte afro-brasileira como um campo de poesia e políticas de transformação, onde a ancestralidade permanece como força ativa na produção contemporânea.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Essa perspectiva encontra especial ressonância na obra de Mario Cravo Jr., que ganha um núcleo dedicado dentro da exposição. Heitor Reis observa, em texto complementar, que <em>Izô</em> aproxima a produção de Cravo Jr. a outros artistas: “Izô ecoa vozes e cantos que trazem toda a riqueza do Brasil e da nossa Bahia, sempre presente em todos que amam a potência criativa da cultura brasileira”. </p>



<p class="has-text-align-center">Serviço <br><strong>Período expositivo: </strong>De 16 de julho a 19 de setembro de 2026<br><strong>Local: </strong>Danielian RJ <strong>Endereço: </strong>Rua Major Rubens Vaz, 414 &#8211; Gávea <br><strong>Horários:</strong> Segunda à sexta das 11h às 19h | Sábado das 11h às 17h<br><strong>Entrada:</strong> Gratuita<br><strong>Mais informações: </strong><a href="https://danielian.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://danielian.com.br/</a> | Instagram: @danielian_galeria</p>
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		<title>Mostra apresenta artistas nacionais e internacionais que retratam e celebram a essência da &#8216;street art&#8217;</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 16:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artes]]></category>
		<category><![CDATA[Exposições]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dez anos após a bem-sucedida mostra &#8220;Street Art &#8211; Um Panorama Urbano&#8221;, a Caixa Cultural revisita a cena global da arte urbana conectando artistas brasileiros e internacionais em um espaço de intercâmbio e reflexão. Sucesso em Brasília no primeiro semestre, a CAIXA Cultural RJ recebe a exposição &#8220;Frequências Urbanas – Uma voz única no diálogo [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Dez anos após a bem-sucedida mostra &#8220;Street Art &#8211; Um Panorama Urbano&#8221;, a Caixa Cultural revisita a cena global da arte urbana conectando artistas brasileiros e internacionais em um espaço de intercâmbio e reflexão. Sucesso em Brasília no primeiro semestre, a CAIXA Cultural RJ recebe a exposição &#8220;Frequências Urbanas – Uma voz única no diálogo coletivo&#8221;, uma grande celebração da arte de rua contemporânea.</p>



<p class="has-text-align-center">Também conhecida como street art, ela consolidou-se como uma das principais formas de expressão visual nas paredes do mundo. É nesse contexto que a mostra reúne alguns dos nomes mais relevantes da arte urbana contemporânea mundial.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">A exposição reúne um panorama potente da arte urbana e contemporânea, destacando a fusão entre tradição e subversão. Entre os nomes internacionais, figuram o franco-tunisiano eL Seed, mundialmente célebre por seu &#8220;calligraffiti&#8221; que une caligrafia árabe e graffiti em esculturas monumentais; o franco-congolês Kouka Ntadi, reconhecido pela icônica série Guerreiros Bantu, que resgata a ancestralidade africana frente ao apagamento colonial; o francês Rero, referência da arte conceitual urbana que utiliza tipografias riscadas para questionar a sociedade de consumo; e o Inside Out Project, iniciativa global idealizada por JR, que transforma retratos fotográficos em ferramentas de mobilização social em mais de 150 países.</p>



<p class="has-text-align-center">A representação brasileira traz nomes que tensionam o espaço público e o circuito institucional com práticas diversas: Cripta Djan, figura central na pichação paulistana, que eleva essa linguagem à &#8220;guerrilha simbólica&#8221; em suportes como linho e MDF; Beto Gatti, cujas obras investigam a fusão entre tecnologia e psicologia humana com um olhar irônico sobre o futuro; Kássia Borges, que integra saberes ancestrais da cerâmica Karajá com a pintura contemporânea; Gugie Cavalcanti, artista e arte-educadora focada na potência do muralismo e do protagonismo feminino; e Luisa Pimenta, cujas pinturas exploram a arquitetura emocional e a memória coletiva. Juntos, esses artistas compõem um diálogo urgente que evoca questões sociais, políticas e a própria reinvenção da paisagem urbana.<br><br>&#8220;A exposição &#8216;Frequências Urbanas&#8217; se posiciona como uma encruzilhada vibrante na qual artistas de diversas origens e com múltiplas raízes se encontram para celebrar a essência da arte urbana. Esse movimento, tanto local quanto global, reflete uma cultura em constante evolução, com cada artista trazendo sua voz única enquanto participa de um diálogo coletivo&#8221;, resume o artista francês RERO, artista participante da exposição, que assina a curadoria com o carioca Marco André Tosatth.</p>



<p class="has-text-align-center">Embora profundamente conectados aos seus territórios de origem, os artistas estabelecem um diálogo permanente com movimentos internacionais, ampliando o alcance de suas pesquisas sem perder de vista suas identidades e contextos culturais múltiplos. &#8220;Frequências Urbanas&#8221; evidencia essa convergência ao reunir obras que partem de experiências locais para abordar questões universais como identidade, ancestralidade, pertencimento, resistência e esperança. Ao construir pontes entre tradições, práticas urbanas e linguagens contemporâneas, a exposição convida o público à reflexão sobre temas urgentes da atualidade, como as mudanças climáticas, as desigualdades sociais e o resgate das memórias e saberes ancestrais. </p>



<p class="has-text-align-center">Entre as ativações previstas durante a temporada da exposição, que vai até 20 de setembro na Unidade Passeio da Caixa Cultura RJ, está um grande painel criado por JR a partir de fotografias do público que estará na abertura da mostra.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Serviço</strong> <br>Temporada: 11 de julho a 20 de setembro de 2026<br>Visitação: terça a sábado, das 10h às 20h; domingos e feriados, das 11h às 18h<br>CAIXA Cultural RJ – Unidade Passeio<br>Endereços: Rua do Passeio, 38 e Av. República do Paraguai, 230 &#8211; Centro<br>Telefone: (21) 3980-3815<br>Entrada gratuita. / Acessibilidade para cadeirantes e audiodescrição.</p>
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		<title>&#8220;O Tempo das Plantas&#8221; traz exposição sobre chás e café e suas conexões históricas entre Brasil e China</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artes]]></category>
		<category><![CDATA[Exposições]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A&#160;Casa Pacheco Leão recebe a exposição&#160;&#8220;O&#160;Tempo&#160;das&#160;Plantas&#8221;&#160;, que propõe uma reflexão sobre circulação de espécies, memória, ciência e intercâmbios culturais entre territórios e saberes. A exposição convida o público a desacelerar e observar o mundo a partir do tempo das plantas. Muito antes de se tornarem bebidas globais, chá e café nasceram de paisagens específicas, de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">A&nbsp;Casa Pacheco Leão recebe a exposição&nbsp;&#8220;O&nbsp;Tempo&nbsp;das&nbsp;Plantas&#8221;&nbsp;, que propõe uma reflexão sobre circulação de espécies, memória, ciência e intercâmbios culturais entre territórios e saberes. A exposição convida o público a desacelerar e observar o mundo a partir do tempo das plantas. Muito antes de se tornarem bebidas globais, chá e café nasceram de paisagens específicas, de montanhas úmidas, florestas tropicais&nbsp;e&nbsp;terras&nbsp;cultivadas&nbsp;por&nbsp;gerações&nbsp;de&nbsp;agricultores&nbsp;que&nbsp;aprenderam&nbsp;a&nbsp;acompanhar&nbsp;os ritmos das estações, da chuva e da luz. Ao longo dos séculos, suas folhas e sementes cruzaram oceanos, transformando economias, paisagens e modos de convivência.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">A narrativa parte das origens da&nbsp;<em>Camellia sinensis</em>, nas montanhas do sul da China, e do&nbsp;<em>Coffea arabica</em>, nas terras altas da Etiópia, do Quênia e do Sudão.</h2>



<p class="has-text-align-center">Com&nbsp;curadoria&nbsp;do&nbsp;estúdio&nbsp;UM.BA.RA.KÁ,&nbsp;a&nbsp;exposição&nbsp;reúne&nbsp;mais&nbsp;de&nbsp;200&nbsp;itens&nbsp;entre&nbsp;obras&nbsp;de arte contemporânea, documentos históricos, ilustrações botânicas, objetos científicos, utensílios tradicionais, registros fotográficos, instalações sensoriais e conteúdos audiovisuais. O percurso articula arte, ciência e memória para abordar temas como agricultura ancestral, circulação de espécies, viagens marítimas, intercâmbios culturais, colonialismo, relações comerciais, biodiversidade e diferentes formas de conhecimento construídas em relação à natureza. </p>



<p class="has-text-align-center">Participam da mostra artistas como Tiago Sant&#8217;Ana, Mãe Celina de Xangô, Emerson Rocha, Jingwei Bu e Gustavo Caboco, em diálogo com acervos de instituições nacionais e internacionais, entre elas o próprio Jardim Botânico do Rio de Janeiro (JBRJ), Instituto Moreira&nbsp;Salles&nbsp;(IMS),&nbsp;Biblioteca&nbsp;Nacional,&nbsp;Wellcome&nbsp;Collection,&nbsp;Biodiversity&nbsp;Heritage&nbsp;Library, The National Palace Museum Collection, Shanghai Museum, The Palace Museum (Beijing Palace Museum), Museu Nacional do Palácio de Taipei e The Metropolitan Museum of Art, além de coleções particulares e acervos indígenas. </p>



<p class="has-text-align-center">Além da experiência expositiva, o projeto contará com programação educativa, visitas mediadas, atividades sensoriais, cerimônias do chá e ações voltadas à acessibilidade, buscando&nbsp;aproximar&nbsp;diferentes&nbsp;públicos&nbsp;das&nbsp;discussões&nbsp;propostas&nbsp;pela&nbsp;mostra.&nbsp;O&nbsp;projeto conta ainda com consultoria do Instituto Confúcius e a colaboração de uma comissão curatorial formada por servidores do JBRJ.</p>



<p class="has-text-align-center">SERVIÇO Período de visitação: a partir de 11 de julho até junho de 2027 Horário: das 10h às 17h (fechado às quartas) Entrada gratuita / Local: Casa Pacheco Leão &#8211; Jardim Botânico do Rio de Janeiro Endereço: Rua Jardim Botânico, 1008 Classificação livre <a href="https://heylink.me/casapachecoleao" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>https://heylink.me/casapachecoleao</u></a></p>
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		<title>Fundição Progresso realiza residência artística OFÁ </title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 17:03:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artes]]></category>
		<category><![CDATA[Debates]]></category>
		<category><![CDATA[Exposições]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Centro Cultural Fundição Progresso realiza, entre julho e dezembro de 2026, a residência artística OFÁ – Ocupação Flutuante de Arte, iniciativa multidisciplinar que reúne artistas das artes visuais, dança, slam e performance em um processo criativo coletivo voltado para experimentação, troca e construção de novas narrativas. Organizada pelo artista Rona Neves, residente da instituição [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">O Centro Cultural Fundição Progresso realiza, entre julho e dezembro de 2026, a residência artística OFÁ – Ocupação Flutuante de Arte, iniciativa multidisciplinar que reúne artistas das artes visuais, dança, slam e performance em um processo criativo coletivo voltado para experimentação, troca e construção de novas narrativas. Organizada pelo artista Rona Neves, residente da instituição desde 2023, a ocupação promove encontros, oficinas, rodas de conversa, ensaios abertos, apresentações e uma mostra coletiva ao final do processo.</p>



<p class="has-text-align-center">A edição de 2026 reúne artistas oriundos de territórios periféricos da cidade e de diferentes linguagens artísticas. Nas artes visuais participam Julia Sena, Marcos Cacimba, Celo Moreira e Santo Berto. Já Efêmero integra as atividades de slam e poesia falada. Na dança, a residência recebe Salasar Jr.</p>



<p class="has-text-align-center">Inspirada em Oxóssi, orixá da tradição iorubá associado à caça, à abundância e à abertura de caminhos, OFÁ toma como referência o arco e flecha, ferramenta sagrada do orixá. Na ocupação, o corpo é pensado como flecha: instrumento de movimento, criação e transformação, enquanto o espaço torna-se o arco que impulsiona trajetórias e encontros.</p>



<p class="has-text-align-center">A abertura da residência aconteceu no sábado, 4 de julho, com a realização de uma edição especial do Slam Afro Afeto no mezanino da Fundição. Criado em 2023, o <strong>Slam Afro Afeto</strong> entende o afro afeto como uma tecnologia ancestral de cuidado, permanência e fortalecimento das subjetividades negras. Mais do que uma batalha de poesia, o projeto propõe espaços de escuta, convivência e troca, fortalecendo a cultura periférica através da oralidade e da criação coletiva.</p>



<p class="has-text-align-center">Durante a residência, a programação prevê ações como uma oficina de Escrevivência Mulheres Negras ainda em julho, oficina gratuita infanto-juvenil CorpoFolia Brincante em agosto, oficinas de Gorila de Plástico, Nave Memória, SLAM Machado e comemoração de Cosme e Damião e Dia das Crianças em setembro, além de novas edições do Slam Afro Afeto.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Como escreveu o músico e compositor Tiganá Santana em sua poesia <em>&#8220;O Ofá como Oficina&#8221;</em>, &#8220;o ofá é um seio, um sorriso (&#8230;) Agueré contínuo, Monjola infinito, Avamunha incontornável&#8221;. É nessa perspectiva de fartura criativa e rítmica que a ocupação se desenvolve, celebrando a dimensão coletiva de Oxóssi e reunindo artistas para a construção de processos criativos compartilhados.</p>



<p class="has-text-align-center">A proposta de OFÁ ultrapassa os limites das artes visuais e estabelece diálogos com teatro, dança, grafite, slam e performance. A residência busca criar um espaço de experimentação artística e partilha de saberes, fortalecendo redes criativas e ampliando as possibilidades de atuação coletiva.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Serviço<br>OFÁ – Ocupação Flutuante de Arte<br></strong>Período: julho a dezembro de 2026<br>Local: Centro Cultural Fundição Progresso<br>Programação: rodas de conversa, oficinas, ensaios, apresentações e mostra coletiva final.</p>
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