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	<title>Fotografia - Rota Cult</title>
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	<description>Aqui você encontra dicas culturais na cidade do Rio de Janeiro!</description>
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	<title>Fotografia - Rota Cult</title>
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		<title>Luciana Rique apresenta &#8220;Entre Órbitas&#8221; na Casa Proeza</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Sep 2026 12:00:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Luciana Rique fotografa o mundo para fazê-lo desaparecer. Diante de sua câmera, aquilo que está à vista perde contorno, escala e gravidade. Luzes se tornam corpos, superfícies sugerem paisagens, formas parecem flutuar em um espaço cuja localização não podemos precisar. “Nada é o que parece quando a Luciana fotografa”, diz o curador Eder Chiodetto. Se [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Luciana Rique fotografa o mundo para fazê-lo desaparecer. Diante de sua câmera, aquilo que está à vista perde contorno, escala e gravidade. Luzes se tornam corpos, superfícies sugerem paisagens, formas parecem flutuar em um espaço cuja localização não podemos precisar. “Nada é o que parece quando a Luciana fotografa”, diz o curador Eder Chiodetto. Se a fotografia nasceu historicamente associada à capacidade de registrar o visível, a artista carioca parece interessada no movimento inverso: “Em geral, os fotógrafos atuam para revelar algo do mundo. A Luciana fotografa para ocultar a aparência do mundo”, observa.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">É desse território incerto, entre o que existe e o que apenas parece existir, que nasce &#8220;Entre Órbitas&#8221; na Casa Proeza, no Centro do Rio, durante a ArtRio. Com curadoria de Eder Chiodetto, que acompanha a pesquisa da artista desde 2022, a mostra reunirá cerca de 35 obras e marca um novo momento de uma investigação que tem a fotografia como ponto de partida, mas progressivamente ultrapassa seus limites. </p>



<p class="has-text-align-center">Se nas exposições anteriores,&nbsp;<em>Entreato</em>&nbsp;(2023) e&nbsp;<em>Sólido Volátil</em>&nbsp;(Rio de Janeiro, 2024; São Paulo, 2025), Luciana já tensionava a imagem fotográfica ao colocá-la em relação com diferentes suportes e materiais, agora esse movimento se radicaliza. Fotografias passam a conviver com chapas de ferro, folhas de ouro, carvão e papéis artesanais coreanos. Em determinados conjuntos, torna-se difícil distinguir onde termina a fotografia e começam o desenho, a superfície ou a matéria em estado bruto.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">As imagens partem de situações encontradas no mundo, mas raramente permitem reconhecer aquilo que esteve diante da câmera. Luciana procura cantos, frestas, incidências de luz e sombra, e trabalha com o desfoque e o movimento do próprio aparelho. “Uso a câmera como um pincel”, afirma. “Não quero fotografar a coisa dada, quero que tenha algum mistério.” Eder define o resultado como uma “iconografia de atmosferas”, situada numa zona intermediária entre figuração e abstração.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Em <em>&#8220;Entre Órbitas&#8221;</em>, a alquimia passa a constituir uma nova chave conceitual para a pesquisa. O caminho surgiu quando Chiodetto se deparou com uma fotografia em tons avermelhados que lhe pareceu mostrar um mar revolto, embora não fosse um mar. A imagem, que abrirá a exposição, trazia uma intensidade cromática até então pouco presente em uma produção marcada principalmente por pretos, brancos e ocres. A partir dela, artista e curador chegaram ao <em>rubedo</em>, etapa da alquimia associada à culminância do processo de transmutação. </p>



<p class="has-text-align-center">“Os movimentos estelares, a alquimia, a transformação da matéria e o comportamento da luz sobre esses fenômenos foram alguns dos mistérios que nortearam os diálogos de Luciana comigo e determinaram novos impulsos criativos”, afirma Eder. A pesquisa repercute também na construção visual das obras: as arestas, linhas retas, triângulos e quadrados mais presentes em&nbsp;<em>Sólido Volátil</em>&nbsp;cedem espaço a formas circulares e elípticas, enquanto vermelhos e dourados passam a integrar a paleta da artista.</p>



<p class="has-text-align-center">A alquimia se infiltra na própria matéria das obras. Ao experimentar impressões sobre ferro e aço corten, Luciana se interessou pelo comportamento do metal, sobretudo por sua oxidação ao longo do tempo. O ferro passou a existir ao lado da fotografia, sem servi-la como suporte. “Uma chapa de ferro não foi uma chapa de ferro e não será daqui a um tempo”, pontua o curador, que vê no material uma metáfora da transitoriedade. Ferro, carvão e uma espécie de “poeira cósmica”, como Luciana chama algumas das matérias que experimenta, integram um percurso que culmina na folha de ouro, associada à etapa final do processo alquímico.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">A nova produção incorpora ainda papéis artesanais coreanos, descobertos pela artista durante uma experiência de caráter investigativo em Seul, em 2025, quando visitou ateliês, espaços de produção e museus. Suas formas e texturas estabelecem um diálogo visual com as fotografias e passam a integrar as composições da mostra.</p>



<p class="has-text-align-center">A ideia de suspensão ganha também uma dimensão espacial. Na Casa Proeza, parte das obras descerá do teto em suportes que não chegam ao chão. Distribuídas em diferentes planos, as peças criarão aproximações e distâncias como corpos em um mesmo campo gravitacional. Nas paredes, fotografias e matérias formarão constelações, propondo um percurso no qual o visitante deixa de observar as obras para orbitar entre elas.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">A concepção encontra ressonância no próprio edifício histórico e em sua localização no Centro do Rio. Para Chiodetto, há algo de simbólico em construir uma exposição em torno de órbitas justamente em uma região que volta a concentrar iniciativas culturais da cidade. “É como reposicionar as constelações da cidade, colocando de novo o centro no centro, como o epicentro”, afirma.  </p>



<p class="has-text-align-center"> SERVIÇO: <br>A partir de  18 de setembro <br> Local: Casa Proeza<br>Endereço: Rua do Ouvidor, 26 – Centro  </p>
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		<title>Douglas Lopes apresenta séries de fotografias emblemáticas na Fábrica Bhering</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Sep 2026 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Exposições]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O artista visual e fotógrafo, Douglas Lopes, nascido e criado na Favela da Maré, inaugura exposição individual no quinto andar da Fábrica Bhering. Com curadoria de Vinicius Mesquita, &#8220;Entre a favela, o inferno e o céu&#8221; apresenta séries de fotografias emblemáticas de sua produção e uma instalação inédita. A mostra é parte de um projeto [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">O artista visual e fotógrafo, Douglas Lopes, nascido e criado na Favela da Maré, inaugura exposição individual no quinto andar da Fábrica Bhering. Com curadoria de Vinicius Mesquita, &#8220;<em>Entre a favela, o inferno e o céu</em>&#8221; apresenta séries de fotografias emblemáticas de sua produção e uma instalação inédita.<br><br>A mostra é parte de um projeto mais amplo de Lopes, contemplado com uma bolsa de dois anos no Programa de Inovação Social, Tecnológica e Ambiental (Pista), da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (FAPERJ). Conduzido por agentes culturais de diferentes favelas e complexos, o programa tem como objetivo estimular iniciativas concebidas e desenvolvidas a partir desses territórios. Além da exposição, o projeto contempla a publicação de um livro e a reestruturação da plataforma digital do fotógrafo, que será relançada no evento, e passa a se chamar Estúdio Maré.</p>



<p class="has-text-align-center">Treze fotografias digitais de 150 x 100cm cada, impressas sobre tecido e suspensas por cabos de aço, formam a instalação inédita &#8220;Círculo de fogo&#8221; (2026). A sobreposição de imagens dos alunos do Núcleo de Formação em Dança do Centro de Arte da Maré faz alusão ao espectro das cores do fogo. O trabalho ocupa o espaço central da galeria e cria um caminho visual a ser percorrido pelos visitantes. &#8220;Gosto de brincar com o fogo e da conexão entre a luz do fogo e a fotografia&#8221;, conta o artista. <br><br>Em preto e branco, a fotografia digital &#8220;Nas águas desta baía há muito tempo&#8221; (2024), o artista toma emprestado o título de um livro de Nei Lopes para mostrar a área do antigo Pier Maria Angu, na Favela da Kelson. Antigamente próspero, o espaço segue como uma área de pesca e lazer, apesar da poluição das águas e dos sinais de degradação do espaço. A obra também evidencia como questões sociais e territoriais interferem no acesso à cidade e aos espaços de lazer. </p>



<p class="has-text-align-center"> Desde 2014, Douglas Lopes vem construindo sua trajetória de forma independente, buscando inserir sua fotografia em diferentes circuitos de circulação. Em sua pesquisa, ele  inverte o olhar da chamada &#8220;fotografia antropológica&#8221;: com lugar de fala, ele constrói uma narrativa em que os lugares e seus habitantes não aparecem apenas como objetos de observação, mas como protagonistas de suas próprias histórias.</p>



<p class="has-text-align-center">A partir de um olhar atento às contradições da cidade, ele encontra outras narrativas possíveis para lugares frequentemente vistos de fora. A exposição reflete sobre questões sociais e políticas, ao mesmo tempo em que usa a potência da fotografia para imaginar outra vida urbana no Rio de Janeiro.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Serviço</strong> 17 setembro de 2026 até 18 de fevereiro de 2027 / Fábrica Bhering | R. Orestes, 28 | 5º – Santo Cristo </p>
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		<title>Marli Matsumoto apresenta exposição de Umberto Costa Barros no Tropigalpão durante a ArtRio</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Sep 2026 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exposições]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Originalmente conceituada para a sede da galeria em 2023, com curadoria de Catherine Bompuis, &#8220;ONDE&#8221; chega ao Rio de Janeiro a convite do Tropigalpão, que realiza uma programação especial durante a ArtRio. A mostra reúne documentos fotográficos feitos pelo próprio artista de intervenções site-specific realizadas a partir do final da década de 1960, evidenciando o [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Originalmente conceituada para a sede da galeria em 2023, com curadoria de Catherine Bompuis, &#8220;<em>ONDE</em>&#8221; chega ao Rio de Janeiro a convite do Tropigalpão, que realiza uma programação especial durante a ArtRio. A mostra reúne documentos fotográficos feitos pelo próprio artista de intervenções site-specific realizadas a partir do final da década de 1960, evidenciando o caráter precursor de sua pesquisa e sua contribuição para a ampliação das relações entre arte e arquitetura; assim como <em>BUFFER</em>, um trabalho de 2023. Além da exposição de Umberto Costa Barros, o espaço receberá <em>Meteorium III</em>,  da artista Dominique Gonzalez-Foerster,e a coletiva<em>Atravessamentos Naturais</em>, da Galeria Galatea, com curadoria de Tomás Toledo.</p>



<p class="has-text-align-center">O Tropigalpão recebe um recorte da mostra original, que retoma trabalhos criados por Umberto Costa Barros em um dos períodos mais duros da ditadura militar brasileira. Integrante da geração que começou a atuar após a promulgação do Ato Institucional nº 5, em dezembro de 1968, o artista pertence ao contexto histórico que reuniu nomes como Cildo Meireles, Antonio Manuel, Luiz Alphonsus, Thereza Simões e Raimundo Colares. O crítico Frederico Morais definiu a atuação desses artistas como uma forma de &#8220;guerrilha artística&#8221;, marcada pela ocupação de espaços não convencionais e pelo questionamento das estruturas institucionais da arte.</p>



<p class="has-text-align-center">Realizadas no mesmo momento em que a noção de site-specific começava a ganhar forma no debate internacional, essas intervenções fazem de Umberto Costa Barros uma figura central na história dessa prática no Brasil. Seus trabalhos não eram simplesmente instalados em determinado local: surgiam da observação de sua arquitetura, de seus materiais e de seus usos, tornando-se indissociáveis das condições espaciais e institucionais que lhes davam origem.</p>



<p class="has-text-align-center">Com uma rigorosa economia de meios, o artista não acrescentava novos objetos ao espaço. Em vez disso, deslocava, inclinava, empilhava ou reorganizava aquilo que já estava disponível, produzindo alterações discretas capazes de transformar radicalmente a percepção do ambiente. Ao desestabilizar os usos previstos para móveis, painéis e elementos arquitetônicos, Umberto também colocava em questão as convenções da exposição, a função da arquitetura e o próprio estatuto do objeto de arte.</p>



<p class="has-text-align-center">Por seu caráter transitório e vinculado a situações específicas, essas obras não podem ser remontadas em outros lugares. Os documentos fotográficos realizados pelo artista e apresentados em <em>ONDE</em>, entretanto, não funcionam somente como registros de intervenções desaparecidas. Eles constituem uma dimensão própria do trabalho, reativando no presente as ações realizadas no espaço e permitindo que o público se relacione com sua temporalidade, seus gestos e seus deslocamentos.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Umberto nos apresenta também BUFFER, realizado em 2023 para a mostra em São Paulo, que é parte de sua pesquisa TRABALHO GRÁFICO iniciada em 1971, e que permanece.</p>



<p class="has-text-align-center">Ao apresentar esse conjunto durante a ArtRio, a Marli Matsumoto lança luz sobre uma produção decisiva para a arte brasileira e reafirma a atualidade das questões formuladas por Umberto Costa Barros há mais de cinco décadas: onde se encontra a obra, o que define um espaço expositivo e de que maneira uma intervenção pode transformar nossa experiência de um lugar.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>SERVIÇO</strong> De 17 a 27 de setembro de 2026 <strong>TROPIGALPÃO</strong> Rua Benjamin Constant, 118, Glória – 4º andar.  </p>
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		<title>Leo Gandelman comemora 70 anos com exposição de fotos</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Sep 2026 14:20:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exposições]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O saxofonista e compositor Leo Gandelman celebra 70 anos de vida, completados em 10 de agosto, e cinco décadas dedicadas à música, revelando ao público uma faceta até então guardada em seus arquivos pessoais. A partir de 15 de setembro, terça-feira a FIRJAN, no Centro do Rio de Janeiro, abre as portas para a exposição inédita e [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">O saxofonista e compositor Leo Gandelman celebra 70 anos de vida, completados em 10 de agosto, e cinco décadas dedicadas à música, revelando ao público uma faceta até então guardada em seus arquivos pessoais. A partir de 15 de setembro, terça-feira a FIRJAN, no Centro do Rio de Janeiro, abre as portas para a exposição inédita e gratuita &#8220;50 x 70 – O olhar além da música&#8221;, que reúne imagens capturadas pelo artista durante os anos em que atuou como fotógrafo profissional– um mergulho sensível no universo criativo de um dos nomes mais importantes da música brasileira.</p>



<p class="has-text-align-center">Reconhecido nacional e internacionalmente como saxofonista, flautista, compositor, arranjador e produtor musical, Leo Gandelman sempre cultivou, em paralelo à sua carreira fonográfica, uma relação profunda com a fotografia. Muito antes de consolidar seu nome como instrumentista de referência, encontrou na imagem uma forma de observar e interpretar o mundo – uma experimentação artística que contribuiu para a sensibilidade que mais tarde marcaria sua obra musical.</p>



<p class="has-text-align-center">A mostra, que permanece em cartaz até dezembro, reúne registros que remontam à década de 1970 – período em que Gandelman viveu o ápice de sua dedicação à fotografia. Contratado pela Editora Bloch, viajou pelo Brasil e pela América do Sul, sempre em busca do que ele chama de &#8220;momento único&#8221;. Em 1976, conquistou o segundo lugar no prestigiado Nikon International Photo Contest, uma das mais relevantes premiações do gênero no mundo, reconhecimento que consolidou seu olhar refinado, baseado na observação, na composição e na construção de narrativas visuais.</p>



<p class="has-text-align-center">A exposição, toda em fotos em preto e branco, registra, por exemplo, passageiros a bordo de um vapor no rio São Francisco; a &#8220;Sala dos Milagres&#8221; na Igreja de Bom Jesus da Lapa; uma banda de música em uma parada do &#8220;Trem da Morte&#8221;, que ligava Cuiabá a Santa Cruz de la Sierra (Bolívia) e até mesmo uma &#8220;Maria Fumaça&#8221;, no percurso de Tiradentes a São João Del Rei, como a eternizada na canção &#8220;Ponta de Areia&#8221; (Milton Nascimento e Fernando Brant).</p>



<p class="has-text-align-center">&nbsp;&#8220;Preencher espaços em branco com imagens, histórias e sentimentos foi fundamental para que eu compreendesse o processo de criação. A fotografia me ensinou a construir narrativas, e isso acabou se tornando uma das bases do meu trabalho como músico&#8221;, afirma Leo Gandelman.</p>



<p class="has-text-align-center">As imagens expostas revelam um artista atento aos detalhes, às paisagens, aos sentimentos humanos, aos encontros e aos instantes que passam despercebidos ao olhar cotidiano. Mais do que meros registros, as fotografias constroem uma narrativa visual que dialoga diretamente com a musicalidade, a curiosidade e a liberdade criativa que definem sua trajetória.</p>



<p class="has-text-align-center">Ministério da Cultura e Grupo GPS apresentam:&nbsp;Leo Gandelman 50 x 70 – O olhar além da música&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Serviço</strong>: De 15 de setembro a 30 de novembro  / FIRJAN SESI Centro – Rua Graça Aranha, 1, Centro / Entrada franca </p>
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		<title>Copacabana recebe experiência da Fujifilm </title>
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		<pubDate>Tue, 01 Sep 2026 17:48:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A orla de Copacabana recebe próximo ao Posto 3, no dia 6 de setembro, domingo, a experiência itinerante da Fujifilm para celebrar o lançamento da Instax mini 13. A ação integra a turnê nacional da marca e convida o público carioca a conhecer de perto as novidades da nova câmera instantânea. Os visitantes poderão experimentar as funcionalidades da Instax [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">A orla de Copacabana recebe próximo ao Posto 3, no dia 6 de setembro, domingo, a experiência itinerante da Fujifilm para celebrar o lançamento da Instax mini 13. A ação integra a turnê nacional da marca e convida o público carioca a conhecer de perto as novidades da nova câmera instantânea.</p>


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<figure class="alignright size-full is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="903" height="507" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Copacabana-recebe-experiencia-da-Fujifilm-.png" alt="Fujifilm" class="wp-image-203431" style="aspect-ratio:1.7811189045877103;width:505px;height:auto" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Copacabana-recebe-experiencia-da-Fujifilm-.png 903w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Copacabana-recebe-experiencia-da-Fujifilm--300x168.png 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Copacabana-recebe-experiencia-da-Fujifilm--768x431.png 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Copacabana-recebe-experiencia-da-Fujifilm--748x420.png 748w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Copacabana-recebe-experiencia-da-Fujifilm--150x84.png 150w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Copacabana-recebe-experiencia-da-Fujifilm--696x391.png 696w" sizes="(max-width: 903px) 100vw, 903px" /></figure>
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<p class="has-text-align-center">Os visitantes poderão experimentar as funcionalidades da Instax mini 13, incluindo o timer de 2 e 10 segundos, pensado para selfies e fotos em grupo. A programação também contará com totem de jogo interativo, brindes e uma moldura gigante da Instax para registrar o momento.&nbsp;Estarão ainda disponíveis para o público ocnhecer outras câmeras e impressoras para celular da linha Instax.</p>



<p class="has-text-align-center">Disponível em cinco cores, o novo lançamento da Fujifilm, a Instax mini 13, traz ainda exposição automática, flash automático, espelho para selfie e cordão com ajuste de ângulo, oferecendo mais praticidade para registrar momentos do dia a dia. </p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Serviço</strong> <strong>Data:</strong> 6 de setembro (domingo) <br><strong>Horário:</strong> 12h às 18h <br><strong>Local:</strong> Posto 3 – Copacabana <br><strong>Endereço:</strong> Av. Atlântica, 2202 – Copacabana, Rio de Janeiro (RJ)</p>
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		<title>Maré recebe Festival DE FAVELAS em celebração aos 25 anos do Observatório de Favelas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 11:37:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Cursos e Oficinas]]></category>
		<category><![CDATA[Exposições]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em 2026, o Observatório de Favelas celebra 25 anos de atuação com um grande encontro que reúne pessoas, culturas e territórios. No dia 22 de agosto, o Festival DE FAVELAS – 25 anos acreditando nas potências dos territórios populares ocupa o Galpão Bela Maré com uma programação gratuita com mesas de diálogo, sessão de cinema, abertura de exposição, oficina e apresentações musicais. [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Em 2026, o Observatório de Favelas celebra 25 anos de atuação com um grande encontro que reúne pessoas, culturas e territórios. No dia 22 de agosto, o Festival DE FAVELAS – 25 anos acreditando nas potências dos territórios populares ocupa o Galpão Bela Maré com uma programação gratuita com mesas de diálogo, sessão de cinema, abertura de exposição, oficina e apresentações musicais. O evento celebra a trajetória da instituição e promove reflexões sobre o presente e os caminhos para o futuro das favelas e periferias.</p>



<p class="has-text-align-center">A inspiração do Festival parte de uma imagem recorrente nas arquiteturas das favelas: o vergalhão que permanece exposto nas construções. Longe de representar algo inacabado, ele simboliza continuidade e a proposta de criar novas possiblidades, de ir além. A imagem sintetiza o espírito da celebração: reconhecer o legado construído coletivamente ao longo dos últimos 25 anos e reafirmar o compromisso com os futuros que seguem sendo erguidos a partir das potências dos territórios populares.<br></p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;Essa comemoração também é um gesto de gratidão e de responsabilidade. Gratidão por tudo o que foi construído coletivamente e responsabilidade por seguir ampliando esse legado. Por isso, o&nbsp;Festival&nbsp;parte da imagem do vergalhão exposto nas construções das favelas: uma estrutura que anuncia continuidade. A base existe porque muitas pessoas a construíram, mas ela permanece aberta para que outras gerações possam seguir erguendo novos andares dessa história&#8221;, afirma Isabela Souza, que integra a diretoria do Observatório de Favelas ao lado de Elionalva Sousa, Priscila Rodrigues e Raquel Willadino. A atual direção da instituição é composta integralmente por mulheres.</p>



<p class="has-text-align-center">Reunindo grandes vozes da produção intelectual, artística, cultural e política das periferias, o&nbsp;Festival&nbsp;promove uma programação que articula diferentes atividades abertas e gratuitas ao público. Entre mesas de diálogo, oficina, sessão de cinema, exposição e atrações musicais, o evento aborda temas como democracia, direito à cidade, cultura, memória, comunicação, participação social e produção de conhecimento a partir das favelas e periferias.</p>



<p class="has-text-align-center">Fundado em 2001, na Maré, o Observatório de Favelas tornou-se referência nacional e internacional na produção de conhecimento, formação, comunicação, incidência política e ações culturais voltadas ao fortalecimento das favelas e periferias brasileiras. Ao longo de sua trajetória, consolidou uma perspectiva que reconhece esses territórios como espaços de criação, produção de conhecimento e transformação social. Para os próximos anos, o desafio é ampliar ainda mais o protagonismo de quem vive nesses territórios e fortalecer a diversidade de vozes capazes de construir novos olhares sobre suas realidades.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;Quando eu penso nos próximos 25 anos, espero que moradores de favelas e periferias estejam cada vez mais produzindo suas próprias narrativas, contando suas próprias histórias e apresentando outras perspectivas. Que tenhamos cada vez mais pessoas negras, LGBTs, faveladas, periféricas, indígenas e pessoas com deficiência narrando a própria realidade e rompendo, todos os dias, com a narrativa única e com os estereótipos construídos sobre esses territórios&#8221; comenta Priscila Rodrigues. </p>



<p class="has-text-align-center">A programação tem início com uma sessão especial do CineBela, cineclube do Galpão Bela Maré, que apresenta a animação Como Mágica, dirigida por Nathan Greno. Após a exibição, Pietra Mesquita e Ysake Rosa participam de um bate-papo com o público sobre os temas abordados pelo filme, ampliando a reflexão sobre convivência, diversidade e construção coletiva.</p>



<p class="has-text-align-center">Ainda pela manhã, o artista e pesquisador Thiago Britto ministra a oficina &#8220;A tecnologia da imaginação&#8221;, que propõe uma experiência de criação a partir das memórias, afetos e repertórios dos participantes. Por meio da escrita, do desenho e da fotografia, a atividade investiga como a inteligência ancestral e as narrativas visuais podem fortalecer os vínculos com o território e ampliar as possibilidades de imaginar futuros.</p>



<p class="has-text-align-center">Entre os destaques da programação está também a abertura da exposição &#8220;Tudo começa pelo território&#8221;, concebida especialmente para celebrar os 25 anos do Observatório de Favelas. Em uma parceria entre o Galpão Bela Maré e o Programa Imagens do Povo, iniciativas da instituição, a mostra reúne fotografias, obras audiovisuais e trabalhos de artistas, fotógrafas, fotógrafos, pesquisadores e realizadores que integram o acervo construído pela instituição ao longo de sua trajetória. Com curadoria de Ana V. Lopes e Monara Barreto, a exposição apresenta trabalhos de AF Rodrigues, Ana Bia Novais, Arthur Viana, Caio França, Diego Reis, Elisângela Leite, Francisco Valdean, Gabe Ferreira, Patricia Dias Belaestilosa, Ratão Diniz e Thanis Parajara.</p>



<p class="has-text-align-center">Ao longo da tarde, o público poderá acompanhar três mesas de diálogo dedicadas a temas que atravessam a trajetória do Observatório de Favelas e os desafios contemporâneos das favelas e periferias. Os encontros reúnem intelectuais, artistas, lideranças comunitárias, pesquisadores e representantes de movimentos sociais para discutir organização coletiva, democracia, direitos, cultura, memória e produção de narrativas.</p>



<p class="has-text-align-center">A primeira mesa, &#8220;Mutirão: a força do fazer junto&#8221;, discute o papel da organização coletiva na construção dos territórios populares. Em seguida, &#8220;Bem-viver, território e democracia&#8221; aborda temas como cuidado, justiça social, participação democrática e direito à cidade. Encerrando a programação de debates, &#8220;Inventar futuros: cultura, memória e produção de narrativas&#8221; reúne diferentes perspectivas sobre o papel da arte, da comunicação e da memória na valorização das favelas e na construção de novos imaginários para esses territórios.</p>



<p class="has-text-align-center">Entre os convidados confirmados para os diálogos estão Ana Santos, Dauá Puri, Ricardo Henriques , Eliana Sousa,&nbsp; Aliã Wamiri Guajajara, Ana Carolina Lourenço, Marcelle Decothé, Akili Ribeiro,&nbsp;Silvana Bahia, Paulo Andrade, Rapha Vicente e Francisco Valdean, com mediação de Junior Pimentel, Raquel Willadino e Anna Luisa Oliveira.</p>



<p class="has-text-align-center">Encerrando a programação, o Festival promove uma grande celebração musical com roda de samba do Grupo Arruda, seguida de um set da DJ Bieta. Aberta ao público, a festa reforça a cultura como espaço de encontro, convivência e fortalecimento dos vínculos comunitários. </p>



<p class="has-text-align-center"><strong>SERVIÇO </strong> Data: 22 de agosto de 2026 (sábado) Horário: A partir das 10h Local: Galpão Bela Maré Endereço: Rua Bittencourt Sampaio, 169 – Nova Holanda, Maré / Entrada: Gratuita</p>
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		<title>Fotógrafa espanhola Beatriz Ruibal inaugura mostra no Instituto Cervantes</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Aug 2026 12:39:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exposições]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Depois de ser apresentada na rede de Institutos Cervantes, passando por Budapeste, na Hungria, por Cracóvia, na Polônia, por Palermo, na Itália (Igreja Santa Eulália de Catalanos), e por último em Lisboa, em Portugal, a exposição “Inventário. Os objetos olham para nós” inicia sua itinerância no Brasil pela sede do Instituto Cervantes do Rio de [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Depois de ser apresentada na rede de Institutos Cervantes, passando por Budapeste, na Hungria, por Cracóvia, na Polônia, por Palermo, na Itália (Igreja Santa Eulália de Catalanos), e por último em Lisboa, em Portugal, a exposição “Inventário. Os objetos olham para nós” inicia sua itinerância no Brasil pela sede do Instituto Cervantes do Rio de Janeiro, em Botafogo, a partir do dia 28 de agosto, seguindo posteriormente para Porto Alegre. Trata-se de uma importante e reflexiva mostra fotográfica individual da artista espanhola Beatriz Ruibal, com profundas relações com o contexto da Guerra Civil espanhola.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Em parceria com o festival FOTORIO, na cidade carioca estará incluída na programação oficial dos eventos que o antecedem e se desdobra em duas atividades. No dia 28 de agosto, às 18h, haverá uma conversa no auditório do ICRio entre a fotógrafa da mostra, Beatriz Ruibal, e o diretor do festival FOTORIO, Milton Guran. Ambos possuem projetos de pesquisas relacionados à fotografia, memória e Guerra Civil Espanhola: durante anos, Milton pesquisou a famosa “A mala mexicana”, de Robert Capa (conjunto de cerca de 4.500 negativos fotográficos da Guerra Civil Espanhola.desaparecido por mais de meio século até ser encontrado na Cidade do México em 2007). O bate-papo será sobre os seus processos de pesquisa e de criação, bem como os pontos em comum entre seus trabalhos. No mesmo dia, a partir das 19h15, será inaugurada a exposição “Inventário. Os objetos olham para nós”, que ficará em cartaz durante dois meses.</p>



<p class="has-text-align-center">Serviço: Período de visitação: de 29 de agosto a 28 de outubro  / Local: Instituto Cervantes do Rio de JaneiroEndereço: Rua Visconde de Ouro Preto, 62 – Botafogo  </p>
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		<title>Giancarlo Mecarelli transforma área externa do Polo ItaliaNoRio em galeria</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Aug 2026 12:10:06 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quem passar pelo corredor externo bem em frente ao Polo Cultural ItaliaNoRio, no prédio do Consulado Italiano, ficará surpreso ao se deparar com retratos &#8211; ou melhor, “ritrattos” -, emoldurados como se tivessem saído de algum álbum de família. Todos foram realizados por Giancarlo Mecarelli, responsável pela concepção e curadoria da exposição “Gente di qui/Gente daqui”, que [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Quem passar pelo corredor externo bem em frente ao Polo Cultural ItaliaNoRio, no prédio do Consulado Italiano, ficará surpreso ao se deparar com retratos &#8211; ou melhor, “ritrattos” -, emoldurados como se tivessem saído de algum álbum de família. Todos foram realizados por Giancarlo Mecarelli, responsável pela concepção e curadoria da exposição “Gente di qui/Gente daqui”, que fica em cartaz até o final de setembro.</p>



<p class="has-text-align-center">A seleção foi feita a partir de registros dos vencedores do Prêmio ItaliaNoRio 2026, que contemplou projetos, empresas e empreendedores com atuação relevante no intercâmbio entre Itália e Brasil em oito categorias. Entre eles, estão o presidente da Fundação Biblioteca Nacional, Marco Lucchesi, a diretora e educadora da Casa Jovem, projeto da ONG Il Sorriso dei miei Bambini da Rocinha, Renata Freitas, Silvio Podda, chef e proprietário do restaurante Casa do Sardo, Alberto Griselli, CEO da TIM Brasil, Pietrangelo Leta, presidente do conselho do supermercado Zona Sul e a engenheira química Pamela Reis, da Ternium, premiada na categoria Sustentabilidade e Inovação Industrial.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center"><strong>Ideia surgiu de uma revisita à obra-prima renascentista Mona Lisa&nbsp;</strong></h2>



<p class="has-text-align-center">“E se a Mona Lisa não fosse pintada, mas fotografada?”, perguntou-se Giancarlo. E assim o fez, fotografando sua Mona Melissa, personagem que foi retratada com outras figuras notáveis, expostas em praça pública na cidade de Paraty, onde mora há mais de 20 anos (ele é natural de Trevi, província de Perugia).&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Fotógrafo e diretor de arte no campo da publicidade, criou, em 2005, a Galeria Zoom e o Paraty em Foco &#8211; Festival Internacional de Fotografia, que na sua 22ª edição, segue contribuindo para o intercâmbio internacional e para a consolidação da fotografia no Brasil.</p>



<p><em>Serviço</em> Data: até 26 de setembro de 2026</p>



<p>Local: parte externa do Polo Cultural ItaliaNoRio &#8211; Casa d’Italia</p>



<p>Endereço: Av. Pres. Antônio Carlos, 40 (térreo) – Centro &#8211; Rio de Janeiro</p>



<p>Funcionamento: de segunda a sexta, das 8h às 17h; aos sábados, das 10h às 17h </p>
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		<title>Fotógrafo Bruno Guerchon inaugura exposição na Fábrica Bhering </title>
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		<pubDate>Sat, 01 Aug 2026 12:00:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exposições]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com oito anos de trajetória, o fotógrafo Bruno Guerchon fará sua primeira exposição individual a partir deste sábado, dia 1º de agosto, na Ava Galleria, localizada na Fábrica Bhering, no Rio de Janeiro. Com curadoria de Edson Cardoso, a mostra &#8220;Inspiração e Reflexão&#8221; apresentará 16 fotografias recentes e inéditas, produzidas pelo artista desde 2024 até hoje. A abertura da mostra acontecerá [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Com oito anos de trajetória, o fotógrafo Bruno Guerchon fará sua primeira exposição individual a partir deste sábado, dia 1º de agosto, na Ava Galleria, localizada na Fábrica Bhering, no Rio de Janeiro. Com curadoria de Edson Cardoso, a mostra &#8220;Inspiração e Reflexão&#8221; apresentará 16 fotografias recentes e inéditas, produzidas pelo artista desde 2024 até hoje. A abertura da mostra acontecerá durante o &#8220;Bhering de Portas Abertas&#8221;, evento realizado no primeiro sábado de cada mês, com os ateliês e galerias do polo cultural abertos ao público.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;Como diz o título da exposição, minha intenção é provocar inspiração e reflexão nas pessoas através das minhas obras. Quero que enxerguem beleza no mundo, questionem suposições e, quem sabe, se conectem com algo mais profundo da experiência humana&#8221;, afirma o artista.</p>



<p class="has-text-align-center">Autodidata, Bruno Guerchon fotografa há mais de dez anos, mas foi em 2018 que a fotografia se tornou profissão. Começou especializando-se em imagens cênicas até chegar em seu trabalho autoral. Nos últimos anos, o artista participou de exposições coletivas no Brasil e no exterior, como &#8220;Ava Art Festival&#8221; (2025), no Enokojima Art Center, em Osaka, no Japão;  &#8220;Art Shopping&#8221; (2025), no Carroussel Du Louvre, em Paris, França; &#8220;Bela Bienal&#8221; (2025), na Cable Factory, em Helsinque, na Finlândia, além de exposições em São Paulo, como &#8220;150 anos do Jockey Club São Paulo&#8221; (2025) e mostras coletivas na própria Fábrica Bhering.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;As obras do Bruno Guerchon são uma representação poética de momentos que ele consegue captar com tanta perfeição, através do seu olhar, que é, sem dúvida, extremamente singular&#8221;, afirma o curador Edson Cardoso.</p>



<p class="has-text-align-center">As fotografias da exposição estão divididas em cinco temas: &#8220;paisagem&#8221;, &#8220;humano&#8221;, &#8220;fauna&#8221;, &#8220;abstrato&#8221; e &#8220;natureza&#8221;, sendo as três últimas apresentadas pela primeira vez na exposição.  As obras das séries &#8220;paisagem&#8221;, &#8220;natureza&#8221; e &#8220;fauna&#8221; retratam o mundo externo. A intenção do artista é inspirar o espectador que parar para contemplá-las. &#8220;Inspiração que conduza a sentimentos de reverência e admiração perante o mundo, reconhecendo a diversidade, a força, a brutalidade, e a beleza da existência. além de inspiração capaz de proporcionar sentimentos de paz, gratidão, calma, conforto, que simplesmente nos oferece mais combustível para seguir vivendo bem, um dia após o outro&#8221;, ressalta o Bruno Guerchon.</p>



<p class="has-text-align-center">Para o artista, as obras da série &#8220;abstrato&#8221; se conectam diretamente com o inconsciente. &#8220;A intenção destas obras é alcançar o mundo interno das pessoas que permitirem se afetar, favorecendo um processo de transformação, de dentro para fora, a cada momento de contemplação&#8221;, afirma o artista.</p>



<p class="has-text-align-center">As fotografias sob o tema &#8220;humano&#8221; não trazem necessariamente figuras de pessoas, mas sim ambientes e circunstâncias que se conectam com a vida humana. As fotos desta série foram feitas na cidade de Aparecida de Goiânia, acompanhando o trabalho de uma ONG que ajuda pessoas em situação de vulnerabilidade.  &#8220;Na minha opinião são obras mais reflexivas, que trazem emoções aflitivas, vulnerabilidade e sofrimento; explícitos e implícitos. De certa forma, as obras sob este tema fecham o arco que conecta todos os outros temas, desafiando crenças, valores e paradigmas, abrindo um portal para autorreflexão&#8221;, diz.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Serviço: </strong> De 1º de agosto até 15 de agosto de 2026<br>Ava Galleria – Fábrica Bhering<br>Rua Orestes, 28, 2º andar – Santo Cristo  <br>De quarta a sábado, das 14h às 17h<br>Entrada gratuita</p>
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		<title>Paulo Mittelman expõe fotografias e lança livro homônimo com poesias de Mirian de Carvalho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jul 2026 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exposições]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entre abril de 2020 e junho de 2025, Paulo Mittelman registrou as transformações e intervenções observadas nas janelas do prédio da antiga Fábrica Bhering, hoje Espaço Cultural Bhering. O resultado desse olhar atento e sensível compõe&#160;“Vítreo”, exposição que será inaugurada no dia 30 de julho no Espaço BB, no Shopping Cassino Atlântico, ocasião em que [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Entre abril de 2020 e junho de 2025, Paulo Mittelman registrou as transformações e intervenções observadas nas janelas do prédio da antiga Fábrica Bhering, hoje Espaço Cultural Bhering. O resultado desse olhar atento e sensível compõe&nbsp;“Vítreo”, exposição que será inaugurada no dia 30 de julho no Espaço BB, no Shopping Cassino Atlântico, ocasião em que também será lançado o livro homônimo, que reúne as fotografias acompanhadas por poesias de Mirian de Carvalho, doutora em Filosofia pela UFRJ.</p>



<p class="has-text-align-center">Com 57 anos de trajetória na fotografia, Paulo Mittelman acumula em seu currículo reconhecimentos como o prêmio no&nbsp;<em>Le Plus Grand Concours Photo du Monde</em>, promovido pela revista&nbsp;<em>Photo</em>, além de ter sido finalista do&nbsp;<em>Open Competition</em>&nbsp;do&nbsp;<em>Sony World Photography Awards 2013</em>.</p>



<p class="has-text-align-center">A exposição apresenta 22 fotografias selecionadas pela curadora Marcia Marschhausen. Destas, 21 obras medem 60 x 90 cm, enquanto uma possui formato quadrado de 90 x 90 cm. Todas foram impressas em canvas com borda infinita e montadas em chassis de madeira.</p>



<p class="has-text-align-center"><em>“O conceito curatorial da mostra envolve, do ponto de vista teórico, uma&nbsp;</em><em>proposição sobre a&nbsp;arte fotográfica como memória&nbsp;histórico-artística e, do&nbsp;ponto de vista da experiência estética, prioriza trazer ao plano sensível nexos entre a fotografia de Mittelman, poesias de Mirian de Carvalho e pinturas e grafites de artistas anônimos, construindo diálogos imagístico-visuais e imagístico-textuais sobre várias intervenções percebidas nas janelas do Espaço Cultural Bhering”</em>,&nbsp;observa&nbsp;&nbsp;Mirian de Carvalho.</p>



<p class="has-text-align-center">Quanto às poesias da autoria de Mirian, também vinte e duas, possuem o mesmo título das fotografias, como “Catedral”, “Rap”, “Vidrazul”, “Fênix” e “Guardiões do Refúgio”, e referem-se às imagens no sentido estritamente artístico. Seguindo uma ordem imagística, as poesias foram editadas juntamente com as fotografias no livro intitulado “Vítreo:<strong>&nbsp;</strong>Fotografias e Poemas” para lançamento na abertura da mostra.&nbsp;<em>&nbsp;</em>Ao lado de cada fotografia, será apresentada uma epígrafe poética.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center"><strong>Registros foram realizados em dois momentos</strong></h2>



<p class="has-text-align-center">Em 2020 e 2021, através de capturas realizadas no interior do prédio, Mittelman centralizou janelas de grande formato, cujos vidros originais – incolores e translúcidos – encontravam-se cobertos de pinturas e grafites interagindo com objetos que compunham predominantemente a ambiência interna. Ao retornar ao local, em junho de 2025, muitas daquelas intervenções não mais existiam enquanto outras apresentavam transformações de várias origens. Diante dessas transformações, o fotógrafo capturou novas fotografias que, reunidas às primeiras, compõem o valioso acervo estético e histórico das janelas do prédio de 1930 onde funciona o Espaço Cultural Bhering, localizado na área Portuária do Rio de Janeiro, no Santo Cristo.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">“Enfoquei um mundo de pinturas e grafites integrados ao vidro, por isso o nome ‘Vítreo’ me fascinou. Encaixou perfeitamente nesses trabalhos clicados nos corredores e no amplo espaço conhecido como Pombal, na Fábrica Bhering, onde tudo é rodeado por vidraças que lembram minha atração pelas peças de vidro desde menino, quando garimpava cacos de vidro coloridos nas ruas, brilhando entre os paralelepípedos, como se fossem pedras preciosas. Comecei a fotografar com 16 anos e ainda carrego dentro de mim aquela criança curiosa diante das coisas do mundo que gostaria de transformar através do meu olhar e da magia de uma bola de cristal”.</p>



<p class="has-text-align-center">Serviço:  De 31 de julho  até 31 de agosto de 2026 / Local: Espaço BB  Endereço: Shopping Cassino Atlântico (Avenida Atlântica, 4240), sala 311- Copacabana  </p>
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