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	<title>Fotografia - Rota Cult</title>
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	<description>Aqui você encontra dicas culturais na cidade do Rio de Janeiro!</description>
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	<title>Fotografia - Rota Cult</title>
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		<title>Paulo Mittelman expõe fotografias e lança livro homônimo com poesias de Mirian de Carvalho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jul 2026 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Exposições]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entre abril de 2020 e junho de 2025, Paulo Mittelman registrou as transformações e intervenções observadas nas janelas do prédio da antiga Fábrica Bhering, hoje Espaço Cultural Bhering. O resultado desse olhar atento e sensível compõe&#160;“Vítreo”, exposição que será inaugurada no dia 30 de julho no Espaço BB, no Shopping Cassino Atlântico, ocasião em que [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Entre abril de 2020 e junho de 2025, Paulo Mittelman registrou as transformações e intervenções observadas nas janelas do prédio da antiga Fábrica Bhering, hoje Espaço Cultural Bhering. O resultado desse olhar atento e sensível compõe&nbsp;“Vítreo”, exposição que será inaugurada no dia 30 de julho no Espaço BB, no Shopping Cassino Atlântico, ocasião em que também será lançado o livro homônimo, que reúne as fotografias acompanhadas por poesias de Mirian de Carvalho, doutora em Filosofia pela UFRJ.</p>



<p class="has-text-align-center">Com 57 anos de trajetória na fotografia, Paulo Mittelman acumula em seu currículo reconhecimentos como o prêmio no&nbsp;<em>Le Plus Grand Concours Photo du Monde</em>, promovido pela revista&nbsp;<em>Photo</em>, além de ter sido finalista do&nbsp;<em>Open Competition</em>&nbsp;do&nbsp;<em>Sony World Photography Awards 2013</em>.</p>



<p class="has-text-align-center">A exposição apresenta 22 fotografias selecionadas pela curadora Marcia Marschhausen. Destas, 21 obras medem 60 x 90 cm, enquanto uma possui formato quadrado de 90 x 90 cm. Todas foram impressas em canvas com borda infinita e montadas em chassis de madeira.</p>



<p class="has-text-align-center"><em>“O conceito curatorial da mostra envolve, do ponto de vista teórico, uma&nbsp;</em><em>proposição sobre a&nbsp;arte fotográfica como memória&nbsp;histórico-artística e, do&nbsp;ponto de vista da experiência estética, prioriza trazer ao plano sensível nexos entre a fotografia de Mittelman, poesias de Mirian de Carvalho e pinturas e grafites de artistas anônimos, construindo diálogos imagístico-visuais e imagístico-textuais sobre várias intervenções percebidas nas janelas do Espaço Cultural Bhering”</em>,&nbsp;observa&nbsp;&nbsp;Mirian de Carvalho.</p>



<p class="has-text-align-center">Quanto às poesias da autoria de Mirian, também vinte e duas, possuem o mesmo título das fotografias, como “Catedral”, “Rap”, “Vidrazul”, “Fênix” e “Guardiões do Refúgio”, e referem-se às imagens no sentido estritamente artístico. Seguindo uma ordem imagística, as poesias foram editadas juntamente com as fotografias no livro intitulado “Vítreo:<strong>&nbsp;</strong>Fotografias e Poemas” para lançamento na abertura da mostra.&nbsp;<em>&nbsp;</em>Ao lado de cada fotografia, será apresentada uma epígrafe poética.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center"><strong>Registros foram realizados em dois momentos</strong></h2>



<p class="has-text-align-center">Em 2020 e 2021, através de capturas realizadas no interior do prédio, Mittelman centralizou janelas de grande formato, cujos vidros originais – incolores e translúcidos – encontravam-se cobertos de pinturas e grafites interagindo com objetos que compunham predominantemente a ambiência interna. Ao retornar ao local, em junho de 2025, muitas daquelas intervenções não mais existiam enquanto outras apresentavam transformações de várias origens. Diante dessas transformações, o fotógrafo capturou novas fotografias que, reunidas às primeiras, compõem o valioso acervo estético e histórico das janelas do prédio de 1930 onde funciona o Espaço Cultural Bhering, localizado na área Portuária do Rio de Janeiro, no Santo Cristo.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">“Enfoquei um mundo de pinturas e grafites integrados ao vidro, por isso o nome ‘Vítreo’ me fascinou. Encaixou perfeitamente nesses trabalhos clicados nos corredores e no amplo espaço conhecido como Pombal, na Fábrica Bhering, onde tudo é rodeado por vidraças que lembram minha atração pelas peças de vidro desde menino, quando garimpava cacos de vidro coloridos nas ruas, brilhando entre os paralelepípedos, como se fossem pedras preciosas. Comecei a fotografar com 16 anos e ainda carrego dentro de mim aquela criança curiosa diante das coisas do mundo que gostaria de transformar através do meu olhar e da magia de uma bola de cristal”.</p>



<p class="has-text-align-center">Serviço:  De 31 de julho  até 31 de agosto de 2026 / Local: Espaço BB  Endereço: Shopping Cassino Atlântico (Avenida Atlântica, 4240), sala 311- Copacabana  </p>
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		<title>&#8220;Zona de Sacrifício: do ouro ao pó&#8221; no Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2026 12:23:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exposições]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular, unidade especial do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (CNFCP/Iphan), no Catete, recebe exposição &#8220;Zona de Sacrifício: do ouro ao pó&#8221;. Primeira exposição da fotógrafa e documentarista mineira Isis Medeiros no Rio, &#8220;Zona de Sacrifício: do ouro ao pó&#8221; é um projeto autoral de longa duração, [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">O Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular, unidade especial do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (CNFCP/Iphan), no Catete, recebe exposição &#8220;Zona de Sacrifício: do ouro ao pó&#8221;.</p>



<p class="has-text-align-center">Primeira exposição da fotógrafa e documentarista mineira Isis Medeiros no Rio, &#8220;Zona de Sacrifício: do ouro ao pó&#8221; é um projeto autoral de longa duração, fomentado pelo Prêmio Funarte Marc Ferrez de Fotografia (17ª edição). O projeto se desdobra em fotografia documental, audiovisual, pesquisa, escuta de territórios e uma exposição itinerante. </p>



<p class="has-text-align-center">A partir da perspectiva de Chico do Poço das Antas, o filme registra os acontecimentos no Vale do Jequitinhonha – o nordeste de Minas Gerais detém 85% do lítio no Brasil. O lítio é o mineral essencial na fabricação de baterias para carros elétricos, celulares e sistemas de armazenamento de energia. A visitação é gratuita &#8211; de terça a sexta-feira 10h/18h; sábados, domingos e feriados, 11h/17h.  </p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;Nos últimos anos, tenho acompanhado de perto o avanço da mineração de lítio no Vale do Jequitinhonha, um território que aprendi a amar profundamente por sua cultura, pelas pessoas e pela força das comunidades que vivem ali&#8221;, afirma Isis Medeiros. Ao documentar e atualizar a forma como atuam as mineradoras, a artista visual põe em xeque a forma como essa nova corrida mineral é definida &#8220;transição energética verde&#8221;. &#8220;No território o que aparece são poeira, explosões, pressão sobre a água e impactos diretos na vida das pessoas. Isso levanta perguntas inevitáveis: mineração sustentável para quem? Mineração verde para quem? Como falar em mineração verde quando ela deixa rastros tão visíveis de destruição ambiental e de ameaça aos modos de vida locais? Esta exposição nasce dessa inquietação e da necessidade de tornar visíveis histórias e conflitos que muitas vezes permanecem invisíveis para o restante do país&#8221;, define Isis Medeiros.</p>



<p class="has-text-align-center">O projeto fundamenta-se no conceito de &#8220;zonas de sacrifício&#8221; — áreas onde a exploração econômica é priorizada em detrimento da vida e do meio ambiente. Historicamente marcado por ciclos que vão do ouro ao diamante, o Vale do Jequitinhonha reencontra-se no centro de uma disputa global. Já são dois anos de trabalho permanente, tendo como base Araçuaí e Itinga, dois dos 54 municípios do Vale do Jequitinhonha atingidos pela mineração. No início do ano, a mostra teve uma primeira exibição no Instituto Federal do Norte de Minas Gerais, em Araçuaí. De acordo com Rafael Barros, o diretor do CNFCP, o trabalho de Isis Medeiros é fundamental sob vários aspectos. &#8220;É um trabalho sensível, possível de ser realizado graças à cumplicidade e proximidade entre a artista e as comunidades tradicionais do Vale do Jequitinhonha. Essas comunidades enfrentam a sanha predatória da exploração do lítio, que fere de morte os seus saberes e seus conhecimentos, além de sua dinâmica existencial inserida nesse território, de valor imensurável para a cultura popular brasileira&#8221;, enfatiza.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Serviço:</strong> Visitação: 2 de julho a 1º de novembro de 2026. Terça a sexta-feira, das 10h às 18h. Sábados, domingos e feriados, das 11h às 17h. Grátis / Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular – Rua do Catete, 179 | Galeria Mestre Vitalino – Museu de Folclore Edison Carneiro.  </p>



<p class="has-text-align-center">Domingo, 5 de julho, em função do jogo da Seleção Brasileira na Copa do Mundo, o Museu de Folclore Edison Carneiro estará fechado.</p>
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		<title>&#8220;Arqueiros na espiral do tempo – fotografia brasileira contemporânea&#8221; chega à Casa Firjan</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 11:10:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exposições]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um desafio foi proposto a 11 fotógrafos selecionados pelo Mosaico Rio, edital de Cultura promovido pela Firjan SESI, que completa 80 anos em 1/7: interpretar o significado do Tempo através de imagens inéditas. E, assim, com câmeras e lentes apontadas para o passado, o presente e o futuro, produziram 39 obras especialmente para a exposição [&#8230;]</p>
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]]></description>
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<p class="has-text-align-center">Um desafio foi proposto a 11 fotógrafos selecionados pelo Mosaico Rio, edital de Cultura promovido pela Firjan SESI, que completa 80 anos em 1/7: interpretar o significado do Tempo através de imagens inéditas. E, assim, com câmeras e lentes apontadas para o passado, o presente e o futuro, produziram 39 obras especialmente para a exposição &#8220;Arqueiros na espiral do tempo – fotografia brasileira contemporânea&#8221;.</p>



<p class="has-text-align-center">Os artistas participantes são: Alessandro Fracta, Bruno Marchetti, Cristina Froment, Daniel Oliveria, Francisco Valdean, Gabriella Silva, João MM, Rafa Chlum, Renata Xavier, Thaís Valencio e Thanis Parajara. Eles desenvolveram coletivamente o conceito da exposição &#8220;Arqueiros na espiral do tempo – fotografia brasileira contemporânea&#8221;durante uma semana de imersão na Casa Firjan. A proposta central foi, então, revelar &#8220;interpretações distintas sobre o inescapável fenômeno da passagem do tempo&#8221;, como explica a curadora da mostra, Marcia Mello.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;Na cultura ocidental, predomina o entendimento do tempo cronológico e histórico, medido de forma precisa em segundos, minutos, horas. A vida se desdobra como uma seta direcionada apenas para o futuro. Já no tempo mítico, valoriza-se o sagrado. A realidade é atualizada em rituais e mitos através de movimentos cíclicos, como uma roda que gira&#8221;, completa ela.</p>



<p class="has-text-align-center">S<strong>erviço</strong><br>Período: de 3/7 até 20/9<br>Horário: Terça a domingo, das 9h às 18h30<br>Local: Casa Firjan &#8211; Rua Guilhermina Guinle, 211, Botafogo – Rio de Janeiro<br>Entrada gratuita</p>
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		<title> &#8220;Vida Reinventada &#8211; A Pandemia da Covid-19 e a Transformação do Futuro&#8221; oferece experiência sensorial e documental sobre a pandemia de Covid-19.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artes]]></category>
		<category><![CDATA[Exposições]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Memória, Justiça e Reparação, essas são as palavras que definem a exposição &#8220;Vida Reinventada &#8211; A Pandemia da Covid-19 e a Transformação do Futuro&#8221; uma experiência sensorial e documental, que propõe uma travessia coletiva pelas múltiplas respostas da sociedade à pandemia de Covid-19. Com inauguração prevista para o dia 30 de junho, a exposição será realizada [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">Memória, Justiça e Reparação, essas são as palavras que definem a exposição &#8220;Vida Reinventada &#8211; A Pandemia da Covid-19 e a Transformação do Futuro&#8221; uma experiência sensorial e documental, que propõe uma travessia coletiva pelas múltiplas respostas da sociedade à pandemia de Covid-19. Com inauguração prevista para o dia 30 de junho, a exposição será realizada no Centro Cultural do Ministério da Saúde (CCMS), prédio histórico, recentemente reinaugurado e que abriga o Memorial da Pandemia, localizado no centro do Rio de Janeiro, integrante do Corredor Cultural e do Complexo da Praça XV.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignright size-full is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="800" height="534" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Vidas-Importam-Memoria-visual-da-pandemia-de-Covid-19-no-Rio-de-Janeiro-Credito-Erbs-Jr.jpeg" alt=" &quot;Vida Reinventada" class="wp-image-201021" style="width:552px;height:auto" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Vidas-Importam-Memoria-visual-da-pandemia-de-Covid-19-no-Rio-de-Janeiro-Credito-Erbs-Jr.jpeg 800w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Vidas-Importam-Memoria-visual-da-pandemia-de-Covid-19-no-Rio-de-Janeiro-Credito-Erbs-Jr-300x200.jpeg 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Vidas-Importam-Memoria-visual-da-pandemia-de-Covid-19-no-Rio-de-Janeiro-Credito-Erbs-Jr-768x513.jpeg 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Vidas-Importam-Memoria-visual-da-pandemia-de-Covid-19-no-Rio-de-Janeiro-Credito-Erbs-Jr-629x420.jpeg 629w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Vidas-Importam-Memoria-visual-da-pandemia-de-Covid-19-no-Rio-de-Janeiro-Credito-Erbs-Jr-150x100.jpeg 150w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Vidas-Importam-Memoria-visual-da-pandemia-de-Covid-19-no-Rio-de-Janeiro-Credito-Erbs-Jr-696x465.jpeg 696w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption class="wp-element-caption">Vidas Importam &#8211; Memória visual da pandemia de Covid 19 no Rio de Janeiro &#8211; Crédito Erbs Jr</figcaption></figure>
</div>


<p class="has-text-align-center">Com concepção de Nísia Trindade Lima, socióloga, sanitarista, pesquisadora e primeira mulher a ocupar o cargo Presidente da Fiocruz e de Ministra da Saúde do Brasil, a exposição promove uma reflexão profunda sobre memória, verdade e justiça como elementos indispensáveis para a elaboração e superação do trauma coletivo.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Poderia ter sido diferente: Para Nísia, &#8220;reinventar a vida implica também em transformar o futuro, assim, a exposição busca dar ênfase à dimensão subjetiva e ao mesmo tempo, entender a dimensão política de todo o processo e a luta por prevenir, preparar e responder de forma coletiva e adequada a futuras emergências em saúde&#8221;.</p>



<p class="has-text-align-center">O projeto expográfico e a cenografia de  &#8220;Vida Reinventada &#8211; A Pandemia da Covid-19 e a Transformação do Futuro&#8221; oferece experiência sensorial e documental sobre a pandemia de Covid-19. são assinados por André Cortez, um dos principais cenógrafos brasileiros, com trajetória consolidada em teatro, ópera e exposições. &#8220;A pandemia nos lançou ainda mais fundo nos corpos digitais, que nos salvaram, mas também nos ameaçaram. Urdiduras atravessadas por tramas: nosso tecido social. A criatividade humana (coletiva) sempre floresceu diante do desafio — seja para ampliar o conforto físico e espiritual, seja para nos salvar. Durante a pandemia, muitas redes humanas foram criadas &#8220;, diz André Cortez. A expografia, certamente, transforma essas reflexões em uma experiência contemporânea e tecnológica, com vídeos, áudios e projeções.</p>



<p class="has-text-align-center">Aliás, &#8220;Vida Reinventada&#8221; é resultado de uma polifonia, desenvolvida com a participação de pesquisadores de diferentes áreas e instituições. A exposição reúne imagens, vídeos e testemunhos produzidos durante e sobre a pandemia, transformando memória e experiência coletiva em narrativa expositiva&#8221;, explica Inês Fernandes.<br></p>



<p class="has-text-align-center"> A exposição dá destaque para o papel da ciência, da pesquisa e da inovação na superação da crise sanitária, ao mesmo tempo em que valoriza a arte como registro e interpretação da realidade. Assim, transforma dor, luto, resiliência e reinvenção em expressões que promovem o diálogo entre cultura, ciência, história e sociedade. Além disso, entre as ações complementares da exposição, estão previstos um ciclo de seminários em parceria com a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), uma mostra de filmes em parceria com o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM-Rio) e rodas de leitura realizadas em conjunto com a Fundação Biblioteca Nacional, ampliando o alcance cultural, científico e educativo do projeto.</p>



<p class="has-text-align-center">A parceria com a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) prevê a realização de um ciclo de debates presenciais com transmissão online, dedicado às reflexões sobre os impactos sociais, científicos e humanos da pandemia de Covid-19. A programação dos encontros será desenvolvida pela SBPC e contará com pesquisadores, especialistas da área da saúde e convidados de diferentes campos do conhecimento. Ao longo do período expositivo, novos encontros e seminários também serão incorporados à agenda de atividades. A exposição também integrará a programação cultural da Reunião Anual da SBPC, que acontecerá de 26 de julho à 1 de agosto deste ano em Niterói, ampliando o diálogo entre ciência, cultura e memória.</p>



<p class="has-text-align-center">As rodas de leitura promovidas com a Fundação Biblioteca Nacional estão previstas para os dias 06 de julho, 03 de agosto e 08 de setembro, abordando registros históricos de crises sanitárias, reflexões artísticas e literárias produzidas no contexto da pandemia de Covid-19, além de obras e publicações relacionadas às ciências biomédicas e sociais.  Já a mostra de filmes realizada em parceria com o MAM-Rio entre os dias 5 e 9 de agosto, reunirá documentários, ficções e curtas-metragens produzidos durante a pandemia, apresentando diferentes perspectivas sobre os impactos sociais, políticos e humanos da Covid-19. A programação contará ainda com debates entre realizadores, pesquisadores, profissionais da saúde e convidados.  </p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Serviço: </strong>De 30 de junho até abril de 2027 <strong>Local: </strong>Centro Cultural do Ministério da Saúde (CCMS) <strong>Endereço:</strong> Praça Marechal Âncora (Praça XV) &#8211; s/nº, térreo <strong>Funcionamento:</strong> Terça-feira a sábado, das 10h às 17h  <strong>Tel.:</strong> (21) 2240-5568 / Telefaxes: (21) 2240-2813/2845 / Agendamento para visitas em grupo: (21) 2240-5318 </p>
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		<title>Meta Gallery expõe Amazônia digital de Sebastião Salgado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 14:15:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exposições]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Maior nome brasileiro da fotografia internacional, Sebastião Salgado (1944-2025) terá sua única série comercializada por meio do sistema de blockchain exposta na Meta Gallery. Lançada em 2021, &#8220;Amazônia&#8221; terá oito fotografias em telas digitais tokenizadas, na galeria, primeira do Brasil dedicada totalmente à arte tecnológica. &#8220;Paraíso Verde&#8221;, &#8220;Estado de Roraima&#8221;, &#8220;Comunidade do Piaú&#8221; e &#8220;Maloca [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Maior nome brasileiro da fotografia internacional, Sebastião Salgado (1944-2025) terá sua única série comercializada por meio do sistema de blockchain exposta na Meta Gallery.</p>



<p class="has-text-align-center">Lançada em 2021, &#8220;Amazônia&#8221; terá oito fotografias em telas digitais tokenizadas, na galeria, primeira do Brasil dedicada totalmente à arte tecnológica. &#8220;Paraíso Verde&#8221;, &#8220;Estado de Roraima&#8221;, &#8220;Comunidade do Piaú&#8221; e &#8220;Maloca Comunitária de Watoriki&#8221; estão entre as fotos, da coleção pessoal de Byron Mendes, fundador da galeria.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Vendidas inicialmente pela casa de leilões britânica Sotheby&#8217;s, as fotografias de &#8220;Amazônia&#8221; são fruto de mais de uma década das imersões de Sebastião Salgado pela floresta amazônica. A série reúne registros de rios, montanhas e comunidades indígenas em imagens que atravessam dimensões ambiental, histórica e política.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">No início de junho, &#8220;Amazônia&#8221; foi destaque da Tokennation, maior evento de IA e Web3 do Brasil, no Pavilhão da Bienal, dentro do Parque do Ibirapuera, em São Paulo. Aliás, na terça-feira, 23 de junho, as obras vão a leilão virtual, novamente em blockchain, pelo site<a href="https://www.iarremate.com/iarremate2/105" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> iArrmemate</a>, com lances iniciais a partir de R$ 2.500,00, mas seguem em exibição na Meta Gallery até o fim do mês, no dia 30 de junho.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Serviço: </strong>De 18 a 30 de junho; segunda a sexta, das 10h às 18h / Meta Gallery Rua da Assembleia, 40, Centro </p>
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		<title>Theatro Municipal do Rio se transforma em galeria com fotos de Rafael Cosme</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2026 13:02:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exposições]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dedicado historicamente aos grandes espetáculos, o Theatro Municipal do Rio de Janeiro abre suas portas como espaço expositivo para receber &#8220;O Passado é um Ponto de Luz&#8221;, primeira exposição individual do artista visual e pesquisador Rafael Cosme na instituição. A exposição reúne cerca de 30 fotografias vernaculares, imagens amadoras e anônimas garimpadas, digitalizadas e catalogadas [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Dedicado historicamente aos grandes espetáculos, o Theatro Municipal do Rio de Janeiro abre suas portas como espaço expositivo para receber &#8220;O Passado é um Ponto de Luz&#8221;, primeira exposição individual do artista visual e pesquisador Rafael Cosme na instituição.  </p>



<p class="has-text-align-center">A exposição reúne cerca de 30 fotografias vernaculares, imagens amadoras e anônimas garimpadas, digitalizadas e catalogadas por Cosme ao longo de mais de uma década, e agora recontextualizadas em novas narrativas sobre a vida do país. A seleção percorre bairros como Penha, Realengo e Copacabana e compõe um diário fragmentado do Rio, em que o cotidiano assume ares de teatro: encontros improvisados, festas e cenas de rua que revelam uma imaginação coletiva em permanente movimento.</p>



<p class="has-text-align-center">O gesto inverte a lógica do próprio Municipal. Tradicional palco das grandes encenações da cidade, o teatro passa a abrigar os personagens anônimos que encenam, todos os dias, a vida urbana, como se a cidade inteira atravessasse o palacete. Há algo de monumental nos dias comuns do Rio, e é isso que ocupa, agora, o espaço. </p>



<p class="has-text-align-center">A exposição  fica em cartaz de 11 de junho a 09 de julho.<br> </p>



<p></p>
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		<title>World Press Photo 2026 na CAIXA Cultural Rio de Janeiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 May 2026 12:46:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exposições]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A CAIXA Cultural Rio de Janeiro recebe a exposição itinerante World Press Photo 2026, que apresenta os vencedores do 69º Concurso Anual realizado pela organização. A mostra traz os 42 projetos premiados que refletem os temas mais urgentes da atualidade no mundo como os principais conflitos sociais e políticos, crise climática, poluição, mulheres em luta, e muito mais.  [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">A CAIXA Cultural Rio de Janeiro recebe a exposição itinerante World Press Photo 2026, que apresenta os vencedores do 69º Concurso Anual realizado pela organização. A mostra traz os 42 projetos premiados que refletem os temas mais urgentes da atualidade no mundo como os principais conflitos sociais e políticos, crise climática, poluição, mulheres em luta, e muito mais.   </p>



<p class="has-text-align-center">Os projetos premiados transcendem a mera documentação oferecendo um poderoso registro visual de conflitos globais que vão desde os Estados Unidos e a Ucrânia até ao Nepal, Paquistão e Palestina. Mais do que registrar eventos, as imagens destacam o impacto da crise climática de Los Angeles às Filipinas, México e Noruega, ao mesmo tempo que joga luz sobre a&nbsp; ação cívica e a luta pelos direitos através de imagens de protestos nos Estados Unidos e movimentos de mulheres na Guatemala e no Quênia.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Íntimas e muitas vezes comoventes, as obras revelam a fragilidade da vida humana que vão da doença e o isolamento ao luto e à sobrevivência. Em paralelo, a mostra conta histórias das gerações mais jovens, desde bailarinas de ballet na África do Sul a mulheres cavaleiras em Marrocos, e o drama de famílias afetadas pela aplicação da lei de imigração nos Estados Unidos. Os retratos ambientais aproximam os espectadores da natureza de forma impressionante e realista.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Foto do ano &#8211; A foto “Separados pelo ICE” foi feita dentro de um dos poucos prédios federais dos Estados Unidos onde fotógrafos tiveram acesso, um único corredor onde a fotojornalista Carol Guzy e outros profissionais estiveram, dia após dia, documentando o que acontecia. A imagem captura um momento devastador: uma família separada pelo Estado. </p>



<p class="has-text-align-center">Luis, um migrante equatoriano que, segundo sua família, não possuía antecedentes criminais, era o único provedor da casa. Ele foi detido por agentes do Immigration and Customs Enforcement (ICE) após uma audiência de imigração no Jacob K. Javits Federal Building, em Nova York, em 26 de agosto de 2025. Sua esposa, Cocha, e seus três filhos (de sete, 13 e 15 anos) ficaram inconsoláveis, enfrentando dificuldades financeiras imediatas e um profundo trauma emocional.</p>



<p class="has-text-align-center">A imagem foi selecionada a partir de um conjunto mais amplo de trabalhos de Guzy,&nbsp;<em>Prisões do ICE no Tribunal de Nova York</em>, premiado na categoria Reportagem na região da América do Norte e Central.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Serviço:</strong> <strong>De</strong> 05 de maio até 28 de junho de 2026 / <strong>Endereço:</strong> R. do Passeio, 38 – Centro, Rio de Janeiro – Próximo à estação Cinelândia do Metrô <strong><br>Classificação etária:</strong> 12 anos<br><strong>Mais informações:</strong> <a href="https://www.caixacultural.gov.br/Paginas/default.aspx" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.caixacultural.gov.br/Paginas/default.aspx</a> /  @caixalculturalrj / tel: (21) 3083-2595</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Importante:&nbsp;</strong>A exposição terá visitas mediadas com Libras e todas as imagens contarão com audiodescrição.</p>
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		<title>MAM Rio inaugura Laboratório de Preservação de Papel e Fotografia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Apr 2026 12:37:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exposições]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro anuncia o Laboratório de Preservação de Papel e Fotografia, um espaço dedicado à conservação, ao estudo e à difusão de acervos em suporte papel e imagem fotográfica. Estruturado como um núcleo dinâmico de ação e aprendizado, o laboratório nasce com três frentes principais: preservar o acervo [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">O Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro anuncia o Laboratório de Preservação de Papel e Fotografia, um espaço dedicado à conservação, ao estudo e à difusão de acervos em suporte papel e imagem fotográfica. Estruturado como um núcleo dinâmico de ação e aprendizado, o laboratório nasce com três frentes principais: preservar o acervo do museu, formar profissionais especializados e compartilhar processos com o público.</p>



<p class="has-text-align-center">Viabilizado pela Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa, por meio da chamada pública Nossos Museus RJ Nº 05/2024, o novo espaço conta com infraestrutura e tecnologia específicas para atender às demandas de conservação do MAM Rio, ampliando a capacidade de tratamento de obras e contribuindo para a qualificação das práticas internas, com redução de custos e maior autonomia institucional.</p>



<p class="has-text-align-center">Além da atuação direta sobre o acervo, o laboratório se configura como ambiente de formação, voltado a estudantes e profissionais das áreas de memória e patrimônio, oferecendo oportunidades de aprendizado prático e troca de conhecimento. Também integra as atividades do Bloco Escola do museu, com ações que tornam visíveis ao público os processos de conservação e preservação.</p>



<p class="has-text-align-center">O acervo do MAM Rio, que abrange artes plásticas, cinema, biblioteca e documentação, tem no papel e na fotografia seus conjuntos mais numerosos. Gravuras, desenhos, cartazes, fotografias e documentos atravessam de forma transversal todas as coleções, constituindo um núcleo fundamental da memória institucional.</p>
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		<title>&#8220;Horizontes. Memória e pele&#8221;, de David Catá,  no Instituto Cervantes RJ</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Apr 2026 12:39:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exposições]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O corpo como arquivo sensível, superfície de inscrição e território de memória. É a partir dessa perspectiva que o artista galego David Catá apresenta, pela primeira vez no Brasil, a exposição &#8220;Horizontes. Memória e pele&#8220;, em cartaz de 9 de abril a 9 de junho, na sala de exposições do Instituto Cervantes RJ, uma organização do Instituto [&#8230;]</p>
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]]></description>
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<p class="has-text-align-center">O corpo como arquivo sensível, superfície de inscrição e território de memória. É a partir dessa perspectiva que o artista galego David Catá apresenta, pela primeira vez no Brasil, a exposição <strong>&#8220;</strong>Horizontes. Memória e pele<strong>&#8220;</strong>, em cartaz de 9 de abril a 9 de junho, na sala de exposições do Instituto Cervantes RJ, uma organização do Instituto Cervantes RJ, com a colaboração do setor Cultural da Embaixada da Espanha no Brasil.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;<em>Cada horizonte é um lugar vivido. Não é meramente uma paisagem geográfica, mas um território emocional e autobiográfico. Ao ser costurada na pele, a paisagem deixa de ser algo externo e torna-se parte do corpo: uma fronteira difusa entre o que é habitado e o que se é&#8221;,</em> afirma o artista. </p>



<p class="has-text-align-center">Multidisciplinar, Catá transita entre pintura, vídeo, música, fotografia e performance, tendo o próprio corpo como suporte recorrente de sua prática. Em &#8220;Horizontes&#8221;, o artista aprofunda uma investigação já presente em sua trajetória,&nbsp;a relação entre memória, identidade e pertencimento. Ao bordar paisagens diretamente na pele, cria imagens que tensionam os limites entre interior e exterior, indivíduo e território.</p>



<p class="has-text-align-center">O projeto deriva de uma série anterior, na qual o artista bordava, na palma das mãos, os rostos de pessoas próximas como gesto de homenagem e permanência, além de paisagens de lugares como México, Beijing, Espanha.  </p>



<p class="has-text-align-center">Deslocando a paisagem para o corpo, Catá propõe uma inversão simbólica: o que antes era contemplado à distância passa a ser incorporado, inscrito na pele como memória viva. As imagens, registradas em fotografia e vídeo, evidenciam essa fusão entre corpo e espaço, sugerindo uma continuidade entre o sujeito e o mundo que o cerca.</p>



<p class="has-text-align-center">Mais do que um conjunto de obras, &#8220;Horizontes&#8221; se constrói como uma experiência sensorial e reflexiva, em que o corpo deixa de ser apenas suporte para se afirmar como lugar de inscrição da memória e da identidade — um espaço onde se cruzam afeto, tempo e pertencimento.</p>



<p class="has-text-align-center"><em>&#8220;A técnica que o artista utiliza para bordar em sua própria pele, obviamente, impressiona e é completamente admirável, mas o que nos impactou ainda mais e nos parece altamente relevante é a profundidade dos motivos que o fazem empregar esse método. Porque a costura da obra vai somente até a epiderme, é superficial, mas os motivos que provocam essa intervenção mergulham e alcançam as profundidades da alma do David. Isso é arte em sua maior plenitude&#8221;,</em>&nbsp;diz Aline Pereira da Encarnação, Gestora cultural do Instituto Cervantes do Rio&nbsp;de&nbsp;Janeiro</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Elementos naturais e diálogo com o Rio de Janeiro, onde bordará uma paisagem&nbsp;</strong></p>



<p class="has-text-align-center">Nesta seleção de obras, Catá destaca uma perspectiva que encontra na natureza uma linguagem comum, universal e profundamente humana. Nos registros fotográficos ocorre uma composição entre o seu corpo (no caso, a palma da mão) e a paisagem que dialoga com o tema retratado em linhas de bordado. Em conjunto com essa série, serão mostradas outras fotos: &#8220;Reminiscencias&#8221;, &#8220;Abismos&#8221; e &#8220;La vida tras la ventana&#8221;, totalizando cerca de 33 registros coloridos. Em todas elas, a paisagem não é contemplada à distância: é tocada, percorrida e incorporada. No contexto do Rio de Janeiro, cidade onde a natureza não é um pedaço de terra, mas uma presença viva e poderosa, Horizontes dialoga diretamente com o meio ambiente. Ele bordará uma paisagem exclusivamente quando chegar à cidade: após uma longa e sensível pesquisa, o horizonte eleito foi o do Pão de Açúcar do ângulo que se avista da Praia de Botafogo, contemplando montanha, vegetação, céu e mar. Ele fará o registro fotográfico, incorporado à exposição.</p>



<p class="has-text-align-center">A obra de Catá estabelece uma relação profunda com os elementos naturais — mar, terra ou&nbsp;horizonte — não como uma representação, mas como uma experiência sensorial e emocional. O artista não observa a natureza de fora: ele se mimetiza com ela, partindo do pressuposto de que o corpo humano também é paisagem, matéria e origem.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Serviço: </strong>De 10 de abril a 9 de junho de 2026 / Endereço: Rua Visconde de Ouro Preto, 62 – Botafogo / Horário: de segunda a sábado, das 10h às 19h  </p>



<p></p>
<p>O post <a href="https://rotacult.com.br/2026/04/horizontes-memoria-e-pele-de-david-cata-no-instituto-cervantes-rj/">&#8220;Horizontes. Memória e pele&#8221;, de David Catá,  no Instituto Cervantes RJ</a> apareceu primeiro em <a href="https://rotacult.com.br">Rota Cult</a>.</p>
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		<title>A segunda edição do Festival O Que Move Você? acontece na Cidade das Artes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Apr 2026 12:22:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Debates]]></category>
		<category><![CDATA[Exposições]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A segunda edição do Festival O Que Move Você? vai reunir artistas com e sem deficiência no palco da Cidade das Artes, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. A expectativa é reunir cerca de mil pessoas num território onde a arte é, acima de tudo, um gesto de acolhimento. A programação do festival ainda conta com [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">A segunda edição do Festival O Que Move Você? vai reunir artistas com e sem deficiência no palco da Cidade das Artes, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro.  A expectativa é reunir cerca de mil pessoas num território onde a arte é, acima de tudo, um gesto de acolhimento. </p>



<p class="has-text-align-center">A programação do festival ainda conta com aula de yoga, exposição e oficina. A mostra &#8220;Sou Down, Soul Up&#8221; apresenta os trabalhos de jovens fotógrafos com síndrome de Down, que revelam um Rio de Janeiro íntimo, sensível e surpreendente. Criando um espaço de encontro onde a música se transforma em vínculo, escuta e descoberta, o cantor e compositor Luís Carlinhos apresenta seu projeto &#8220;Macatchula&#8221;, com pocket shows e oficinas de musicalização para crianças e famílias, junto com a percussionista Mila Schiavo. E também vai ter yoga guiada! É &#8220;Sopro da alma&#8221;, meditação musical com Lívia Villela e Rodrigo Sha. Lembrando que, nos dois dias do evento, várias atividades acontecem simultaneamente: as atrações circenses, Espetáculo curtos, dança em cadeira de rodas com a Cia Holos, Parte da comissão de frente da Escola Embaixadores da Alegria,  contação de história com TiaGê Musical e os DJs Marcelinho da Lua e JP, que tem síndrome de Down, animam o evento, que ainda conta com área gastronômica. </p>



<p class="has-text-align-center">Idealizado pelo publicitário Caio Leitão – que é cofundador da Embaixadores da Alegria, primeira escola de samba no mundo voltada para pessoas com deficiência, em atividade há 20 anos –, o festival foi desenhado para todas as deficiências e conta com uma equipe de acessibilidade formada por profissionais experientes que atuaram nos Jogos Paralímpicos Rio 2016.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Enquanto os artistas se movem pela arte inclusiva, há quem faça os outros se moverem. É o caso da dra. Tatiana Sampaio, bióloga e pesquisadora brasileira da UFRJ, reconhecida pelo desenvolvimento da polilaminina, uma molécula com potencial para regenerar lesões medulares. Ela participará do painel &#8220;Encontros que movem&#8221; no sábado, dia 11, ao lado de Caio Leitão, com mediação de Bel Kutner, que também comandará o painel do dia seguinte. Os convidados de domingo são o sanfoneiro cearense com deficiência visual Guilherme Dantas e duas mães atípicas – a atriz Yohama Eshima e a artista plástica Maria Teresa Stengel, fundadora da Ong One by One, voltada para atendimento a crianças carentes com paralisia cerebral.</p>



<p class="has-text-align-center">No festival, a música instrumental ganha novos caminhos com Jonathan Ferr, Bossacucanova, Guilherme Dantas, Rodrigo Sha, Alfredo Del-Penho, Johnatha Bastos, Trio Capitu e convidados, criando formações únicas pensadas especialmente para o O Que Move Você?. Para Del-Penho, &#8220;o festival é fundamental porque visibiliza, dá acesso e conecta quem faz arte a partir do que move a gente: a relação profunda entre as pessoas&#8221;.</p>



<p class="has-text-align-center">E Sha, que divide a direção musical com Del-Penho, completa: &#8220;temos uma missão e um propósito forte na nossa existência, do amor ao próximo, e do exercício da compaixão como prioridade de vida. A humanidade só vai evoluir realmente quando tiver uma consciência mais elevada sobre a conexão. E a música, a arte de uma forma geral, é o grande veículo e um vínculo muito poderoso que sempre coloca a gente num lugar de conexão com as nossas almas e os nossos corações&#8221;.</p>



<p class="has-text-align-center">Sob a direção teatral de Bel Kutner, o festival apresenta duas obras sensíveis, que colocam em cena afetos, autonomia e humanidade: as peças &#8220;Meu amor é cego&#8221; e &#8220;Meu corpo está aqui&#8221;, que reúnem artistas com e sem deficiência em experiências cênicas potentes.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;<strong>O que move você?</strong>&nbsp;é um festival de encontros. É um lugar de troca, de inclusão, de repensar como a gente deve lidar com nossas diferenças e encontrar nossas pontes, para que as pessoas tenham caminhos e bons encontros&#8221;, afirma Bel Kutner, que dirige a peça&nbsp;<strong><em>&#8220;Meu amor é cego&#8221;,</em></strong>&nbsp;escrita e protagonizada pelos artistas com deficiência visual Sara Bentes e Jeffinho Farias. A obra aborda o amor e as relações pela perspectiva de pessoas cegas, questionando preconceitos, num texto com humor e emoção.</p>



<p class="has-text-align-center">Falando de temas como amor, amizade e superação,&nbsp;<strong><em>&#8220;Meu amor é cego&#8221;</em></strong>&nbsp;é uma adaptação da obra &#8220;O amor é cego&#8221;, do renomado autor americano Eric Coble. A peça conta a história de dois jovens, Alice e Daniel, que se apaixonam no primeiro encontro, mas enfrentam um grande obstáculo: Alice é cega. A partir desse ponto, a plateia é levada a refletir sobre os verdadeiros valores do amor e como ele pode superar qualquer barreira.</p>



<p class="has-text-align-center">No papel de Alice, temos a talentosa Sara Bentes, que já se destacou em diversas produções teatrais, como &#8220;A bela e a fera&#8221; e &#8220;O fantasma da ópera&#8221;. Já Jeffinho Farias, que interpreta Daniel, é conhecido por seu trabalho no grupo de humor &#8220;4 Amigos&#8221;. Além dos protagonistas, o elenco conta com outros grandes nomes do teatro, como Luís Salém e Cláudia Netto.&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Vencedor do Prêmio FITA e APTR e indicado aos prêmios SHELL, o espetáculo&nbsp;<strong><em>&#8220;Meu Corpo Está Aqui&#8221;</em></strong>&nbsp;é baseado nas experiências pessoais das atrizes e atores PCDs (pessoas com deficiência), em que eles próprios estão em cena falando abertamente sobre seus relacionamentos, seus corpos, seus desejos. Uma mistura de depoimentos ficcionalizados por Julia Spadaccini e Clara Kutner, retratando o jogo entre as pulsões e os obstáculos que se apresentam nas descobertas e nas experiências de afeto e sexualidade em corpos PCDs. Um tema original e inédito nos palcos, que se aprofunda na reflexão desses corpos invisibilizados socialmente.</p>



<p class="has-text-align-center">No elenco, Bruno Ramos é surdo não oralizado, Haonê Thinar é pessoa amputada, Pedro Henrique França tem nanismo, Pedro Fernandes tem paralisia cerebral com cognitivo preservado e é usuário de cadeira de rodas e Jadson Abraão ator-intérprete de libras. Texto e direção de Julia Spadaccini e Clara Kutner, direção de produção de Claudia Marques.</p>



<p class="has-text-align-center">Caio Leitão está mais do que empolgado para esta segunda edição do festival, com encontros musicais inéditos e total acessibilidade. &#8220;O festival nasce da necessidade de falar sobre capacitismo ao longo do ano. Não apenas em datas simbólicas. A arte tem o poder de nos lembrar que, antes de qualquer diferença, existe humanidade. O que nos move, no fundo, é o mesmo som: o do amor &#8220;.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>SERVIÇO:</strong> 11 e 12 de abril, entre 15h e 21h30 /  Os ingressos são gratuitos e podem ser retirados pela plataforma Sympla e também no local.  /  Local: Cidade das Artes &#8211; Avenida das Américas, 5.300 -Barra da Tijuca Horário: Das 15h às 21h30 </p>
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