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	<title>Fotografia - Rota Cult</title>
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	<description>Aqui você encontra dicas culturais na cidade do Rio de Janeiro!</description>
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	<title>Fotografia - Rota Cult</title>
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		<title>&#8220;Horizontes. Memória e pele&#8221;, de David Catá,  no Instituto Cervantes RJ</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Apr 2026 12:39:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exposições]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O corpo como arquivo sensível, superfície de inscrição e território de memória. É a partir dessa perspectiva que o artista galego David Catá apresenta, pela primeira vez no Brasil, a exposição &#8220;Horizontes. Memória e pele&#8220;, em cartaz de 9 de abril a 9 de junho, na sala de exposições do Instituto Cervantes RJ, uma organização do Instituto [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">O corpo como arquivo sensível, superfície de inscrição e território de memória. É a partir dessa perspectiva que o artista galego David Catá apresenta, pela primeira vez no Brasil, a exposição <strong>&#8220;</strong>Horizontes. Memória e pele<strong>&#8220;</strong>, em cartaz de 9 de abril a 9 de junho, na sala de exposições do Instituto Cervantes RJ, uma organização do Instituto Cervantes RJ, com a colaboração do setor Cultural da Embaixada da Espanha no Brasil.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;<em>Cada horizonte é um lugar vivido. Não é meramente uma paisagem geográfica, mas um território emocional e autobiográfico. Ao ser costurada na pele, a paisagem deixa de ser algo externo e torna-se parte do corpo: uma fronteira difusa entre o que é habitado e o que se é&#8221;,</em> afirma o artista. </p>



<p class="has-text-align-center">Multidisciplinar, Catá transita entre pintura, vídeo, música, fotografia e performance, tendo o próprio corpo como suporte recorrente de sua prática. Em &#8220;Horizontes&#8221;, o artista aprofunda uma investigação já presente em sua trajetória,&nbsp;a relação entre memória, identidade e pertencimento. Ao bordar paisagens diretamente na pele, cria imagens que tensionam os limites entre interior e exterior, indivíduo e território.</p>



<p class="has-text-align-center">O projeto deriva de uma série anterior, na qual o artista bordava, na palma das mãos, os rostos de pessoas próximas como gesto de homenagem e permanência, além de paisagens de lugares como México, Beijing, Espanha.  </p>



<p class="has-text-align-center">Deslocando a paisagem para o corpo, Catá propõe uma inversão simbólica: o que antes era contemplado à distância passa a ser incorporado, inscrito na pele como memória viva. As imagens, registradas em fotografia e vídeo, evidenciam essa fusão entre corpo e espaço, sugerindo uma continuidade entre o sujeito e o mundo que o cerca.</p>



<p class="has-text-align-center">Mais do que um conjunto de obras, &#8220;Horizontes&#8221; se constrói como uma experiência sensorial e reflexiva, em que o corpo deixa de ser apenas suporte para se afirmar como lugar de inscrição da memória e da identidade — um espaço onde se cruzam afeto, tempo e pertencimento.</p>



<p class="has-text-align-center"><em>&#8220;A técnica que o artista utiliza para bordar em sua própria pele, obviamente, impressiona e é completamente admirável, mas o que nos impactou ainda mais e nos parece altamente relevante é a profundidade dos motivos que o fazem empregar esse método. Porque a costura da obra vai somente até a epiderme, é superficial, mas os motivos que provocam essa intervenção mergulham e alcançam as profundidades da alma do David. Isso é arte em sua maior plenitude&#8221;,</em>&nbsp;diz Aline Pereira da Encarnação, Gestora cultural do Instituto Cervantes do Rio&nbsp;de&nbsp;Janeiro</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Elementos naturais e diálogo com o Rio de Janeiro, onde bordará uma paisagem&nbsp;</strong></p>



<p class="has-text-align-center">Nesta seleção de obras, Catá destaca uma perspectiva que encontra na natureza uma linguagem comum, universal e profundamente humana. Nos registros fotográficos ocorre uma composição entre o seu corpo (no caso, a palma da mão) e a paisagem que dialoga com o tema retratado em linhas de bordado. Em conjunto com essa série, serão mostradas outras fotos: &#8220;Reminiscencias&#8221;, &#8220;Abismos&#8221; e &#8220;La vida tras la ventana&#8221;, totalizando cerca de 33 registros coloridos. Em todas elas, a paisagem não é contemplada à distância: é tocada, percorrida e incorporada. No contexto do Rio de Janeiro, cidade onde a natureza não é um pedaço de terra, mas uma presença viva e poderosa, Horizontes dialoga diretamente com o meio ambiente. Ele bordará uma paisagem exclusivamente quando chegar à cidade: após uma longa e sensível pesquisa, o horizonte eleito foi o do Pão de Açúcar do ângulo que se avista da Praia de Botafogo, contemplando montanha, vegetação, céu e mar. Ele fará o registro fotográfico, incorporado à exposição.</p>



<p class="has-text-align-center">A obra de Catá estabelece uma relação profunda com os elementos naturais — mar, terra ou&nbsp;horizonte — não como uma representação, mas como uma experiência sensorial e emocional. O artista não observa a natureza de fora: ele se mimetiza com ela, partindo do pressuposto de que o corpo humano também é paisagem, matéria e origem.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Serviço: </strong>De 10 de abril a 9 de junho de 2026 / Endereço: Rua Visconde de Ouro Preto, 62 – Botafogo / Horário: de segunda a sábado, das 10h às 19h  </p>



<p></p>
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		<title>A segunda edição do Festival O Que Move Você? acontece na Cidade das Artes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Apr 2026 12:22:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Debates]]></category>
		<category><![CDATA[Exposições]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A segunda edição do Festival O Que Move Você? vai reunir artistas com e sem deficiência no palco da Cidade das Artes, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. A expectativa é reunir cerca de mil pessoas num território onde a arte é, acima de tudo, um gesto de acolhimento. A programação do festival ainda conta com [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">A segunda edição do Festival O Que Move Você? vai reunir artistas com e sem deficiência no palco da Cidade das Artes, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro.  A expectativa é reunir cerca de mil pessoas num território onde a arte é, acima de tudo, um gesto de acolhimento. </p>



<p class="has-text-align-center">A programação do festival ainda conta com aula de yoga, exposição e oficina. A mostra &#8220;Sou Down, Soul Up&#8221; apresenta os trabalhos de jovens fotógrafos com síndrome de Down, que revelam um Rio de Janeiro íntimo, sensível e surpreendente. Criando um espaço de encontro onde a música se transforma em vínculo, escuta e descoberta, o cantor e compositor Luís Carlinhos apresenta seu projeto &#8220;Macatchula&#8221;, com pocket shows e oficinas de musicalização para crianças e famílias, junto com a percussionista Mila Schiavo. E também vai ter yoga guiada! É &#8220;Sopro da alma&#8221;, meditação musical com Lívia Villela e Rodrigo Sha. Lembrando que, nos dois dias do evento, várias atividades acontecem simultaneamente: as atrações circenses, Espetáculo curtos, dança em cadeira de rodas com a Cia Holos, Parte da comissão de frente da Escola Embaixadores da Alegria,  contação de história com TiaGê Musical e os DJs Marcelinho da Lua e JP, que tem síndrome de Down, animam o evento, que ainda conta com área gastronômica. </p>



<p class="has-text-align-center">Idealizado pelo publicitário Caio Leitão – que é cofundador da Embaixadores da Alegria, primeira escola de samba no mundo voltada para pessoas com deficiência, em atividade há 20 anos –, o festival foi desenhado para todas as deficiências e conta com uma equipe de acessibilidade formada por profissionais experientes que atuaram nos Jogos Paralímpicos Rio 2016.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Enquanto os artistas se movem pela arte inclusiva, há quem faça os outros se moverem. É o caso da dra. Tatiana Sampaio, bióloga e pesquisadora brasileira da UFRJ, reconhecida pelo desenvolvimento da polilaminina, uma molécula com potencial para regenerar lesões medulares. Ela participará do painel &#8220;Encontros que movem&#8221; no sábado, dia 11, ao lado de Caio Leitão, com mediação de Bel Kutner, que também comandará o painel do dia seguinte. Os convidados de domingo são o sanfoneiro cearense com deficiência visual Guilherme Dantas e duas mães atípicas – a atriz Yohama Eshima e a artista plástica Maria Teresa Stengel, fundadora da Ong One by One, voltada para atendimento a crianças carentes com paralisia cerebral.</p>



<p class="has-text-align-center">No festival, a música instrumental ganha novos caminhos com Jonathan Ferr, Bossacucanova, Guilherme Dantas, Rodrigo Sha, Alfredo Del-Penho, Johnatha Bastos, Trio Capitu e convidados, criando formações únicas pensadas especialmente para o O Que Move Você?. Para Del-Penho, &#8220;o festival é fundamental porque visibiliza, dá acesso e conecta quem faz arte a partir do que move a gente: a relação profunda entre as pessoas&#8221;.</p>



<p class="has-text-align-center">E Sha, que divide a direção musical com Del-Penho, completa: &#8220;temos uma missão e um propósito forte na nossa existência, do amor ao próximo, e do exercício da compaixão como prioridade de vida. A humanidade só vai evoluir realmente quando tiver uma consciência mais elevada sobre a conexão. E a música, a arte de uma forma geral, é o grande veículo e um vínculo muito poderoso que sempre coloca a gente num lugar de conexão com as nossas almas e os nossos corações&#8221;.</p>



<p class="has-text-align-center">Sob a direção teatral de Bel Kutner, o festival apresenta duas obras sensíveis, que colocam em cena afetos, autonomia e humanidade: as peças &#8220;Meu amor é cego&#8221; e &#8220;Meu corpo está aqui&#8221;, que reúnem artistas com e sem deficiência em experiências cênicas potentes.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;<strong>O que move você?</strong>&nbsp;é um festival de encontros. É um lugar de troca, de inclusão, de repensar como a gente deve lidar com nossas diferenças e encontrar nossas pontes, para que as pessoas tenham caminhos e bons encontros&#8221;, afirma Bel Kutner, que dirige a peça&nbsp;<strong><em>&#8220;Meu amor é cego&#8221;,</em></strong>&nbsp;escrita e protagonizada pelos artistas com deficiência visual Sara Bentes e Jeffinho Farias. A obra aborda o amor e as relações pela perspectiva de pessoas cegas, questionando preconceitos, num texto com humor e emoção.</p>



<p class="has-text-align-center">Falando de temas como amor, amizade e superação,&nbsp;<strong><em>&#8220;Meu amor é cego&#8221;</em></strong>&nbsp;é uma adaptação da obra &#8220;O amor é cego&#8221;, do renomado autor americano Eric Coble. A peça conta a história de dois jovens, Alice e Daniel, que se apaixonam no primeiro encontro, mas enfrentam um grande obstáculo: Alice é cega. A partir desse ponto, a plateia é levada a refletir sobre os verdadeiros valores do amor e como ele pode superar qualquer barreira.</p>



<p class="has-text-align-center">No papel de Alice, temos a talentosa Sara Bentes, que já se destacou em diversas produções teatrais, como &#8220;A bela e a fera&#8221; e &#8220;O fantasma da ópera&#8221;. Já Jeffinho Farias, que interpreta Daniel, é conhecido por seu trabalho no grupo de humor &#8220;4 Amigos&#8221;. Além dos protagonistas, o elenco conta com outros grandes nomes do teatro, como Luís Salém e Cláudia Netto.&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Vencedor do Prêmio FITA e APTR e indicado aos prêmios SHELL, o espetáculo&nbsp;<strong><em>&#8220;Meu Corpo Está Aqui&#8221;</em></strong>&nbsp;é baseado nas experiências pessoais das atrizes e atores PCDs (pessoas com deficiência), em que eles próprios estão em cena falando abertamente sobre seus relacionamentos, seus corpos, seus desejos. Uma mistura de depoimentos ficcionalizados por Julia Spadaccini e Clara Kutner, retratando o jogo entre as pulsões e os obstáculos que se apresentam nas descobertas e nas experiências de afeto e sexualidade em corpos PCDs. Um tema original e inédito nos palcos, que se aprofunda na reflexão desses corpos invisibilizados socialmente.</p>



<p class="has-text-align-center">No elenco, Bruno Ramos é surdo não oralizado, Haonê Thinar é pessoa amputada, Pedro Henrique França tem nanismo, Pedro Fernandes tem paralisia cerebral com cognitivo preservado e é usuário de cadeira de rodas e Jadson Abraão ator-intérprete de libras. Texto e direção de Julia Spadaccini e Clara Kutner, direção de produção de Claudia Marques.</p>



<p class="has-text-align-center">Caio Leitão está mais do que empolgado para esta segunda edição do festival, com encontros musicais inéditos e total acessibilidade. &#8220;O festival nasce da necessidade de falar sobre capacitismo ao longo do ano. Não apenas em datas simbólicas. A arte tem o poder de nos lembrar que, antes de qualquer diferença, existe humanidade. O que nos move, no fundo, é o mesmo som: o do amor &#8220;.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>SERVIÇO:</strong> 11 e 12 de abril, entre 15h e 21h30 /  Os ingressos são gratuitos e podem ser retirados pela plataforma Sympla e também no local.  /  Local: Cidade das Artes &#8211; Avenida das Américas, 5.300 -Barra da Tijuca Horário: Das 15h às 21h30 </p>
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		<title>Bob Wolfenson apresenta imagens, aromas e sons da Floresta Amazônica no Museu do Amanhã</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Jan 2026 13:06:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exposições]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[Museus]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[Bob Wolfenson]]></category>
		<category><![CDATA[exposição]]></category>
		<category><![CDATA[Museu do Amanhã]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cheiro de terra molhada, canto de pássaros, sons da mata e imagens da floresta amazônica e de seus habitantes chegam ao Rio de Janeiro para proporcionar um passeio pela maior floresta tropical do mundo, na exposição &#8220;Presenças na Amazônia: um diário visual de Bob Wolfenson&#8221;, no lounge do Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro. [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Cheiro de terra molhada, canto de pássaros, sons da mata e imagens da floresta amazônica e de seus habitantes chegam ao Rio de Janeiro para proporcionar um passeio pela maior floresta tropical do mundo, na exposição &#8220;Presenças na Amazônia: um diário visual de Bob Wolfenson&#8221;, no lounge do Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro. A mostra fotográfica e multissensorial propõe uma vivência sensível da floresta a partir do olhar artístico do fotógrafo Bob Wolfenson, que completa 55 anos de carreira.  </p>



<p class="has-text-align-center">A mostra apresenta as impressões da floresta registradas pelo fotógrafo durante as filmagens da websérie &#8220;Amazônia: Juntos Fazemos a Diferença&#8221;, conduzida por ele e pela cantora Gaby Amarantos, em 2024. A produção audiovisual, realizada pela Vale, se transformou em uma campanha que apresenta a cultura, a economia, os biomas e o povo da floresta amazônica e se encerra com a estreia da exposição do diário visual de Bob Wolfenson.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;Há quatro décadas a Vale está presente na Amazônia, como um dos principais agentes de desenvolvimento sustentável e de preservação, valorização e difusão da cultura amazônida. Realizamos uma série de iniciativas que fomentam a bioeconomia, protegem a floresta em pé e contribuem com pesquisa e produção de conhecimento em áreas como biodiversidade, genômica e mudanças climáticas. Nesse sentido, a realização dessa exposição no Museu do Amanhã ganha especial propósito, ao propor novas formas de ver e conhecer a região em toda a sua diversidade, provocar reflexões e novas formas de atuarmos, juntos, pelo presente e pelo futuro&#8221;, afirma Grazielle Parenti, Vice-Presidente Executiva de Sustentabilidade da Vale.</p>



<p class="has-text-align-center"><br>Organizadas em três eixos – A Floresta, Presenças e Luz Mágica – as fotos revelam a Amazônia por dentro, suas histórias e suas comunidades, em uma narrativa na qual a floresta e as pessoas se misturam e convivem em harmonia.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;Fotografar a Amazônia foi uma experiência profunda e transformadora. Estar diante de uma natureza tão poderosa e, ao mesmo tempo, encontrar pessoas que trabalham para que ela permaneça em pé trouxe um novo sentido ao meu olhar. Levar essas imagens para o Museu do Amanhã, com o patrocínio da Vale, é muito significativo: é uma forma de ampliar esse diálogo e mostrar que preservar a floresta é também preservar histórias, culturas e futuros&#8221;, comenta Bob Wolfenson. </p>



<p class="has-text-align-center">Os espaços são marcados por materiais rústicos e naturais e por uma iluminação que muda ao longo do percurso, remetendo ao ciclo do dia. A experiência ganha profundidade com a presença de elementos sensoriais que transportam os convidados para dentro da Amazônia, como um leve aroma de terra fresca depois da chuva. Também o visitante poderá ouvir sons originais da floresta, fruto de estudo do Instituto Tecnológico Vale (ITV), que reuniu mais de 16 mil minutos da vida na Floresta de Carajás e revelou curiosidades sobre a biodiversidade amazônica por meio do som que ela emite. Além disso, uma área de pausa e contemplação traz frases, trechos de falas e anotações de viagem de Bob Wolfenson, criando uma instalação poética que traduz o processo criativo do artista. A produção é da Tantas Projetos Culturais e TM1 Brand Experience, com curadoria de Cecilia Bedê.</p>



<p class="has-text-align-center">Além disso, a exposição contará com uma programação educativa e gratuita que conecta as fotografias às memórias, aromas, sons e símbolos da Amazônia. Além da caminhada fotográfica com Bob Wolfenson na Praça Mauá, haverá atividades para todos os públicos, trazendo o DNA amazônico em oficinas de carimbos, aula de dança de carimbó, pintura de brinquedos de miriti e experiências sensoriais como o tradicional banho de cheiro. A programação completa está disponível no site do Museu do Amanhã.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong><u>Serviço:</u></strong> Data: 15 de janeiro a 10 de fevereiro / <strong>Museu do Amanhã</strong> Praça Mauá, 1, Centro // Programação Educativa: <a href="https://museudoamanha.org.br/programacao" target="_blank" rel="noreferrer noopener">site oficial</a> do Museu do Amanhã</p>
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		<title>Polo ItaliaNoRio apresenta fotos do Réveillon em Nápoles</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Dec 2025 10:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exposições]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[exposição]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Do dia 11 de dezembro de 2025 a 7 de fevereiro de 2026, o público poderá apreciar 20 obras fotográficas de formato médio, além de um vídeo-documentário de 18 minutos, retratando um dos rituais coletivos mais emblemáticos e belos do Mediterrâneo: a noite de Réveillon em Nápoles. É quando o povo napolitano transforma, por algumas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">Do dia 11 de dezembro de 2025 a 7 de fevereiro de 2026, o público poderá apreciar 20 obras fotográficas de formato médio, além de um vídeo-documentário de 18 minutos, retratando um dos rituais coletivos mais emblemáticos e belos do Mediterrâneo: a noite de Réveillon em Nápoles. É quando o povo napolitano transforma, por algumas horas, o temor ancestral do vulcão Vesúvio em uma festa de luz feita de centenas de milhares de fogos de artifício &#8211; tradição também cultuada na cidade do Rio de Janeiro.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">As obras não descrevem: evocam nuvens, criaturas e constelações que emergem da escuridão em uma explosão de formas e cores. A exposição no Rio celebra não apenas Nápoles, mas o diálogo entre duas cidades irmãs, unidas pela mesma linguagem de luz e festa.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">O Réveillon de Copacabana dialoga perfeitamente com essas imagens. Assim como Nápoles, o Rio reconhece o poder simbólico dos fogos: o mar, a música, a multidão, a catarse da noite que se acende, invadida por promessas. Dois povos distantes que, nesta mesma noite, se mobilizam em torno do mesmo gesto&nbsp;e&nbsp;transformam o medo em beleza, a expectativa em esperança e a escuridão em luz.</p>



<p class="has-text-align-center"><em>“Os napolitanos exorcizam o temor pela erupção do vulcão, fazendo explodir em luzes e cores todo o golfo de Nápoles”, </em>afirma Mario Amura. “Todo dia 31 de dezembro, subo o Monte Faito com uma equipe de amigos para observar esse rito coletivo. Lá do alto, a cidade se transforma em um horizonte invertido, em uma paisagem cósmica onde os fogos se tornam pinceladas de pura emoção”.</p>



<p class="has-text-align-center">Serviço Visitação: De 11 de dezembro de 2025 a 10 de fevereiro de 2026 / Local: Polo Cultural ItaliaNoRio &#8211; Casa d’Italia Endereço: Av. Pres. Antônio Carlos, 40 – Centro / Entrada franca</p>
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		<title>Fotografias de Luiz Braga são expostas no Paço Imperial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Dec 2025 11:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exposições]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com curadoria de Bitu Cassundé, a exposição &#8220;Arquipélago Imaginário&#8221; oferece uma imersão no trabalho do fotógrafo Luiz Braga. Suas imagens retratam paisagens, indivíduos, costumes e tradições do território paraense, capturadas a partir de momentos de troca e convivência. “Meu trabalho se debruça sobre o meu lugar”, orgulha-se Braga, que mantém um acervo organizado de suas [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Com curadoria de Bitu Cassundé, a exposição &#8220;<em>Arquipélago Imaginário</em>&#8221; oferece uma imersão no trabalho do fotógrafo Luiz Braga. Suas imagens retratam paisagens, indivíduos, costumes e tradições do território paraense, capturadas a partir de momentos de troca e convivência. “<em>Meu trabalho se debruça sobre o meu lugar</em>”, orgulha-se Braga, que mantém um acervo organizado de suas fotografias desde o início da carreira, aos 18 anos.</p>



<p class="has-text-align-center">Reconhecido por sua forte conexão com sua terra natal, Braga se dedica a conhecer profundamente os locais que fotografa. “<em>Visito inúmeras vezes os lugares, o que me permite respeitar os códigos, o ritmo e os costumes locais. A fotografia é uma troca que depende do contato íntimo e pessoal, do diálogo e da imersão no cotidiano das pessoas. Sou, na verdade, um atravessador de afetos</em>”, brinca o fotógrafo.</p>



<p class="has-text-align-center">São muitos os destaques de&nbsp;<em>Arquipélago Imaginário</em>, a começar pelo caráter inédito:&nbsp;a grande maioria das imagens foiapresentada apenas uma única vez, quando esteve no IMS paulista.&nbsp;&nbsp;O olhar sensível do curador, apontado pelo artista, é outro ponto alto da mostra, que protagoniza também muitas fotos em preto e branco, da década de 1970.&nbsp;&nbsp;“<em>Bitu Cassundé apresenta recortes que eu não havia percebido em meu trabalho, como o núcleo&nbsp;</em>“Sintaxes Populares”<em>, que destaca minhas imagens sobre as caligrafias</em>”, diz Braga.&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Nascido em 1956, em Belém, Luiz Braga começou sua trajetória como fotógrafo na década de 1970, atuando na publicidade antes de se tornar fotógrafo autônomo. Em paralelo, cursou arquitetura na Universidade Federal do Pará (UFPA). Em 1979, realizou sua primeira exposição individual e, desde então, passou a colaborar e expor em diversas instituições “<em>Não poderia ter escolhido outra profissão; tampouco viver em outro lugar</em>”, afirma. </p>



<p class="has-text-align-center"><em>&#8220;Arquipélago Imaginário&#8221;</em> é composta por nove núcleos: <em>Sintaxes populares, O Retrato, O Antirretrato, Territórios e pertencimentos – o Norte, Nightvision – Mapa do Éden, O outro, o alheio, Arquitetura da intimidade, Afazeres e trabalhos e O Marajó</em>. Com uma expografia original e intimista, a seleção de imagens proporciona ao público uma viagem pelos temas e elementos marcantes na obra de Luiz Braga, ressaltando o orgulho de pertencer àquele território e o respeito por cada um dos personagens fotografados. </p>



<p class="has-text-align-center">SERVIÇO  De 9 de dezembro de 2025 até 1º de março de 2026 / Centro Cultural do Patrimônio Paço Imperial Praça Quinze de Novembro, 48, Centro</p>
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		<title>&#8220;Sonhos Cruzados&#8221; reúne cerca obras dos fotógrafos Betina Samaia e Claudio Edinger</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Dec 2025 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exposições]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[exposição]]></category>
		<category><![CDATA[foto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No dia 6 de dezembro de 2025, a Casa Proeza, no Centro do Rio de Janeiro, inaugura &#8220;Sonhos Cruzados&#8221;, exposição que reúne cerca de 20 obras dos fotógrafos Betina Samaia e Claudio Edinger. Com curadoria de Ana Fortes e Rogério Reis, a mostra marca a abertura do Projeto Radar Proeza — iniciativa idealizada pelas designers [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">No dia 6 de dezembro de 2025, a Casa Proeza, no Centro do Rio de Janeiro, inaugura &#8220;Sonhos Cruzados&#8221;, exposição que reúne cerca de 20 obras dos fotógrafos Betina Samaia e Claudio Edinger. Com curadoria de Ana Fortes e Rogério Reis, a mostra marca a abertura do Projeto Radar Proeza — iniciativa idealizada pelas designers e produtoras culturais Ana Fortes e Duda Ballesteros para aproximar fotógrafos, artistas e designers paulistanos do circuito cultural carioca. Na ocasião, será lançado o novo livro de Edinger,&nbsp;<em>Machina Mundi Brasil</em>, com sessão de autógrafos dos dois artistas.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;Sonhos Cruzados&#8221; apresenta um diálogo que nasce da convivência afetiva dos fotógrafos com o Rio. Carioca de nascimento e morador de São Paulo há décadas, Edinger revisita a cidade a partir de suas paisagens aéreas, fruto de uma pesquisa recente que desloca para o céu o rigor de sua investigação sobre o comportamento humano e a arquitetura urbana. Reconhecido nacional e internacionalmente — com prêmios como a Leica Medal of Excellence (1983/85), o Ernst Haas Award e o Higashikawa Award (Japão) — Edinger consolidou uma obra que atravessa a contracultura, o retrato e, mais recentemente, a fotografia aérea, expandindo constantemente suas fronteiras estéticas. </p>



<p class="has-text-align-center">A Casa Proeza convida para a conversa pública com os fotógrafos Betina Samaia e Claudio Edinger, mediada por Marcia Mello, referência em conservação e pesquisa em fotografia brasileira. O encontro integra a programação de abertura da exposição &#8220;Sonhos Cruzados&#8221;, que inaugura o Projeto Radar Proeza, iniciativa dedicada a aproximar fotógrafos, artistas e designers paulistanos do circuito cultural carioca.</p>



<p class="has-text-align-center">A mostra reúne cerca de 20 obras de Betina e Edinger, articulando dois modos de ver o Rio: as paisagens aéreas de Claudio, que deslocam para o céu sua investigação sobre comportamento humano e arquitetura urbana, e as composições noturnas de Betina, ligadas a memórias, inconsciente e luzes filtradas que tensionam real e onírico. Sob curadoria de Ana Fortes e Rogério Reis, &#8220;Sonhos Cruzados&#8221; acontece no Distrito Criativo do Centro do Rio, área em plena revitalização cultural e efervescência de novos espaços expositivos.</p>



<p class="has-text-align-center">Durante a abertura, também será lançado &#8220;<em>Machina Mundi Brasil</em>&#8220;, novo livro de Claudio Edinger, com sessão de autógrafos dos dois artistas.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>PROGRAMAÇÃO – Sábado, 6 de dezembro | Casa Proeza</strong></p>



<p class="has-text-align-center"><strong>14h — Abertura da exposição &#8220;Sonhos Cruzados&#8221;</strong><br><strong>15h — Conversa com Betina Samaia e Claudio Edinger</strong><br><em>Mediação:</em>&nbsp;<strong>Marcia Mello</strong>, curadora, pesquisadora e conservadora de fotografia brasileira<br><strong>16h — Sessão de autógrafos</strong><br>Lançamento de&nbsp;<em>Machina Mundi Brasil</em>&nbsp;e assinatura de livros dos artistas<br><strong>17h — Coquetel de abertura</strong></p>



<p class="has-text-align-center"><strong><u>SERVIÇO</u></strong> <br><strong>Abertura:</strong> 6 de dezembro de 2025, a partir das 14h<br><strong>Local:</strong> Casa Proeza – Rua do Ouvidor, 26, Centro<br><strong>Entrada gratuita</strong></p>
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		<title>3ª edição &#8220;Espanha Afro&#8221; tem programação com mesa-redonda e exposição</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Dec 2025 10:58:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exposições]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Desde 2023, o Instituto Cervantes do RJ celebra, anualmente, o Dia da Consciência Negra no Brasil através do programa multidisciplinar “Espanha Afro”, já em sua terceira edição. O projeto consiste numa série de atividades relacionadas com as culturas afro tanto na Espanha como na América Latina, o seu relevante legado intelectual, cultural, artístico e social [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Desde 2023, o Instituto Cervantes do RJ celebra, anualmente, o Dia da Consciência Negra no Brasil através do programa multidisciplinar “Espanha Afro”, já em sua terceira edição. O projeto consiste numa série de atividades relacionadas com as culturas afro tanto na Espanha como na América Latina, o seu relevante legado intelectual, cultural, artístico e social nos diferentes espaços da diáspora. Este ano, três delas serão relacionadas à memória e à preservação do legado dos mais velhos, enfocando nas pautas de como é envelhecer, sendo pessoa imigrante e negra, na Espanha. </p>



<p class="has-text-align-center">Em parceria com a Embaixada da Espanha e com a FLUP, no dia 28 de novembro, sexta, estarão no Brasil a jornalista, escritora e curadora espanhola Lucía Mbomío e o fotógrafo reunionense Laurent Leger-Adame. Eles participarão de duas mesas-redondas no Viaduto de Madureira, das 17h às 19h30, quando conversarão sobre fotografia, imigração, memória, direitos, entre outros temas também abordados no último livro de Mbomío, Tierra de la luz.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Já em 2 de dezembro, terça-feira, às 19h, o Instituto Cervantes inaugura em Botafogo “Afromayores”, mostra fotográfica assinada por Leger-Adame, que retratou protagonistas desses legados, sob curadoria de Mbomío. Trata-se de um projeto audiovisual e fotográfico autogestionado, que nasceu depois de muitas conversas. Tanto o reunionense Laurent Leger-Adame como a alcorconeira (Alcorcón-Madri) Lucía Mbomío há anos entrevistavam pessoas negras com o objetivo de balancear a narrativa mediática generalista espanhola na qual, ou não aparecem ou somente são vistos de determinada forma.&nbsp;Entre os retratados em destaque estão o pai da curadora, Jose, e também Batata, único carioca, residente em Madri, &#8220;afromayor/idoso&#8221; da mostra, que entrou especialmente nessa edição no Rio de Janeiro.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Animados pelos conselhos e ação do histórico ativista afroespanhol Yast Solo e pelo trabalho de registro audiovisual que ambos já realizavam com seus próprios familiares, decidiram mudar o foco e centrar-se em pessoas africanas e afrodescendentes com mais de 65 anos residentes na Espanha.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Como incentivo, faltava apenas determinar como e quando &#8211; infelizmente precipitado após o diagnóstico de demência com corpos de Lewy do pai da Lucía. Em um processo de perda de lembranças inexorável, era o momento de fazer memória antes de que a dele se apagasse completamente. Foi dessa forma como, durante um bom tempo com o cinegrafista José Oyono, sem nenhum tipo de apoio econômico, começaram a fazer as gravações, os retratos e a encapsular suas vidas com o objetivo de eternizá-los. Perceberam imediatamente como se infiltram nelas o colonialismo, questões administrativas, xenofobia, racismo, amor, renúncias, sonhos desfeitos e realizados, família, pertencimento e muita nostalgia do tipo que não cessa, mesmo que estivessem na Espanha há décadas.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Sua grande meta é publicar um fotolivro no qual seus rostos, sulcados por rugas que evidenciam um longo percurso vital, possam ser vistos e aplaudidos. Todo esse material é compartilhado no perfil de Instagram e no canal de YouTube de Afromayores, e é enriquecido com as exposições e atividades que transformam o olhar sobre a velhice e a afrodescendência na Espanha. Seu lema é “Existimos Porque Existiram”.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center"><em>Serviço</em> Abertura: Até 2 de dezembro até 10 de janeiro de 2026 / Horário: de segunda a sábado, das 10h às 19h (exceto feriados) / Local: Instituto Cervantes do Rio de Janeiro Endereço: Rua Visconde de Ouro Preto, 62 – Botafogo </p>
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		<title>Centenário de João Bethencourt é celebrado no Teatro Glauce Rocha</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Nov 2025 11:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exposições]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro]]></category>
		<category><![CDATA[exposição]]></category>
		<category><![CDATA[João Bethencourt]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Teatro Glauce Rocha recebe uma programação especial em homenagem ao centenário de nascimento de João Bethencourt (1924-2006), um dos maiores autores de comédia do teatro brasileiro. A celebração reúne exposição, ciclo de leituras dramatizadas e festa teatral, com entrada gratuita para todos os eventos, de 12 de novembro a 10 de dezembro. Nascido em [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">O Teatro Glauce Rocha recebe uma programação especial em homenagem ao centenário de nascimento de João Bethencourt (1924-2006), um dos maiores autores de comédia do teatro brasileiro.</p>



<p class="has-text-align-center">A celebração reúne exposição, ciclo de leituras dramatizadas e festa teatral, com entrada gratuita para todos os eventos, de 12 de novembro a 10 de dezembro.</p>



<p class="has-text-align-center">Nascido em Budapeste e radicado no Brasil aos dez anos, Bethencourt construiu uma carreira múltipla como escritor, diretor, tradutor e produtor teatral. Sua peça &#8220;O Dia em que Raptaram o Papa&#8221; é o texto brasileiro mais encenado no exterior.</p>



<p class="has-text-align-center">Sua obra é marcada pelo humor inteligente e pela comédia de costumes. Sucessos como &#8220;Bonifácio Bilhões&#8221; e &#8220;Tem um Psicanalista na Nossa Cama&#8221; continuam em cartaz décadas após suas estreias. </p>



<p class="has-text-align-center">A mostra &#8220;João Bethencourt – Um homem de teatro&#8221; ocupa o foyer da Sala Glauce Rocha de 12 de novembro a 10 de dezembro, de quarta a domingo, das 14h às 18h30. A exposição, com curadoria de Tania Brandão e Cristina Bethencourt, apresenta fotografias, cartazes, matérias de jornal e maquetes de peças que contam a trajetória do artista. </p>



<p class="has-text-align-center">Às quartas-feiras, de 12 de novembro a 3 de dezembro, a Sala Murilo Miranda, no mesmo prédio do Teatro Glauce Rocha, recebe leituras dramatizadas de quatro peças do autor, das 18h30 às 20h30. A programação inclui dois clássicos – &#8220;Bonifácio Bilhões&#8221; (1975) e &#8220;Tem um Psicanalista na Nossa Cama&#8221; (1978) – e dois textos inéditos: &#8220;O Colar da Rainha&#8221; (2006) e &#8220;A Ovelha Rebelde&#8221; (2005).</p>



<p class="has-text-align-center">Programação das leituras:</p>



<p class="has-text-align-center">12/11 – &#8220;O Colar da Rainha&#8221; (direção: Silvia Monte)<br>19/11 – &#8220;Tem um Psicanalista na Nossa Cama&#8221; (direção: Paula Sandroni)<br>26/11 – &#8220;Bonifácio Bilhões&#8221; (direção: Antonio Gilberto)<br>03/12 – &#8220;A Ovelha Rebelde&#8221; (direção: Cristina Bethencourt)</p>



<p class="has-text-align-center">Os elencos reúnem atores profissionais e estudantes de teatro. A coordenação geral é de Cristina Bethencourt, filha do dramaturgo.</p>



<p class="has-text-align-center">SERVIÇO: Exposição<br>Quarta a domingo, de 12/11 a 10/12, das 14h às 18h30<br>Abertura: 12/11, às 17h<br>Local: Foyer do Teatro Glauce Rocha<br>Endereço: Av. Rio Branco, 179 – Centro</p>



<p class="has-text-align-center">Leituras Dramatizadas<br>Sempre às quartas-feiras, 12/11 a 03/12, das 18h30 às 20h30<br>Local: Sala Murilo Miranda<br>Endereço: Av. Rio Branco, 179, 8º andar – Centro</p>



<p class="has-text-align-center">Festa Teatral<br>10/12, às 18h30<br>Local: Sala Murilo Miranda</p>



<p class="has-text-align-center">Ingressos: Gratuitos (retirada na bilheteria)</p>
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		<title> Avistar Rio 2025 celebra 10 anos no Jardim Botânico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Nov 2025 12:46:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exposições]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[Museus]]></category>
		<category><![CDATA[Avistar Rio 2025]]></category>
		<category><![CDATA[foto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Avistar Rio chega à sua décima edição em 2025 e, neste ano, celebra sua trajetória com uma programação intensa no Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Entre os dias 7 e 9 de novembro, o braço fluminense do Avistar Brasil reúne observadores de aves, pesquisadores, fotógrafos, guias, educadores ambientais e amantes da natureza de todo o país. [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">O Avistar Rio chega à sua décima edição em 2025 e, neste ano, celebra sua trajetória com uma programação intensa no Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Entre os dias 7 e 9 de novembro, o braço fluminense do Avistar Brasil reúne observadores de aves, pesquisadores, fotógrafos, guias, educadores ambientais e amantes da natureza de todo o país. Toda a programação é gratuita e pode ser conferida no <a href="https://www.avistar-2025.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>site oficial do evento.</u></a></p>



<p class="has-text-align-center">Grande parte das atividades será realizada no Museu do Jardim Botânico, incluindo oficinas – de fotografia, gravação do canto dos pássaros e de ilustrações naturalistas –; a exibição do filme &#8220;Eu Passarinho&#8221; na tarde de estreia; além de mesas de debate e palestras com especialistas no assunto. Serão abordados temas como a ciência cidadã, conservação, histórias de observação de aves no Rio e no Brasil e mulheres na ornitologia.</p>



<p class="has-text-align-center">Uma exposição fotográfica sobre a avifauna brasileira também será projetada de forma integrada à sala expositiva &#8220;Flora Brasileira em Perigo&#8221;. Enquanto tudo isso ocorre na sala multiuso e demais espaços do Museu, do lado de fora acontecem as passarinhadas guiadas por entre as árvores e plantas do Jardim Botânico e a Feira de Projetos e Produtos no Galpão das Artes.</p>



<p class="has-text-align-center">O Jardim Botânico do Rio de Janeiro é um destino simbólico para essa celebração: há 23 anos, o espaço abriga um dos passeios de observação de aves mais tradicionais da cidade, conduzido por Henrique Rajão, referência na popularização da atividade no Estado. </p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;A expectativa da realização do Avistar Rio no Jardim Botânico é enorme! O Jardim vem se notabilizando como uma das principais áreas para observação de aves e interação com a natureza no estado do Rio de Janeiro. A realização do Avistar Rio nesse local de enorme valor científico e histórico, tão importante para os amantes das aves e da natureza como um todo, é uma enorme conquista para todos nós&#8221;, afirma Henrique Rajão, observador de aves e guia há mais de duas décadas no Jardim Botânico do Rio de Janeiro.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>SERVIÇO</strong>: Avistar Rio 2025 — 10ª edição<br>Data: 7, 8 e 9 de novembro de 2025<br>Local: Museu do Jardim Botânico do Rio de Janeiro<br>Endereço: Rua Jardim Botânico, 1008 — Rio de Janeiro</p>
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		<title>&#8220;Cidade Reflexiva&#8221; ocupa apartamento em demolição no Leblon</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Sep 2025 12:59:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O fotógrafo carioca André Sousa apresenta &#8220;Cidade Reflexiva&#8221;, sua primeira mostra individual. A mostra reúne 16 fotografias em preto e branco que propõem um olhar sensível sobre o Rio de Janeiro e seus reflexos – naturais, arquitetônicos e humanos. Aliás, a pergunta que guia o trabalho é simples e profunda: De que forma a cidade [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">O fotógrafo carioca André Sousa apresenta &#8220;Cidade Reflexiva&#8221;, sua primeira mostra individual. A mostra reúne 16 fotografias em preto e branco que propõem um olhar sensível sobre o Rio de Janeiro e seus reflexos – naturais, arquitetônicos e humanos.</p>



<p class="has-text-align-center">Aliás, a pergunta que guia o trabalho é simples e profunda: De que forma a cidade pode nos refletir? E de que forma refletimos na cidade? Para respondê-la, André percorreu a cidade de diferentes maneiras. A pé pelas ruas do Centro, do alto de um helicóptero e navegando pela costa, sempre registrando a multiplicidade de ângulos e perspectivas que compõem a capital fluminense. </p>



<p class="has-text-align-center">A escolha do espaço expositivo é parte essencial da experiência. A mostra &#8220;Cidade Reflexiva&#8221; acontece em um apartamento em processo de demolição no Leblon, transformando o próprio cenário em metáfora para a cidade, que, certamente, se reconstrói continuamente a partir de suas ruínas. Assim, entre paredes expostas e estruturas provisórias, as imagens ganham nova potência, convidando o público a refletir sobre a dinâmica urbana e sobre como também estamos em constante reinvenção.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Serviço</strong> <br>Período: 19 a 21/09<br>Horários: Sexta-feira (19): 18h às 21h / Sábado (20) e domingo (21): 14h às 19h / Local: Rua Cupertino Durão, 16, apto 103 – Leblon / Entrada: Gratuita </p>
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