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	<title>Fotografia - Rota Cult</title>
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	<description>Aqui você encontra dicas culturais na cidade do Rio de Janeiro!</description>
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	<title>Fotografia - Rota Cult</title>
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		<title>Meta Gallery expõe Amazônia digital de Sebastião Salgado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 14:15:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Exposições]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Maior nome brasileiro da fotografia internacional, Sebastião Salgado (1944-2025) terá sua única série comercializada por meio do sistema de blockchain exposta na Meta Gallery. Lançada em 2021, &#8220;Amazônia&#8221; terá oito fotografias em telas digitais tokenizadas, na galeria, primeira do Brasil dedicada totalmente à arte tecnológica. &#8220;Paraíso Verde&#8221;, &#8220;Estado de Roraima&#8221;, &#8220;Comunidade do Piaú&#8221; e &#8220;Maloca [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Maior nome brasileiro da fotografia internacional, Sebastião Salgado (1944-2025) terá sua única série comercializada por meio do sistema de blockchain exposta na Meta Gallery.</p>



<p class="has-text-align-center">Lançada em 2021, &#8220;Amazônia&#8221; terá oito fotografias em telas digitais tokenizadas, na galeria, primeira do Brasil dedicada totalmente à arte tecnológica. &#8220;Paraíso Verde&#8221;, &#8220;Estado de Roraima&#8221;, &#8220;Comunidade do Piaú&#8221; e &#8220;Maloca Comunitária de Watoriki&#8221; estão entre as fotos, da coleção pessoal de Byron Mendes, fundador da galeria.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Vendidas inicialmente pela casa de leilões britânica Sotheby&#8217;s, as fotografias de &#8220;Amazônia&#8221; são fruto de mais de uma década das imersões de Sebastião Salgado pela floresta amazônica. A série reúne registros de rios, montanhas e comunidades indígenas em imagens que atravessam dimensões ambiental, histórica e política.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">No início de junho, &#8220;Amazônia&#8221; foi destaque da Tokennation, maior evento de IA e Web3 do Brasil, no Pavilhão da Bienal, dentro do Parque do Ibirapuera, em São Paulo. Aliás, na terça-feira, 23 de junho, as obras vão a leilão virtual, novamente em blockchain, pelo site<a href="https://www.iarremate.com/iarremate2/105" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> iArrmemate</a>, com lances iniciais a partir de R$ 2.500,00, mas seguem em exibição na Meta Gallery até o fim do mês, no dia 30 de junho.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Serviço: </strong>De 18 a 30 de junho; segunda a sexta, das 10h às 18h / Meta Gallery Rua da Assembleia, 40, Centro </p>
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		<title>Theatro Municipal do Rio se transforma em galeria com fotos de Rafael Cosme</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2026 13:02:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exposições]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dedicado historicamente aos grandes espetáculos, o Theatro Municipal do Rio de Janeiro abre suas portas como espaço expositivo para receber &#8220;O Passado é um Ponto de Luz&#8221;, primeira exposição individual do artista visual e pesquisador Rafael Cosme na instituição. A exposição reúne cerca de 30 fotografias vernaculares, imagens amadoras e anônimas garimpadas, digitalizadas e catalogadas [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Dedicado historicamente aos grandes espetáculos, o Theatro Municipal do Rio de Janeiro abre suas portas como espaço expositivo para receber &#8220;O Passado é um Ponto de Luz&#8221;, primeira exposição individual do artista visual e pesquisador Rafael Cosme na instituição.  </p>



<p class="has-text-align-center">A exposição reúne cerca de 30 fotografias vernaculares, imagens amadoras e anônimas garimpadas, digitalizadas e catalogadas por Cosme ao longo de mais de uma década, e agora recontextualizadas em novas narrativas sobre a vida do país. A seleção percorre bairros como Penha, Realengo e Copacabana e compõe um diário fragmentado do Rio, em que o cotidiano assume ares de teatro: encontros improvisados, festas e cenas de rua que revelam uma imaginação coletiva em permanente movimento.</p>



<p class="has-text-align-center">O gesto inverte a lógica do próprio Municipal. Tradicional palco das grandes encenações da cidade, o teatro passa a abrigar os personagens anônimos que encenam, todos os dias, a vida urbana, como se a cidade inteira atravessasse o palacete. Há algo de monumental nos dias comuns do Rio, e é isso que ocupa, agora, o espaço. </p>



<p class="has-text-align-center">A exposição  fica em cartaz de 11 de junho a 09 de julho.<br> </p>



<p></p>
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		<title>World Press Photo 2026 na CAIXA Cultural Rio de Janeiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 May 2026 12:46:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exposições]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A CAIXA Cultural Rio de Janeiro recebe a exposição itinerante World Press Photo 2026, que apresenta os vencedores do 69º Concurso Anual realizado pela organização. A mostra traz os 42 projetos premiados que refletem os temas mais urgentes da atualidade no mundo como os principais conflitos sociais e políticos, crise climática, poluição, mulheres em luta, e muito mais.  [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">A CAIXA Cultural Rio de Janeiro recebe a exposição itinerante World Press Photo 2026, que apresenta os vencedores do 69º Concurso Anual realizado pela organização. A mostra traz os 42 projetos premiados que refletem os temas mais urgentes da atualidade no mundo como os principais conflitos sociais e políticos, crise climática, poluição, mulheres em luta, e muito mais.   </p>



<p class="has-text-align-center">Os projetos premiados transcendem a mera documentação oferecendo um poderoso registro visual de conflitos globais que vão desde os Estados Unidos e a Ucrânia até ao Nepal, Paquistão e Palestina. Mais do que registrar eventos, as imagens destacam o impacto da crise climática de Los Angeles às Filipinas, México e Noruega, ao mesmo tempo que joga luz sobre a&nbsp; ação cívica e a luta pelos direitos através de imagens de protestos nos Estados Unidos e movimentos de mulheres na Guatemala e no Quênia.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Íntimas e muitas vezes comoventes, as obras revelam a fragilidade da vida humana que vão da doença e o isolamento ao luto e à sobrevivência. Em paralelo, a mostra conta histórias das gerações mais jovens, desde bailarinas de ballet na África do Sul a mulheres cavaleiras em Marrocos, e o drama de famílias afetadas pela aplicação da lei de imigração nos Estados Unidos. Os retratos ambientais aproximam os espectadores da natureza de forma impressionante e realista.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Foto do ano &#8211; A foto “Separados pelo ICE” foi feita dentro de um dos poucos prédios federais dos Estados Unidos onde fotógrafos tiveram acesso, um único corredor onde a fotojornalista Carol Guzy e outros profissionais estiveram, dia após dia, documentando o que acontecia. A imagem captura um momento devastador: uma família separada pelo Estado. </p>



<p class="has-text-align-center">Luis, um migrante equatoriano que, segundo sua família, não possuía antecedentes criminais, era o único provedor da casa. Ele foi detido por agentes do Immigration and Customs Enforcement (ICE) após uma audiência de imigração no Jacob K. Javits Federal Building, em Nova York, em 26 de agosto de 2025. Sua esposa, Cocha, e seus três filhos (de sete, 13 e 15 anos) ficaram inconsoláveis, enfrentando dificuldades financeiras imediatas e um profundo trauma emocional.</p>



<p class="has-text-align-center">A imagem foi selecionada a partir de um conjunto mais amplo de trabalhos de Guzy,&nbsp;<em>Prisões do ICE no Tribunal de Nova York</em>, premiado na categoria Reportagem na região da América do Norte e Central.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Serviço:</strong> <strong>De</strong> 05 de maio até 28 de junho de 2026 / <strong>Endereço:</strong> R. do Passeio, 38 – Centro, Rio de Janeiro – Próximo à estação Cinelândia do Metrô <strong><br>Classificação etária:</strong> 12 anos<br><strong>Mais informações:</strong> <a href="https://www.caixacultural.gov.br/Paginas/default.aspx" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.caixacultural.gov.br/Paginas/default.aspx</a> /  @caixalculturalrj / tel: (21) 3083-2595</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Importante:&nbsp;</strong>A exposição terá visitas mediadas com Libras e todas as imagens contarão com audiodescrição.</p>
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		<title>MAM Rio inaugura Laboratório de Preservação de Papel e Fotografia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Apr 2026 12:37:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exposições]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro anuncia o Laboratório de Preservação de Papel e Fotografia, um espaço dedicado à conservação, ao estudo e à difusão de acervos em suporte papel e imagem fotográfica. Estruturado como um núcleo dinâmico de ação e aprendizado, o laboratório nasce com três frentes principais: preservar o acervo [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">O Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro anuncia o Laboratório de Preservação de Papel e Fotografia, um espaço dedicado à conservação, ao estudo e à difusão de acervos em suporte papel e imagem fotográfica. Estruturado como um núcleo dinâmico de ação e aprendizado, o laboratório nasce com três frentes principais: preservar o acervo do museu, formar profissionais especializados e compartilhar processos com o público.</p>



<p class="has-text-align-center">Viabilizado pela Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa, por meio da chamada pública Nossos Museus RJ Nº 05/2024, o novo espaço conta com infraestrutura e tecnologia específicas para atender às demandas de conservação do MAM Rio, ampliando a capacidade de tratamento de obras e contribuindo para a qualificação das práticas internas, com redução de custos e maior autonomia institucional.</p>



<p class="has-text-align-center">Além da atuação direta sobre o acervo, o laboratório se configura como ambiente de formação, voltado a estudantes e profissionais das áreas de memória e patrimônio, oferecendo oportunidades de aprendizado prático e troca de conhecimento. Também integra as atividades do Bloco Escola do museu, com ações que tornam visíveis ao público os processos de conservação e preservação.</p>



<p class="has-text-align-center">O acervo do MAM Rio, que abrange artes plásticas, cinema, biblioteca e documentação, tem no papel e na fotografia seus conjuntos mais numerosos. Gravuras, desenhos, cartazes, fotografias e documentos atravessam de forma transversal todas as coleções, constituindo um núcleo fundamental da memória institucional.</p>
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		<title>&#8220;Horizontes. Memória e pele&#8221;, de David Catá,  no Instituto Cervantes RJ</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Apr 2026 12:39:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exposições]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O corpo como arquivo sensível, superfície de inscrição e território de memória. É a partir dessa perspectiva que o artista galego David Catá apresenta, pela primeira vez no Brasil, a exposição &#8220;Horizontes. Memória e pele&#8220;, em cartaz de 9 de abril a 9 de junho, na sala de exposições do Instituto Cervantes RJ, uma organização do Instituto [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">O corpo como arquivo sensível, superfície de inscrição e território de memória. É a partir dessa perspectiva que o artista galego David Catá apresenta, pela primeira vez no Brasil, a exposição <strong>&#8220;</strong>Horizontes. Memória e pele<strong>&#8220;</strong>, em cartaz de 9 de abril a 9 de junho, na sala de exposições do Instituto Cervantes RJ, uma organização do Instituto Cervantes RJ, com a colaboração do setor Cultural da Embaixada da Espanha no Brasil.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;<em>Cada horizonte é um lugar vivido. Não é meramente uma paisagem geográfica, mas um território emocional e autobiográfico. Ao ser costurada na pele, a paisagem deixa de ser algo externo e torna-se parte do corpo: uma fronteira difusa entre o que é habitado e o que se é&#8221;,</em> afirma o artista. </p>



<p class="has-text-align-center">Multidisciplinar, Catá transita entre pintura, vídeo, música, fotografia e performance, tendo o próprio corpo como suporte recorrente de sua prática. Em &#8220;Horizontes&#8221;, o artista aprofunda uma investigação já presente em sua trajetória,&nbsp;a relação entre memória, identidade e pertencimento. Ao bordar paisagens diretamente na pele, cria imagens que tensionam os limites entre interior e exterior, indivíduo e território.</p>



<p class="has-text-align-center">O projeto deriva de uma série anterior, na qual o artista bordava, na palma das mãos, os rostos de pessoas próximas como gesto de homenagem e permanência, além de paisagens de lugares como México, Beijing, Espanha.  </p>



<p class="has-text-align-center">Deslocando a paisagem para o corpo, Catá propõe uma inversão simbólica: o que antes era contemplado à distância passa a ser incorporado, inscrito na pele como memória viva. As imagens, registradas em fotografia e vídeo, evidenciam essa fusão entre corpo e espaço, sugerindo uma continuidade entre o sujeito e o mundo que o cerca.</p>



<p class="has-text-align-center">Mais do que um conjunto de obras, &#8220;Horizontes&#8221; se constrói como uma experiência sensorial e reflexiva, em que o corpo deixa de ser apenas suporte para se afirmar como lugar de inscrição da memória e da identidade — um espaço onde se cruzam afeto, tempo e pertencimento.</p>



<p class="has-text-align-center"><em>&#8220;A técnica que o artista utiliza para bordar em sua própria pele, obviamente, impressiona e é completamente admirável, mas o que nos impactou ainda mais e nos parece altamente relevante é a profundidade dos motivos que o fazem empregar esse método. Porque a costura da obra vai somente até a epiderme, é superficial, mas os motivos que provocam essa intervenção mergulham e alcançam as profundidades da alma do David. Isso é arte em sua maior plenitude&#8221;,</em>&nbsp;diz Aline Pereira da Encarnação, Gestora cultural do Instituto Cervantes do Rio&nbsp;de&nbsp;Janeiro</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Elementos naturais e diálogo com o Rio de Janeiro, onde bordará uma paisagem&nbsp;</strong></p>



<p class="has-text-align-center">Nesta seleção de obras, Catá destaca uma perspectiva que encontra na natureza uma linguagem comum, universal e profundamente humana. Nos registros fotográficos ocorre uma composição entre o seu corpo (no caso, a palma da mão) e a paisagem que dialoga com o tema retratado em linhas de bordado. Em conjunto com essa série, serão mostradas outras fotos: &#8220;Reminiscencias&#8221;, &#8220;Abismos&#8221; e &#8220;La vida tras la ventana&#8221;, totalizando cerca de 33 registros coloridos. Em todas elas, a paisagem não é contemplada à distância: é tocada, percorrida e incorporada. No contexto do Rio de Janeiro, cidade onde a natureza não é um pedaço de terra, mas uma presença viva e poderosa, Horizontes dialoga diretamente com o meio ambiente. Ele bordará uma paisagem exclusivamente quando chegar à cidade: após uma longa e sensível pesquisa, o horizonte eleito foi o do Pão de Açúcar do ângulo que se avista da Praia de Botafogo, contemplando montanha, vegetação, céu e mar. Ele fará o registro fotográfico, incorporado à exposição.</p>



<p class="has-text-align-center">A obra de Catá estabelece uma relação profunda com os elementos naturais — mar, terra ou&nbsp;horizonte — não como uma representação, mas como uma experiência sensorial e emocional. O artista não observa a natureza de fora: ele se mimetiza com ela, partindo do pressuposto de que o corpo humano também é paisagem, matéria e origem.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Serviço: </strong>De 10 de abril a 9 de junho de 2026 / Endereço: Rua Visconde de Ouro Preto, 62 – Botafogo / Horário: de segunda a sábado, das 10h às 19h  </p>



<p></p>
<p>O post <a href="https://rotacult.com.br/2026/04/horizontes-memoria-e-pele-de-david-cata-no-instituto-cervantes-rj/">&#8220;Horizontes. Memória e pele&#8221;, de David Catá,  no Instituto Cervantes RJ</a> apareceu primeiro em <a href="https://rotacult.com.br">Rota Cult</a>.</p>
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		<item>
		<title>A segunda edição do Festival O Que Move Você? acontece na Cidade das Artes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Apr 2026 12:22:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Debates]]></category>
		<category><![CDATA[Exposições]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A segunda edição do Festival O Que Move Você? vai reunir artistas com e sem deficiência no palco da Cidade das Artes, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. A expectativa é reunir cerca de mil pessoas num território onde a arte é, acima de tudo, um gesto de acolhimento. A programação do festival ainda conta com [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">A segunda edição do Festival O Que Move Você? vai reunir artistas com e sem deficiência no palco da Cidade das Artes, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro.  A expectativa é reunir cerca de mil pessoas num território onde a arte é, acima de tudo, um gesto de acolhimento. </p>



<p class="has-text-align-center">A programação do festival ainda conta com aula de yoga, exposição e oficina. A mostra &#8220;Sou Down, Soul Up&#8221; apresenta os trabalhos de jovens fotógrafos com síndrome de Down, que revelam um Rio de Janeiro íntimo, sensível e surpreendente. Criando um espaço de encontro onde a música se transforma em vínculo, escuta e descoberta, o cantor e compositor Luís Carlinhos apresenta seu projeto &#8220;Macatchula&#8221;, com pocket shows e oficinas de musicalização para crianças e famílias, junto com a percussionista Mila Schiavo. E também vai ter yoga guiada! É &#8220;Sopro da alma&#8221;, meditação musical com Lívia Villela e Rodrigo Sha. Lembrando que, nos dois dias do evento, várias atividades acontecem simultaneamente: as atrações circenses, Espetáculo curtos, dança em cadeira de rodas com a Cia Holos, Parte da comissão de frente da Escola Embaixadores da Alegria,  contação de história com TiaGê Musical e os DJs Marcelinho da Lua e JP, que tem síndrome de Down, animam o evento, que ainda conta com área gastronômica. </p>



<p class="has-text-align-center">Idealizado pelo publicitário Caio Leitão – que é cofundador da Embaixadores da Alegria, primeira escola de samba no mundo voltada para pessoas com deficiência, em atividade há 20 anos –, o festival foi desenhado para todas as deficiências e conta com uma equipe de acessibilidade formada por profissionais experientes que atuaram nos Jogos Paralímpicos Rio 2016.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Enquanto os artistas se movem pela arte inclusiva, há quem faça os outros se moverem. É o caso da dra. Tatiana Sampaio, bióloga e pesquisadora brasileira da UFRJ, reconhecida pelo desenvolvimento da polilaminina, uma molécula com potencial para regenerar lesões medulares. Ela participará do painel &#8220;Encontros que movem&#8221; no sábado, dia 11, ao lado de Caio Leitão, com mediação de Bel Kutner, que também comandará o painel do dia seguinte. Os convidados de domingo são o sanfoneiro cearense com deficiência visual Guilherme Dantas e duas mães atípicas – a atriz Yohama Eshima e a artista plástica Maria Teresa Stengel, fundadora da Ong One by One, voltada para atendimento a crianças carentes com paralisia cerebral.</p>



<p class="has-text-align-center">No festival, a música instrumental ganha novos caminhos com Jonathan Ferr, Bossacucanova, Guilherme Dantas, Rodrigo Sha, Alfredo Del-Penho, Johnatha Bastos, Trio Capitu e convidados, criando formações únicas pensadas especialmente para o O Que Move Você?. Para Del-Penho, &#8220;o festival é fundamental porque visibiliza, dá acesso e conecta quem faz arte a partir do que move a gente: a relação profunda entre as pessoas&#8221;.</p>



<p class="has-text-align-center">E Sha, que divide a direção musical com Del-Penho, completa: &#8220;temos uma missão e um propósito forte na nossa existência, do amor ao próximo, e do exercício da compaixão como prioridade de vida. A humanidade só vai evoluir realmente quando tiver uma consciência mais elevada sobre a conexão. E a música, a arte de uma forma geral, é o grande veículo e um vínculo muito poderoso que sempre coloca a gente num lugar de conexão com as nossas almas e os nossos corações&#8221;.</p>



<p class="has-text-align-center">Sob a direção teatral de Bel Kutner, o festival apresenta duas obras sensíveis, que colocam em cena afetos, autonomia e humanidade: as peças &#8220;Meu amor é cego&#8221; e &#8220;Meu corpo está aqui&#8221;, que reúnem artistas com e sem deficiência em experiências cênicas potentes.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;<strong>O que move você?</strong>&nbsp;é um festival de encontros. É um lugar de troca, de inclusão, de repensar como a gente deve lidar com nossas diferenças e encontrar nossas pontes, para que as pessoas tenham caminhos e bons encontros&#8221;, afirma Bel Kutner, que dirige a peça&nbsp;<strong><em>&#8220;Meu amor é cego&#8221;,</em></strong>&nbsp;escrita e protagonizada pelos artistas com deficiência visual Sara Bentes e Jeffinho Farias. A obra aborda o amor e as relações pela perspectiva de pessoas cegas, questionando preconceitos, num texto com humor e emoção.</p>



<p class="has-text-align-center">Falando de temas como amor, amizade e superação,&nbsp;<strong><em>&#8220;Meu amor é cego&#8221;</em></strong>&nbsp;é uma adaptação da obra &#8220;O amor é cego&#8221;, do renomado autor americano Eric Coble. A peça conta a história de dois jovens, Alice e Daniel, que se apaixonam no primeiro encontro, mas enfrentam um grande obstáculo: Alice é cega. A partir desse ponto, a plateia é levada a refletir sobre os verdadeiros valores do amor e como ele pode superar qualquer barreira.</p>



<p class="has-text-align-center">No papel de Alice, temos a talentosa Sara Bentes, que já se destacou em diversas produções teatrais, como &#8220;A bela e a fera&#8221; e &#8220;O fantasma da ópera&#8221;. Já Jeffinho Farias, que interpreta Daniel, é conhecido por seu trabalho no grupo de humor &#8220;4 Amigos&#8221;. Além dos protagonistas, o elenco conta com outros grandes nomes do teatro, como Luís Salém e Cláudia Netto.&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Vencedor do Prêmio FITA e APTR e indicado aos prêmios SHELL, o espetáculo&nbsp;<strong><em>&#8220;Meu Corpo Está Aqui&#8221;</em></strong>&nbsp;é baseado nas experiências pessoais das atrizes e atores PCDs (pessoas com deficiência), em que eles próprios estão em cena falando abertamente sobre seus relacionamentos, seus corpos, seus desejos. Uma mistura de depoimentos ficcionalizados por Julia Spadaccini e Clara Kutner, retratando o jogo entre as pulsões e os obstáculos que se apresentam nas descobertas e nas experiências de afeto e sexualidade em corpos PCDs. Um tema original e inédito nos palcos, que se aprofunda na reflexão desses corpos invisibilizados socialmente.</p>



<p class="has-text-align-center">No elenco, Bruno Ramos é surdo não oralizado, Haonê Thinar é pessoa amputada, Pedro Henrique França tem nanismo, Pedro Fernandes tem paralisia cerebral com cognitivo preservado e é usuário de cadeira de rodas e Jadson Abraão ator-intérprete de libras. Texto e direção de Julia Spadaccini e Clara Kutner, direção de produção de Claudia Marques.</p>



<p class="has-text-align-center">Caio Leitão está mais do que empolgado para esta segunda edição do festival, com encontros musicais inéditos e total acessibilidade. &#8220;O festival nasce da necessidade de falar sobre capacitismo ao longo do ano. Não apenas em datas simbólicas. A arte tem o poder de nos lembrar que, antes de qualquer diferença, existe humanidade. O que nos move, no fundo, é o mesmo som: o do amor &#8220;.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>SERVIÇO:</strong> 11 e 12 de abril, entre 15h e 21h30 /  Os ingressos são gratuitos e podem ser retirados pela plataforma Sympla e também no local.  /  Local: Cidade das Artes &#8211; Avenida das Américas, 5.300 -Barra da Tijuca Horário: Das 15h às 21h30 </p>
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		<title>Bob Wolfenson apresenta imagens, aromas e sons da Floresta Amazônica no Museu do Amanhã</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Jan 2026 13:06:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exposições]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[Museus]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[Bob Wolfenson]]></category>
		<category><![CDATA[exposição]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cheiro de terra molhada, canto de pássaros, sons da mata e imagens da floresta amazônica e de seus habitantes chegam ao Rio de Janeiro para proporcionar um passeio pela maior floresta tropical do mundo, na exposição &#8220;Presenças na Amazônia: um diário visual de Bob Wolfenson&#8221;, no lounge do Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro. [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Cheiro de terra molhada, canto de pássaros, sons da mata e imagens da floresta amazônica e de seus habitantes chegam ao Rio de Janeiro para proporcionar um passeio pela maior floresta tropical do mundo, na exposição &#8220;Presenças na Amazônia: um diário visual de Bob Wolfenson&#8221;, no lounge do Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro. A mostra fotográfica e multissensorial propõe uma vivência sensível da floresta a partir do olhar artístico do fotógrafo Bob Wolfenson, que completa 55 anos de carreira.  </p>



<p class="has-text-align-center">A mostra apresenta as impressões da floresta registradas pelo fotógrafo durante as filmagens da websérie &#8220;Amazônia: Juntos Fazemos a Diferença&#8221;, conduzida por ele e pela cantora Gaby Amarantos, em 2024. A produção audiovisual, realizada pela Vale, se transformou em uma campanha que apresenta a cultura, a economia, os biomas e o povo da floresta amazônica e se encerra com a estreia da exposição do diário visual de Bob Wolfenson.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;Há quatro décadas a Vale está presente na Amazônia, como um dos principais agentes de desenvolvimento sustentável e de preservação, valorização e difusão da cultura amazônida. Realizamos uma série de iniciativas que fomentam a bioeconomia, protegem a floresta em pé e contribuem com pesquisa e produção de conhecimento em áreas como biodiversidade, genômica e mudanças climáticas. Nesse sentido, a realização dessa exposição no Museu do Amanhã ganha especial propósito, ao propor novas formas de ver e conhecer a região em toda a sua diversidade, provocar reflexões e novas formas de atuarmos, juntos, pelo presente e pelo futuro&#8221;, afirma Grazielle Parenti, Vice-Presidente Executiva de Sustentabilidade da Vale.</p>



<p class="has-text-align-center"><br>Organizadas em três eixos – A Floresta, Presenças e Luz Mágica – as fotos revelam a Amazônia por dentro, suas histórias e suas comunidades, em uma narrativa na qual a floresta e as pessoas se misturam e convivem em harmonia.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;Fotografar a Amazônia foi uma experiência profunda e transformadora. Estar diante de uma natureza tão poderosa e, ao mesmo tempo, encontrar pessoas que trabalham para que ela permaneça em pé trouxe um novo sentido ao meu olhar. Levar essas imagens para o Museu do Amanhã, com o patrocínio da Vale, é muito significativo: é uma forma de ampliar esse diálogo e mostrar que preservar a floresta é também preservar histórias, culturas e futuros&#8221;, comenta Bob Wolfenson. </p>



<p class="has-text-align-center">Os espaços são marcados por materiais rústicos e naturais e por uma iluminação que muda ao longo do percurso, remetendo ao ciclo do dia. A experiência ganha profundidade com a presença de elementos sensoriais que transportam os convidados para dentro da Amazônia, como um leve aroma de terra fresca depois da chuva. Também o visitante poderá ouvir sons originais da floresta, fruto de estudo do Instituto Tecnológico Vale (ITV), que reuniu mais de 16 mil minutos da vida na Floresta de Carajás e revelou curiosidades sobre a biodiversidade amazônica por meio do som que ela emite. Além disso, uma área de pausa e contemplação traz frases, trechos de falas e anotações de viagem de Bob Wolfenson, criando uma instalação poética que traduz o processo criativo do artista. A produção é da Tantas Projetos Culturais e TM1 Brand Experience, com curadoria de Cecilia Bedê.</p>



<p class="has-text-align-center">Além disso, a exposição contará com uma programação educativa e gratuita que conecta as fotografias às memórias, aromas, sons e símbolos da Amazônia. Além da caminhada fotográfica com Bob Wolfenson na Praça Mauá, haverá atividades para todos os públicos, trazendo o DNA amazônico em oficinas de carimbos, aula de dança de carimbó, pintura de brinquedos de miriti e experiências sensoriais como o tradicional banho de cheiro. A programação completa está disponível no site do Museu do Amanhã.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong><u>Serviço:</u></strong> Data: 15 de janeiro a 10 de fevereiro / <strong>Museu do Amanhã</strong> Praça Mauá, 1, Centro // Programação Educativa: <a href="https://museudoamanha.org.br/programacao" target="_blank" rel="noreferrer noopener">site oficial</a> do Museu do Amanhã</p>
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		<title>Polo ItaliaNoRio apresenta fotos do Réveillon em Nápoles</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Dec 2025 10:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exposições]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[exposição]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Do dia 11 de dezembro de 2025 a 7 de fevereiro de 2026, o público poderá apreciar 20 obras fotográficas de formato médio, além de um vídeo-documentário de 18 minutos, retratando um dos rituais coletivos mais emblemáticos e belos do Mediterrâneo: a noite de Réveillon em Nápoles. É quando o povo napolitano transforma, por algumas [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Do dia 11 de dezembro de 2025 a 7 de fevereiro de 2026, o público poderá apreciar 20 obras fotográficas de formato médio, além de um vídeo-documentário de 18 minutos, retratando um dos rituais coletivos mais emblemáticos e belos do Mediterrâneo: a noite de Réveillon em Nápoles. É quando o povo napolitano transforma, por algumas horas, o temor ancestral do vulcão Vesúvio em uma festa de luz feita de centenas de milhares de fogos de artifício &#8211; tradição também cultuada na cidade do Rio de Janeiro.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">As obras não descrevem: evocam nuvens, criaturas e constelações que emergem da escuridão em uma explosão de formas e cores. A exposição no Rio celebra não apenas Nápoles, mas o diálogo entre duas cidades irmãs, unidas pela mesma linguagem de luz e festa.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">O Réveillon de Copacabana dialoga perfeitamente com essas imagens. Assim como Nápoles, o Rio reconhece o poder simbólico dos fogos: o mar, a música, a multidão, a catarse da noite que se acende, invadida por promessas. Dois povos distantes que, nesta mesma noite, se mobilizam em torno do mesmo gesto&nbsp;e&nbsp;transformam o medo em beleza, a expectativa em esperança e a escuridão em luz.</p>



<p class="has-text-align-center"><em>“Os napolitanos exorcizam o temor pela erupção do vulcão, fazendo explodir em luzes e cores todo o golfo de Nápoles”, </em>afirma Mario Amura. “Todo dia 31 de dezembro, subo o Monte Faito com uma equipe de amigos para observar esse rito coletivo. Lá do alto, a cidade se transforma em um horizonte invertido, em uma paisagem cósmica onde os fogos se tornam pinceladas de pura emoção”.</p>



<p class="has-text-align-center">Serviço Visitação: De 11 de dezembro de 2025 a 10 de fevereiro de 2026 / Local: Polo Cultural ItaliaNoRio &#8211; Casa d’Italia Endereço: Av. Pres. Antônio Carlos, 40 – Centro / Entrada franca</p>
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		<title>Fotografias de Luiz Braga são expostas no Paço Imperial</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Dec 2025 11:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exposições]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com curadoria de Bitu Cassundé, a exposição &#8220;Arquipélago Imaginário&#8221; oferece uma imersão no trabalho do fotógrafo Luiz Braga. Suas imagens retratam paisagens, indivíduos, costumes e tradições do território paraense, capturadas a partir de momentos de troca e convivência. “Meu trabalho se debruça sobre o meu lugar”, orgulha-se Braga, que mantém um acervo organizado de suas [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Com curadoria de Bitu Cassundé, a exposição &#8220;<em>Arquipélago Imaginário</em>&#8221; oferece uma imersão no trabalho do fotógrafo Luiz Braga. Suas imagens retratam paisagens, indivíduos, costumes e tradições do território paraense, capturadas a partir de momentos de troca e convivência. “<em>Meu trabalho se debruça sobre o meu lugar</em>”, orgulha-se Braga, que mantém um acervo organizado de suas fotografias desde o início da carreira, aos 18 anos.</p>



<p class="has-text-align-center">Reconhecido por sua forte conexão com sua terra natal, Braga se dedica a conhecer profundamente os locais que fotografa. “<em>Visito inúmeras vezes os lugares, o que me permite respeitar os códigos, o ritmo e os costumes locais. A fotografia é uma troca que depende do contato íntimo e pessoal, do diálogo e da imersão no cotidiano das pessoas. Sou, na verdade, um atravessador de afetos</em>”, brinca o fotógrafo.</p>



<p class="has-text-align-center">São muitos os destaques de&nbsp;<em>Arquipélago Imaginário</em>, a começar pelo caráter inédito:&nbsp;a grande maioria das imagens foiapresentada apenas uma única vez, quando esteve no IMS paulista.&nbsp;&nbsp;O olhar sensível do curador, apontado pelo artista, é outro ponto alto da mostra, que protagoniza também muitas fotos em preto e branco, da década de 1970.&nbsp;&nbsp;“<em>Bitu Cassundé apresenta recortes que eu não havia percebido em meu trabalho, como o núcleo&nbsp;</em>“Sintaxes Populares”<em>, que destaca minhas imagens sobre as caligrafias</em>”, diz Braga.&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Nascido em 1956, em Belém, Luiz Braga começou sua trajetória como fotógrafo na década de 1970, atuando na publicidade antes de se tornar fotógrafo autônomo. Em paralelo, cursou arquitetura na Universidade Federal do Pará (UFPA). Em 1979, realizou sua primeira exposição individual e, desde então, passou a colaborar e expor em diversas instituições “<em>Não poderia ter escolhido outra profissão; tampouco viver em outro lugar</em>”, afirma. </p>



<p class="has-text-align-center"><em>&#8220;Arquipélago Imaginário&#8221;</em> é composta por nove núcleos: <em>Sintaxes populares, O Retrato, O Antirretrato, Territórios e pertencimentos – o Norte, Nightvision – Mapa do Éden, O outro, o alheio, Arquitetura da intimidade, Afazeres e trabalhos e O Marajó</em>. Com uma expografia original e intimista, a seleção de imagens proporciona ao público uma viagem pelos temas e elementos marcantes na obra de Luiz Braga, ressaltando o orgulho de pertencer àquele território e o respeito por cada um dos personagens fotografados. </p>



<p class="has-text-align-center">SERVIÇO  De 9 de dezembro de 2025 até 1º de março de 2026 / Centro Cultural do Patrimônio Paço Imperial Praça Quinze de Novembro, 48, Centro</p>
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		<title>&#8220;Sonhos Cruzados&#8221; reúne cerca obras dos fotógrafos Betina Samaia e Claudio Edinger</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Dec 2025 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exposições]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[exposição]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No dia 6 de dezembro de 2025, a Casa Proeza, no Centro do Rio de Janeiro, inaugura &#8220;Sonhos Cruzados&#8221;, exposição que reúne cerca de 20 obras dos fotógrafos Betina Samaia e Claudio Edinger. Com curadoria de Ana Fortes e Rogério Reis, a mostra marca a abertura do Projeto Radar Proeza — iniciativa idealizada pelas designers [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">No dia 6 de dezembro de 2025, a Casa Proeza, no Centro do Rio de Janeiro, inaugura &#8220;Sonhos Cruzados&#8221;, exposição que reúne cerca de 20 obras dos fotógrafos Betina Samaia e Claudio Edinger. Com curadoria de Ana Fortes e Rogério Reis, a mostra marca a abertura do Projeto Radar Proeza — iniciativa idealizada pelas designers e produtoras culturais Ana Fortes e Duda Ballesteros para aproximar fotógrafos, artistas e designers paulistanos do circuito cultural carioca. Na ocasião, será lançado o novo livro de Edinger,&nbsp;<em>Machina Mundi Brasil</em>, com sessão de autógrafos dos dois artistas.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;Sonhos Cruzados&#8221; apresenta um diálogo que nasce da convivência afetiva dos fotógrafos com o Rio. Carioca de nascimento e morador de São Paulo há décadas, Edinger revisita a cidade a partir de suas paisagens aéreas, fruto de uma pesquisa recente que desloca para o céu o rigor de sua investigação sobre o comportamento humano e a arquitetura urbana. Reconhecido nacional e internacionalmente — com prêmios como a Leica Medal of Excellence (1983/85), o Ernst Haas Award e o Higashikawa Award (Japão) — Edinger consolidou uma obra que atravessa a contracultura, o retrato e, mais recentemente, a fotografia aérea, expandindo constantemente suas fronteiras estéticas. </p>



<p class="has-text-align-center">A Casa Proeza convida para a conversa pública com os fotógrafos Betina Samaia e Claudio Edinger, mediada por Marcia Mello, referência em conservação e pesquisa em fotografia brasileira. O encontro integra a programação de abertura da exposição &#8220;Sonhos Cruzados&#8221;, que inaugura o Projeto Radar Proeza, iniciativa dedicada a aproximar fotógrafos, artistas e designers paulistanos do circuito cultural carioca.</p>



<p class="has-text-align-center">A mostra reúne cerca de 20 obras de Betina e Edinger, articulando dois modos de ver o Rio: as paisagens aéreas de Claudio, que deslocam para o céu sua investigação sobre comportamento humano e arquitetura urbana, e as composições noturnas de Betina, ligadas a memórias, inconsciente e luzes filtradas que tensionam real e onírico. Sob curadoria de Ana Fortes e Rogério Reis, &#8220;Sonhos Cruzados&#8221; acontece no Distrito Criativo do Centro do Rio, área em plena revitalização cultural e efervescência de novos espaços expositivos.</p>



<p class="has-text-align-center">Durante a abertura, também será lançado &#8220;<em>Machina Mundi Brasil</em>&#8220;, novo livro de Claudio Edinger, com sessão de autógrafos dos dois artistas.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>PROGRAMAÇÃO – Sábado, 6 de dezembro | Casa Proeza</strong></p>



<p class="has-text-align-center"><strong>14h — Abertura da exposição &#8220;Sonhos Cruzados&#8221;</strong><br><strong>15h — Conversa com Betina Samaia e Claudio Edinger</strong><br><em>Mediação:</em>&nbsp;<strong>Marcia Mello</strong>, curadora, pesquisadora e conservadora de fotografia brasileira<br><strong>16h — Sessão de autógrafos</strong><br>Lançamento de&nbsp;<em>Machina Mundi Brasil</em>&nbsp;e assinatura de livros dos artistas<br><strong>17h — Coquetel de abertura</strong></p>



<p class="has-text-align-center"><strong><u>SERVIÇO</u></strong> <br><strong>Abertura:</strong> 6 de dezembro de 2025, a partir das 14h<br><strong>Local:</strong> Casa Proeza – Rua do Ouvidor, 26, Centro<br><strong>Entrada gratuita</strong></p>
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