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	<title>Teatro - Rota Cult</title>
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	<description>Aqui você encontra dicas culturais na cidade do Rio de Janeiro!</description>
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	<title>Teatro - Rota Cult</title>
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		<title>&#8220;O Último dia&#8221; apresenta microfísicas de uma relação tóxica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Apr 2026 13:11:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Escolhido para abrir o 27° Festival du Cinéma Brésilien de Paris&#160;(7 a 14 de abril), &#8220;Querido Mundo&#8221;, filme que Miguel Falabella extraiu de sua peça homônima, traz um diálogo sobre violência doméstica no qual a expressão &#8220;caí da escada&#8221; é usada para justificar o arroxeado no rosto de uma esposa infeliz. A atendente do restaurante [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center"><strong><br></strong>Escolhido para abrir o 27° Festival du Cinéma Brésilien de Paris&nbsp;(7 a 14 de abril), &#8220;Querido Mundo&#8221;, filme que Miguel Falabella extraiu de sua peça homônima, traz um diálogo sobre violência doméstica no qual a expressão &#8220;caí da escada&#8221; é usada para justificar o arroxeado no rosto de uma esposa infeliz. A atendente do restaurante que a interpela, solidária, escolada naquele mesmo roxo, leva uma bronca do marido (que também é seu chefe) e ironiza: &#8220;A escada fala&#8221;. Tá ali sintetizada, para o audiovisual, a bestialidade que, agora, no teatro, ganha megafone no espetáculo &#8220;O Último Dia&#8221;, que impressiona pela precisão com que é encenado.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Paulo Reis, seu encenador, é um ator&#8230; de voz melíflua&#8230; de gestual elegante&#8230;, que sabe, com muita destreza, traduzir o Mal, mesmo em poucas sequências, como se vê (num pertinente exemplo) no thriller &#8220;Em Nome Da Lei&#8221; (2016). A meticulosidade de algebrista que rege sua atuação e se faz notar em sua esgrima com a literatura, no (obrigatório) romance &#8220;Títeres&#8221;, é levada ao palco na forma de ele conduzir a tragédia – em âmbito afetivo&#8230; e social – da agressão de maridos contra suas companheiras. Tal barbárie o sexismo tenta manter impune. &nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Uma jovem atriz em pulsante desempenho, Tainá Senna, conduz à plateia do Centro Cultural Justiça Federal, o CCJF (arena mais adequada impossível), a uma reflexão desafiadora a ditames conservadores de obediência e submissão, que conduz a intervenções jurídica. Ou, no mínimo, deveria conduzir. O problema é a agressividade alheia dar tempo para a ação da Justiça.</p>



<p class="has-text-align-center">Esse senão&#8230; o risco que separa um tapa na cara de um feminicídio&#8230; é o que torna mobilizador o engenho de Reis na adaptação de um texto vindo do livro homônimo de Mariana Reade e Wagner Cinelli. Em suas páginas, lemos sobre os cinco tipos principais de violência doméstica e familiar contra a mulher: física, psicológica, moral, sexual e patrimonial. Não raro, esses atos ocorrem em conjunto.&nbsp;<br><br>Essa sinergia da destruição se faz presente&#8230; e ruidosa&#8230; em &#8220;O Último Dia&#8221;, cuja idealização é de Ana Capella, numa dinâmica que evita o sensacionalismo a fim de celebrar a relevância da escuta. Na dinâmica do &#8220;menos é mais&#8221;, a cenografia de José Dias é das mais sintéticas, a jogar com um fundo opaco e a presença de quatro cadeiras. Cada ocupante se levanta delas, toma posto em cena, solta o verbo&#8230; às vezes interage com colegas&#8230; regressa, senta e deixa a Caixa de Pandora aberta.</p>



<p class="has-text-align-center">A iluminação, numa aeróbica de Brisa Lima, rege o compasso do suspense a partir da dinâmica de fala&#8230; ora plenamente realista, &#8220;dentro&#8221; da trama; ora expositiva, numa troca direta com o público&#8230; dessas quatro pessoas. Tainá é o alicerce: vive Luana, bancária que desce ao Inferno ao ser subjugada numa relação tóxica, daquelas que usa a palavra &#8220;desculpa&#8221; como Mertiolate.</p>



<p class="has-text-align-center">Luana casou-se com um contador que brilha num escritório de Advocacia, sonhando com o Direito. Para o rapaz (vivido por Eduardo Hoffmann na raia do assombro), passar o resto da vida preso é sopa perto do fardo de ser traído e abandonado. Daí bater em Luana sempre que considera a metragem dos vestidos dela inferior ao que dita a geometria do recato (leia-se &#8220;do controle&#8221;). Calça-se num discurso de posse, na objetificação do feminino. Pasta e rosna. &nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">A mãe de Luana (vivida pela sempre eficaz Ana Carbatti) e sua amiga, Isabel (Julia Tupinambá, impecável), farão de tudo&#8230; de formas diferentes&#8230; para deter a mão que esmurra para depois afagar. Ao longo e após o nascimento de uma criança, a bebê Maria Tereza, os murros se intensificam naquele lar. Os pedidos de perdão (após cada surra), também.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">O ciúme é o disfarce para uma estrutura de submissão que cresce como metástase. Cada célula que se infecta é um convite a um assassinato. Essa progressão aritmética é descortinada no palco como um alerta&#8230; um clamor de &#8220;Basta!&#8221;. O debate, urgente, é estruturado com solidez. A concepção artística por trás dele é igualmente bem cimentada. &nbsp;</p>



<p><a href="https://rotacult.com.br/2026/04/o-ultimo-dia-lanca-luz-sobre-medo-e-violencia-que-atravessam-relacionamentos-abusivos/">Saiba mais sobre a peça!</a></p>
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		<title>&#8220;Hystera&#8221; aborda violência obstétrica e propõe diálogo com o público</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Apr 2026 12:23:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Adulto]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro]]></category>
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<p class="has-text-align-center">A Cia Les Trois Clés estreia no Rio de Janeiro o espetáculo &#8220;Hystera&#8221;, em curta temporada no Teatro Gláucio Gill, em Copacabana. Com direção e dramaturgia de Eros P Galvão e apoio da FUNARJ, a montagem parte da história de uma mulher em trabalho de parto — onde cuidado e controle se confundem — para desenvolver uma narrativa visual e sensorial.</p>



<p class="has-text-align-center">Em cena, a personagem é atravessada por memórias e violências, criando figuras híbridas e corpos fragmentados que tensionam questões como autonomia, maternidade e poder. Inspirado na palavra grega hystéra (&#8220;útero&#8221;), o espetáculo constrói uma dramaturgia imagética que conduz o público por um universo onírico, articulando teatro de animação, linguagem corporal e música. A obra propõe reflexões sobre maternidade, saúde mental e violência de gênero, além de questionar o controle histórico sobre o corpo feminino.</p>



<p class="has-text-align-center">Hystera emerge de uma pesquisa de dois anos, atravessada por investigações sobre corpo, imagem e estados de consciência. Seu primeiro desdobramento cênico surgiu na cena curta &#8220;República de Aiag&#8221;, apresentada em 2023 no Seminário &#8220;Caminhos Junguianos – O corpo em movimento&#8221;, na Universidade Federal de São João del-Rei — um contexto em que as relações entre psique, símbolo e gesto operaram como disparadores fundamentais da criação.</p>



<p class="has-text-align-center">Ainda em 2023, o trabalho estreou como espetáculo no Circuito Cultural UFMG, em Belo Horizonte. A escuta sensível do público — marcada por relatos de identificação e reconhecimento — atuou como força propulsora para o aprofundamento da obra, que passou a expandir suas camadas dramatúrgicas e eixos de investigação. Ao longo desse percurso, Hystera se consolidou como uma criação que tensiona os limites entre o íntimo e o político, entre o corpo vivido e o corpo atravessado por dispositivos de controle.</p>



<p class="has-text-align-center">Segundo Eros, a dramaturgia nasce de um impulso presente em sua pesquisa há mais de 20 anos: a construção plástica que emerge dos bonecos e da elaboração visual, em diálogo com a música e com a dança. O trabalho articula o teatro de formas animadas com uma abordagem corporal, situada no limiar entre teatro e dança. A pesquisa ganhou novos contornos a partir da experiência de isolamento durante a pandemia da COVID-19, período em que o contato físico foi abruptamente interrompido, aprofundando as investigações sobre presença e ausência em cena.</p>



<p class="has-text-align-center">A encenação privilegia o gesto como elemento central, em uma escrita que se constrói para além da palavra. Com forte dimensão visual, o espetáculo convida o público a uma experiência sensorial, abrindo espaço para reflexões sobre silenciamentos, abusos de poder e os estigmas associados ao papel da mulher na sociedade. A montagem dialoga com os universos de Margaret Atwood, Mary Shelley e Nise da Silveira, especialmente na construção de imagens e na articulação entre arte e subjetividade.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Serviço</strong>: De 9 de abril a 1º de maio, quintas e sextas às 20h / Teatro Gláucio Gill &#8211; Praça Cardeal Arcoverde, s/n &#8211; Copacabana  / Classificação etária: +14 anos </p>
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		<title>Festival Conexões.Arte reúne projetos sociais e culturais em programação gratuita</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Apr 2026 12:15:07 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Teatro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Rio de Janeiro abriga importantes projetos sociais voltados à cultura que, ao longo dos anos, têm mudado a realidade de milhares de crianças e jovens das periferias. Grupos musicais – incluindo orquestras e coros – e cias de balé são algumas das iniciativas que vêm revelando talentos e formando artistas e professores, que já [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">O Rio de Janeiro abriga importantes projetos sociais voltados à cultura que, ao longo dos anos, têm mudado a realidade de milhares de crianças e jovens das periferias. Grupos musicais – incluindo orquestras e coros – e cias de balé são algumas das iniciativas que vêm revelando talentos e formando artistas e professores, que já levaram sua arte para apresentações em outras cidades e mesmo fora do país. Para reunir e celebrar em um mesmo evento alguns dos principais projetos da cidade e pensar em novos caminhos e soluções, o Instituto Evoé lança este ano o Festival Conexões.Arte, que terá como padrinho nesta primeira edição o ator e comediante Fábio Porchat. </p>



<p class="has-text-align-center">Inspirado nas primeiras experiências do Festival de Teatro do Rio de Janeiro e no projeto Palco Solidário, o&nbsp;Festival Conexões.Arte&nbsp;ganhou força com a entrada da&nbsp;TotalEnergies&nbsp;no tradicional teatro da Glória. O objetivo é criar um espaço de encontro, visibilidade e valorização para artistas, coletivos e projetos que atuam, em sua maioria, de forma independente ou em iniciativas sociais. Ao reunir diferentes linguagens e trajetórias, o festival fortalece redes de colaboração, estimula trocas e amplia o acesso do público a produções culturais diversas. Mais do que celebrar a arte, o evento reafirma a cultura como ferramenta de transformação social e contribui para democratizar o acesso e reconhecer a potência criativa dos territórios.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Com atividades ao longo de todo o dia, das 10h às 21h, o Festival Conexões.Arte terá uma programação variada, que inclui mesas redondas para discutir a <em>Transformação social através da música</em>, com representantes do AfroReggae e do Estude o Funk!; o artista visual e cenógrafo Gringo Cardia(Spectaculu), a coreógrafa Dalal Achcar e a bailarina Ana Botafogo para falar sobre <em>Formação técnica e inclusão social</em>; e ainda rodadas de negócios com apresentação de projetos para investidores, com o Instituto Ambikira. </p>



<p class="has-text-align-center">No palco do teatro, o público terá a chance de ver gratuitamente espetáculos com a Orquestra Chiquinha Gonzaga, a Orquestra Guanabara – Agência do Bem, a Orquestra Maré do Amanhã, o Ballet Manguinhos, com o espetáculo <em>Para sempre Elza</em>, em homenagem à Elza Soares, além do Coro LGBTQIAPN+ da Rocinha, a Cia  de Ballet Dalal Achcar, com coreografias como <em>Cardinal</em> e <em>Sem Você</em>, e o Passinho Carioca. A programação completa e todas as informações sobre o festival estão no site <a href="https://festivalconexoes.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">festivalconexoes.com.br</a></p>



<p class="has-text-align-center">Aberto ao público em geral, o festival também pretende aproximar o público consumidor de teatro dessas produções, para que prestigie e reconheça a qualidade artística produzida por essas instituições.</p>



<p class="has-text-align-center">Os planos para a próxima edição do Festival Conexões.Arte, que será anual, incluem a participação de artistas, coletivos e projetos de diferentes regiões da cidade e também de outras partes do país, ampliando os intercâmbios e permitindo novas conexões. Desta forma, a ideia é transformar o Teatro TotalEnergies em um epicentro de valorização da criação artístico-social do Rio de Janeiro, projetando a potência dessas iniciativas e consolidando o festival como uma referência capaz de dialogar e inspirar projetos semelhantes em outros Estados.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong><u>SERVIÇO</u></strong> <strong>De 9 a 12 de abril</strong> / <strong>Local: </strong>Teatro TotalEnergies / <strong>Endereço</strong>: Edifício Manchete &#8211; Rua do Russel, 804 &#8211; Glória / <strong>Ingressos:</strong> gratuito / <strong>Retirada dos ingressos</strong>: <a href="https://www.ingresso.com/eventos/local/teatro-totalenergies" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ingresso.com</a> / <strong>Classificação etária indicativa:</strong> livre</p>
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		<title>&#8220;1 peça cansada&#8221; em curta temporada no Teatro SESI CENTRO</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Apr 2026 12:06:49 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Teatro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Após uma turnê teatral na França, a autora, atriz e produtora carioca Natasha Corbelino sentia um enorme cansaço físico e mental. Sem nenhum projeto em vista, resolveu transformar o seu estado de espírito em arte. Assim, nasceu o espetáculo performativo &#8220;1 peça cansada&#8221;, que teve sua primeira temporada em 2025, na sala de sua própria [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Após uma turnê teatral na França, a autora, atriz e produtora carioca Natasha Corbelino sentia um enorme cansaço físico e mental. Sem nenhum projeto em vista, resolveu transformar o seu estado de espírito em arte. Assim, nasceu o espetáculo performativo &#8220;1 peça cansada&#8221;, que teve sua primeira temporada em 2025, na sala de sua própria casa. A peça chamou a atenção: mais de mil espectadores estiveram em seu apartamento. Desde então, passou por outros palcos, fez mais de 100 apresentações e ganhou uma indicação ao Prêmio Shell de Teatro em São Paulo pelo figurino assinado por Natasha.  </p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;Depois da bela temporada em São Paulo, em dezembro, voltar ao Rio com &#8220;1 peça cansada&#8221; é poderoso demais. Esse trabalho começou de forma íntima, dentro da minha casa, e foi construindo uma relação muito forte e honesta com o público. Agora, pela primeira vez, acontece no Rio em um teatro grande, o que para mim é emocionante e fundamental&#8221;, celebra Natasha. &#8220;Nossos cansaços ocupam espaços imensos, então, ocupar um teatro maior é o caminho para a comunidade cansada se sentir acolhida. É também reconhecer que essa experiência não é individual, é coletiva. A cidade está cansada, mas ainda brilha!&#8221;, completa.</p>



<p class="has-text-align-center">A peça é um convite ao encontro, para pensarmos juntos sobre os nossos cansaços. Com uma honestidade radical, Natasha reflete sobre as relações entre fracasso e criação; rigor e liberdade; e franqueza e coragem. Ao longo do espetáculo, a atriz lista os seus inúmeros cansaços, incluindo questões com a profissão, com os relacionamentos interpessoais e com as redes sociais, e toca em muitos pontos de identificação entre a artista e o público. Tudo acontece de uma maneira muito natural, o público, inclusive, é convidado a se acomodar confortavelmente. Existem até colchões para quem estiver mais cansado.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;Sempre gostei de inventar modos diferentes de estar em cena, e tenho grande apreço pelas performances de longa duração. Já fiquei seis horas falando o nome de trabalhadoras da cultura em uma transmissão ao vivo durante a pandemia; já passei 12 horas falando a palavra Educação e sete horas falando &#8216;Constituição&#8217;. Por isso, tem me interessado o entrelaçamento entre o teatro e a performance&#8221;, comenta a artista.</p>



<p class="has-text-align-center">Para Natasha, a parte mais importante de &#8220;1 peça cansada&#8221; é a intimidade e a cumplicidade desenvolvida com os espectadores. Por isso, existe um esforço de eliminar as hierarquias convencionais do espaço cênico, e proposta de outras maneiras de se assistir a uma obra. Outra característica marcante na montagem é o papel. A performer aparece envolta neles e, em cima de uma mesa, estão outros tantos que também estão cansados, como fotos, trabalhos de escola e até a Constituição, &#8220;a brasileira mais cansada&#8221;, como costuma dizer a atriz.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;Quando voltei da turnê pela França, me dei conta de que precisava insistir em imaginar futuros com a cidade onde eu morava. Para isso, só inventando meu próprio trabalho independente naquele momento sem horizontes. Assim, criei o único projeto honesto que eu poderia criar como artista e produtora, um espetáculo que traduz aquilo que eu estava sentindo na época: um cansaço extremo&#8221;, conta Natasha, que há mais de 30 anos dedica-se às artes da cena.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong><u>Serviço:</u></strong> <strong>Temporada: </strong>de 13 a 21 de abril de 2026 / <strong>Teatro Firjan SESI CENTRO: </strong>Avenida Graça Aranha / <strong>Classificação:</strong> 10 anos / <strong>ingressos: </strong>Sympla (<a href="https://bileto.sympla.com.br/event/117956" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://bileto.sympla.com.br/event/117956</a>) e na bilheteria do teatro. Horário de funcionamento: de segunda a sexta, das 12h às 19h. Sábados, domingos e feriados, 2h antes do evento.</p>
<p>O post <a href="https://rotacult.com.br/2026/04/1-peca-cansada-em-curta-temporada-no-teatro-sesi-centro/">&#8220;1 peça cansada&#8221; em curta temporada no Teatro SESI CENTRO</a> apareceu primeiro em <a href="https://rotacult.com.br">Rota Cult</a>.</p>
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		<title>&#8220;O Deus da Carnificina&#8221; ganha nova montagem, dirigida por Rodrigo Portella</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Apr 2026 12:00:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro]]></category>
		<category><![CDATA["O Deus da Carnificina"]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;O Deus da Carnificina&#8221;, da autora francesa&#160;Yasmina Reza,&#160;ficou ainda mais conhecida depois da adaptação para o cinema dirigida por Roman Polanski e estrelada por Jodie Foster, Kate Winslet, Christoph Waltz e John C. Reilly. Agora, a história é contada novamente em uma montagem dirigida por&#160;Rodrigo Portella,&#160;com temporada de estreia no Teatro TotalEnergies &#8211; Sala Adolpho [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">&#8220;O Deus da Carnificina&#8221;, da autora francesa&nbsp;Yasmina Reza,&nbsp;ficou ainda mais conhecida depois da adaptação para o cinema dirigida por Roman Polanski e estrelada por Jodie Foster, Kate Winslet, Christoph Waltz e John C. Reilly. Agora, a história é contada novamente em uma montagem dirigida por&nbsp;Rodrigo Portella,&nbsp;com temporada de estreia no Teatro TotalEnergies &#8211; Sala Adolpho Bloch.</p>



<p class="has-text-align-center">A trama acompanha o encontro entre dois casais que se reúnem para resolver, de forma civilizada, uma briga entre seus filhos. Mas o que começa como um encontro cordial rapidamente se transforma em um confronto inesperado.</p>



<p class="has-text-align-center">Para o diretor Rodrigo Portella, a peça explora o limite tênue entre civilidade e barbárie. &#8220;É como se os pactos e convenções sociais estivessem sempre por um fio diante da nossa força primitiva, caótica e violenta. Penso em criar uma encenação que explicite essa tensão, valorizando no trabalho dos atores essa desconstrução da da compostura social e moral para ir revelando aos poucos toda sujeira, toda a selvageria, como se os personagens e a própria cena fossem se descascando, revelando atitudes de profunda intolerância e horror&#8221;, revela.</p>



<p class="has-text-align-center">A nova versão brasileira do texto tem tradução de Eloisa Araújo Ribeiro e é estrelada por&nbsp;Karine Teles,&nbsp;Thelmo Fernandes,&nbsp;Angelo Paes Leme&nbsp;e&nbsp;Anna Sophia Folch. A atriz e idealizadora do projeto, Anna Sophia Folch, destaca a atualidade do texto. &#8220;A peça é um retrato incômodo do nosso tempo, mesmo tendo sido escrita no início dos anos 2000. Um texto extremamente provocativo que fala sobre a falência do diálogo, sobre como as pessoas defendem suas próprias narrativas a qualquer custo e sobre a rapidez com que a convivência se transforma em disputa. Os temas passam pela educação e pelas estruturas sociais, mas principalmente pela ideia de que o conceito de civilidade é muito mais frágil do que gostaríamos de admitir&#8221;, diz.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Serviço</strong> Temporada: 23 de abril a 07 de junho de 2026 / Quinta a sábado, às 20h e domingo, às 17h / <strong>Teatro TotalEnergies – Sala Adolpho Bloch&nbsp;</strong>&#8211; Rua do Russel, 804, Glória <strong>Ingressos:&nbsp;</strong> em&nbsp;<a href="https://click.knewin360.com/Click/click/eyJhbGciOiJIUzI1NiIsInR5cCI6IkpXVCJ9.eyJjYW1wYWlnbklkIjoiM2VhMGZmODktYzU4Yi00M2NiLTk4NTgtMDhkZThhNzBlN2NlIiwicGVyc29uSWQiOiJkZTcwZTRiOS1jY2UyLTQ2ZmUtYTBmMy02MzNkNGUzYjc2ODUiLCJlbWFpbCI6ImNvbnRhdG9Acm90YWN1bHQuY29tLmJyIiwidXJsIjoiaHR0cHM6Ly93d3cuaW5ncmVzc28uY29tL2VzcGV0YWN1bG9zL2RldXMtZGEtY2FybmlmaWNpbmEiLCJpc1NlZ21lbnRhdGlvbiI6IlRydWUiLCJuYmYiOjE3NzUxNTU2MzIsImV4cCI6MTc3Nzc0NzYzMiwiaWF0IjoxNzc1MTU1NjMyfQ.bNqH_KPoqWubN2-BgG0ZDD1QRgFrvK3Zle5MzyRe59o" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.ingresso.com/espetaculos/deus-da-carnificina</a> / <strong>Classificação:&nbsp;</strong>14 anos </p>
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		<title>Os Barbixas voltam ao Teatro Casa Grande</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Apr 2026 12:58:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Criado pelo trio de humoristas Anderson Bizzocchi, Daniel Nascimento e Elidio Sanna, OsBarbixas apresentam &#8220;Improvável&#8221;, um espetáculo de improvisação teatral onde as cenas são criadasna hora, a partir das ideias da plateia. O espetáculo surgiu em 2007 e é baseado no formato de jogos de improviso, onde ummestre de cerimônias apresenta as regras e escolhe [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Criado pelo trio de humoristas Anderson Bizzocchi, Daniel Nascimento e Elidio Sanna, Os<br>Barbixas apresentam &#8220;Improvável&#8221;, um espetáculo de improvisação teatral onde as cenas são criadas<br>na hora, a partir das ideias da plateia. </p>



<p class="has-text-align-center">O espetáculo surgiu em 2007 e é baseado no formato de jogos de improviso, onde um<br>mestre de cerimônias apresenta as regras e escolhe um tema sugerido pela plateia, levando<br>os atores a improvisar cenas sem nenhuma preparação prévia. Além das colaborações da plateia, o Improvável conta com atores convidados todas as semanas, o que faz dele um espetáculo completamente novo. Muitos nomes do humor nacional e internacional já se apresentaram com a Cia Barbixas, como Fábio Porchat,<br>Marco Luque, Thiago Ventura, Bruna Louise, Rafinha Bastos, Oscar Filho, Marianna<br>Armellini, Maurício Meireles, Gustavo Miranda (Colômbia), César Mourão (Portugal), entre<br>outros. </p>



<p class="has-text-align-center">Serviço: 18 e 19 de abril / <a href="https://www.eventim.com.br/artist/teatro-casa-grande/improvavel-4078686/?affiliate=CGD">Ingressos</a></p>
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		<title>&#8220;ELIPSE&#8221;, nova criação da Definitiva Cia. Teatro, celebra 18 anos de trajetória</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Apr 2026 12:17:22 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Teatro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>De 8 a 30 de abril, o Teatro Dulcina, espaço da Funarte no Centro do Rio, recebe &#8220;ELIPSE&#8220;, nova criação da Definitiva Cia. Teatro, grupo carioca que celebra 18 anos de trajetória em 2026. Inspirado no pensamento da performer, atriz, pesquisadora e professora Eleonora Fabião sobre corpo e estado cênico, o espetáculo investiga a presença a partir [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">De 8 a 30 de abril, o Teatro Dulcina, espaço da Funarte no Centro do Rio, recebe &#8220;<em>ELIPSE</em>&#8220;, nova criação da Definitiva Cia. Teatro, grupo carioca que celebra 18 anos de trajetória em 2026. Inspirado no pensamento da performer, atriz, pesquisadora e professora Eleonora Fabião sobre corpo e estado cênico, o espetáculo investiga a presença a partir da construção e desconstrução de cenas, expondo ao público os processos, decisões e operações que sustentam o fazer teatral.  </p>



<p class="has-text-align-center">Escrito e encenado por Livs, com direção de Jefferson Almeida, o espetáculo confronta o palco em sua materialidade: chão de madeira, varas elétricas, refletores por afinar, mesa de luz, cabos, poeira e silêncio. A cabine de operação ocupa o centro da ação — tudo nasce do gesto visível de trabalho.</p>



<p class="has-text-align-center">Ao montar e desmontar cenas,&nbsp;<em>ELIPSE</em>&nbsp;revela não apenas o resultado, mas o percurso: escolhas, erros, hesitações e ajustes. O que normalmente se oculta — o ensaio, a dúvida, a afinação, o risco — torna-se matéria dramatúrgica.</p>



<p class="has-text-align-center">Para Jefferson Almeida,&nbsp;<em>ELIPSE</em>&nbsp;é uma declaração de amor crítica ao teatro. &#8220;É também um gesto político: ao iluminar os trabalhadores da cena — técnicos, operadores, contrarregras, produtores e bilheteiros —, o espetáculo evidencia a engrenagem humana que sustenta a &#8216;magia'&#8221;, afirma.</p>



<p class="has-text-align-center">A montagem dá continuidade ao Exercício de Atuação, linha de pesquisa iniciada pelo grupo em 2021, voltada à presença do ator e ao jogo como dispositivos de criação cênica. Dessa investigação resultaram&nbsp;<em>Princípio da Incerteza</em>&nbsp;e&nbsp;<em>O Susto</em>, ambos estreados em 2023.</p>



<p class="has-text-align-center">A elipse — figura que sugere órbita, deslocamento e supressão — estrutura o trabalho: o espetáculo orbita o teatro para falar dele; suprime certezas para revelar processos; desloca o olhar do espectador do produto para o trabalho. Do acúmulo técnico emerge a poesia; do vazio da caixa cênica — espaço que só existe quando habitado —, o ofício.</p>



<p class="has-text-align-center">Entre memórias pessoais, citações clássicas, operações de luz e interrupções metateatrais, o espetáculo constrói uma trajetória múltipla que espelha a própria história do teatro. &#8220;É uma arte ancestral, coletiva, precária e insistente. Ao final, o que se vê não é apenas uma peça, mas o traçado das forças que a fizeram existir&#8221;, afirma Livs, que também assina a iluminação do espetáculo.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong><u>Serviço</u></strong>: 08 a 30 de abril  / Dia/hora:  quartas e quintas – 19h / Local: Teatro Dulcina &#8211; espaço da Fundação Nacional de Artes &#8211; FUNARTE Endereço: R. Alcindo Guanabara, 17 &#8211; Centro / Classificação indicativa: 14 anos  Venda online: <a href="https://www.sympla.com.br/evento/elipse/3363867" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.sympla.com.br/evento/elipse/3363867</a></p>
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		<title>Clássico do teatro brasileiro, &#8216;As Centenárias&#8217; estreia nova versão musical</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Apr 2026 12:00:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Teatro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quase duas décadas depois de marcar o teatro brasileiro com as interpretações de Marieta Severo e Andréa Beltrão, a peça &#8220;As Centenárias&#8221;, de Newton Moreno, volta aos palcos em uma nova montagem no Teatro Carlos Gomes, na Praça Tiradentes, no centro do Rio. Desta vez, a peça ganha uma versão musical inédita, protagonizada por Juliana [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Quase duas décadas depois de marcar o teatro brasileiro com as interpretações de Marieta Severo e Andréa Beltrão, a peça &#8220;As Centenárias&#8221;, de Newton Moreno, volta aos palcos em uma nova montagem no Teatro Carlos Gomes, na Praça Tiradentes, no centro do Rio. Desta vez, a peça ganha uma versão musical inédita, protagonizada por Juliana Linhares e Laila Garin, que revisitam a obra a partir de uma perspectiva contemporânea, sem perder a força da tradição que consagrou o texto. O elenco conta ainda com o ator Leandro Castilho, que interpreta mais de seis personagens na montagem.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignright size-full is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="601" height="402" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Classico-do-teatro-brasileiro-As-Centenarias-estreia-nova-versao-musical.png" alt="" class="wp-image-198572" style="width:481px;height:auto" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Classico-do-teatro-brasileiro-As-Centenarias-estreia-nova-versao-musical.png 601w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Classico-do-teatro-brasileiro-As-Centenarias-estreia-nova-versao-musical-300x201.png 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Classico-do-teatro-brasileiro-As-Centenarias-estreia-nova-versao-musical-150x100.png 150w" sizes="(max-width: 601px) 100vw, 601px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Andrea Nestrea</figcaption></figure>
</div>


<p class="has-text-align-center">A nova encenação aprofunda a relação da dramaturgia com a cultura popular ao incorporar 16 canções originais compostas por Chico César, que passam a conduzir a narrativa. Sob direção de Luiz Carlos Vasconcelos, o espetáculo acompanha duas mulheres centenárias que percorrem o sertão realizando rituais de despedida — uma história que equilibra humor e emoção ao retratar a força das tradições, da oralidade e da ancestralidade nordestina. </p>



<p class="has-text-align-center">Para Laila Garin, assumir uma personagem marcada na história do teatro brasileiro é também um processo de reinvenção. &#8220;É muito doido tirar do papel essas personagens muito inspiradas, pela montagem de Aderbal Freire Filho, com Marieta Severo e Andréa Beltrão. Inclusive, fui pedir a bênção de Marieta Severo para encarnar Dona Socorro e ela me deu essa bênção, graças a Deus. E agora nos ensaios estamos descobrindo o nosso caminho, qual é a cara dessa montagem de agora&#8221;, afirma a atriz, que destaca o processo de construção da personagem como uma jornada de descobertas.</p>



<p class="has-text-align-center">Juliana Linhares ressalta que a nova leitura nasce do encontro entre teatro, música e identidade regional. &#8220;Eu já tinha vontade de fazer algum projeto com a Laila há muito tempo, e um dia surgiu a ideia: e se a gente fizesse &#8216;As Centenárias&#8217;? Com duas atrizes nordestinas e cantando. Como o carpir está ligado ao canto, pensei que as canções poderiam surgir desse choro. A música para mim é um motor dessa montagem&#8221;, comenta.</p>



<p class="has-text-align-center">Responsável pela trilha inédita, Chico César explica que o processo de composição partiu diretamente da dramaturgia de Newton Moreno. &#8220;Eu recebi o texto do Newton Moreno já com indicações de lugar onde ele queria as canções, já com letra. No geral, respeitei aquilo, alterei uma coisa ou outra. O texto é muito bonito, muito forte. Acho que trazer essa voz da mulher brasileira com essência nordestina é uma alegria para mim&#8221;, diz o compositor.<br>  <br> O autor, Newton Moreno, destaca que se interessou pela adaptação musical da obra assim que a ideia lhe foi sugerida. &#8220;É importante considerar que as carpideiras realizam uma base relevante de seu trabalho por meio de cantos, rezas, ladainhas. Há uma demanda musical muito forte na orquestração do luto&#8221;. <br> </p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Serviço</strong> <br>Temporada: 10 de abril até 10 de maio de 2026<br>Local: Teatro Carlos Gomes – Praça Tiradentes, Centro, Rio de Janeiro<br>Ingressos: <a href="https://bileto.sympla.com.br/event/117084/d/369128/s/2477804" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Sympla</a></p>
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		<title>&#8220;O Desejo&#8221; faz uma investigação do erotismo através da dança</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Apr 2026 13:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Espetáculos de Dança]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Referência dentro e fora do Brasil ao longo de 26 anos de trabalho continuado, a Cia PeQuod &#8211; Teatro de Animação estreia o inédito espetáculo teatral adulto &#8220;O Desejo&#8221; no mezanino do Sesc Copacabana. A direção é de Miguel Vellinho e do coreógrafo Bruno Cezario, considerado um dos principais bailarinos de sua geração, que pela primeira vez [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Referência dentro e fora do Brasil ao longo de 26 anos de trabalho continuado, a Cia PeQuod &#8211; Teatro de Animação estreia o inédito espetáculo teatral adulto &#8220;O Desejo&#8221; no mezanino do Sesc Copacabana. A direção é de Miguel Vellinho e do coreógrafo Bruno Cezario, considerado um dos principais bailarinos de sua geração, que pela primeira vez entra em cena como ator-manipulador. </p>



<p class="has-text-align-center">Formado por três quadros independentes, mas interconectados entre si, &#8220;O Desejo&#8221; põe o corpo – de bonecos e atores – em absoluto lugar de destaque. Primeiro, explora possibilidades da dança como motor das ações de cada história. Em seguida, assume o risco de apresentar uma obra que tem o erotismo em primeiro plano. </p>



<p class="has-text-align-center">Esta é a segunda investigação unindo bonecos e dança contemporânea da Cia PeQuod. A primeira foi &#8220;Peh Quo Deux&#8221;, com coreógrafos convidados, em 2014. Sucesso de crítica e público, &#8220;Peh Quo Deux&#8221; foi eleito um dos 10 melhores espetáculos de dança do ano pelo jornal O Globo. Em 2015, representou o Brasil no Festival Mondial de Charleville Mezières, na França. &#8220;Agora, a PeQuod se lança num lugar de desafio e experimentação bem diferente. Porque &#8216;O Desejo&#8217; parte de outras premissas. Digamos que tem um fundo mais radical, pela temática, porque até então montamos textos adaptados da literatura. Ao falar do desejo de forma psicanalítica ou filosófica, temos mais&nbsp; perguntas do que respostas&#8221;, pondera o diretor Miguel Vellinho. Entre as obras de referência na pesquisa para a montagem está o livro &#8220;A agonia do Eros&#8221;, do filósofo coreano Byung-Chul Han.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center"> Bruno diz que revisitar o balé com bonecos mostra novas direções. &#8220;Hoje, revisitá-lo me possibilita poder &#8216;brincar&#8217; com ele, e recriá-lo o mais fielmente possível com os bonecos e ao mesmo tempo fazer dessa uma de minhas versões. Ele está um adolescente!  Assim como eu quando o estreei. É sapeca e doce. E seus desejos de prazer muito inocentes e inofensivos. Me concentrei em uma única Ninfa, também doce, de porcelana! E que foge dele de bochechas vermelhas. Ela também não conhece o amor&#8221;, conta. O artista participa de todos os três quadros do espetáculo &#8220;O Desejo&#8221;, registre-se.  </p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Serviço: </strong> Temporada: 9 de abril Até 3 de maio de 2026 / De quinta a domingo, sempre às 20h30. Duração: 60 min / Local: Mezanino do Sesc Copacabana – Rua Domingos Ferreira, 160. Copacabana / Classificação indicativa: 18 anos  </p>
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		<title>Marcelo Médici homenageia as mulheres que foram fundamentais ao longo de seus 35 anos de carreira em &#8220;DONA LOLA&#8221;</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Apr 2026 13:55:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Depois de temporadas de sucesso, com sessões esgotadas em São Paulo, DONA LOLA, segunda comédia-solo de Marcelo Médici, também dirigida por Ricardo Rathsam, chega ao Rio, no Teatro dos 4. Dono do longevo sucesso &#8220;Cada Um Com Seus Pobrema&#8221;, Médici homenageia em seu novo trabalho mulheres que foram fundamentais ao longo de seus 35 anos de carreira artística e de sua [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Depois de temporadas de sucesso, com sessões esgotadas em São Paulo, DONA LOLA, segunda comédia-solo de Marcelo Médici, também dirigida por Ricardo Rathsam, chega ao Rio, no Teatro dos 4. Dono do longevo sucesso &#8220;Cada Um Com Seus Pobrema&#8221;, Médici homenageia em seu novo trabalho mulheres que foram fundamentais ao longo de seus 35 anos de carreira artística e de sua trajetória pessoal. </p>



<p class="has-text-align-center">DONA LOLA é o nome da avó de Marcelo Médici. Ele conta, &#8220;Não é uma peça sobre minha avó, mas quando Ricardo Rathsam sugeriu que o título do espetáculo fosse seu nome, ficou impossível que a porta das lembranças não se abrisse&#8221;.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;O texto é uma ficção, mas contém histórias reais e lembranças de pessoas com quem o ator conviveu durante sua vida. &#8220;Em &#8220;Dona Lola, conto histórias reais e fictícias. Mas foi impossível fugir dessas mulheres com quem convivi, mulheres tão absolutamente extraordinárias, que amei, e por quem me senti amado. (&#8230;) O que elas tinham em comum era, justamente, o bom humor. Acho que elas iam gostar de Dona Lola&#8221;, reflete. É uma comédia sobre amizade, etarismo, família e perdão. Além disso, a montagem conta com participações em <em>off</em> de Tony Ramos e Antonio Fagundes, fazendo as vozes das amigas de Dona Lola &#8211; Marli e Olga, respectivamente. </p>



<p class="has-text-align-center"><strong>SINOPSE</strong> &#8211; Dona Lola é uma dona de casa que tem sua vida transformada ao se tornar um fenômeno das redes sociais com os vídeos postados pela neta. Com o inesperado sucesso, e incentivada pelas amigas mais próximas, decide se apresentar no teatro, mesmo não sendo atriz, não tendo um espetáculo e menos ainda sabendo o que dizer. As amigas são as presenças mais esperadas na plateia, mas, por variados motivos, não comparecem, despertando a ira de Dona Lola, que acaba usando o palco para expor as vidas de cada uma delas.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Serviço: dia 12 de abril até 17 de maio</strong> / <strong> Teatro dos 4 / Shopping da Gávea</strong> . Rua Marquês de São Vicente, 52/2ºpiso – Gávea / RJ    <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4de.png" alt="📞" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> (21) 2239-1095 Ingressos em<a href="https://site.bileto.sympla.com.br/teatrodos4/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://site.bileto.sympla.com.br/teatrodos4/</a>  / CLASSIFICAÇÃO: 12 anos </p>
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