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	<title>Matérias - Rota Cult</title>
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	<description>Aqui você encontra dicas culturais na cidade do Rio de Janeiro!</description>
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	<title>Matérias - Rota Cult</title>
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		<title>&#8220;O Filho&#8221; aborda saúde mental na adolescência</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vitoria Pratini]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 15 Aug 2026 13:08:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">A montagem brasileira de &#8220;O Filho&#8221; (<em>Le Fils</em>), com texto premiado do dramaturgo francês Florian Zeller e direção de Léo Stefanini, enfim estreou, no Rio de Janeiro. A produção traz para o palco temas delicados e urgentes, como a depressão na adolescência, o isolamento social, o impacto das telas e o desgaste das relações familiares. Porém, a força dramática do texto sofre em cena com um início engessado e atuações que demoram a encontrar fluidez. </p>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">O que esperar de &#8220;O Filho&#8221; com direção de Léo Stefanini?</h2>



<h3 class="wp-block-heading has-text-align-center">Do sucesso de <em>Meu Pai</em> a filme estrelado por Hugh Jackman. </h3>



<p class="has-text-align-center">Para entender o peso da produção, vale lembrar que Florian Zeller é um dos nomes mais celebrados do teatro e do cinema contemporâneos. O autor francês é o criador da aclamada trilogia familiar formada pelas peças <em>O Pai</em>, <em>A Mãe</em> e <em>O Filho</em>. O primeiro texto ganhou repercussão mundial nas telonas em <em>Meu Pai</em> (<em>The Father</em>), filme que rendeu o Oscar de Melhor Ator a Anthony Hopkins e o de Melhor Roteiro Adaptado ao próprio Zeller.</p>



<p class="has-text-align-center">No Brasil, o diretor Léo Stefanini já havia comandado uma adaptação teatral de sucesso de <em>O Pai</em>, protagonizada por seu pai, Fúlvio Stefanini. Em <em>O Filho</em>, obra que também ganhou versão cinematográfica estrelada por Hugh Jackman e Laura Dern, Stefanini assume o desafio de transpor para o palco um drama denso sobre a impotência dos pais diante do sofrimento dos filhos.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><a href="https://rotacult.com.br/2023/03/um-filho-prequel-de-o-pai-aborda-depressao-e-automutilacao/">Crítica de Um Filho: prequel de Meu Pai aborda depressão e automutilação</a></li>
</ul>



<p class="has-text-align-center">A história acompanha Nicolas, um jovem de 17 anos em sofrimento psíquico profundo após o divórcio dos pais. O rapaz passa a faltar à escola, isola-se no quarto e se apoia no uso excessivo de telas. A convivência com a mãe logo se torna insustentável, embora esse atrito não apareça em cena. Nicolas decide, então, morar com o pai, que já tem uma nova companheira e um bebê recém-nascido.</p>



<p class="has-text-align-center">O texto levanta debates indispensáveis sobre a depressão na adolescência, a dificuldade de comunicação geracional e o sentimento de culpa de pais que tentam lidar com um problema complexo por meio de soluções práticas do dia a dia. Eles buscam, sem sucesso, consertar uma dor que não compreendem, mas falham na escuta.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">Análise das atuações: Por que o ritmo demora a engrenar no palco?</h2>



<p class="has-text-align-center">Apesar da relevância incontestável da narrativa, a encenação enfrenta dificuldades na sua primeira metade. O texto soa excessivamente duro na boca dos atores, passando a impressão de réplicas travadas e pouco espontâneas.</p>



<p class="has-text-align-center">Chama a atenção o descompasso cênico nos primeiros blocos, especialmente porque o elenco já vem apresentando essa mesma montagem por palcos de diversas cidades brasileiras ao longo de vários meses. Mesmo com a bagagem acumulada durante a turnê, a maior parte das cenas parece uma leitura protocolar. Falta maleabilidade nas trocas para que o público se conecte de imediato com a fragilidade daquela família.</p>



<p class="has-text-align-center">Gabriel Braga Nunes interpreta o pai, Pedro, um homem pragmático. O personagem tenta solucionar a crise do filho usando autoridade e lógica, sem realmente entender a dor do garoto. Maria Flor vive Sofia, a mãe exausta que se vê de mãos atadas diante do fechamento do filho (papel que conta com Maria Ribeiro em sessões alternadas aos domingos). O jovem Andreas Trotta interpreta Nicolas, o protagonista em crise.</p>



<p class="has-text-align-center">Completando o núcleo central, Bruna Miglioranza interpreta a madrasta, Sofia, que tenta equilibrar os cuidados com o bebê e a rotina da nova casa enquanto lida com a presença silenciosa e perturbadora do enteado. A dinâmica entre o casal e o jovem ilustra o desconforto da convivência, mas as primeiras interações cotidianas soam sem o calor e a naturalidade necessários.</p>



<h3 class="wp-block-heading has-text-align-center">O clímax emocional resgata peso dramático no segundo ato</h3>



<p class="has-text-align-center">O ritmo da peça ganha consistência a partir da segunda metade, quando as tentativas de diplomacia dão lugar ao confronto direto. Quando as tensões explodem, o elenco finalmente encontra o tom e a densidade que a dramaturgia pede.</p>



<p class="has-text-align-center">Os embates entre pai e filho, somados às conversas dolorosas sobre internação hospitalar e os limites do suporte familiar, ganham crueza e peso dramático, apesar de ainda soarem pouco naturais. Nesses momentos de choque, a montagem se esforça para alcançar o impacto dramático característico da obra de Zeller.</p>



<p class="has-text-align-center">Se a atuação oscila, a estrutura técnica da peça merece reconhecimento. A cenografia aposta em linhas funcionais e elegantes, permitindo que as transformações de espaço aconteçam sem interromper o andamento do espetáculo.</p>



<p class="has-text-align-center">A iluminação desenha com precisão atmosferas frias e intimistas, traduzindo visualmente o isolamento e o peso da angústia presente na rotina dos personagens. O recurso dos letreiros luminosos para indicar a passagem do tempo e as trocas de locação também funciona com agilidade, organizando a narrativa com clareza para a plateia.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;O Filho&#8221; se sustenta pela coragem de encarar a saúde mental na juventude de frente, sem apelar para lições fáceis ou sentimentalismo raso. Embora a montagem tropece na fluidez dos diálogos, a força dos embates na reta final e a precisão dos elementos técnicos garantem uma experiência teatral profunda. É um espetáculo que convida o público a refletir sobre escuta, empatia e os desafios da convivência familiar.</p>



<p><a href="https://rotacult.com.br/2026/08/gabriel-braga-nunes-e-maria-flor-estrelam-o-filho-no-copacabana-palace/">Saiba mais sobre a peça!</a></p>
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		<title>2º Festival de Teatro do Rio anuncia programação completa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jul 2026 11:57:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A segunda edição do Festival de Teatro do Rio anunciou hoje a programação gratuita do eixo Palco 360, responsável pelas ações formativas do evento, como encontros, debates, oficinas, homenagens e lançamentos de livro. Desta forma, o Festival segue com o seu propósito inicial de celebrar a cena teatral, reverenciar os grandes artistas e profissionais do palco e também [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">A segunda edição do Festival de Teatro do Rio anunciou hoje a programação gratuita do eixo Palco 360, responsável pelas ações formativas do evento, como encontros, debates, oficinas, homenagens e lançamentos de livro. Desta forma, o Festival segue com o seu propósito inicial de celebrar a cena teatral, reverenciar os grandes artistas e profissionais do palco e também refletir e debater sobre o presente e o futuro do setor.</p>



<p class="has-text-align-center">Homenagem &#8211; O diretor Aderbal Freire-Filho, que completaria 85 anos em maio, será o homenageado do ano e ganhará uma noite especial para relembrar a sua trajetória. No dia 3 de agosto, um encontro no palco do Teatro TotalEnergies vai reunir Marieta Severo (viúva do diretor) com Fernando Philbert (assistente de Aderbal e hoje diretor consagrado também), Patrick Pessoa (autor do livro &#8216;Teatro Aberto – Escritos de um Diretor&#8217;, sobre Aderbal) e Bruno Barros (hoje diretor do Sem Censura e que esteve com Aderbal em seus programas na TV Brasil). Todos vão compartilhar suas memórias e histórias vividas com o mestre. A mediação será do jornalista Pedro Neves, que também trabalhou com Aderbal em uma série de espetáculos. A noite contará ainda com a exibição do documentário &#8216;Além Hamlet&#8217;, de Sandra Delgado, sobre os bastidores da montagem de &#8216;Hamlet&#8217;, protagonizada por Wagner Moura em 2008.</p>



<p class="has-text-align-center">Além disso, outros encontros vão debater o Teatro e o Ambiente Digital, para falar sobre a presença de espetáculos nas redes sociais e todos os desafios, além de mesas para abordar a Formação em Teatro e a Construção do Espetáculo.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Oficinas</strong>&nbsp;– Quatro oficinas gratuitas vão reforçar o compromisso do Festival com a formação de novos profissionais. Uma delas será com o Grupo Galpão, uma das mais celebradas companhias brasileiras, e outra vai trazer de volta o ator Pedro Henrique Müller, que inaugurou as oficinas do projeto na primeira edição com Nelson Rodrigues e agora retorna com um projeto dedicado ao teatro de Anton Tchekhóv. O serviço completo se encontra no final do texto.</p>



<p class="has-text-align-center">Produzido pela Aventura, de Aniela Jordan e Luiz Calainho, e com curadoria e direção geral de Maria Siman, o Festival terá a abertura dia 29 de julho com o Grupo Galpão o premiado &#8216;(Um) Ensaio sobre a Cegueira&#8217;, no Teatro Riachuelo, e o encerramento dia 13 de agosto com Marco Nanini estreando &#8216;Fim de Partida&#8217; na cidade.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center"><strong><u>Sobre a Mostra Principal do 2º Festival de Teatro do Rio</u></strong></h2>



<p class="has-text-align-center">Anunciada em maio, a programação do Festival seguirá com a proposta inicial do evento: apresentar montagens que impactaram a cena teatral no ano anterior, mas também fomentar e fortalecer o setor, além de debater a formação de novas plateias e novos profissionais. Todas as ações formativas (batizadas aqui de Palco 360, com debates, encontros e oficinas) serão anunciadas em breve.</p>



<p class="has-text-align-center">Nos palcos, o público poderá conferir a estreia carioca de &#8216;Balada da Louca&#8217;, solo em que Lilia Cabralrevive Rita Lee e cuja temporada de estreia foi totalmente esgotada em São Paulo. É o mesmo caso de &#8216;Fim de Partida&#8217;, que chega ao Rio após vender todos os ingressos em São Paulo, além de colher elogios da crítica especializada por este trabalho em que Marco Nanini é dirigido por Rodrigo Portellae divide o palco com Guilherme Weber, Ary França e Helena Ignez.</p>



<p class="has-text-align-center">Os espectadores também terão a chance de rever espetáculos que tiveram concorridas temporadas por aqui, como &#8216;O Motociclista no Globo da Morte&#8217;, que rendeu diversos prêmios para Eduardo Moscovis, &#8216;Mulher em Fuga&#8217;, com Malu Galli  e Tiago Martelli, e &#8216;Deserto&#8217;, com direção de Luiz Felipe Reis.</p>



<p class="has-text-align-center">O eixo Nova Cena acontecerá na Sala Nova Cena, no Teatro TotalEnergies, em um espaço intimista idealizado especialmente para o evento. A ideia é trazer grupos e artistas em ascensão, além de apostas em jovens talentos emergentes da cena.  &#8216;A proposta é trazer  jovens artistas e criadores que estão renovando a linguagem e despontando na cena teatral. Queremos abrir uma janela para a vitalidade, a diversidade e a reinvenção constante do nosso teatro&#8217;, explica Maria Siman.</p>



<p class="has-text-align-center">Entre os espetáculos selecionados, estão &#8216;O Dinossauro de Plástico&#8217;, estrelado por Rafael Saraiva e com direção de Barbara Duvivier, &#8216;Aqueles que Deixam Omelas&#8217;, com João Pedro Zappa, &#8216;1 Peça Cansada&#8217;, com Natasha Corbelino, e &#8216;Na Quinta Dor&#8217;, com Dora de Assis. Com direção de Stella Rabello e texto de Bernardo Coimbra e João Miller, &#8216;O Buraco&#8217; vai abrir o seu processo criativo e mostrar um ensaio aberto antes da estreia  com entrada gratuita.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;Ficamos muito felizes com o sucesso do Festival ano passado. Não somente com os espetáculos lotados, mas também com todo o interesse e os debates com nossas ações formativas, com uma plateia diversa e atenta. A ideia com o Festival é mesmo mobilizar a cena teatral carioca, fomentar a produção e também dar uma contribuição na formação de novas plateias&#8217;, comenta a diretora artística <strong>Aniela Jordan</strong>.</p>



<p class="has-text-align-center">Confira os espetáculos:</p>



<p class="has-text-align-center"><strong><u>&#8216;(Um) Ensaio sobre a Cegueira&#8217; – com o Grupo Galpão. Direção de Rodrigo Portella.</u></strong></p>



<p class="has-text-align-center">Dias 29 (abertura), 30 e 31 de julho (quarta, quinta e sexta), às 20h<br>Teatro Riachuelo</p>



<p class="has-text-align-center"><strong><u>&#8216;Como um Palhaço&#8217;</u></strong></p>



<p class="has-text-align-center">Dias 30 e 31 de julho, às 20h (quinta e sexta)<br>Teatro TotalEnergies</p>



<p class="has-text-align-center"><strong><u>&#8216;Um Sim à Vida&#8217;</u></strong><br>Dia 1 de agosto (sábado), às 20h<br>Teatro Riachuelo</p>



<p class="has-text-align-center"><strong><u>&#8216;Ideias para Adiar o Fim do Mundo&#8217;</u></strong><br>Dia 2 de agosto (domingo), às 18h<br>Teatro TotalEnergies</p>



<p class="has-text-align-center"><strong><u>&#8216;Negra Palavra: Poesia do Samba&#8217;</u></strong></p>



<p class="has-text-align-center">Dia 1 de agosto (sábado), às 20h<br>Teatro TotalEnergies</p>



<p class="has-text-align-center"><strong><u>&#8216;A Menina Escorrendo dos Olhos da Mãe&#8217;</u></strong><br>Dia 2 de agosto (domingo), às 19h<br>Teatro Riachuelo</p>



<p class="has-text-align-center"><strong><u>&#8216;Rita Lee &#8211; Balada da Louca&#8217;</u></strong><br>Dias 4 e 5 de agosto (terça e quarta), às 20h<br>Teatro Riachuelo</p>



<p class="has-text-align-center"><strong><u>&#8216;Meu Corpo Está Aqui&#8217;</u></strong><br>Dia 4 de agosto (terça), às 20h<br>Teatro TotalEnergies</p>



<p class="has-text-align-center"><strong><u>&#8216;O Motociclista no Globo da Morte&#8217;</u></strong><br>Dias 5 e 6 de agosto (quarta e quinta), às 20h<br>Teatro TotalEnergies</p>



<p class="has-text-align-center"><strong><u>&#8216;Mulher em Fuga&#8217;</u></strong><br>Dia 7 de agosto (sexta), às 20h<br>Teatro Riachuelo</p>



<p class="has-text-align-center"><strong><u>&#8216;Histórias do Porchat&#8217;</u></strong><br>Dia 8 de agosto (sábado), às 20h30<br>Teatro Riachuelo</p>



<p class="has-text-align-center"><strong><u>&#8216;A Pediatra&#8217;<br></u></strong>Dia 9 de agosto (domingo), às 18h<br>Teatro Riachuelo</p>



<p class="has-text-align-center"><strong><u>&#8216;Deserto&#8217;</u></strong><br>Dias 8 e 9 de agosto (sexta e sábado), às 20h<br>Teatro TotalEnergies</p>



<p class="has-text-align-center"><strong><u>&#8216;Fim de Partida&#8217;</u></strong><br>De 13 a 16 de agosto (quinta a sábado, às 20h. Domingo, 18h)<br>Teatro TotalEnergies</p>



<p class="has-text-align-center"><strong><u>Mostra Nova Cena – No Teatro TotalEnergies – Sala Nova Cena</u></strong></p>



<p class="has-text-align-center"><strong><u>&#8216;Na Quinta Dor&#8217;</u></strong><br>1 de agosto (sábado), às 20h30</p>



<p class="has-text-align-center"><strong><u>&#8216;O Dinossauro de Plástico&#8217;</u></strong><br>8 de agosto (sábado), às 20h30</p>



<p class="has-text-align-center"><strong><u>&#8216;Aqueles que Deixam Omelas&#8217;</u></strong><br>9 de agosto (domingo), às 18h30</p>



<p class="has-text-align-center"><strong><u>&#8216;O Buraco&#8217;</u></strong><br>13 e 14 de agosto (quinta e sexta), às 20h30<br>*Espetáculo gratuito, ingressos liberados às 18h30 do dia da apresentação.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong><u>&#8216;1 Peça Cansada&#8217;</u></strong><br>15 de agosto (sábado), às 18h30 e 20h30</p>



<p class="has-text-align-center"><strong><u>Palco 360</u></strong></p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Oficina com o Grupo Galpão – &#8216;Palavra Presença&#8217;</strong><strong></strong></p>



<p class="has-text-align-center">30 de julho (quinta), de 11h às 14h<br>Teatro Riachuelo</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Mesa Teatro e o Ambiente Digital – com Aisha Progênio, Bernardo Dugin, Felipe Valle, Lorraine Fonseca e Pedro Neves<br></strong>31 de julho (sexta), de 17h às 19h</p>



<p class="has-text-align-center">Teatro TotalEnergies</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Oficina com Yumo Apurinã e João Bernardo Caldeira: Reflorestar Imaginários – Teatro e Criação</strong><strong></strong></p>



<p class="has-text-align-center">1 de agosto (sábado), de 11h às 14h</p>



<p class="has-text-align-center">Teatro TotalEnergies</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Oficina Pedagogia / Negra Palavra</strong><strong></strong></p>



<p class="has-text-align-center">2 de agosto (domingo), de 9h às 12h</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Homenagem Aderbal 85 anos – Com Marieta Severo, Fernando Philbert, Patrick Pessoa, Bruno Barros e Pedro Neves</strong><strong></strong></p>



<p class="has-text-align-center">3 de agosto (segunda), às 19h</p>



<p class="has-text-align-center">Teatro TotalEnergies</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Mesa Construção do Espetáculo – Com Federico Puppi, Maria Siman e Rodrigo Portella<br></strong>6 de agosto (quinta), às 17h<br>Teatro TotalEnergies</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Mesa Formação em Teatro – Com André Paes Leme, Claudia Ventura, Hermes Frederico e Isabela Reis<br></strong>8 de agosto (sábado), às 17h<br>Teatro TotalEnergies</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Oficina com Pedro Henrique Müller / O Tecido do Vazio – O Teatro de Anton Tchekhóv</strong><strong></strong></p>



<p class="has-text-align-center">Dias 10 e 11 de agosto (segunda e terça), de 19h às 22h<br>Teatro TotalEnergies&#8211;&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>37ª edição do Prêmio Shell de Teatro anuncia os indicados do primeiro período de 2026</title>
		<link>https://rotacult.com.br/2026/07/37a-edicao-do-premio-shell-de-teatro-anuncia-os-indicados-do-primeiro-periodo-de-2026/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=37a-edicao-do-premio-shell-de-teatro-anuncia-os-indicados-do-primeiro-periodo-de-2026</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 12:12:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A 37ª edição do Prêmio Shell de Teatro anuncia os indicados do primeiro período de 2026, selecionados pelos Júris do Rio de Janeiro e de São Paulo. Mais do que reunir os principais nomes da produção teatral do período, a seleção revela movimentos importantes da cena brasileira contemporânea: a expansão da musicalidade como linguagem dramatúrgica e a presença de obras [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rotacult.com.br/2026/07/37a-edicao-do-premio-shell-de-teatro-anuncia-os-indicados-do-primeiro-periodo-de-2026/">37ª edição do Prêmio Shell de Teatro anuncia os indicados do primeiro período de 2026</a> apareceu primeiro em <a href="https://rotacult.com.br">Rota Cult</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">A 37ª edição do Prêmio Shell de Teatro anuncia os indicados do primeiro período de 2026, selecionados pelos Júris do Rio de Janeiro e de São Paulo. Mais do que reunir os principais nomes da produção teatral do período, a seleção revela movimentos importantes da cena brasileira contemporânea: a expansão da musicalidade como linguagem dramatúrgica e a presença de obras atravessadas por memória histórica e questões identitárias.  </p>



<p class="has-text-align-center">Entre os destaques, pelo Júri do Rio, “<em>Mudando de Pele”</em> aparece com indicações nas categorias Atriz, Direção, Figurino, Iluminação e Música. O espetáculo, estrelado por Thaís Araújo, com direção de Yara de Novaes, acompanha uma mulher em processo de reinvenção e afirmação de identidade, abordando temas como pertencimento, racismo, gênero, autonomia e transformação pessoal. </p>



<p class="has-text-align-center">Também com cinco indicações, <em>“Edson” </em>é outro destaque deste primeiro período, incluindo indicações para Matheus Macena nas categorias de Ator e Dramaturgo no Rio de Janeiro e também como Ator pelo Júri de São Paulo. Inspirado na história de Edson Luís de Lima Souto, estudante assassinado durante a ditadura militar, o espetáculo recoloca no palco discussões sobre memória, violência de Estado e apagamento histórico. </p>



<p class="has-text-align-center">Além disso, outro destaque é “<em>As Centenárias”</em>, obra de Newton Moreno que retorna em nova versão musical, com Juliana Linhares e Laila Garin, direção de Luiz Carlos Vasconcelos e canções originais de Chico César. Pelo Júri de São Paulo, as indicações ficam com Juliana Linhares para Melhor Atriz; Chico César na categoria Música; e no Júri do Rio, o espetáculo conquista a indicação por Figurino com Kika Lopes e Heloisa Stockler. A obra já havia sido premiada pelo Prêmio Shell em sua montagem original, de 2007, nas categorias Autor, Atriz e Cenário. Agora, retorna em nova versão musical, ampliando sua presença na trajetória do prêmio. </p>



<p class="has-text-align-center">Também com três indicações, “<em>Hip Hop Hamlet”</em> reforça a presença de releituras contemporâneas de clássicos na seleção do período. Indicado em São Paulo nas categorias Cenário, com Bijari; Direção, com Guilherme Leme Garcia e Núcleo Bartolomeu de Depoimentos; e Dramaturgia, com Claudia Schapira e Lucas Moura, o espetáculo aproxima Shakespeare da cultura hip hop e evidencia a força de linguagens urbanas na renovação da cena teatral. </p>



<p class="has-text-align-center">Para Glauco Paiva, diretor de Comunicação e Marca da Shell Brasil, a nova lista de indicados reafirma o papel do prêmio como uma plataforma de valorização da cultura brasileira e de reconhecimento da diversidade criativa dos palcos.  “O Prêmio Shell de Teatro acompanha há mais de três décadas a evolução da cena teatral brasileira, reconhecendo artistas, técnicos, criadores e coletivos que ajudam a traduzir os debates, as memórias e as transformações do país. Para a Shell, apoiar a cultura é parte do nosso compromisso de contribuir para o desenvolvimento da sociedade, valorizando iniciativas que ampliam o acesso, fortalecem a diversidade e estimulam novas formas de criação”, afirma Glauco. </p>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">37ª edição do Prêmio Shell de Teatro destaca a música como linguagem teatral</h2>



<p class="has-text-align-center">A 37ª edição do Prêmio Shell de Teatro também evidencia o crescimento da música como elemento estruturante da cena. A presença de espetáculos como &#8220;<em>As Centenárias</em>&#8220;, &#8220;<em>Fafá de Belém, o Musical</em>&#8220;, <em>Mudando de Pele</em> e <em>Massapê</em>&#8221; aponta para um movimento mais amplo: o teatro musical vive um novo momento no Brasil. </p>



<p class="has-text-align-center">“Há uma tendência muito forte do teatro musical. Antes, os musicais eram mais festivos; agora estão mais densos e discutem questões fundamentais para nossa sociedade”,&nbsp;afirma Celso Curi,&nbsp;coordenador&nbsp;do&nbsp;Júri do Prêmio Shell de Teatro. “O Prêmio Shell vem acompanhando de perto essa mudança e reconhece essa nova forma artística no teatro brasileiro.”&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Segundo ele, a mudança não está apenas nas produções, mas também no público, nos criadores e no olhar crítico. “É um outro momento cultural, tanto para o público quanto para os criadores. O teatro tem&nbsp;um&nbsp;papel social&nbsp;importantíssimo e o musical vem ocupando esse novo espaço”, completa.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Lista completa de indicados do&nbsp;Prêmio Shell de Teatro&nbsp;– primeiro&nbsp;período&nbsp;2026</strong>&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Indicados pelo Júri do Rio de Janeiro</strong>&nbsp;</p>



<p><strong>Ator</strong>&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Matheus Macena</strong> &#8211; Edson </li>



<li><strong>Uriel Dames</strong> &#8211; Visto </li>
</ul>



<p><strong>Atriz</strong>&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Helga Nemetik</strong> &#8211; Fafá de Belém, o Musical </li>



<li><strong>Thaís Araújo</strong> &#8211; Mudando de Pele </li>
</ul>



<p><strong>Cenário</strong>&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Bidi Bujnowski</strong> &#8211; Edson </li>



<li><strong>Nello Marrese</strong> &#8211; Hétero Sigilo </li>
</ul>



<p><strong>Direção</strong>&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Marcela Andrade</strong> &#8211; Visto </li>



<li><strong>Yara de Novaes</strong> &#8211; Mudando de Pele </li>
</ul>



<p><strong>Dramaturgia</strong>&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Julia Bernat</strong> &#8211; Minha Vó Ri </li>



<li><strong>Matheus Macena</strong> &#8211; Edson </li>
</ul>



<p><strong>Figurino</strong>&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Kika Lopes e Heloisa Stockler</strong> &#8211; As Centenárias </li>



<li><strong>Teresa Nabuco</strong> &#8211; Mudando de Pele </li>
</ul>



<p><strong>Iluminação</strong>&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Gabriele Souza</strong> &#8211; Mudando de Pele </li>



<li><strong>Renato Machado</strong> &#8211; Diabólica Vingança </li>
</ul>



<p><strong>Música</strong>&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Dani Nega</strong> &#8211; pela direção musical, arranjos eletrônicos e criação musical de &#8220;Mudando de Pele&#8221; </li>



<li><strong>Pedro Nego</strong> &#8211; pela direção musical de &#8220;Edson&#8221; </li>
</ul>



<p><strong>Energia que Vem da Gente</strong>&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Ana Kfouri &#8211;</strong><em> pelo livro pedagógico-artístico “Focos Móveis — Atuação no Campo Intensivo das Artes da Cena”, em que compartilha ideias e práticas desenvolvidas ao longo de sua trajetória, sistematizando sua metodologia e tornando-a acessível também de forma audiovisual.</em> </li>



<li><strong>Grupo Lume Teatro &#8211; </strong><em>pelos mais de 40 anos de criação, ensino e pesquisa em teatro e pelo modo de narrar essa história no espetáculo “Kintsugi &#8211; 100 Memórias”.</em> </li>
</ul>



<p><strong>Indicados pelo Júri de São Paulo</strong>&nbsp;</p>



<p><strong>Ator</strong>&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Genezio de Barros</strong> &#8211; Uma Velha Canção Quase Esquecida </li>



<li><strong>Matheus Macena</strong> &#8211; Edson </li>
</ul>



<p><strong>Atriz</strong>&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Georgette Fadel</strong> &#8211; Gota d’Água &#8211; no Tempo </li>



<li><strong>Juliana Linhares</strong> &#8211; As Centenárias </li>
</ul>



<p><strong>Cenário</strong>&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Bijari &#8211;</strong> Hip Hop Hamlet </li>



<li><strong>Daniela Thomas</strong> &#8211; Fim de Partida </li>
</ul>



<p><strong>Direção</strong>&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Ana Rosa Tezza</strong> &#8211; Sonho de uma Noite de Verão </li>



<li><strong>Guilherme Leme Garcia e Núcleo Bartolomeu de Depoimentos</strong> &#8211; Hip Hop Hamlet </li>
</ul>



<p><strong>Dramaturgia</strong>&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Carla Zanini</strong> &#8211; Coragem, um Lugar Melhor do que Aqui </li>



<li><strong>Claudia Schapira e Lucas Moura</strong> &#8211; Hip Hop Hamlet </li>
</ul>



<p><strong>Figurino</strong>&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Ana Rosa Tezza e Helena Tezza</strong> &#8211; Sonho de uma Noite de Verão </li>



<li><strong>Karen Brustolin</strong> &#8211; TIP &#8211; Antes que me Queimem, Eu Mesma me Atiro no Fogo </li>
</ul>



<p><strong>Iluminação</strong>&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Matheus Brant</strong> &#8211; As Armas Milagrosas </li>



<li><strong>Wagner Antônio</strong> &#8211; Hamlet, Sonhos que Virão </li>
</ul>



<p><strong>Música</strong>&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Chico César</strong> &#8211; pelas canções originais de &#8220;As Centenárias&#8221; </li>



<li><strong>Juh Vieira</strong> &#8211; pela direção musical e composições de “Massapê”  </li>
</ul>



<p><strong>Energia que Vem da Gente</strong>&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>“Farofa do Processo” </strong><em>por fazer do processo artístico, integrado à acessibilidade, o centro de seu movimento de produção e ocupar a Rua 13 de Maio, em diálogo com a cultura e os moradores do território.</em> </li>



<li><strong>“Ser em Cena &#8211; Teatro de Afásicos” </strong><em> pela atuação contínua na reabilitação de pessoas com deficiência de linguagem a partir do teatro, ação que resulta em interessantes espetáculos contemporâneos, como “Dodô”.</em> </li>
</ul>
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		<item>
		<title>Teatro Poeira comemora 21 anos e retoma a programação de oficinas com Bia Lessa </title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2026 13:52:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro Poeira]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em junho, o Teatro Poeira completa 21 anos de uma atividade cultural ininterrupta (descontando os dois anos pandêmicos) e já pode ser considerado parte do patrimônio teatral e afetivo do Rio de Janeiro. Criado e comandado por Marieta Severo e Andrea Beltrão, o espaço virou referência na cena brasileira e sinônimo de espetáculos de qualidade, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">Em junho, o Teatro Poeira completa 21 anos de uma atividade cultural ininterrupta (descontando os dois anos pandêmicos) e já pode ser considerado parte do patrimônio teatral e afetivo do Rio de Janeiro. Criado e comandado por Marieta Severo e Andrea Beltrão, o espaço virou referência na cena brasileira e sinônimo de espetáculos de qualidade, selecionados por uma curadoria apurada. A diversidade e o respeito absoluto ao fazer teatral imperam tanto na sala maior quanto no vizinho Teatro Poeirinha.</p>



<p class="has-text-align-center">Na véspera da maioridade, o Poeira tem uma notícia a mais para comemorar: o retorno da Petrobras como patrocinadora do espaço e, com ela, a volta de uma programação que marcou época, com cursos, oficinas e encontros, além de manter espetáculos em cartaz de terça a domingo nas duas salas.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Os programas de Artista Residente, Artista Visitante e Teatro e Pensamento – idealizados pelo saudoso Aderbal Freire-Filho, parceiro das atrizes na concepção artística do lugar – estão finalmente de volta e de forma gratuita!</p>



<p class="has-text-align-center">Ao longo do ano, as Oficinas Petrobras vão receber grandes nomes da cena brasileira, a começar pela diretora Bia Lessa, que será a primeira Artista Visitante a ocupar o teatro por um mês, entre junho e julho, quando vai desenvolver uma série de ações com os participantes.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">A Oficina Petrobras com Bia Lessa começa dia 1 de junho e as inscrições já estão abertas através do e-mail&nbsp;<a href="mailto:teatropoeira@teatropoeira.com.br">teatropoeira@teatropoeira.com.br</a>&nbsp;para onde o candidato deve mandar currículo e uma carta de intenção.</p>



<p class="has-text-align-center">Em seguida, será a vez de Duda Maia (agosto a outubro) e Chris Moura (outubro e novembro) fixarem residência no Poeira e compartilharem seu processo de trabalho com as turmas em um grande mergulho criativo. O diretor Rodrigo Portella também fará parte das Oficinas Petrobras no modulo Teatro e Pensamento, em programação que será anunciada em breve.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Serviço</strong>:</p>



<p class="has-text-align-center"><br><strong>OFICINAS PETROBRAS</strong></p>



<p class="has-text-align-center"><strong><u>BIA LESSA (Artista Visitante)</u></strong></p>



<p class="has-text-align-center">Início: 1 de junho a 1 de julho – terças e quartas, das 16h às 19h. Gratuito.<br>Inscrições abertas pelo e-mail&nbsp;<a href="mailto:teatropoeira@teatropoeira.com.br">teatropoeira@teatropoeira.com.br</a></p>



<p class="has-text-align-center">A encenadora vai liderar encontros regulares que abordarão a teoria e a prática na criação artística relacionadas às artes performáticas presenciais, com ênfase na linguagem teatral.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Batizado de &#8216;Ensaio n° 10&#8217;, a oficina consiste em um mergulho teatral imersivo composto por oito encontros dedicados a experiências entre espaço, tempo, palavra e indivíduos, convidando participantes a explorar as tensões desses elementos em um processo de criação.</p>



<p class="has-text-align-center">O programa Artista Visitante sempre visará a exposição e a transmissão do saber artístico, podendo ser relacionado ao seu método de criação ou ao conjunto da sua obra criativa ou à sua pesquisa de linguagem artística, proporcionando aos participantes uma experiência direta com a criação em várias áreas do universo das artes performáticas presenciais. Esses encontros são atividades artísticas de caráter livre, sem o comprometimento com a capacitação profissional regulamentar, com carga horária prevista de um mês, com dois encontros semanais de três horas de duração cada.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center"><strong><u>DUDA MAIA (Artista Residente)</u></strong></p>



<p class="has-text-align-center">De 10 de agosto a 10 de outubro (terças, quintas e sábados, das 10h às 13h). Gratuito.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8216;Corpo Brincante Palavra Dançante&#8217;: a diretora vai promover uma residência lúdica de investigação física que se propõe a abrir possibilidades de criação pelo movimento e, a partir dessas possibilidades, experimentar a relação do corpo com a palavra. Trata-se do método de trabalho que a diretora Duda Maia utiliza para a montagem de seus espetáculos, como &#8216;Elza&#8217;, &#8216;Auê&#8217; e &#8216;Zaquim&#8217;.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center"><strong><u>CHRIS MOURA (Artista Residente)&nbsp;</u></strong></p>



<p class="has-text-align-center">De 1 de outubro a 1 de dezembro (quartas, quintas e sextas, das 10h às 13h).</p>



<p class="has-text-align-center">&#8216;Criação e Construção – a cena contemporânea&#8217;: A oficina pretende investigar uma prática de criação teatral e de dramaturgia contemporâneas a partir de materiais de cada ator/participante e através de seu próprio corpo e suas memórias, vivências e referências como ponto de partida. Será criado ambiente de experimentação, observação, escrita, reflexão e treinamento. Treinamento como exercício e prática continuados, preparação física combinada com a ideia de fluxo de consciência e de movimento que resulta em cena e dramaturgia. Será criada uma dramaturgia que parte de textos teatrais e de referências cinematográficas e passeia pelo imaginário, a poética, as histórias, a memória musical, o lúdico e o criativo do grupo de criadores.</p>
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		<title> Copacabana Palace rebatiza seu icônico teatro como Teatro Fernanda Montenegro </title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 11:07:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro]]></category>
		<category><![CDATA[Fernanda Montenegro]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro Fernanda Montenegro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Copacabana Palace anunciou um capítulo histórico na sua trajetória centenária: seu icônico teatro, um dos palcos mais prestigiados do país, passará a se chamar Teatro Fernanda Montenegro. A mudança de nome é, certamente, uma homenagem em vida à &#8220;Grande Dama&#8221; do teatro brasileiro, cuja trajetória se confunde com a própria história do hotel, honrando [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">O Copacabana Palace anunciou um capítulo histórico na sua trajetória centenária: seu icônico teatro, um dos palcos mais prestigiados do país, passará a se chamar Teatro Fernanda Montenegro. A mudança de nome é, certamente, uma homenagem em vida à &#8220;Grande Dama&#8221; do teatro brasileiro, cuja trajetória se confunde com a própria história do hotel, honrando o passado e inspirando o futuro. </p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignright size-large is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="683" height="1024" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Copacabana-Palace-rebatiza-seu-iconico-teatro-como-Teatro-Fernanda-Montenegro--683x1024.jpeg" alt="Teatro Fernanda Montenegro" class="wp-image-198538" style="width:466px;height:auto" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Copacabana-Palace-rebatiza-seu-iconico-teatro-como-Teatro-Fernanda-Montenegro--683x1024.jpeg 683w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Copacabana-Palace-rebatiza-seu-iconico-teatro-como-Teatro-Fernanda-Montenegro--200x300.jpeg 200w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Copacabana-Palace-rebatiza-seu-iconico-teatro-como-Teatro-Fernanda-Montenegro--768x1152.jpeg 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Copacabana-Palace-rebatiza-seu-iconico-teatro-como-Teatro-Fernanda-Montenegro--1024x1536.jpeg 1024w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Copacabana-Palace-rebatiza-seu-iconico-teatro-como-Teatro-Fernanda-Montenegro--1366x2048.jpeg 1366w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Copacabana-Palace-rebatiza-seu-iconico-teatro-como-Teatro-Fernanda-Montenegro--280x420.jpeg 280w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Copacabana-Palace-rebatiza-seu-iconico-teatro-como-Teatro-Fernanda-Montenegro--150x225.jpeg 150w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Copacabana-Palace-rebatiza-seu-iconico-teatro-como-Teatro-Fernanda-Montenegro--300x450.jpeg 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Copacabana-Palace-rebatiza-seu-iconico-teatro-como-Teatro-Fernanda-Montenegro--696x1044.jpeg 696w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Copacabana-Palace-rebatiza-seu-iconico-teatro-como-Teatro-Fernanda-Montenegro--1068x1602.jpeg 1068w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Copacabana-Palace-rebatiza-seu-iconico-teatro-como-Teatro-Fernanda-Montenegro-.jpeg 1367w" sizes="(max-width: 683px) 100vw, 683px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Bob Wolfenson</figcaption></figure>
</div>


<p class="has-text-align-center">Fernanda Montenegro com seus 96 anos e mais de 80 de vida pública, detém o título de atriz que mais vezes ocupou o palco do Copacabana Palace, somando o maior número de temporadas na história do teatro. Sua relação com a casa vem desde o início de sua carreira, quando em 1950 estreou na peça &#8220;As alegres canções na montanha &#8220;(3200 metros de altitude), sob direção de Ester Leão. Ao longo das décadas seguintes, Fernanda protagonizou sucessos memoráveis no Copa, como &#8220;Jezebel: (1952), &#8220;Mary Mary&#8221; (1963), &#8220;Qualquer quarta-feira&#8221; (1964) e &#8220;Plaza suíte&#8221; (1970).</p>



<p class="has-text-align-center">Ulisses Marreiros, Diretor da Belmond no Brasil conta que para o Copacabana Palace, é uma honra imensurável que o teatro leve o nome de Fernanda. &#8220;Ela ajudou a construí-lo como um ícone da cultura brasileira. Rebatizá-lo é celebrar o passado, o presente e o futuro da nossa arte&#8221;, afirma.  </p>



<p class="has-text-align-center">A solene homenagem em vida, com a oficialização do novo nome aconteceu no dia 1º de abril de 2026, durante edição especial do Copa Art Talks, série de eventos que promove debates sobre a arte contemporânea, cultura e sustentabilidade. A cerimônia contou com a presença da própria Fernanda Montenegro, que subiu ao palco uma conversa especial com a jornalista Marina Caruso sobre o compasso da vida que é o tempo.</p>



<p class="has-text-align-center">Dando continuidade às celebrações, entre os dias 3 e 5 de abril e de 17 a 19 de abril, Fernanda Montenegro voltará a ocupar os palcos do teatro com uma série de leituras dramatizadas de obras de Nelson Rodrigues e Simone de Beauvoir, proporcionando ao público um encontro íntimo e exclusivo.<br>&nbsp;</p>
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		<title>“Prêmio do Humor”: Confira os indicados!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Mar 2026 11:57:25 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Teatro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O ator e apresentador Fabio Porchat já está se preparando para mais um “Prêmio do Humor”. Desde 2017, o Prêmio, criado e organizado por ele, é destinado a artistas e espetáculos teatrais de comédia que acontecem nas capitais paulista e carioca. A premiação é feita através de um júri especializado, que escolhe nas categorias Texto, Performance, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">O ator e apresentador Fabio Porchat já está se preparando para mais um “Prêmio do Humor”. Desde 2017, o Prêmio, criado e organizado por ele, é destinado a artistas e espetáculos teatrais de comédia que acontecem nas capitais paulista e carioca. A premiação é feita através de um júri especializado, que escolhe nas categorias Texto, Performance, Direção, Espetáculo e Especial.</p>



<p class="has-text-align-center">As cerimônias de entrega serão dia 16 de março, no Teatro TotalEnergies, no Rio de Janeiro, e dia 30, no Teatro BTG Pactual, em São Paulo. Além disso, todos os anos o Prêmio homenageia duas grandes personalidades da comédia. Este ano, em São Paulo será Fafy Siqueira e no Rio, Marco Nanini.</p>



<p class="has-text-align-center">“A Fafy e o Nanini são duas figuras da comédia que moldaram gerações, inclusive a minha. Hoje eu faço comédia muito pelo que eu vi da TV Pirata e inspirado na Fafy fazendo suas imitações. Ambos têm trabalhos muito potentes e fortes, e ao mesmo tempo bem distintos”, conta Porchat. “O humor merece ser celebrado!”, completa.</p>



<p class="has-text-align-center">Entre os indicados ao prêmio, nas duas cidades, estão nomes como Marcelo Médici e Ricardo Rathsam, pelo texto de “Dona Lola”; Jarbas Homem de Mello, pela direção de “Cenas da Menopausa”; Lindsay Paulino, pela performance em “Drácula – Um Terror de Comédia”; Gregório Duvivier, pelo texto de “O Céu na Língua”; Heloísa Perissé, pela performance em “Avesso do Avesso” e Luciana Paes, pela direção em “O Céu na Língua”.</p>



<p class="has-text-align-center">Confira os indicados no Rio de Janeiro:</p>



<p class="has-text-align-center">TEXTO<br>Cecilia Ripoll, por “Como Nos Livros”<br>Gregorio Duvivier, por “O Céu da Língua”<br>Gustavo Vilela, por “O Dinossauro de Plástico”<br>Thiago Bomilcar Braga, por “Édipo, de Novo?”<br>Thiago Marinho, por “O Formigueiro”</p>



<p class="has-text-align-center">DIREÇÃO<br>Caio Riscado, por “Imbróglia”<br>Debora Lamm, por “Toda Donzela Tem um Pai que É Uma Fera”<br>Luciana Paes, por “O Céu da Língua”<br>Rohan Baruck, por “Maldita”<br>Thiago Bomilcar Braga, por “Édipo, de Novo?”</p>



<p class="has-text-align-center">PERFORMANCE<br>Bruce Gomlevsky, por “Toda Donzela Tem um Pai que É Uma Fera”<br>Bruna Guerin, por “Canções que eu Guardei pra Você”<br>Carmen Frenzel, por “Você Ri de Quê?”<br>Goos Meeuwsen, por “Como um Palhaço – Like a Clown”<br>Gregorio Duvivier, por “O Céu da Língua”<br>Gustavo Mendes, por “A Manhã Seguinte”<br>Heloisa Périssé, por “Avesso do Avesso”<br>Rodrigo Fagundes, por “O Formigueiro”<br>Suzy Brasil, por “Uma Noite Horripilante”</p>



<p class="has-text-align-center">ESPETÁCULO<br>“O Céu da Língua”<br>“Como um Palhaço – Like a Clown”<br>“Édipo, de Novo?”<br>“Imbróglia”<br>“Toda Donzela Tem um Pai que É Uma Fera”</p>



<p class="has-text-align-center">ESPECIAL<br>&#8211; Bel Flaksman, Juliana Brisson e Laura de Castro, pela atuação conjunta e construção colaborativa da dramaturgia em Imbróglia<br>&#8211; Elenco de Maldita, pela atuação conjunta no espetáculo<br>&#8211; Julio Adrião, pela curadoria do projeto Três Histórias que Mudaram a História<br>&#8211; Pedro Nêgo, pela direção musical de Toda Donzela Tem um Pai que É uma Fera<br>&#8211; Rafael Raposo e Christina Streva, pelo projeto do Cabaré do Gláucio</p>
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		<title>Prêmio APTR chega à sua 20ª edição</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Jan 2026 14:12:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro]]></category>
		<category><![CDATA[Prêmio APTR]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O&#160;Prêmio APTR, promovido pela&#160;Associação de Produtores de Teatro &#8211; APTR.BR, chega à sua&#160;20ª edição&#160;em 2026 &#8211; sem nunca ter parado, inclusive durante a pandemia &#8211; e se consolida como um dos mais importantes do cenário teatral. Há duas décadas, a premiação valoriza e homenageia artistas, técnicos, diretores, dramaturgos e produtores cuja atuação é decisiva para [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">O&nbsp;Prêmio APTR, promovido pela&nbsp;Associação de Produtores de Teatro &#8211; APTR.BR, chega à sua&nbsp;20ª edição&nbsp;em 2026 &#8211; sem nunca ter parado, inclusive durante a pandemia &#8211; e se consolida como um dos mais importantes do cenário teatral. Há duas décadas, a premiação valoriza e homenageia artistas, técnicos, diretores, dramaturgos e produtores cuja atuação é decisiva para a vitalidade dos palcos. Mais do que uma cerimônia de premiação, o Prêmio APTR é uma grande festa que celebra memória e esperança, evidenciando, a cada edição, a força de uma classe artística que segue atuante, atravessa adversidades, reinventa linguagens e mantém vivo o diálogo com o público nos palcos do Rio de Janeiro.</p>



<p class="has-text-align-center">Eduardo Barata, presidente da APTR.BR, será o diretor da cerimônia. A&nbsp;Comissão Organizadora&nbsp;é formada por&nbsp;Bianca de Felippes, Celso Lemos, Marcia Dias, Marta Paret e Norma Thiré.&nbsp; &#8220;Somos uma instituição representativa do setor artístico. A cerimônia e o prêmio afirmam o nosso segmento, valorizam a criação, o profissionalismo e a potência do teatro brasileiro. Ao longo dessas 20 edições do Aptr, o Brasil e o mundo sofreram profundas transformações. Nesse percurso, o Prêmio Aptr se consolidou como um dos principais encontros do ofício artístico, expressando a força política, econômica e cultural do teatro e das artes no país&#8221;, diz Eduardo Barata.</p>



<p class="has-text-align-center">O prêmio reafirma seu compromisso com a valorização do teatro e com o reconhecimento dos talentos que movimentaram os nossos palcos no último ano.&nbsp;Concorrem as peças que tiverem completado ao menos 12 apresentações na cidade do Rio de Janeiro, de acordo com o regulamento. Como medida de transparência e isenção,&nbsp;membros da Comissão Julgadora que tenham envolvimento direto com qualquer produção ficam impedidos de votar no respectivo espetáculo em todas as categorias. A categoria Produção é votada pelos associados da APTR.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">A edição comemorativa prestará homenagens a ícones das artes cênicas. O&nbsp;Troféu Marília Pêra&nbsp;e a&nbsp;Categoria Especial&nbsp;serão anunciados em breve. A&nbsp;Comissão Julgadora&nbsp;do 20º Prêmio APTR de Teatro é formada, na categoria Adulto, por&nbsp;Ary Coslov, Jane Celeste, Cláudia Chaves, Luiz Antônio Pilar, Clarisse Derziê Luz, Maria Ceiça e Fátima Sá, e, na categoria Infantil, por&nbsp;Cristina Bethencourt, Lúcia Cerrone, Manuel Friques e João Sant&#8217;Anna, responsáveis pela avaliação dos espetáculos apresentados ao público ao longo do período considerado. <br>&nbsp;</p>



<p>Confira abaixo os indicados: <strong> </strong></p>



<p><strong>MÚSICA</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Camilla Monteiro, Leo Coutinho, Rayane Zaguini, Rafa Domi, Rohan Baruck e Vinicius S –&nbsp;<strong>Produção Musical</strong>&nbsp;–&nbsp;<em>Maldita</em><br><br>&nbsp;</li>



<li>Felipe Storino –&nbsp;<strong>Direção Musical</strong>&nbsp;–&nbsp;<em>Veias Abertas 60 30 15 Seg</em><br><br>&nbsp;</li>



<li>Jarbas Bittencourt –&nbsp;<strong>Músicas Originais</strong>&nbsp;–&nbsp;<em>Torto Arado – O Musical</em><br><br>&nbsp;</li>



<li>Paulinho Moska, Chico César e Zeca Baleiro –&nbsp;<strong>Músicas Originais</strong>&nbsp;–&nbsp;<em>Sonho Encantado de Cordel – O Musical</em><br><br>&nbsp;</li>



<li>Ricco Viana –&nbsp;<strong>Músicas Originais</strong>&nbsp;–&nbsp;<em>Dias Felizes</em><br><br><strong>DRAMATURGIA</strong></li>



<li>Cecilia Ripoll –&nbsp;<em>Como Nos Livros</em><br><br>&nbsp;</li>



<li>Gregório Duvivier e Luciana Paes – <em><a href="https://rotacult.com.br/2025/08/o-ceu-da-lingua-e-uma-micareta-gramatical/">O Céu da Língua</a></em><br><br> </li>



<li>Leonardo Netto – <em><a href="https://rotacult.com.br/2025/09/o-motociclista-no-globo-da-morte-traz-aos-palcos-i-insulamento-lirico-da-intolerancia/">O Motociclista no Globo da Morte</a></em><br><br> </li>



<li>Marcia Zanelatto – <em><a href="https://rotacult.com.br/2026/01/devora-me-faz-fotossintese-para-desopilar-nossas-travas/">Devora-me</a></em><br><br> </li>



<li>Rohan Baruck –&nbsp;<em>Maldita</em><br><br>&nbsp;<strong>ATOR EM PAPEL COADJUVANTE</strong></li>



<li>Claudio Gabriel –&nbsp;<em>Ela, e Algumas Histórias</em><br><br>&nbsp;</li>



<li>Marcelo Aquino –&nbsp;<em>O Homem Decomposto</em><br><br>&nbsp;</li>



<li>Milton Filho –&nbsp;<em>Djavan – O Musical: Vidas para Contar</em><br><br>&nbsp;</li>



<li>Orã Figueiredo –&nbsp;<em>Os Mambembes</em><br><br>&nbsp;</li>



<li>Rafael Bacelar – <em><a href="https://rotacult.com.br/2025/05/ao-vivo-dentro-da-cabeca-de-alguem-e-um-estudo-sobre-as-urgencias-do-brasil/">Ao Vivo [Dentro da Cabeça de Alguém]</a></em><br><br> <strong>ATRIZ EM PAPEL COADJUVANTE</strong></li>



<li>Bixarte –&nbsp;<em>Ao Vivo [Dentro da Cabeça de Alguém]</em><br><br>&nbsp;</li>



<li>Carmen Frenzel –&nbsp;<em>O Céu no Meio da Cara</em><br><br>&nbsp;</li>



<li>Dani Barros –&nbsp;<em>O Homem Decomposto</em><br><br>&nbsp;</li>



<li>Lilian Valeska –&nbsp;<em>Torto Arado – O Musical</em><br><br>&nbsp;</li>



<li>Sylvia Massari –&nbsp;<em>Chatô e os Diários Associados – 100 Anos de Paixão</em><br><br>&nbsp;<strong>DIREÇÃO DE MOVIMENTO</strong></li>



<li>Lavínia Bizzotto –&nbsp;<em>Eddy — Violência &amp; Metamorfose</em><br><br>&nbsp;</li>



<li>Marcia Rubin –&nbsp;<em>Férias</em><br><br>&nbsp;</li>



<li>Rohan Baruck e Madson Vilela –&nbsp;<em>Maldita</em><br><br>&nbsp;</li>



<li>Tamires Mutawa –&nbsp;<em>Negra Palavra – Poesia do Samba</em><br><br>&nbsp;</li>



<li>Zebrinha –&nbsp;<em>Torto Arado – O Musical</em></li>
</ul>



<p><strong>ILUMINAÇÃO</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Ana Luzia de Simoni –&nbsp;<em>O Céu da Língua</em><br><br>&nbsp;</li>



<li>Luciano Reis –&nbsp;<em>Torto Arado – O Musical</em><br><br>&nbsp;</li>



<li>Nadja Naira –&nbsp;<em>Ao Vivo [Dentro da Cabeça de Alguém]</em><br><br>&nbsp;</li>



<li>Rodrigo Marçal e Rodrigo Portella –&nbsp;<em>(Um) Ensaio sobre a Cegueira</em><br><br>&nbsp;</li>



<li>Wagner Pinto – <em>Choque! Procurando Sinais de Vida Inteligente</em><br><br> <strong>CENOGRAFIA</strong></li>



<li>Beli Araújo e Lidia Kosovski –&nbsp;<em>Devora-me</em><br><br>&nbsp;</li>



<li>Cachalote Mattos –&nbsp;<em>Como Nos Livros</em><br><br>&nbsp;</li>



<li>Carla Berri e Paulo de Moraes –&nbsp;<em>Dias Felizes</em><br><br>&nbsp;</li>



<li>Nello Marrese –&nbsp;<em>Matilde</em><br><br>&nbsp;</li>



<li>Renata Mota – <em>Torto Arado – O Musical</em><br><br> <strong>FIGURINO</strong></li>



<li>Antonio Rabadan –&nbsp;<em>Onde Está Cassandra?</em><br><br>&nbsp;</li>



<li>Bettine Silveira –&nbsp;<em>Torto Arado – O Musical</em><br><br>&nbsp;</li>



<li>Biza Vianna e Dani Ornellas –&nbsp;<em>Irmãs</em><br><br>&nbsp;</li>



<li>Isabela Capeto –&nbsp;<em>Os Irmãos Karamázov</em><br><br>&nbsp;</li>



<li>Mauro Leite – <em>Sonho Encantado de Cordel – O Musical</em><br><br> <strong>JOVEM TALENTO – TROFÉU MANOELA PINTO GUIMARÃES</strong></li>



<li>Dandara Queiroz –&nbsp;<em>Torto Arado – O Musical</em><br><br>&nbsp;</li>



<li>Dora de Assis –&nbsp;<em>Na Quinta Dor</em><br><br>&nbsp;</li>



<li>Elizândra Souza –&nbsp;<em>Sonho Encantado de Cordel – O Musical</em><br><br>&nbsp;</li>



<li>Milla Fernandez –&nbsp;<em>TIP – Antes que Me Queimem Eu Mesma Me Atiro no Fogo</em><br><br>&nbsp;</li>



<li>Thiago Marinho –&nbsp;<em>O Formigueiro</em><br><br>&nbsp;</li>
</ul>



<p><strong>ATOR EM PAPEL PROTAGONISTA</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Alan Rocha –&nbsp;<em>Martinho, Coração de Rei – O Musical</em><br><br>&nbsp;</li>



<li>Diogo Vilela –&nbsp;<em>O Bem-Amado</em><br><br>&nbsp;</li>



<li>Eduardo Moscovis –&nbsp;<em>O Motociclista no Globo da Morte</em><br><br>&nbsp;</li>



<li>Gregório Duvivier –&nbsp;<em>O Céu da Língua</em><br><br>&nbsp;</li>



<li>João Cortês –&nbsp;<em>Eddy — Violência &amp; Metamorfose</em><br><br>&nbsp;</li>



<li>Wagner Moura –&nbsp;<em>Um Julgamento – Depois do Inimigo do Povo</em><br><br>&nbsp;</li>
</ul>



<p><strong>ATRIZ EM PAPEL PROTAGONISTA</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Carolina Virgüez –&nbsp;<em>Veias Abertas 60 30 15 Seg</em><br><br>&nbsp;</li>



<li>Drica Moraes –&nbsp;<em>Férias</em><br><br>&nbsp;</li>



<li>Larissa Luz –&nbsp;<em>Torto Arado – O Musical</em><br><br>&nbsp;</li>



<li>Mel Lisboa –&nbsp;<em>Rita Lee – Uma Autobiografia Musical</em><br><br>&nbsp;</li>



<li>Patrícia Selonk –&nbsp;<em>Dias Felizes</em><br><br>&nbsp;</li>



<li>Renata Sorrah –&nbsp;<em>Ao Vivo [Dentro da Cabeça de Alguém]</em><br><br>&nbsp;</li>
</ul>



<p><strong>DIREÇÃO</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>André Paes Leme –&nbsp;<em>Como Nos Livros</em><br><br>&nbsp;</li>



<li>Elísio Lopes Jr. –&nbsp;<em>Torto Arado – O Musical</em><br><br>&nbsp;</li>



<li>Luiz Felipe Reis e Marcelo Grabowsky –&nbsp;<em>Eddy — Violência &amp; Metamorfose</em><br><br>&nbsp;</li>



<li>Rodrigo Portella –&nbsp;<em>(Um) Ensaio sobre a Cegueira</em><br><br>&nbsp;</li>



<li>Rohan Baruck –&nbsp;<em>Maldita</em><br><br>&nbsp;</li>
</ul>



<p><strong>ESPETÁCULO</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li><em>(Um) Ensaio sobre a Cegueira</em><br><br>&nbsp;</li>



<li><em>Como Nos Livros</em><br><br>&nbsp;</li>



<li><em>Haddad e Borghi: Cantam o Teatro, Livres em Cena</em><br><br>&nbsp;</li>



<li><em>O Céu da Língua</em><br><br>&nbsp;</li>



<li><em>Torto Arado – O Musical</em><br><br>&nbsp;</li>
</ul>



<p><strong>ESPETÁCULO INFANTIL</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li><em>Antes de Qualquer Coisa</em><br><br>&nbsp;</li>



<li><em>Do Começo ao Fim</em><br><br>&nbsp;</li>



<li><em>Do Que São Feitas as Estrelas?</em><br><br>&nbsp;</li>



<li><em>O Maior Quintal do Mundo</em><br><br>&nbsp;</li>



<li><em>Solaninho, Uma Viagem com o Poeta do Povo</em><br><br>&nbsp;</li>
</ul>



<p><strong>PRODUÇÃO – TEATRO</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li><em>(Um) Ensaio sobre a Cegueira</em><br><br>&nbsp;</li>



<li><em>Ao Vivo [Dentro da Cabeça de Alguém]</em><br><br>&nbsp;</li>



<li><em>O Céu da Língua</em><br><br>&nbsp;</li>



<li><em>O Formigueiro</em><br><br>&nbsp;</li>



<li><em>Um Julgamento – Depois do Inimigo do Povo</em><br><br>&nbsp;</li>
</ul>



<p><strong>PRODUÇÃO – MUSICAL</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li><em>Djavan – O Musical: Vidas para Contar</em><br><br>&nbsp;</li>



<li><em>Haddad Borghi: Cantam o Teatro, Livres em Cena</em><br><br>&nbsp;</li>



<li><em>Martinho – Coração de Rei</em><br><br>&nbsp;</li>



<li><em>Sonho Encantado de Cordel – O Musical</em><br><br>&nbsp;</li>



<li><em>Torto Arado – O Musical</em></li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li></li>
</ul>
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			</item>
		<item>
		<title>36ª edição do Prêmio Shell de Teatro anuncia indicados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Dec 2025 16:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro]]></category>
		<category><![CDATA[Prêmio Shell]]></category>
		<category><![CDATA[teatro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Prêmio Shell de Teatro, uma das premiações mais tradicionais da classe teatral brasileira,&#160;divulga nesta&#160;segunda-feira, 15/12, a lista de indicados do segundo&#160;período&#160;de sua 36ª edição. Reconhecendo a excelência da criação cênica brasileira desde 1988,&#160;as indicações&#160;contemplam&#160;artistas e produções das cidades do&#160;Rio de Janeiro e de São Paulo, destacando&#160;montagens que se afirmaram pela consistência estética, inventividade e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">O Prêmio Shell de Teatro, uma das premiações mais tradicionais da classe teatral brasileira,&nbsp;divulga nesta&nbsp;segunda-feira, 15/12, a lista de indicados do segundo&nbsp;período&nbsp;de sua 36ª edição. Reconhecendo a excelência da criação cênica brasileira desde 1988,&nbsp;as indicações&nbsp;contemplam&nbsp;artistas e produções das cidades do&nbsp;Rio de Janeiro e de São Paulo, destacando&nbsp;montagens que se afirmaram pela consistência estética, inventividade e relevância cultural ao longo da temporada.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Neste segundo ciclo, a lista reúne 25 espetáculos, reconhece 40 profissionais e apresenta uma rara convergência de excelência: três espetáculos lideram as indicações, cada um com três nomeações, distribuídas entre os júris do Rio de Janeiro e de São Paulo. São eles:&nbsp;<em>O Motociclista no Globo da Morte</em>,&nbsp;<em>João</em>&nbsp;e&nbsp;<em>(Um) Ensaio Sobre a Cegueira</em>. As indicações abrangem dramaturgia, direção, atuação, figurino, música e iluminação, comprovando a amplitude técnica e estética da produção teatral recente.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">No Rio,&nbsp;<em>O Motociclista no Globo da Morte</em>&nbsp;é destaque com&nbsp;indicações&nbsp;para&nbsp;Dramaturgia (Leonardo Netto), Ator (Eduardo Moscovis) e Iluminação (Ana Luzia Molinari de Simoni). O monólogo,&nbsp;que&nbsp;investiga a&nbsp;mente de um homem à beira do colapso, se&nbsp;consolidou&nbsp;como um dos&nbsp;espetáculos&nbsp;mais comentados da temporada carioca.&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Representando São Paulo,&nbsp;<em>João</em>&nbsp;também reúne três indicações: Ator (Dudu Galvão), Atriz (Marina Mathey) e Música (Marco França). O espetáculo constrói uma narrativa sensível sobre identidade, memória e amadurecimento, combinando dramaturgia intimista e música ao vivo para acompanhar a trajetória emocional do personagem-título.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Ultrapassando as fronteiras entre Rio de Janeiro e São Paulo,&nbsp;<em>(Um) Ensaio Sobre a Cegueira</em>&nbsp;é o único espetáculo presente nas listas de indicados das duas praças. A montagem concorre no Rio de Janeiro nas categorias Atriz (Fernanda Vianna) e Música (Federico Puppi) e, em São Paulo, em Direção (Rodrigo Portella). Baseada no romance de José Saramago, a adaptação transforma a metáfora da “cegueira branca” em uma experiência cênica sensorial e contundente sobre o colapso moral e social, consolidando seu impacto em âmbito nacional.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;Chegar à 36ª edição do Prêmio Shell de Teatro é reafirmar a força e a relevância da arte brasileira. Ao longo de quase quatro décadas, o prêmio tem acompanhado a transformação dos nossos palcos, reconhecendo artistas e produções que expressam a pluralidade do país. Esta edição reflete um teatro vivo, que se reinventa, dialoga com o seu tempo e faz da diversidade o centro da criação. Para a Shell, seguir incentivando essa trajetória é renovar, a cada ano, nosso compromisso com a cultura”, afirma Glauco Paiva, gerente executivo de Comunicação e Marca da Shell Brasil.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">A categoria&nbsp;<strong>Energia que Vem da Gente</strong>&nbsp;reafirma o papel do Prêmio Shell de Teatro em reconhecer iniciativas que utilizam o teatro como prática de mobilização, democratização do acesso e transformação social. No Rio de Janeiro, o projeto&nbsp;<em>Caminhos da Cena: uma Maratona Estudantil</em>, de Carla Costa, incentiva o acesso de artistas em formação a espetáculos em diferentes territórios do estado, enquanto&nbsp;<em>Teatro a Varejo!</em>, de Fernando&nbsp;Maatz&nbsp;e da&nbsp;Anti&nbsp;Companhia, leva peças curtas e populares ao centro comercial da cidade.&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Em São Paulo, a <em>Esquadrilha Marginália</em> é reconhecida pela criação do espetáculo <em>Favela de Barro – Instáveis Moradias em Queda</em>, que restitui protagonismo a vozes historicamente silenciadas ao retratar a favela como potência cultural e política, e <em>Leda Maria Martins</em> é indicada por sua pesquisa e orientação artística, que unem produção de conhecimento e compromisso social na valorização das performances afro-diaspóricas tradicionais e contemporâneas.  </p>



<p class="has-text-align-center">Esta edição do Prêmio Shell de Teatro é marcada pela pluralidade das vozes que moldam a cena teatral brasileira, com obras indicadas que abordam vivências negras e periféricas, e com número crescente de mulheres presentes no evento. A 36ª premiação irá contar ainda com homenagem prestada à Zezé Motta, artista cuja trajetória atravessa décadas e permanece como referência de presença e potência negra nos palcos e nas telas do país.  </p>



<p class="has-text-align-center">Entre as produções indicadas&nbsp;no segundo período, espetáculos como “<em>Negra Palavra – Poesia do Samba”</em>, “<em>A Boca que Tudo Come (Do Cárcere às Ruas)”</em>&nbsp;e “<em>Favela de Barro”</em>&nbsp;reafirmam esse movimento ao abordar vivências negras e periféricas que transformam experiência social em linguagem artística. Estas obras, vindas de diferentes territórios e estéticas, revelam um teatro atento ao presente e comprometido com a escuta do país real.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">A diversidade segue forte no compromisso e legado do Prêmio Shell de Teatro. Entre os indicados desse ciclo estão 18 mulheres em funções centrais em direção, dramaturgia, atuação, figurino, iluminação e projetos socioculturais. Carolina Virgüez, vencedora em 2015, retorna na categoria de Melhor Atriz com “Veias Abertas 60 30 15”, enquanto Ana Luzia Molinari de Simoni, premiada na edição anterior, volta em Iluminação com “O Motociclista no Globo da Morte”. Ao total, a 36ª edição reúne 42 mulheres indicadas em diferentes categorias.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Confira abaixo a lista completa de indicados</strong> <strong>36º PST – RJ – 2º período</strong>:</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>DRAMATURGIA&nbsp;</strong>&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">&#8211; Leonardo Netto &#8211; O Motociclista no Globo da Morte&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">&#8211; Carolina Lavigne e Ricardo Santos &#8211; O Nome do Rato&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>DIREÇÃO&nbsp;</strong>&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">&#8211; Christiane Jatahy &#8211; Um Julgamento &#8211; Depois do Inimigo do Povo&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">&#8211; Juliana França &#8211; Cabeça de Porco &#8211; Retratos de Um Território&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>ATOR&nbsp;</strong>&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">&#8211; Eduardo Moscovis &#8211; O Motociclista no Globo da Morte&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">&#8211; Lucas Sampaio &#8211; Negra Palavra &#8211; Poesia do Samba&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>ATRIZ&nbsp;</strong>&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">&#8211; Carolina&nbsp;Virgüez&nbsp;&#8211; Veias Abertas 60 &#8211; 30 &#8211; 15&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">&#8211; Fernanda Vianna &#8211; (Um) Ensaio Sobre a Cegueira&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>CENÁRIO&nbsp;</strong>&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">&#8211; André Cortez &#8211; Djavan, o Musical: Vidas&nbsp;pra&nbsp;Contar&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">&#8211; Ricardo Rocha &#8211; Alma&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>FIGURINO&nbsp;</strong>&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">&#8211; Ananda Almeida e Raphael Elias &#8211; Negra Palavra &#8211; Poesia do Samba&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">&#8211; Almir França e Marcelo Olinto &#8211; A Construção&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>ILUMINAÇÃO&nbsp;</strong>&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">&#8211; Marina&nbsp;Arthuzzi&nbsp;&#8211; Velocidade&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">&#8211; Ana Luzia Molinari de Simoni &#8211; O Motociclista no Globo da Morte&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>MÚSICA&nbsp;</strong>&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">&#8211; Federico Puppi &#8211; pela direção musical, trilha original e paisagem sonora de “(Um) Ensaio Sobre a Cegueira”&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">&#8211; Gustavo Corsi &#8211; pela direção musical e música ao vivo de “O Sermão de Santo Antônio aos Peixes”&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>ENERGIA QUE VEM DA GENTE</strong>&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">&#8211; Carla Costa pelo projeto Caminhos da Cena: uma Maratona Estudantil, por incentivar a democratização do acesso de artistas em formação a espetáculos no Estado do Rio de Janeiro.&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">&#8211; Fernando&nbsp;Maatz&nbsp;e&nbsp;Anti&nbsp;Companhia pelo projeto Teatro a&nbsp;Varejo!,&nbsp;que apresenta peças curtas e populares no centro comercial do Rio.&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>INDICAÇÕES 36º PST – SP – 2º período</strong>&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>DRAMATURGIA&nbsp;</strong>&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">&#8211; Michelle Ferreira por &#8220;Valência = 2 Homens + 1 Cooler&#8221;&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>DIREÇÃO&nbsp;</strong>&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">&#8211; Rodrigo Portella por &#8220;(Um) Ensaio Sobre a Cegueira&#8221;&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">&#8211; Amanda Lyra por &#8220;Estratagemas Desesperados&#8221;&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>ATOR&nbsp;</strong>&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">&#8211; Gustavo Damasceno por &#8220;Outra Revolução dos Bichos&#8221;&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">&#8211; Renato&nbsp;Livera&nbsp;por &#8220;Deserto&#8221;&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">&#8211; Dudu Galvão por &#8220;João&#8221;&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>ATRIZ&nbsp;</strong>&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">&#8211; Marina Mathey por &#8220;João&#8221;&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">&#8211; Pâmela&nbsp;Côto&nbsp;por &#8220;Mamão Papai&#8221;&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>CENÁRIO&nbsp;</strong>&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">&#8211; Luiz Fernando Marques (Lubi) por &#8220;Macuco&#8221;&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">&#8211;&nbsp;Telumi&nbsp;Hellen por &#8220;A Boca que Tudo Come (Do Cárcere às Ruas)&#8221;&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>FIGURINO</strong>&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">&#8211; Chris Garrido por &#8220;A Máquina&#8221;&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">&#8211; Natasha&nbsp;Corbelino&nbsp;por &#8220;1 Peça Cansada&#8221;&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>ILUMINAÇÃO&nbsp;</strong>&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">&#8211; Wagner Antônio e Dimitri Luppi por &#8220;Filoctetes&nbsp;em Lemnos&#8221;&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">&#8211; Alessandro&nbsp;Boschini&nbsp;por &#8220;Deserto&#8221;&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>MÚSICA&nbsp;</strong>&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">&#8211; Quarteto À Deriva e Paula&nbsp;Mirhan&nbsp;pela criação e execução musical de &#8220;Sinfonia Capital &#8211; em Tempos de Segunda Mão&#8221;&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">&#8211; Marco França pela direção musical de &#8220;João&#8221;&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>ENERGIA QUE VEM DA GENTE &#8211; SP</strong>&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">&#8211; Esquadrilha&nbsp;&nbsp;Marginália&nbsp;pela criação do espetáculo “Favela de Barro – Instáveis Moradias em Queda”, que dá protagonismo e restitui a dignidade de vozes historicamente silenciadas ao retratar a favela como potência cultural e política.&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">&#8211; Leda Maria Martins por sua pesquisa, influência e orientação artística, que unem produção de conhecimento e compromisso social na valorização das performances afro-diaspóricas tradicionais e contemporâneas.&nbsp;  </p>
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		<title>Teatro Carlos Gomes recebe mais uma edição do  Fórum ITI Brasil de teatro</title>
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		<pubDate>Mon, 24 Nov 2025 11:09:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os dias 24 e 25 de novembro vão agitar o Teatro Carlos Gomes, no Centro do Rio, com mais uma edição do Fórum ITI Brasil de teatro do Instituto Internacional de Teatro (ITI), com a apresentação de diversas peças de artistas e produtores das cidades do Rio de Janeiro, Niterói, São Gonçalo e outros municípios da Baixada Fluminense.  A [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Os dias 24 e 25 de novembro vão agitar o Teatro Carlos Gomes, no Centro do Rio, com mais uma edição do Fórum ITI Brasil de teatro do Instituto Internacional de Teatro (ITI)<strong>,</strong> com a apresentação de diversas peças de artistas e produtores das cidades do Rio de Janeiro, Niterói, São Gonçalo e outros municípios da Baixada Fluminense. </p>



<p class="has-text-align-center">A programação começa às 19 horas, com a abertura oficial, e também com a apresentação e entrega do Prêmio Desafio Caminhos da Cena: Uma Maratona Estudantil, idealizado por Carla Costa, que vai premiar nove estudantes de teatro que dedicaram o ano de 2025 a assistir espetáculos teatrais, com a distribuição de mais de R$5 mil em prêmios para os primeiros colocados em cada categoria. </p>



<p class="has-text-align-center">Na abertura, dia 24, serão realizadas apresentações teatrais das peças Poesia do Samba, do Complexo Negra Palavra; Jão Queixote &#8211; A Semente, do Grupo Nós Destinos de Teatro; Teresas, da Trupe  Silvas de Teatro; Feio, da Dobra Teatro; Aniversário Guanabara, da Renca Coletivo de Teatro; e A Farra do Boi Bumbá, dos Ciclomáticos. Além da participação e falas de figuras como Tarcísio Motta (Deputado Federal), Maria Marighella (FUNARTE), Lucas Padilha (SMC Rio) e Danielle Barros (SECEC Rio).</p>



<p class="has-text-align-center">Já no dia 25 de novembro, a Sala Guarani do Teatro Municipal recebe uma sequência de rodas de conversas e apresentações artísticas com temas variados e mediadores que são voltados para cada assunto discutido nas mesas, como o deputado federal Tarcísio Motta; Aline Vila Real, da Funarte; Julia Pacheco, secretária de Cultura de Niterói; e Márcia Dias, representando a Associação dos Produtores de Teatro do Rio de Janeiro (APTR). </p>



<p class="has-text-align-center">Para Jeff Fagundes, presidente do&nbsp;<strong>Centro Brasil do International Theatre Institute</strong>, o evento é mais uma prova de que o Brasil está na direção certa para se consolidar como um polo mundial das artes cênicas, com grupos e companhias de renome internacional, refletindo o poder da cultura nacional.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center"><em>&#8220;O Brasil é produtor natural de teatralidade e o Rio de Janeiro é um território extremamente cultural. Nós, enquanto sociedade, precisamos fomentar a produção cultural e discussões acerca do tema, para elevar, ainda mais, o nome do Brasil no cenário teatral global. Posso afirmar que serão dois dias de encontros e trocas com uma programação imperdível&#8221;, pontua Fagundes.&nbsp;</em></p>



<p class="has-text-align-center">O Instituto Ato, um dos apoiadores do Fórum, também estará no evento, representado pela sua diretora, Leila Maria Moreno, que também discursará na abertura do encontro. Ela reforça que a instituição valoriza e difunde as artes cênicas fluminenses.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;Firmamos a parceria com o Instituto Internacional de Teatro (ITI) para que essa colaboração fortaleça a integração da cena brasileira à rede internacional e inspire novos diálogos entre territórios e artistas. Com orgulho, o Instituto ATO realiza junto ao Fórum ITI Brasil, presidido por Jeff Fagundes, no Rio de Janeiro, encontros que promovem representatividade, intercâmbio e formação. Estamos entusiasmados e felizes com a realização desse projeto&#8221;, afirma a diretora do Instituto Ato.</p>



<p><strong>Serviços<br>Fórum ITI Brasil de teatro do Instituto Internacional de Teatro (ITI) </strong><br>24 e 25 de novembro, a partir das 19 horas<br>Teatro Municipal Carlos Gomes &#8211; Praça Tiradentes, s/n, centro &#8211; Rio de Janeiro<br>Entrada Gratuita</p>



<p></p>
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		<title>Teatro Opus Città tem programação para todos os gostos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Sep 2025 12:41:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O  Teatro Opus Città, nova casa de espetáculos da Barra da Tijuca, que segue em formato soft opening com uma programação diversa, reunindo ilusionismo, samba, rock e humor. Entre os dias 11 e 27, o espaço recebe nomes que transitam do samba ao stand-up, passando por ícones da MPB e releituras cheias de energia. Henry [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">O  Teatro Opus Città, nova casa de espetáculos da Barra da Tijuca, que segue em formato soft opening com uma programação diversa, reunindo ilusionismo, samba, rock e humor. Entre os dias 11 e 27, o espaço recebe nomes que transitam do samba ao stand-up, passando por ícones da MPB e releituras cheias de energia. </p>



<p class="has-text-align-center">Henry &amp; Klauss embarcam para o Rio de Janeiro na época mais divertida do ano, o dia das crianças. Apresentado pelo Ministério da Cultura, serão dois dias de espetáculos que acontecerão no Teatro Opus Città nos dias 11 e 12 de outubro. Além dos novos números, &#8220;Ilusion Show&#8221; vem repaginado! Com uma trilha autoral inédita para o público, Henry e Klauss prometem transportar a plateia para um mundo de mistério, ilusão e pura emoção. </p>



<p class="has-text-align-center">No dia 24, o pianista Gláucio Cristelo apresenta o espetáculo Piano Rock – Família Cristelo. Piano Rock é um projeto exclusivo de Gláucio que é reconhecido por bandas como Coldplay, Oasis, Journey e Duran Duran, e famoso por seus shows eletrizantes em diversos teatros e nas últimas nove edições da área VIP do Rock in Rio. A marca Piano Rock está em crescente e Gláucio Cristelo vem vivendo momentos de grande destaque em sua carreira.</p>



<p class="has-text-align-center">Nesta versão de Piano Rock Família Cristelo, Gláucio vem com sua lindíssima e talentosa família em um show de arrepiar, envolvendo tudo que já conhecemos de instrumental do piano que Gláucio comanda junto com as belíssimas vozes e técnicas instrumentais de sua esposa e filho.</p>



<p class="has-text-align-center">A celebração continua em 25 de outubro com os 80 anos dos Demônios da Garoa, grupo que marcou a história da música brasileira. O show combina clássicos eternos do samba com novas composições e um palco modernizado por painéis de LED, em uma noite que homenageia a tradição sem abrir mão da inovação</p>



<p class="has-text-align-center">Encerrando o mês, no dia 27, é a vez do humor tomar conta da casa com o Cabral Show, versão ao vivo do sucesso televisivo <em>A Culpa é do Cabral</em>. No palco, Fabiano Cambota, Nando Viana, Rodrigo Marques e Thiago Ventura comandam uma avalanche de piadas e sotaques, em um espetáculo dinâmico e divertido que já se tornou um fenômeno pelo país.</p>



<p>Serviço: Local: Avenida das Américas, 700 &#8211; Barra da Tijuca / <a href="http://teatroopuscitta.com.br/">Bilheteria</a> ou de segunda a sexta-feira, das 12h30 às 18h30</p>
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