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	<title>Arquivos Ainda Estou Aqui - Rota Cult</title>
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	<description>Aqui você encontra dicas culturais na cidade do Rio de Janeiro!</description>
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	<title>Arquivos Ainda Estou Aqui - Rota Cult</title>
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		<title>Oscar 2025: Saiba tudo sobre a maior premiação da industria</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Carbone]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Mar 2025 05:05:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[Ainda Estou Aqui]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Oscar 2025]]></category>
		<category><![CDATA[Walter Salles]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma pergunta será feita no futuro: onde você estava na madrugada do dia 3 de março de 2025? Como o Carnaval é uma data volante, a maior festa popular do mundo será marcada como o palco coadjuvante de um evento possivelmente maior que ela, porque raro. Porque único. O Brasil acaba de conquistar seu primeiro [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Uma pergunta será feita no futuro: onde você estava na madrugada do dia 3 de março de 2025? Como o Carnaval é uma data volante, a maior festa popular do mundo será marcada como o palco coadjuvante de um evento possivelmente maior que ela, porque raro. Porque único. O Brasil acaba de conquistar seu primeiro Oscar na História, com&nbsp;<em>Ainda Estou Aqui&nbsp;</em>conquistando a concorrida&nbsp;categoria &#8216;melhor filme internacional&#8217;. Outras coisas ficaram em segundo plano para nós, brasileiros, como a maciça vitória de&nbsp;<em>Anora&nbsp;</em>com V maiúsculo, porque nós estamos nesse momento no centro da Terra. E porquê?</p>



<p class="has-text-align-center">Há duas semanas, fomos anunciados como o país homenageado do ano no mercado internacional de Cannes, um dos mais prestigiados mercados de cinema no mundo. Nesse mesmo dia, Gabriel Mascaro e seu <em>O Último Azul </em>saíram do último Festival de Berlim com o Urso de Prata, o Grande Prêmio do Júri &#8211; uma espécie de segundo lugar da competição. E hoje, o Oscar de filme internacional, que tinha nos escapado anteriormente com <em>O Pagador de Promessas</em>, <em>O Quatrilho</em>, <em>O Que é Isso, Companheiro? </em>e <em>Central do Brasil</em>, finalmente chegou. E chegou grandão, em uma disputa cabeça a cabeça com <em>Emilia Pérez</em>, o filme com o maior número de indicações do ano, e que só não saiu com a pecha de grande decepção da noite porque <a href="https://rotacult.com.br/2025/02/a-complete-unknown-compoe-um-verso-corajoso-da-balada-da-vida-de-bob-dylan/"><em>Um Completo Desconhecido </em>saiu zerado. </a></p>



<p class="has-text-align-center">É difícil não ser ufanista quando vemos Walter Salles, o diretor do filme, ser ovacionado no caminho ao palco, no abraço dele em Fernanda Torres, que será eternamente uma&nbsp;&#8216;Indicada ao Oscar de Melhor Atriz&#8217; com muito orgulho. É difícil não acreditar que somos imensos quando chegamos no que é considerada a maior vitrine de visibilidade do cinema. Não que fôssemos menores antes disso, ou sem isso; nunca. O Brasil vive há alguns anos uma primavera sem hora para acabar quando falamos do nosso cinema; somos mencionados e premiados em Berlim, Cannes, Veneza, Locarno, estamos nos maiores festivais de cinema do planeta, sempre em posição de destaque. O Oscar parece até atrasado em uma festa que já acontece com frequência há pelo menos uma década.&nbsp;</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignright size-large is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="768" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/01/ainda-estou-aqui-fernanda-torres-1024x768.webp" alt="Fernanda Torres" class="wp-image-184960" style="width:362px;height:auto" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/01/ainda-estou-aqui-fernanda-torres-1024x768.webp 1024w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/01/ainda-estou-aqui-fernanda-torres-300x225.webp 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/01/ainda-estou-aqui-fernanda-torres-768x576.webp 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/01/ainda-estou-aqui-fernanda-torres-560x420.webp 560w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/01/ainda-estou-aqui-fernanda-torres-80x60.webp 80w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/01/ainda-estou-aqui-fernanda-torres-150x113.webp 150w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/01/ainda-estou-aqui-fernanda-torres-696x522.webp 696w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/01/ainda-estou-aqui-fernanda-torres-1068x801.webp 1068w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/01/ainda-estou-aqui-fernanda-torres-265x198.webp 265w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/01/ainda-estou-aqui-fernanda-torres.webp 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
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<p class="has-text-align-center"><em>Ainda Estou Aqui&nbsp;</em>é um filme que já levou 5,3 milhões de espectadores aos cinemas no Brasil, é um sucesso de bilheteria em todos os países onde foi lançado, e o nosso futuro parece assegurado, com ou sem Oscar. Ele chega apenas para confirmar respostas que já recebemos há alguns anos, e para reforçar a alguns grupos da qualidade óbvia que é reconhecida pelo topo de uma pirâmide do mercado. Esse impacto da vitória pode carregar não apenas o público ao cinema de uma maneira mais constante, como também transformar a mentalidade de quem ainda precisa de aprovação exterior quanto a um produto de sabida excelência.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">O resto da noite foi marcada por duas mensagens fortes. Uma foi a derrocada do candidato francês já citado,&nbsp;<em>Emilia Pérez</em>. Um plano arriscado da Netflix norte-americana, o filme surgiu como o principal candidato da corrida 2025, com números de indicações expressivos em todas as premiações. O Globo de Ouro foi o único que apoiou sua candidatura de maneira ostensiva, ganhando a categoria principal. Desde então, o filme perdeu tração graças a uma série de erros de programação coletiva, desde as declarações infelizes descobertas em redes sociais feitas pela sua protagonista, até a postura arrogante e defensiva de seu diretor. Isso tudo levou ao questionamento das qualidades intrínsecas do filme, revelando o trabalho de retaguarda do streaming, que estava assegurando um filme superior ao visto.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">A outra mensagem vem do âmago do resultado, onde um imenso campeão de bilheteria (<em>Oppenheimer</em>) é substituído pelo candidato mais primordialmente &#8216;indie&#8217; da temporada.&nbsp;<em>Anora&nbsp;</em>é o terceiro vencedor da Palma de Ouro a ganhar o Oscar de melhor filme &#8211; os anteriores são&nbsp;<em>Marty&nbsp;</em>e&nbsp;<em>Parasita</em>&nbsp;&#8211; e essa vitória esmagadora para que se cale a boca de detratores, que existem em número enorme e agora só terão ainda mais voz. O filme de Sean Baker é acusado de não ser digno das vitórias em solo francês ou dessa mesma consagração, diminuindo o poder crítico de uma comédia e tirando de Baker o valor discursivo que ele sempre teve, o de conversar com o cinema político de maneira moderna sem abrir mão do cinema de gênero.&nbsp;</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignleft size-large is-resized"><img decoding="async" width="1024" height="427" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Anora-1024x427.webp" alt="Anora" class="wp-image-185073" style="width:439px;height:auto" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Anora-1024x427.webp 1024w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Anora-300x125.webp 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Anora-768x320.webp 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Anora-1008x420.webp 1008w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Anora-150x63.webp 150w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Anora-696x290.webp 696w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Anora-1068x445.webp 1068w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Anora.webp 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
</div>


<p class="has-text-align-center">O filme entra para uma seara recorde. Sean Baker, que estava indicado a quatro Oscars (lugares onde já estiveram Warren Beatty e Alfonso Cuarón, por exemplo), levou os quatro prêmios, tornando-se o primeiro nesse lugar; Walt Disney tinha feito isso em 1954, mas foi por filmes diferentes. Durantes as últimas semanas, muito foi dito (por mim inclusive) a respeito da derrota que ele sofreria em alguma dessas, porque não se acreditava que esse recorde pudesse ser batido, e o lugar mais lembrado para essa derrota seria a categoria de montagem, onde ele dividia favoritismo com <em>Conclave</em>, que saiu com &#8216;apenas&#8217; melhor roteiro adaptado da noite. </p>



<p class="has-text-align-center">Baker mais uma vez apresentou um discurso memorável a respeito da importância da ida aos cinemas, e em como as telas grandes ainda são responsáveis pela viabilidade de projetos como&nbsp;<em>Anora</em>, o mais barato dos indicados ao prêmio máximo deste ano. Ele já tinha feito o mesmo na noite de entrega do Independent Spirit, que também consagrou seu filme, e representou um retorno da Academia aos filmes verdadeiramente pequenos, como no ano onde&nbsp;<em>Nomadland</em>&nbsp;venceu nas duas noites. Essa é a base de um discurso consciente de uma classe onde Baker é um representante consistentemente político, onde a falência do sonho americano fala alto, e aqui cria uma parábola a respeito do lugar de onde tal sonho é repetidamente derrotado. Suas falas pedindo a volta do público a esse tipo de filme, adulto e sem concessões, e o eventual aceno de Hollywood para esse lugar, é uma forma de reconhecer a excelência do que é feito sem o espaço que a indústria dá para os Chistopher&nbsp;Nolan da vida.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">O quinto Oscar de&nbsp;<em>Anora</em>&nbsp;foi um que trouxe uma certa tristeza para nós e pelo menos outra candidata mais obviamente. Mikey Madison, que vive a personagem título, tem apenas 25 anos e uma curiosidade no currículo: ela nasceu quatro dias após Gwyneth Paltrow vencer o Oscar de melhor atriz em cima de Fernanda Montenegro, por&nbsp;<em>Central do Brasil</em>. Ela derrota a filha de Fernandona esse ano, e também Demi Moore, que parecia ter construído uma narrativa irresistível demais para deixar passar. No fim das contas, falou mais alto o preconceito com o &#8216;body horror&#8217;, que parecia ter ficado nas sombras das 5 indicações que&nbsp;<em>A Substância&nbsp;</em>tinha conseguido, quatro delas em categorias nobres, todas derrotadas. Além disso, saiu vitoriosa também a denúncia que o filme apresenta, sobre o eterno etarismo em Hollywood, que Moore vinha denunciando desde seu primeiro discurso. Hollywood simplesmente fala que a estrela de&nbsp;<em>Ghost&nbsp;</em>e seu belo filme estão certos sim, e que o etarismo deve ser aplaudido. Com todo o respeito ao grande desempenho de Madison, sua premiação explicita o óbvio: uma jovem com apenas sete longas no currículo e já premiada, vence uma estrela com uma filmografia que se estende por 40 anos com diversos sucessos de bilheteria no currículo. A denúncia se mostra precisa.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Já <em><a href="https://rotacult.com.br/2025/02/o-brutalista-brady-corbet-faz-obra-genial-e-desconcertante/">O Brutalista</a></em>, filme que parece ter sido moldado para os maiores lugares do podium, teve sua narrativa &#8220;reduzida&#8221; a três vitórias, fotografia, trilha sonora e ator, para o celebrado Adrien Brody. Maior discurso da noite, o ator agora tem uma marca pessoal excepcional: duas indicações ao Oscar, que geraram duas vitórias. A anterior o marcou como o mais jovem vencedor da categoria, em <em>O Pianista</em>. Esse ano, seu rival Timothée Chalamet poderia ter batido seu recorde se vencesse por <em>Um Completo Desconhecido</em>, mas a biografia de Bob Dylan dirigida por James Mangold, que teve uma saída excepcional e que se mostrou um belo campeão de bilheteria, teve resultado decepcionante como um todo &#8211; seu único prêmio em toda a temporada televisionada foi o SAG de melhor ator para Chalamet. </p>



<p class="has-text-align-center"><em><a href="https://rotacult.com.br/2024/11/wicked-musical-da-broadway-ganha-versao-fabulosa-nos-cinemas/">Wicked </a></em>e <em>Duna &#8211; Parte 2 </em>se estabeleceram como os grandes feitos técnicos da temporada, ganhando dois Oscars de suas respectivas áreas (o primeiro <em>Duna </em>inclusive já tinha sido premiado nas mesmas categorias que agora, melhor som e melhor efeitos visuais). Já <em>Emilia Pérez </em>também ficou com os dois únicos Oscars que pareciam salvos do naufrágio, melhor canção e melhor atriz coadjuvante; Zoe Saldaña, transformada em porta voz oficial da produção, teve seus esforços reconhecidos, e <em>&#8216;</em>El Mal&#8217; conseguiu fazer com que Jacques Audiard saísse da festa com ao menos uma das quatro indicações que tinha conseguido. </p>



<p class="has-text-align-center">Uma curiosidade: os três curtas-metragens premiados foram dirigidos por mulheres, e mesmo o documentário em longa, o impressionante&nbsp;<em>Sem Chão</em>, tem uma mulher entre seu quarteto de diretores. É uma representatividade importante, em um ano onde tivemos o primeiro homem negro vencedor do Oscar de figurino, Paul Tazewell, aplaudido de pé, por&nbsp;<em>Wicked</em>.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">É um dia onde devemos dormir de alma lavada e com a consciência de que o dever foi cumprido com maestria.&nbsp;<em>Ainda Estou Aqui&nbsp;</em>ganhou um Oscar de melhor filme, e isso representa as duas outras indicações a que fomos indicados. É um prêmio que Fernanda Torres recebe, mas também Selton Mello, sua mãe anteriormente indicada e também no elenco aqui, os produtores Rodrigo Teixeira e Maria Carlota Bruno, o público que continua conferindo o filme nas telonas e aumentando o número de espectadores, e o país como um todo, que agora também é o país do Cinema. Mas me diz&#8230; onde você estava essa madrugada, dia 3 de março? Guarde essa informação, nos próximos anos você repetirá essa resposta muitas vezes.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Confira os vencedores  do OSCAR: </p>



<p class="has-text-align-center">MELHOR FILME INTERNACIONAL:&nbsp;<em>Ainda Estou Aqui</em>&nbsp;(Brasil)</p>



<p class="has-text-align-center">MELHOR FILME:&nbsp;<em>Anora</em></p>



<p class="has-text-align-center">MELHOR DIREÇÃO: Sean Baker, por&nbsp;<em>Anora</em></p>



<p class="has-text-align-center">MELHOR ATRIZ: Mikey Madison, por<em>&nbsp;Anora</em></p>



<p class="has-text-align-center">MELHOR ATOR: Adrien Brody, por&nbsp;<em>O Brutalista&nbsp;</em></p>



<p class="has-text-align-center">MELHOR ATRIZ COADJUVANTE: Zoe Saldaña, por&nbsp;<em>Emilia Pérez</em></p>



<p class="has-text-align-center">MELHOR ATOR COADJUVANTE: Kieran Culkin, por&nbsp;<em>A Verdadeira Dor&nbsp;</em></p>



<p class="has-text-align-center">MELHOR ANIMAÇÃO:&nbsp;<em>Flow</em></p>



<p class="has-text-align-center">MELHOR ROTEIRO ADAPTADO: Peter Straughan, por&nbsp;<em>Conclave</em></p>



<p class="has-text-align-center">MELHOR ROTEIRO ORIGINAL: Sean Baker, por&nbsp;<em>Anora</em></p>



<p class="has-text-align-center">MELHOR MONTAGEM: Sean Baker, por&nbsp;<em>Anora</em></p>



<p class="has-text-align-center">MELHOR FOTOGRAFIA: Lol Crawley, por&nbsp;<em>O Brutalista&nbsp;</em></p>



<p class="has-text-align-center">MELHOR TRILHA SONORA: Daniel Blumberg, por&nbsp;<em>O Brutalista</em></p>



<p class="has-text-align-center">MELHOR DIREÇÃO DE ARTE:&nbsp;<em>Wicked</em></p>



<p class="has-text-align-center">MELHOR FIGURINO:&nbsp;<em>Wicked&nbsp;</em></p>



<p class="has-text-align-center">MELHOR SOM:&nbsp;<em>Duna &#8211; Parte 2</em></p>



<p class="has-text-align-center">MELHOR EFEITOS VISUAIS:&nbsp;<em>Duna &#8211; Parte 2</em></p>



<p class="has-text-align-center">MELHOR MAQUIAGEM:<em>&nbsp;A Substância&nbsp;</em></p>



<p class="has-text-align-center">MELHOR CANÇÃO: &#8216;El Mal&#8217;, de&nbsp;<em>Emilia Pérez</em></p>



<p class="has-text-align-center">MELHOR DOCUMENTÁRIO:&nbsp;<em>Sem Chão&nbsp;</em></p>



<p class="has-text-align-center">MELHOR CURTA &#8211; DOCUMENTÁRIO:&nbsp;<em>A Única Mulher na Orquestra</em></p>



<p class="has-text-align-center">MELHOR CURTA &#8211; ANIMAÇÃO:&nbsp;<em>In the Shadow of the Cypress</em></p>



<p class="has-text-align-center">MELHOR CURTA &#8211; FICÇÃO:&nbsp;<em>I&#8217;m Not a Robot</em></p>
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		<title>Oscar 2025: Ainda Estou Aqui faz história com 3 indicações</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Carbone]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jan 2025 16:03:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[Ainda Estou Aqui]]></category>
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		<category><![CDATA[Fernanda Torres]]></category>
		<category><![CDATA[Oscar]]></category>
		<category><![CDATA[Oscar 2025]]></category>
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<p class="has-text-align-center">Digam o que quiserem, hoje seria um dia histórico, tinha esse sentimento no ar. O que não nos passava pela cabeça era o tamanho da historicidade. Com perdão a&nbsp;<em>O Beijo da Mulher Aranha</em>, você não é falado em português &#8211;&nbsp;<em>Ainda Estou Aqui&nbsp;</em>sim, é o primeiro filme brasileiro indicado ao Oscar na categoria principal na História. Na esteira desse momento crucial, tudo parece&#8230; &#8220;menor&#8221;, e não é. Estamos, de novo, indicados nas categorias de melhor filme internacional e melhor atriz, como em 1999, com&nbsp;<em>Central do Brasil</em>. Sim, Fernanda Torres e sua mãe, Fernanda Montenegro, são as únicas atrizes brasileiras a conseguirem tal feito, que as coloca simplesmente ao lado de Judy Garland e Liza Minelli, como as únicas mãe e filha a conseguirem tal feito em 97 anos.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Ao largo do que conseguiu a campanha extraordinária da Sony Pictures Classics para&nbsp;<em>Ainda Estou Aqui</em>, que nos dá esse marco merecido para um filme que, até agora, já fez mais de 3,5 milhões de espectadores no Brasil, nossa pedra no sapato não é qualquer pedra;&nbsp;<em>Emilia&nbsp;Pérez&nbsp;</em>é o filme com o maior número de menções do ano, e também se torna o maior filme internacional de todos os tempos ao conseguir o recorde de 13 indicações para um filme não-falado em inglês. Seremos o pequeno Davi lidando com esse poderoso Golias, querendo mais uma vez tentar fazer a fábula ganhar vida.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Na esteira do fenômeno francês, outro musical está na segunda posição &#8211;&nbsp;<em>Wicked&nbsp;</em>conseguiu 10 indicações, ao lado de&nbsp;<em>O Brutalista</em>. Após as vitórias no Globo de Ouro em suas respectivas categorias, imagina-se que os longas de Jacques Audiard e de Brady Corbet estejam na primeira fileira de favoritos na categoria principal. Mas em uma das corridas mais surpreendentes e emocionantes dos últimos anos, não podemos contar que&nbsp;<em>Conclave&nbsp;</em>(e suas 8 indicações) e&nbsp;<em>Anora&nbsp;&nbsp;</em>(com tradicionais 6 dedicadas a títulos &#8216;grandes&#8217; do cinema indie) estejam fora do radar. Como já dito, não se trata de uma corrida comum, com caminhos tradicionais de outros anos.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Trata-se de um momento delicado para tratar de favoritismos e manter os olhos fechados para a força dos acontecimentos. As indicações de&nbsp;<em>Ainda Estou Aqui&nbsp;</em>são a prova de que essa corrida será como uma montanha russa, e tais definidores de surpresas vindouras ainda começam a se desenhar. O escândalo do IA nas feituras de&nbsp;<em>O Brutalista&nbsp;</em>e&nbsp;<em>Emilia&nbsp;Pérez</em>, por exemplo, só foi conhecido após o fim do período de votação das indicações; como isso irá repercutir no quadro de vitórias?&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Outros fenômenos de menores expressão foram notados hoje, como a confirmação da ascensão de&nbsp;<em>Um Completo Desconhecido</em>, filme lançado há menos de um mês nos cinemas e que no início da corrida parecia &#8220;apenas&#8221; o filme que tentaria dar o Oscar de melhor ator a Timothee Chalamet. Hoje, tivemos 8 indicações para o título, incluindo duas menos óbvias, a de direção para James Mangold e a de atriz coadjuvante para Monica&nbsp;Barbaro. Quando olhamos para o quadro de indicados, inclusive, parece ter tido algum freio interno para a produção, que poderia alcançar feitos ainda maiores se tivesse conseguido performar melhor em categorias outras como as de fotografia e direção de arte.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Outro dado interessante é observar como esse ano parece conter um ar de renovação como há muito não era visto dentro da Academia. Entre as categorias de interpretação, há um recorde de estreias. Se em melhor ator, apenas Sebastian Stan (por&nbsp;<em>O Aprendiz</em>) é novato, nas outras três apenas um integrante de cada já tinha sido indicado anteriormente. Ou seja, temos treze indicados pela primeira vez, mostrando uma Academia disposta a mover suas fichas para vozes não ouvidas anteriormente. Entre os diretores, o espanto é ainda maior: desde 1998 (o ano da consagração de&nbsp;<em>Titanic</em>), não tínhamos um grupo inteiro de estreantes no topo.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">E a História não parou de ser feita, já que&nbsp;<em>Emilia Pérez&nbsp;</em>também conseguiu indicar sua personagem-título, vivida por Karla Sofia Gascón, em melhor atriz, marcando a primeira indicação de uma atriz trans em seu quadro; lembrando que Elliot Page ainda não tinha realizado sua transição quando foi indicado por&nbsp;<em>Juno</em>. Esse também é um momento para que toda a ala &#8216;queer&#8217; esteja em comemoração, por conhecer a idade média dos votantes da Academia e entender o passo importante que foi dado aqui, de mobilização por um olhar inclusivo em toda sua diversidade.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Daqui até o dia 2 de março muita coisa ainda irá mudar. Como disse acima, não se trata de uma corrida igual a todas as outras, estamos diante de um barco que irá velejar para lugares muito inexplorados ainda. As vitórias de todos no Globo de Ouro precisam ser repetidas em outras premiações para que tais favoritismos, se é que existem de alguma ordem, sejam reafirmados. Não podemos deixar de colocar, por exemplo, que &#8220;número máximo de indicações&#8221; não significa favoritismo isolado. Vide os&nbsp;casos de&nbsp;<em>Coringa</em>, em seu ano, que saiu com apenas 2 Oscars da festa, ou&nbsp;<em>Mank&nbsp;</em>em 2021 (iguais 2 estatuetas),&nbsp;<em>Ataque dos Cães&nbsp;</em>(apenas 1) e tantos outros anos. Quando era pequeno fui surpreendido com essa análise pela primeira vez, quando vi o &#8220;favorito&#8221;&nbsp;<em>Bugsy&nbsp;</em>com suas 10 indicações, perder as principais estátuas da noite para o hoje imenso&nbsp;<em>O Silêncio dos Inocentes</em>.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Estamos diante de um favorito em&nbsp;<em>Emilia Pérez</em>? Sem dúvida. Mas não podemos esquecer que essa é uma produção Netflix, que consegue tradicionalmente uma quantidade imensa de indicações para seu principal nomeado &#8211; vide dois dos citados acima. O filme de Jacques Audiard terá de enfrentar as resistências a sua trama, às suas polêmicas, ao seu gênero cinematográfico (o musical é um dos recortes, hoje, que mais provocam divisão entre o público), à sua protagonista que diariamente mete os pés pelas mãos com declarações arriscadas, à arrogância que a própria Netflix apresenta, e a um ano, como repetido muitas vezes, inesperado e imprevisível. Hoje, ele tem um alvo nas costas, e é nesse momento que os filmes precisam fazer absolutamente todos os lances certos para não desequilibrar.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">E, nossos colegas franceses têm também eles um pequenino problema surgido hoje: uma produção modesta, emocionante, que arrasta multidões aos cinemas e tem caráter muito mais aglutinador, de campanha crescente e coração imenso, que hoje foi ousado o suficiente para peitar o favorito. Acima de tudo, ainda estamos aqui, na briga, na garra, esperando o próximo capítulo de um livro que está longe de ter se encerrado.&nbsp;</p>



<p>Confira os indicados do Oscar 2025:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Indicados ao Oscar de Melhor Filme</strong></li>



<li>&#8220;Ainda estou aqui&#8221;</li>



<li>&#8220;Anora&#8221;</li>



<li>&#8220;O brutalista&#8221;</li>



<li>&#8220;Um completo desconhecido&#8221;</li>



<li>&#8220;Conclave&#8221;</li>



<li>&#8220;Duna: Parte 2&#8221;</li>



<li>&#8220;Emilia Pérez&#8221;</li>



<li>&#8220;Nickel boys&#8221;</li>



<li>&#8220;A substância&#8221;</li>



<li>&#8220;Wicked&#8221;</li>



<li><strong>Indicadas ao Oscar de Melhor Atriz</strong></li>



<li>Fernanda Torres (&#8220;Ainda estou aqui&#8221;)</li>



<li>Mikey Madison (&#8220;Anora&#8221;)</li>



<li>Demi Moore (&#8220;A substância&#8221;)</li>



<li>Karla Sofía Gascón (&#8220;Emilia Pérez&#8221;)</li>



<li>Cynthia Erivo (&#8220;Wicked&#8221;)</li>



<li><strong>Indicados ao Oscar de Filme Internacional</strong></li>



<li>&#8220;Ainda estou aqui&#8221; (Brasil)</li>



<li>&#8220;Emilia Pérez&#8221; (França)</li>



<li>&#8220;Flow&#8221; (Letônia)</li>



<li>&#8220;A Garota da Agulha&#8221; (Dinamarca)</li>



<li>&#8220;A Semente do Fruto Sagrado&#8221; (Alemanha)</li>



<li><strong>Ator coadjuvante</strong></li>



<li>Yura Borisov &#8211; &#8216;Anora&#8217;</li>



<li>Kieran Culkin &#8211; &#8216;A verdadeira dor&#8217;</li>



<li>Edward Norton &#8211; &#8216;Um completo desconhecido&#8217;</li>



<li>Guy Pierce &#8211; &#8216;O brutalista&#8217;</li>



<li>Jeremy Strong &#8211; &#8216;O aprendiz&#8217;</li>



<li><strong>Figurino</strong></li>



<li>&#8216;Um completo desconhecido&#8217;</li>



<li>&#8216;Conclave&#8217;</li>



<li>&#8216;Gladiador 2&#8217;</li>



<li>&#8216;Nosferatu&#8217;</li>



<li>&#8216;Wicked&#8217;</li>



<li><strong>Maquiagem e cabelo</strong></li>



<li>&#8216;Um homem diferente&#8217;</li>



<li>&#8216;Emilia Pérez&#8217;</li>



<li>&#8216;Nosferatu&#8217;</li>



<li>&#8216;A substância&#8217;</li>



<li>&#8216;Wicked&#8217;</li>



<li>Trilha sonora</li>



<li>&#8216;O brutalista&#8217;</li>



<li>&#8216;Conclave&#8217;</li>



<li>&#8216;Emilia Pérez&#8217;</li>



<li>&#8216;Wicked&#8217;</li>



<li>&#8216;O robô selvagem&#8217;</li>



<li><strong>Curta-metragem com atores</strong></li>



<li>&#8216;A lien&#8217;</li>



<li>&#8216;Anuja&#8217;</li>



<li>&#8216;I&#8217;m not a robot&#8217;</li>



<li>The last ranger&#8217;</li>



<li>&#8216;The man who could not remain silent&#8217;</li>



<li><strong>Curta-metragem animado</strong></li>



<li>&#8216;Beautiful men&#8217;</li>



<li>&#8216;In the shadow of cypress&#8217;</li>



<li>&#8216;Magic candies&#8217;</li>



<li>&#8216;Wander to wonder&#8217;</li>



<li>&#8216;Yuck!&#8217;</li>



<li><strong>Roteiro adaptado</strong></li>



<li>&#8216;Um completo desconhecido&#8217;</li>



<li>&#8216;Conclave&#8217;</li>



<li>&#8216;Emilia Pérez&#8217;</li>



<li>&#8216;Nickel boys&#8217;</li>



<li>&#8216;Sing sing&#8217;</li>



<li><strong>Roteiro original</strong></li>



<li>&#8216;Anora&#8217;</li>



<li>&#8216;O brutalista&#8217;</li>



<li>&#8216;A verdadeira dor&#8217;</li>



<li>&#8216;Setembro 5&#8217;</li>



<li>&#8216;A substância&#8217;</li>



<li><strong>Atriz coadjuvante</strong></li>



<li>Monica Barbaro &#8211; &#8216;Um completo desconhecido&#8217;</li>



<li>Ariana Grande &#8211; &#8216;Wicked&#8217;</li>



<li>Felicity Jones &#8211; &#8216;O brutalista&#8217;</li>



<li>Isabella Rossellini &#8211; &#8216;Conclave&#8217;</li>



<li>Zoe Saldaña &#8211; &#8216;Emilia Pérez&#8217;</li>



<li><strong>Canção original</strong></li>



<li>&#8216;El Mal&#8217; &#8211; &#8216;Emilia Pérez&#8217;</li>



<li>&#8216;The journey&#8217; &#8211; &#8216;The six triple eight&#8217;</li>



<li>&#8216;Like a bird&#8217; &#8211; &#8216;Sing sing&#8217;</li>



<li>&#8216;Mi camino&#8217; &#8211; &#8216;Emilia Pérez&#8217;</li>



<li>&#8216;Never too late&#8217; &#8211; &#8216;Elton John: Never too late&#8217;</li>



<li><strong>Documentário</strong></li>



<li>&#8216;Black box diaries&#8217;</li>



<li>&#8216;No other land&#8217;</li>



<li>&#8216;Porcelain war&#8217;</li>



<li>&#8216;Soundtrack to a coup d&#8217;etat&#8217;</li>



<li>&#8216;Sugarcane&#8217;</li>



<li><strong>Documentário de curta-metragem</strong></li>



<li>&#8216;Death by numbers&#8217;</li>



<li>&#8216;I am ready, warden&#8217;</li>



<li>&#8216;Incident&#8217;</li>



<li>&#8216;Instruments of a beating heart&#8217;</li>



<li>The only girl in the orchestra&#8217;</li>



<li><strong>Filme&nbsp;</strong></li>



<li>&#8216;Ainda estou aqui&#8217; &#8211; Brasil</li>



<li>&#8216;A garota da agulha&#8217; &#8211; Dinamarca</li>



<li>&#8216;Emilia Pérez&#8217; &#8211; França</li>



<li>&#8216;A semente do fruto sagrado&#8217; &#8211; Alemanha</li>



<li>&#8216;Flow&#8217; &#8211; Letônia</li>



<li><strong>Animação</strong></li>



<li>&#8216;Flow&#8217;</li>



<li>&#8216;Divertida mente 2&#8217;</li>



<li>&#8216;Memórias de um caracol&#8217;</li>



<li>&#8216;Wallace &amp; Gromit: Avengança&#8217;</li>



<li>&#8216;O robô selvagem&#8217;</li>



<li><strong>Direção de arte</strong></li>



<li>&#8216;O brutalista&#8217;</li>



<li>&#8216;Conclave&#8217;</li>



<li>&#8216;Duna: Parte 2&#8217;</li>



<li>&#8216;Nosferatu&#8217;</li>



<li>&#8216;Wicked&#8217;</li>



<li><strong>Montagem</strong></li>



<li>&#8216;Anora&#8217;</li>



<li>&#8216;O brutalista&#8217;</li>



<li>&#8216;Conclave&#8217;</li>



<li>&#8216;Emilia Pérez&#8217;</li>



<li>&#8216;Wicked&#8217;</li>



<li><strong>Som</strong></li>



<li>&#8216;Um completo desconhecido&#8217;</li>



<li>&#8216;Duna: Parte 2&#8217;</li>



<li>&#8216;Emilia Pérez&#8217;</li>



<li>&#8216;Wicked&#8217;</li>



<li>&#8216;O robô selvagem&#8217;</li>



<li><strong>Efeitos visuais</strong></li>



<li>&#8216;Alien: Romulus&#8217;</li>



<li>&#8216;Better Man: A História de Robbie Williams&#8217;</li>



<li>&#8216;Duna: Parte 2&#8217;</li>



<li>&#8216;Planeta dos Macacos: O Reinado&#8217;</li>



<li>&#8216;Wicked&#8217;</li>



<li><strong>Fotografia</strong></li>



<li>&#8216;O brutalista&#8217;</li>



<li>&#8216;Duna: Parte 2&#8217;</li>



<li>&#8216;Emilia Pérez&#8217;</li>



<li>&#8216;Maria Callas&#8217;</li>



<li>&#8216;Nosferatu&#8217;</li>



<li><strong>Ator</strong></li>



<li>Adrien Brody &#8211; &#8216;O brutalista&#8217;</li>



<li>Timothée Chalamet &#8211; &#8216;Um completo desconhecido&#8217;</li>



<li>Colman Domingo &#8211; &#8216;Sing sing&#8217;</li>



<li>Ralph Fiennes &#8211; &#8216;Conclave&#8217;</li>



<li>Sebastian Stan &#8211; &#8216;O aprendiz&#8217;</li>



<li><strong>Atriz</strong></li>



<li>Cynthia Erivo &#8211; &#8216;Wicked&#8217;</li>



<li>Karla Sofía Gascón &#8211; &#8216;Emilia Pérez&#8217;</li>



<li>Mikey Madison &#8211; &#8216;Anora&#8217;</li>



<li>Demi Moore &#8211; &#8216;A substância&#8217;</li>



<li>Fernanda Torres &#8211; &#8216;Ainda estou aqui&#8217;</li>



<li><strong>Direção</strong></li>



<li>Sean Baker &#8211; &#8216;Anora&#8217;</li>



<li>Brady Corbet &#8211; &#8216;O brutalista&#8217;</li>



<li>James Mangold &#8211; &#8216;Um completo desconhecido&#8217;</li>



<li>Jacques Audiard &#8211; &#8216;Emilia Pérez&#8217;</li>



<li>Coralie Fargeat &#8211; &#8216;A substância&#8217;</li>
</ul>
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		<title>O Quarto ao Lado: Almodovar e a fascinação pela Morte</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alê Shcolnik]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Oct 2024 20:24:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Ainda Estou Aqui]]></category>
		<category><![CDATA[Almodovar]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[critica]]></category>
		<category><![CDATA[Julianne Moore]]></category>
		<category><![CDATA[O Quarto ao Lado]]></category>
		<category><![CDATA[Tilda Swinton]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>2024 tem sido um ano de novidades para cineastas como Woody Allen e Almodovar, enquanto o novaiorquino lança seu primeiro longa-metragem em língua francesa, o espanhol lança o seu primeiro filme em língua inglesa. O Quarto ao Lado conta a história de Ingrid (Juliane Moore) e Martha (Tilda Swinton), duas amigas de juventude que após [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">2024 tem sido um ano de novidades para cineastas como Woody Allen e Almodovar, enquanto o novaiorquino lança seu primeiro longa-metragem em língua francesa, o espanhol lança o seu primeiro filme em língua inglesa. <em>O Quarto ao Lado</em> conta a história de Ingrid (Juliane Moore) e Martha (Tilda Swinton), duas amigas de juventude que após anos sem contato, se reencontram em uma situação extrema, mas inesperadamente doce.</p>



<p class="has-text-align-center"> O longa traz um impressionante lado cenográfico em todos os elementos de design e performance, aliás,  <em>O Quarto ao Lado</em> ostenta muitas das fascinações temáticas recorrentes do diretor. E assim, o cineasta segue falando de morte como em <em>Volver</em>, <em>Mães Paralelas</em> e <em><a href="https://rotacult.com.br/2019/06/antonio-banderas-assume-alter-ego-de-pedro-almodovar-em-dor-e-gloria/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Dor e Glória</a> </em>.  Os filmes de Pedro Almodóvar há muito exploram o peso singular da morte. E assim ele segue fazendo, porém desta vez,  seu filme é uma adaptação do <em>romance</em> de <em>Sigrid Nunez</em>, &#8220;What Are You Going Through&#8221;.</p>



<p class="has-text-align-center">Agora, ele se volta para o assunto com mais obsessão. <em>O Quarto ao Lado</em> emprega um toque leve e íntimo em sua meditação sobre a mortalidade, carregada pelas atuações de Julianne Moore e Tilda Swinton. O olhar requintado para cores e contrastes está decididamente intacto, com ambas as atrizes em perfomances avassaladoras. </p>



<p class="has-text-align-center"> O filme teve sua estreia mundial na última segunda-feira (2) no Festival de Veneza, onde venceu o Leão de Ouro, principal prêmio do festival. Em seu discurso, o cineasta afirmou que o prêmio pertence às duas protagonistas, que dedicaram dias de suas vidas para a produção. “É um filme sobre duas mulheres. Como diretor, um dos privilégios é que somos o primeiro destino quando acontece um milagre. Tanto Tilda como Julianne colocaram muitos dias nesse filme e nunca vou ter palavras o suficiente para agradecê-las”, disse.</p>



<p><strong>Filme visto durante o Festival do Rio 2024.</strong></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<div class="youtube-embed" data-video_id="G4DdJyO7N9w"><iframe title="O Quarto ao Lado | Trailer Oficial" width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/G4DdJyO7N9w?feature=oembed&#038;enablejsapi=1" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
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