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	<title>Arquivos Amazônia - Rota Cult</title>
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	<description>Aqui você encontra dicas culturais na cidade do Rio de Janeiro!</description>
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	<title>Arquivos Amazônia - Rota Cult</title>
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		<title>Embelleze lança Coleção Especial Natucor Óleos da Amazônia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Oct 2025 15:03:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Moda e Beleza]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Embelleze]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Embelleze apresenta a Coleção Especial Natucor Óleos da Amazônia, uma extensão da já conhecida linha de tinturas Natucor, referência em coloração vegana, sem amônia e compatível com todas as químicas. A novidade traz como diferencial um blend exclusivo com seis óleos da biodiversidade amazônica, unindo coloração e tratamento em uma fórmula ainda mais nutritiva. \Para representar essa coleção, [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">A Embelleze apresenta a Coleção Especial Natucor Óleos da Amazônia, uma extensão da já conhecida linha de tinturas Natucor, referência em coloração vegana, sem amônia e compatível com todas as químicas. A novidade traz como diferencial um blend exclusivo com seis óleos da biodiversidade amazônica, unindo coloração e tratamento em uma fórmula ainda mais nutritiva. </p>



<p class="has-text-align-center">\Para representar essa coleção, a marca conta com Isabelle Nogueira, embaixadora oficial e representante da força e beleza da mulher amazônica, que estampa uma das caixinhas, reforçando a conexão entre a ancestralidade da floresta e a diversidade da beleza brasileira.</p>



<p class="has-text-align-center">Disponível em cinco nuances, a nova coleção se destaca por aliar cor e cuidado em um único passo, graças à sua fórmula enriquecida com um blend exclusivo de óleos vegetais composto por Tucumã, Andiroba, Buriti, Açaí, Castanha-do-Pará e Linhaça. Esses ativos naturais, reconhecidos por suas propriedades nutritivas, antioxidantes e regeneradoras, proporcionam hidratação profunda, brilho, força e maciez aos fios. Com pigmentos de alta performance, a tintura ainda garante perfeita cobertura dos fios brancos, oferecendo um resultado uniforme, duradouro e com aspecto saudável desde a primeira aplicação.</p>
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		<title>Perrengue Fashion: Ingrid Guimarães se aventura na Amazônia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Carbone]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Oct 2025 14:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Ingrid Guimarães]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>De repente, um interesse maior do que o comum aparece no cinema brasileiro, pelas imagens da Amazônia, do Pará, fora do circuito dos festivais e do universo do curta metragem brasileiro. Antes tarde do que nunca, mas ainda nos falta desbravar um outro reconhecimento, que é o de cineastas da região Norte conseguirem filmar mais [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">De repente, um interesse maior do que o comum aparece no cinema brasileiro, pelas imagens da Amazônia, do Pará, fora do circuito dos festivais e do universo do curta metragem brasileiro. Antes tarde do que nunca, mas ainda nos falta desbravar um outro reconhecimento, que é o de cineastas da região Norte conseguirem filmar mais e tornar suas vozes acessíveis aos cinemas de larga escala. Enquanto isso não acontece, filmes como&nbsp;<em>Manas</em>, de Mariana Brennand, encantam merecidamente plateias do mundo inteiro, e uma outra cineasta, Flávia Lacerda, também desloca suas lentes para a floresta, em outro registro.&nbsp;<em>Perrengue Fashion&nbsp;</em>tinha tudo para ser &#8216;mais um filme protagonizado por Ingrid Guimarães&#8217;, mas o título se exemplifica por outros registros de ordens diversas.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">A estrela goiana nunca escondeu seu orgulho de, apesar de adotada pelo Sudeste, ainda guardar diversos vínculos com suas raízes, e essa é a segunda vez seguida que ela entrega seus filmes à imagens de outras regiões. Após o sucesso de&nbsp;<em>Minha Irmã e Eu</em>, com grande parte das cenas feitas em Goiás, Guimarães vai, enfim, conhecer o pulmão do mundo, e em paralelo a esse olhar sobre uma região pouco explorada pelo blockbuster nacional ainda que originária do país, discutir as éticas e normas das redes sociais hoje. Mas, sendo&nbsp;<em>Perrengue Fashion&nbsp;</em>um título&nbsp;para consumo em larga escala, e com roteiro assinado a oito mãos &#8211; incluindo as dela &#8211; o cerne de cada questão abordada no filme está sempre na superfície, e algo como profundidade ficando ao largo do foco.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Guimarães tem um ponto quando resolve procurar propósito em influenciadores digitais, porque é uma &#8220;atividade&#8221; com um número cada vez maior de adeptos, entre quem faz e quem consome tais pessoas, e a pergunta que merece ser feita é onde vai parar toda essa influência. Se tudo é muito fugaz, passageiro, dependente de um modismo, tais análises ficam guardadas onde? Ou não precisam ficar? Dito isso, não é bom esperar de&nbsp;<em>Perrengue Fashion&nbsp;</em>um olhar ácido e analítico sobre o que é visto. A proposta é a do passatempo igualmente veloz, como grande parte da filmografia da atriz, mas ela está disposta a um encontro menos vazio aqui, com o espectador. O resultado são implicações pontuais, que passam aceleradas pela tela, e onde a crítica precisa ser agarrada a unha.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Ao lado dela, mais uma vez seu olho clínico para parcerias apadrinhou uma joia: Rafa&nbsp;Chalub, que se lançou como o comediante Esse Menino, rebatizou-se e aqui mostra a veia cômica que seus vídeos já anunciavam, além de um talento como ator que ainda não tinha sido mostrado. Profissional formado, Chalub preenche todos os espaços da tela com muita verve e uma presença cênica marcante. Ainda que não exista uma demonstração diversificada dentro do que ele já apresenta em seus próprios canais de comunicação, carisma não se compra, e a parceria que ele forma com Guimarães rende material de química inegável. Com a promessa de futuros projetos, o interesse por Chalub é genuíno, mostrando que já existe uma confiança no que ele apresenta em&nbsp;<em>Perrengue Fashion</em>.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Os pontos de alerta da produção ficam evidentes a partir do momento de que todo filme é apresentado do ponto de vista do estrangeiro. Com a exceção de uma personagem com pouco espaço de cena,&nbsp;<em>Perrengue Fashion&nbsp;</em>é observado por quem ocupa o espaço alheio. Essa comunicação acaba sendo restrita para quem está nesse lugar, já que os locais não enxergam sua voz em tela. Ainda que o filme provoque diversão sincera e alguma ousadia adulta, será fácil reconhecer onde os detratores se incomodarão, e eles têm seu ponto. O cinema brasileiro precisa mesmo ceder as vozes de suas regiões aos cineastas, atores e autores de cada espaço específico, e o Norte do país encontra grandes artistas no curta-metragem, mas entre os longas essa não é a predominância ainda. Que a visibilidade que uma produção como essa possa fazer essa conversa acontecer, e esse espaço nascer naturalmente.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Com facilidade, conseguimos ver a personagem Paula Pratta e seu fiel escudeiro Taylor protagonizando novas aventuras, então é como se estivéssemos de frente ao nascimento de uma nova franquia. Com um começo tão promissor assim, não é difícil imaginar que&nbsp;<em>Perrengue Fashion&nbsp;</em>virá, no futuro, consertar alguns arranhões de mensagem cometidos aqui. Mas temos como negar que Guimarães tem alcance suficiente para evoluir o olhar e partir dessa experiência para uma evolução bonita que vem acontecendo nas comédias nacionais, vide o exemplo recente de&nbsp;<em>A Sogra Perfeita 2</em>. Se no campo de entretenimento, a estrela de&nbsp;<em>De Pernas pro Ar&nbsp;</em>é uma das maiores e mais bem sucedidas dos últimos 15 anos &#8211; e essa franquia citada é um claro exemplo de evolução narrativa &#8211; não será essa nova empreitada que o olhar estará imutável para o futuro.&nbsp;</p>



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<div class="youtube-embed" data-video_id="u9ALB7Rc7YM"><iframe title="Perrengue Fashion |  Trailer Oficial" width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/u9ALB7Rc7YM?feature=oembed&#038;enablejsapi=1" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
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		<title>&#8220;Deu a Louca na Encantaria&#8221; traz histórias da Amazônia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jul 2024 12:05:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Infantil]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[teatro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com o objetivo de resguardar e fomentar as culturas ancestrais do Norte do Brasil e promover o empoderamento feminino, &#8220;Deu a Louca na Encantaria&#8221; faz uma releitura lúdica das lendas amazônicas. Teatro, dança, música popular e erudita, pernas de pau, lendas amazônicas e muita cultura cabocla do Norte do Brasil. O espetáculo inédito &#8220;Deu a [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Com o objetivo de resguardar e fomentar as culturas ancestrais do Norte do Brasil e promover o empoderamento feminino, &#8220;Deu a Louca na Encantaria&#8221; faz uma releitura lúdica das lendas amazônicas. Teatro, dança, música popular e erudita, pernas de pau, lendas amazônicas e muita cultura cabocla do Norte do Brasil. O espetáculo inédito &#8220;Deu a Louca na Encantaria&#8221; chega ao Rio de Janeiro com apresentação gratuita e acessibilidade (audiodescrição e libras).</p>



<p class="has-text-align-center">A principal história encenada é do boto-cor-de-rosa, contada a partir de um olhar feminino e contemporâneo, que traz uma reflexão sobre a maternidade solo, que é a realidade de muitas mulheres. Além do boto-cor-de-rosa, aparecem os encantados: Matinta Perera, Arara Mariana, Cabocla de Pena, Iara e a Cobra Grande.Na trama, o boto, que durante o dia fica no rio e à noite se transforma em homem para seduzir as mulheres ribeirinhas, as engravida e desaparece. Ao longo do espetáculo, essa história é comparada à realidade de muitas mulheres mães que são abandonadas pelo genitor de seus filhos.</p>



<p class="has-text-align-center">Para Krishna Naira Azevedo, uma das fundadoras do projeto, a missão do espetáculo é honrar as tradições e expressões culturais do Norte brasileiro, por meio da mulher ribeirinha, &#8220;O elenco é composto por artistas pernaltas, músicos e trovadores no chão, que contam as histórias. A trilha sonora é, em sua maioria, canções autorais compostas especialmente para este espetáculo e algumas músicas de terreiro do tambor de mina. Nossa intenção é que no fluir do espetáculo, por meio da dança, canções e poesia, floresça a semente representada pela cultura cabocla do Norte brasileiro, bem como os saberes das diversas culturas da região, seu modo de fazer-se no mundo, histórias, celebrações, festas, danças, músicas populares e resistências&#8221;, afirma.</p>



<p class="has-text-align-center">A história é contada em uma experiência única de multilinguagem, envolvendo poesia, dança e música, com atores no chão do palco e nas pernas de pau, narradores e a banda. Os instrumentos populares do Carimbó (Patrimônio Cultural Imaterial Brasileiro) &#8211; curimbó, banjo e maracá -, são misturados com instrumentos eruditos, que são: violino, violoncelo e fagote. O espetáculo consegue, dessa forma, criar uma arte erudita brasileira a partir de elementos da cultura popular, por meio das canções.</p>



<p class="has-text-align-center">  &#8220;Deu a Louca na Encantaria&#8221; é apresentado no dia 7 de julho, às 15h, no Parque Glória Maria em Santa Teresa.</p>
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