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	<title>Arquivos Azira&#039;i - Rota Cult</title>
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	<description>Aqui você encontra dicas culturais na cidade do Rio de Janeiro!</description>
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	<title>Arquivos Azira&#039;i - Rota Cult</title>
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		<title>&#8220;AZIRA&#8217;I&#8221; fará nova temporada no Teatro Municipal Ipanema Rubens Correa.</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Nov 2025 11:00:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;AZIRA&#8217;I&#8221;, escrito por Zahy Tentehar e Duda Rios e interpretado por Zahy, fará nova temporada no Teatro Municipal Ipanema Rubens Correa. O solo autobiográfico trata da relação entre Zahy e sua mãe, Azira&#8217;i, a primeira mulher pajé da reserva indígena de Cana Brava, no Maranhão, onde ambas nasceram. O trabalho, dirigido por Denise Stutz e Duda Rios e produzido pela Sarau Cultura Brasileira ganhou o principal prêmio Brasileiro [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">&#8220;AZIRA&#8217;I&#8221;, escrito por Zahy Tentehar e Duda Rios e interpretado por Zahy, fará nova temporada no Teatro Municipal Ipanema Rubens Correa. O solo autobiográfico trata da relação entre Zahy e sua mãe, Azira&#8217;i, a primeira mulher pajé da reserva indígena de Cana Brava, no Maranhão, onde ambas nasceram. O trabalho, dirigido por Denise Stutz e Duda Rios e produzido pela Sarau Cultura Brasileira ganhou o principal prêmio Brasileiro de Teatro, como melhor iluminação e melhor atriz. Com isso, Zahy se tornou a primeira artista indígena a ganhar um prêmio de teatro nesta categoria.</p>



<p class="has-text-align-center">O espetáculo promove a cultura brasileira como força transformadora. <em>Azira&#8217;i</em> celebra a memória, a tradição e a identidade indígena, valores que se alinham ao compromisso da Petrobras de apoiar iniciativas que impulsionam a cultura como motor de transformação e inclusão. Juntos, espetáculo e PETROBRAS dão visibilidade a uma narrativa indígena única, ressaltando tradição e história que emocionam, inspiram e transformam. </p>



<p class="has-text-align-center">Azira&#8217;i foi uma mulher muito sábia e herdeira de saberes ancestrais, com vasto conhecimento sobre o mundo espiritual. Como pajé suprema, ela usava três ferramentas tecnológicas para curar: as plantas, a mão e o canto. Ao gerar e criar a filha nesta mesma aldeia, deixou para ela seu legado espiritual. </p>



<p class="has-text-align-center"><strong><u>Serviço</u></strong>: De 13 de novembro a 21 de dezembro / De quinta a sábado, às 20h. Domingos, às 19h / Sessões acessíveis com libras e audiodescrição nos domingos 15, 22, 29 de novembro/6 e 13 de dezembro. /  Teatro Municipal Ipanema Rubens Correa R. Prudente de Morais, 824 &#8211; Ipanema / Classificação: 12 anos / Duração:<strong> </strong>90 minutos </p>
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		<title>&#8220;Azira&#8217;i&#8221;, solo autobiográfico, volta ao circuito carioca</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jan 2025 13:30:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Desde a estreia, em outubro de 2023, &#8220;Azira&#8217;i&#8221; seguiu uma trajetória surpreendente de sucesso e repercussão mundo afora. Após ganhar o Prêmio Shell de Teatro de Melhor Atriz e percorrer 12 cidades em uma turnê que incluiu países como Colômbia e Estados Unidos, Zahy Tentehar retorna ao Rio para uma curta temporada do espetáculo no Teatro Firjan Sesi Centro [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Desde a estreia, em outubro de 2023, &#8220;Azira&#8217;i&#8221; seguiu uma trajetória surpreendente de sucesso e repercussão mundo afora. Após ganhar o Prêmio Shell de Teatro de Melhor Atriz e percorrer 12 cidades em uma turnê que incluiu países como Colômbia e Estados Unidos, Zahy Tentehar retorna ao Rio para uma curta temporada do espetáculo no Teatro Firjan Sesi Centro a partir de 9 de janeiro.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;Azira&#8217;i&#8221; é, antes de tudo, um espetáculo sobre a relação entre uma filha e sua mãe. Com a dramaturgia construída a partir das memórias de Zahy, este solo autobiográfico foi construído para resgatar a sua vivência com a mãe, &#8220;Azira&#8217;i&#8221;, a primeira mulher pajé da reserva indígena de Cana Brava, no Maranhão, onde ambas nasceram. Com direção de Denise Stutz e Duda Rios, o espetáculo tem produção da Sarau Cultura Brasileira, de Andréa Alves e Leila Maria Moreno.</p>



<p class="has-text-align-center">A montagem recebeu ainda o Prêmio Shell de Melhor Iluminação e foi indicado em quatro categorias no Prêmio APTR: Espetáculo, Direção, Iluminação e Jovem Talento. No último ano, o trabalho passou por diversas cidades brasileiras (<strong>S</strong>ão Paulo, Belo Horizonte, Recife, Curitiba, Brasília, Santos, São José do Rio Preto, Caxias, Macaé, Itaperuna) e fez temporada internacional em Bogotá (Colômbia) e Chicago (Estados Unidos).</p>



<p class="has-text-align-center">Azira&#8217;i foi uma mulher muito sábia e herdeira de saberes ancestrais, com vasto conhecimento sobre o mundo espiritual. Como pajé suprema, ela usava três ferramentas tecnológicas para curar: as plantas, a mão e o canto. Ao gerar e criar Zahy nesta mesma aldeia, deixou para ela seu legado espiritual. </p>



<p class="has-text-align-center">Ao longo da jornada como artista, Zahy fez do canto uma de suas expressões, o que poderá ser visto no espetáculo, em que ela cantará lamentos ensinados por sua mãe e canções originais compostas por ela com Duda Rios sob a direção musical de Elísio Freitas, produtor responsável pelo premiado álbum &#8216;Nordeste Ficção&#8217;, de Juliana Linhares, que também divide a autoria de algumas composições com a atriz e o diretor. É neste verdadeiro &#8216;musical de memórias&#8217; que se apresentam Azira&#8217;i e Zahy, mãe e filha, mulheres nucleares, distintas, diversas e espelhadas.</p>



<p class="has-text-align-center">Azira&#8217;i faleceu em 2021, ao longo do processo de criação da montagem, que começa em 2019, quando Zahy e Duda Rios se conhecem no elenco da montagem de &#8216;Macunaíma&#8217;, dirigida por Bia Lessa e encenada pela companhia Barca dos Corações Partidos, também um projeto da Sarau. Nas conversas de camarim, Duda se surpreendia com o que Zahy contava – ela mesmo se define como uma contadora de histórias – e surgiu ali mesmo a semente de criar um espetáculo a partir daquela vivência em um contexto tão próximo, mas também tão distante.</p>



<p class="has-text-align-center">Duda formatou a dramaturgia junto com a atriz, em uma estrutura narrativa que percorre a história por diversos pontos de vista, como os da própria Zahy, mas também o de sua mãe e de uma narradora. No último ano, Denise Stutz se juntou à dupla de amigos criadores e a encenação propriamente dita começou a ganhar uma forma. </p>



<p class="has-text-align-center">&#8216;O nosso maior desafio foi selecionar, entre tantas histórias que ela havia me contado ao longo de quatro anos, quais iriam compor a dramaturgia da peça. Às vezes queremos abordar muitas coisas num espetáculo e terminamos perdendo o fio da meada. Mas se temos um eixo narrativo claro, a chance do público se envolver é maior. Nesse aspecto a chegada de Denise foi fundamental, pois ela entrou no projeto pouco antes do início dos ensaios, com um olhar fresco que nos ajudou a identificar o que era essencial pra nossa narrativa&#8217;, conta Duda Rios.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;Azira&#8217;i&#8221; nasce ainda do desejo que Zahy tinha de contar as suas histórias reais, mas mostrando uma visão absolutamente não romantizada dos povos indígenas. &#8216;Uma história que é minha, mas também é a verdade de muitos brasis. É muito libertador poder falar do ser indígena de uma forma mais humanizada, sem estereótipos ou políticas. Quero poder contar a história de uma pessoa, como outras, que saiu de sua reserva, foi para a cidade, aprendeu uma outra língua e teve uma relação intensa com a mãe&#8217;, reflete<strong> </strong>a atriz.</p>



<p class="has-text-align-center">No palco, ela alterna cenas em Português e também em Ze&#8217;eng eté, trazendo para o centro da cena o debate sobre os processos de aculturamento aos quais sua mãe foi submetida. Neste momento em que o país tem pela primeira vez um Ministério dos Povos Originários, a realização de um espetáculo como &#8220;Azira&#8217;i&#8221; ganha ainda um contorno mais especial.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8216;Não por acaso, estamos realizando alguns projetos em que pensamos o Brasil a partir do que veio antes da chamada História Oficial. Ao falar de biografias que foram atravessadas e violentadas pela colonização, pensamos também no país que somos e projetamos o futuro que queremos&#8217;, celebra Andréa Alves, da Sarau Cultura Brasileira, que recentemente foi responsável pelas montagens de &#8216;Museu Nacional&#8217; e &#8216;Viva o Povo Brasileiro&#8217;, trabalhos marcados por um acerto de contas com a turbulenta biografia do País nos últimos séculos.</p>



<p class="has-text-align-center">Serviço:  De 09 de janeiro a 09 de fevereiro de 2025.*</p>



<p class="has-text-align-center">*Não haverá sessões nos dias 26 e 30 de janeiro.</p>



<p class="has-text-align-center">*Sessões extras nos dias 01 e 08 de fevereiro (sábados), às 15h</p>



<p class="has-text-align-center">Quintas e sextas, às 19h. Sábados e domingos, às 18h*</p>



<p class="has-text-align-center">Teatro Firjan Sesi Centro / Ingressos a venda  na Sympla / Classificação: 12 anos </p>
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