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	<title>Arquivos Bia Lessa - Rota Cult</title>
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	<description>Aqui você encontra dicas culturais na cidade do Rio de Janeiro!</description>
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	<title>Arquivos Bia Lessa - Rota Cult</title>
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		<title> Light celebra 120 anos de história com a instalação imersiva no MAM Rio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Aug 2025 11:52:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exposições]]></category>
		<category><![CDATA[Museus]]></category>
		<category><![CDATA[Bia Lessa]]></category>
		<category><![CDATA[exposição]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Light comemora seus 120 anos com a instalação artística&#160;Anos-Luz, da diretora e multiartista Bia Lessa. A exposição será inaugurada no dia 29 de agosto de 2025, no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro. A instalação foi pensada especialmente para o espaço arquitetônico do MAM Rio, onde os diversos espaços imersivos de luz [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">A Light comemora seus 120 anos com a instalação artística&nbsp;<em>Anos-Luz</em>, da diretora e multiartista Bia Lessa. A exposição será inaugurada no dia 29 de agosto de 2025, no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro.</p>



<p class="has-text-align-center">A instalação foi pensada especialmente para o espaço arquitetônico do MAM Rio, onde os diversos espaços imersivos de luz e elementos da expografia estão conectados por linhas elásticas que simulam fios da rede elétrica e vibram, representando as conexões ou ligações.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">São 1.845 m² de área ocupada pela instalação, usando 65 mil metros de elástico, 42 projetores e uma obra inédita do artista plástico, escritor e professor carioca Milton Machado, medindo 18 metros de comprimento e 7 metros de largura. Parte da instalação também ocupa a área externa do museu, no pilotis. </p>



<p class="has-text-align-center">Além de homenagear a trajetória da empresa, a obra reforça a importância da arte como ferramenta de conexão: &#8220;A Light é uma empresa que historicamente investe no desenvolvimento do estado e de sua população. Projetos como este nos inspiram a seguir conectando energia, tecnologia e cultura em prol de um futuro cada vez mais sustentável e inclusivo&#8221;, ressalta Nogueira. </p>



<p class="has-text-align-center">Reconhecida por sua linguagem inovadora e transdisciplinar, Bia Lessa é diretora de teatro, ópera, cinema e exposições. Para Lessa, &#8220;entre o excesso de luz e o vazio do breu, entre o tudo que ofusca e o nada que silencia, há um intervalo quase infinito: um entrelugar onde a percepção do tempo se adensa, se encarna. Inspirada pela potência silenciosa da técnica &#8211; o processo é ramificado, percorre largas extensões, milhares de milhas vibrando; atravessa paredes e alcança, no décimo andar, um apartamento suspenso no ar &#8211; a obra evoca essa energia domesticada, convertida em eletricidade, presente em milhões de espaços ao mesmo tempo&#8221;.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Esta instalação propõe, certamente, um gesto de escuta. Um convite ao espaço do &#8220;entre&#8221; — essa fresta onde se esgarçam os limites entre o que se mostra e o que se esconde. É nesse fluxo de duplos que a experiência se dá: o visível e o invisível; aquilo que desaparece na luz, que cega, e o que faz aparecer, emerge do escuro, que se revela como matéria viva.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">A instalação dialoga com vestígios e ecos: a geometria de&nbsp;<em>Ttéia</em>, de Lygia Pape; a inteligência de&nbsp;<em>Little Lights</em>, de Jac Leirner; e as imagens de Serguei Eisenstein, Glauber Rocha, Oswaldo Goeldi — artistas para quem luz e sombra são também pensamento, linguagem, existência. </p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Serviço&nbsp;</strong><br>Temporada: 29 de agosto a 16 de novembro de 2025<br>Local: Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM Rio)<br>Endereço: Av. Infante Dom Henrique, 85 &#8211; Aterro do Flamengo <br>Entrada gratuita.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Sábado, 6 de setembro de 2025, às 16h<br>&#8220;Luz, primeiro animal visível do invisível&#8221;</strong><br>> Com Luisa Duarte e Luiz Alberto Oliveira. Mediação: Maria Borba.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Sábado, 13 de setembro de 2025, às 14h<br>&#8220;És metade sombra ou todo sombra, tuas relações com a luz como se tecem?&#8221;</strong><br>> Com Flora Sussekind e Nuno Ramos. Mediação: Maria Borba.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Sábado, 20 de setembro de 2025, às 16h<br>&#8220;Belezas são coisas acesas por dentro&#8221;</strong><br>> Com Marília Garcia e Moreno Veloso. Mediação: Maria Borba.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Sábado, 27 de setembro de 2025, às 16h<br>&#8220;Histórias do Rio através da luz&#8221;</strong><br>> Com Joaquim Marçal Andrade e Lucas Pedretti. Mediação: Maria Borba.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Sábado, 4 de outubro de 2025, às 16h<br>&#8220;Ler sem ver&#8221;</strong><br>> Com Carlito Azevedo e Milton Machado. Mediação: Maria Borba.</p>
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		<title>Bia Lessa traz a prosa de Guimarães Rosa carregada de significado e desejo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Carbone]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Aug 2024 14:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Bia Lessa]]></category>
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		<category><![CDATA[critica]]></category>
		<category><![CDATA[O diabo na rua no meio do redemunho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Talvez Bia Lessa seja indefinível em sua potência. Como artista, é encarregada de muitas funções: atriz, diretora de teatro multi premiada, diretora de cinema bissexta &#8211; e aí entra um lamento nosso, enquanto cinéfilos, porque queremos mais dela na tela grande. Mas muitas coisas capturam Bia Lessa e sua capacidade irrefreável de criar novos mundos, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">Talvez Bia Lessa seja indefinível em sua potência. Como artista, é encarregada de muitas funções: atriz, diretora de teatro multi premiada, diretora de cinema bissexta &#8211; e aí entra um lamento nosso, enquanto cinéfilos, porque queremos mais dela na tela grande. Mas muitas coisas capturam Bia Lessa e sua capacidade irrefreável de criar novos mundos, novas dimensões e novas capacidades de provocar. Certamente, não temos como domar uma profissional que realiza algo como <em>O Diabo na Rua no Meio do Redemunho</em>, apenas sua terceira inserção no cinema, vinte e sete anos depois de sua estreia. </p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignright size-large is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="506" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2024/08/O-diabo-na-rua-no-meio-do-redemunho-1024x506.jpg" alt="Bia Lessa" class="wp-image-180665" style="width:496px;height:auto" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2024/08/O-diabo-na-rua-no-meio-do-redemunho-1024x506.jpg 1024w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2024/08/O-diabo-na-rua-no-meio-do-redemunho-300x148.jpg 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2024/08/O-diabo-na-rua-no-meio-do-redemunho-768x379.jpg 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2024/08/O-diabo-na-rua-no-meio-do-redemunho-150x74.jpg 150w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2024/08/O-diabo-na-rua-no-meio-do-redemunho-696x344.jpg 696w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2024/08/O-diabo-na-rua-no-meio-do-redemunho-1068x527.jpg 1068w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2024/08/O-diabo-na-rua-no-meio-do-redemunho-850x420.jpg 850w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2024/08/O-diabo-na-rua-no-meio-do-redemunho-324x160.jpg 324w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2024/08/O-diabo-na-rua-no-meio-do-redemunho.jpg 1148w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
</div>


<p class="has-text-align-center">Dois meses após a chegada do <em>Grande Sertão </em>de Guel Arraes, Lessa surge com sua versão para o mesmo Guimarães Rosa, uma experiência que não poderia ser mais pulsante em sua vibração de arte múltipla. </p>



<p class="has-text-align-center">Não existe uma forma correta de ler seu novo filme, assim como não fazia sentido tentar definir algo como&nbsp;<em>Então Morri</em>, sua obra&nbsp;anterior, que infelizmente nunca chegou aos cinemas, mesmo tendo vencido a Mostra Novos Rumos do Festival do Rio. Chamaríamos de um documentário encenado, ou uma ficção documentada, a história de uma mulher do nascimento até o passamento, descortinada de maneira emocionante e palpável, à flor da pele dos acontecimentos. Essa textura muito humana também está presente em sua transposição do espetáculo teatral pelo qual ganhou o Shell e o APCA, onde ela consegue se aventurar por um campo vasto de ideias para transformar o que deveria ter as marcações do palco para algo que nunca deixa de ser cinema.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">A começar pelo texto rascante de Rosa, que vai no âmago do Brasil mais profundo que se mostra muito arcaico e absolutamente contemporâneo. Lessa não tem medo da ousadia que seria manter tais diálogos de compreensão radial, e encenar uma produção cinematográfica com a liberdade poética que o teatro permite. Mas também é ofertado em&nbsp;<em>O Diabo na Rua no Meio do Redemunho&nbsp;</em>uma dose generosa de imaginação e de justaposição de formas, conseguido através do mergulho de cada espectador. Ainda que não seja a experiência mais fácil, ela também se mostra carinhosa pela forma como abraça suas questões e retorna ao espectador de maneira pouco convencional, uma porta de entrada para que o lúdico crie.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Para isso, a fotografia de José Roberto Eliezer é essencial para que o espectador seja contaminado pelo que vê e sente. Com um currículo histórico que inclui&nbsp;<em>Filme Demência</em>,&nbsp;<em>A Dama do Cine Shangai&nbsp;</em>e&nbsp;<em>Encarnação do Demônio</em>, Eliezer nos transporta para todas as sensações que a direção de Lessa nos incumbe. Algumas passagens nascem clássicas, como a travessia dos barcos e o voo dos pássaros, onde o fotógrafo cria uma luz tão verdadeira para os movimentos que a diretora propõe, que nossa sensação é de estar presenciando cada um daqueles eventos. O que no papel é difícil de traduzir, a sensação de estar na sala escura assistindo&nbsp;<em>O Diabo na Rua no Meio do Redemunho</em>&nbsp;é a de um mergulho radical no somatório de algumas de suas capacidades de encantar e envolver.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">É a prosa de Rosa carregada de significado e desejo, é a mola propulsora do teatro a perseguir uma montagem que salta do artifício para a beleza do concreto, e o cinema que amalgama todas essas diferentes intervenções de arte. O resultado é algo sem precedentes, tentado outras vezes mas que nunca antes havia alcançado tamanho resultado, ou que ele se tornasse tão efetivo no que apresenta. Com um elenco brilhante onde se destacam a garra de Leonardo Miggiorin e a presença de Daniel Passi, é somente aqui que Caio Blat parece encontrar seu Riobaldo, e não ao lado de Guel. Com um entendimento desse universo já garantido há pelo menos sete anos, Blat em&nbsp;<em>O Diabo na Rua no Meio do Redemunho&nbsp;</em>entende toda a cólera, toda a paixão e toda a dor que seu personagem carrega, no que ele responde com perfeita entrega.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Com o elenco certo, a edição fluida de Sergio Mekler e Renata Catharino, e a fotografia de um mestre que volta ao auge como Eliezer, ainda assim <em>O Diabo na Rua no Meio do Redemunho </em>tem uma dona, e ela se chama Bia Lessa. É ela quem nos consegue fazer enxergar o que não existe em cena &#8211; o sangue, as armas, o mar, o vento, o amor, o ódio. É um processo vibrante cheio de honestidade no que está sendo apresentado, que contagia quem assiste e nos mostra novos caminhos para algo tão mutante quanto o cinema. Através de Lessa, é virtualmente impossível que consigamos chamar esse título pela infame alcunha de &#8216;teatro filmado&#8217;. Como é teatro, se cada coisa nominada é vista e apreciada durante a sessão? A responsável é sua autora, que nos faz crer no impossível graças ao seu dom de dar vida ao inominado, mantendo viva a rara manutenção da imaginação no cinema. </p>



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<div class="youtube-embed" data-video_id="5_NejLPa7Us"><iframe title="O DIABO NA RUA NO MEIO DO REDEMUNHO | TRAILER OFICIAL" width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/5_NejLPa7Us?feature=oembed&#038;enablejsapi=1" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
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