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	<title>Arquivos CCBB - Rota Cult</title>
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	<description>Aqui você encontra dicas culturais na cidade do Rio de Janeiro!</description>
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	<title>Arquivos CCBB - Rota Cult</title>
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		<title>Mostra Todd Haynes ocupará o CCBB com 23 filmes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Jan 2026 11:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Mostras de Cinemas]]></category>
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		<category><![CDATA[Mostra Todd Haynes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O que se esconde por trás das aparências? Que desejos, conflitos e tensões habitam as superfícies aparentemente estáveis da vida cotidiana? Essas são algumas das perguntas que atravessam a obra do cineasta estadunidense Todd Haynes e que guiam a Mostra Todd Haynes. Com curadoria de Carol Almeida e Camila Macedo e idealização, coordenação geral e produção [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">O que se esconde por trás das aparências? Que desejos, conflitos e tensões habitam as superfícies aparentemente estáveis da vida cotidiana? Essas são algumas das perguntas que atravessam a obra do cineasta estadunidense Todd Haynes e que guiam a Mostra Todd Haynes. Com curadoria de Carol Almeida e Camila Macedo e idealização, coordenação geral e produção executiva de Hans Spelzon, a mostra entra em cartaz no Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro, de 14 de janeiro a 9 de fevereiro, com entrada gratuita.</p>



<p class="has-text-align-center">A mostra apresentará 23 filmes no total, sendo 13 dirigidos por Haynes e 10 de outros realizadores em diálogo com sua obra, além de mesas de debate, sessões comentadas, ações de acessibilidade, um curso em dois encontros e o lançamento de um catálogo que reúne textos de pesquisadoras e pesquisadores brasileiros, incluindo uma tradução de um artigo de Mary Ann Doane (referência dos estudos fílmicos feministas), além de ficha técnica das obras, uma verdadeira fortuna crítica inédita sobre Haynes no Brasil. O catálogo será disponibilizado em versões impressa e digital.</p>



<p class="has-text-align-center">A programação da Mostra Todd Haynes se expande para duas mesas de debate, diversas sessões comentadas e um curso, reunindo pesquisadoras e pesquisadores, críticos e realizadores para aprofundar reflexões sobre cinema&nbsp;<em>queer</em>, melodrama, representação feminina e linguagem audiovisual.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">A mesa &#8220;Donas de casa encarceradas nas estratégias melodramáticas de Todd Haynes&#8221; será realizada no dia 22 de janeiro (quinta-feira), às 18h30, lançando um olhar atento sobre a recorrência e a reinvenção das figuras femininas e da domesticidade em sua filmografia. O debate contará com a presença de Francine Barbosa, roteirista; e de Dri Azevedo, pesquisadore.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;<em>A ideia dessas atividades é criar um espaço de escuta e de troca, em que a obra de Haynes possa ser pensada não como um monumento, mas como um cinema vivo, em diálogo com questões urgentes do presente e com outras formas de fazer e pensar o audiovisual</em>&#8220;, afirma Carol Almeida.</p>



<p class="has-text-align-center">Já a mesa &#8220;O legado de Todd Haynes para os novíssimos cinemas queer&#8221;, que acontece no dia 31 de janeiro (sábado), às 16h45, propõe discutir as reverberações de sua obra em uma nova geração de cineastas e práticas contemporâneas, com a participação de Vinicios Ribeiro e Jocimar Dias Jr.</p>



<p class="has-text-align-center">Além disso, também haverá sessões comentadas, atividades de caráter mais intimista que propõem um bate-papo com o público, compartilhando leituras, contextos e reflexões a partir da obra exibida. Entre os convidados, estão <strong>Mariana Baltar</strong> (&#8220;Longe do Paraíso&#8221;, na abertura, dia 14 de janeiro, às 18h15), <strong>D</strong>enilson Lopes (&#8220;Velvet Goldmine&#8221;, dia 17 de janeiro, às 15h30), Daniel Nolasco (que apresentará &#8220;Vento Seco&#8221;, dia 17 de janeiro, às 18h45, além de comentar &#8220;O Suicídio&#8221;, &#8220;Assassinos: Um Filme sobre Rimbaud&#8221; e &#8220;Pegg e Fred no Inferno&#8221; dia 8 de fevereiro, às 17h), João Luiz Vieira (&#8220;Canção de Amor&#8221; e &#8220;Veneno&#8221;, dia 23 de janeiro, às 17h30), Carol Almeida (os filmes &#8220;Jollies&#8221;, &#8220;Dottie Leva Palmadas&#8221; e &#8220;Primavera&#8221;, dia 31 de janeiro, às 18h30) e Kariny Martins (&#8220;Segredos de Um Escândalo&#8221;, dia 7 de fevereiro, às 17h).</p>



<p class="has-text-align-center">A proposta formativa da mostra inclui ainda o curso &#8220;Uma leitura da in/visibilidade lésbica a partir de Carol, de Todd Haynes&#8221;, realizado em dois encontros, nos dias 7 e 8 de fevereiro (sábado e domingo), às 10h, que parte de um dos filmes mais emblemáticos do cineasta para pensar os códigos do cinema hollywoodiano e os processos de in/visibilidade lésbica na história do cinema narrativo, ampliando o diálogo entre a obra de Haynes, a crítica feminista e o cinema brasileiro contemporâneo. O curso será ministrado por Alessandra Brandão e Ramayana Lira.</p>



<p class="has-text-align-center">Ao longo de quase cinco décadas de carreira, Haynes consolidou-se como um dos nomes centrais do cinema independente contemporâneo, um dos pioneiros do New Queer Cinema e referência na reinvenção do melodrama, do musical/POP e das narrativas centradas em personagens femininas. </p>



<p class="has-text-align-center">Vencedor de importantes prêmios internacionais, como o Grande Prêmio do Júri em Sundance (1991), o Teddy Award em Berlim (1991), o Grande Prêmio do Júri em Veneza (2007) e a Palma Queer em Cannes (2015), Todd Haynes também foi indicado ao Oscar pelo roteiro de &#8220;Longe do Paraíso&#8221; (2002). Seu maior sucesso comercial, &#8220;Carol&#8221; (2015), recebeu seis indicações ao Oscar e se tornou um marco do cinema contemporâneo.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>SERVIÇO:</strong> De 14 de janeiro de 2026 a 9 de fevereiro de 2026 / Ingressos disponíveis a partir das 9h do dia da sessão/atividade na bilheteria física ou site do CCBB &#8211; <a href="http://bb.com.br/cultura" target="_blank" rel="noreferrer noopener">bb.com.br/cultura</a>  </p>
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		<title>&#8220;Viva Mauricio – Mauricio de Sousa, a experiência imersiva&#8221; no CCBB</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Dec 2025 13:05:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Centros Culturais]]></category>
		<category><![CDATA[Exposições]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[CCBB]]></category>
		<category><![CDATA[exposição]]></category>
		<category><![CDATA[Mauricio de Sousa]]></category>
		<category><![CDATA[Turma da Mônica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro será tomado por uma experiência que convida o público a se aprofundar na história de Mauricio de Sousa e nos universos da Turma da Mônica, Chico Bento, Horácio, entre outros. &#8220;Viva Mauricio – Mauricio de Sousa, a experiência imersiva&#8221; ocupa 780m² e convida o visitante a entrar [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">O Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro será tomado por uma experiência que convida o público a se aprofundar na história de Mauricio de Sousa e nos universos da Turma da Mônica, Chico Bento, Horácio, entre outros. &#8220;Viva Mauricio – Mauricio de Sousa, a experiência imersiva&#8221; ocupa<strong> </strong>780m² e convida o visitante a entrar na mente do artista e conhecer de forma interativa os cenários de suas histórias.</p>



<p class="has-text-align-center">Conduzida pela voz<strong> </strong>de Mauricio, a experiência revela suas inspirações e sua jornada, da infância em Santa Isabel (SP) à consagração de sua obra como patrimônio cultural brasileiro. A celebração é certamente, histórica, tecnológica e profundamente emocionante.</p>



<p class="has-text-align-center">Com curadoria assinada por Marcelo Jackow, Sidney Gusman e pela MSP Estúdios, 25 ambientes trazem cenários dos personagens e diversas instalações, além de conhecer materiais raros de acervo pessoal, como os primeiros trabalhos do artista. Serão cerca de 210 itens exclusivos espalhados por todos os ambientes, além de mais de 200 cópias de desenhos, fotos e vídeos.</p>



<p class="has-text-align-center">A experiência possui diversos recursos que a tornam acessível e inclusiva, contando com uma série de ferramentas que garantem uma experiência completa para todos os visitantes. Além disso, o circuito conta com sinalizadores táteis, audiodescrição em português, inglês e espanhol, libras, mapa tátil, mapa de previsibilidade, além de guias especializados, monitoria capacitada e espaços de descompressão para atender pessoas neurodivergentes. </p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;O intuito é que o público viva essa experiência como quem atravessa a obra do Mauricio por dentro. Cada luz, cada som e até mesmo cada cheiro desperta algo que moldou o universo mauriciano. É como enxergar tudo pelo olhar dele. Queremos que as pessoas entrem nessas camadas e sintam de perto a força criativa que deu origem à Turma da Mônica, ao Chico Bento, ao Horácio, ao Penadinho e a tantos outros personagens. É uma experiência que envolve, surpreende e faz a gente entender por que essas histórias continuam tão presentes no imaginário popular do país&#8221;, afirma Mauro Sousa, diretor executivo da MSP Estúdios.   </p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Serviço </strong> De 17 de dezembro de 2025 a 13 de abril de 2026 / Local: Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro – Rotunda e 1º andar Endereço: Rua Primeiro de Março, 66 –Centro / Excepcionalmente no dia 17 de dezembro, exposição aberta a partir das 14h. / Ingressos disponíveis na bilheteria física e no site do CCBB (<a href="http://bb.com.br/cultura">bb.com.br/cultura</a>) a partir de 08 de dezembro.</p>
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		<title>Orquestra Petrobras Sinfônica oferece concertos gratuitos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Dec 2025 13:32:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Concertos]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro]]></category>
		<category><![CDATA[CCBB]]></category>
		<category><![CDATA[concerto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Orquestra Petrobras Sinfônica encerra sua programação anual com duas apresentações gratuitas e abertas ao público, reforçando seu compromisso com a formação e democratização da música de concerto. No dia 10 de dezembro de 2025, às 18h, acontece o tradicional Concerto de Integração com a Academia Juvenil, na Igreja de Nossa Senhora da Candelária. Em seguida, entre 11 e [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">A Orquestra Petrobras Sinfônica encerra sua programação anual com duas apresentações gratuitas e abertas ao público, reforçando seu compromisso com a formação e democratização da música de concerto. No dia 10 de dezembro de 2025, às 18h, acontece o tradicional Concerto de Integração com a Academia Juvenil, na Igreja de Nossa Senhora da Candelária. Em seguida, entre 11 e 13 de dezembro de 2025, sempre às 19h, o CCBB Rio de Janeiro recebe mais uma edição da série Notas Comentadas, dedicada à música de câmara.</p>



<p class="has-text-align-center">Pela primeira vez apresentado na Igreja da Candelária, o concerto do dia 10, reúne no mesmo palco músicos profissionais da Petrobras Sinfônica e os jovens integrantes da Academia Juvenil, projeto criado pela orquestra em 2012.</p>



<p class="has-text-align-center">A Academia Juvenil oferece formação gratuita de excelência, com aulas de Teoria e Percepção Musical (TEPEM), Prática de Orquestra e acompanhamento individual com músicos da própria orquestra, preparando os alunos para ingressar em cursos superiores de música e iniciar suas trajetórias profissionais.</p>



<p class="has-text-align-center">A apresentação terá regência de Sammy Fuks e Tomaz Soares, que destacam a força simbólica do encontro: &#8220;Estar ao lado desses jovens talentos, tocando no mesmo nível de exigência e paixão, é uma forma poderosa de manter a música de concerto viva e em constante renovação&#8221;<strong>,</strong>&nbsp;afirma Fuks.</p>



<p class="has-text-align-center">Já a série Notas Comentadas retorna ao Centro Cultural Banco do Brasil com três noites de apresentações intimistas, cada uma dedicada a uma formação de câmara diferente, destacando a versatilidade artística dos músicos da Orquestra Petrobras Sinfônica.</p>



<p class="has-text-align-center">Os concertos contam com a mediação de Monique Andries, coordenadora do Núcleo Educativo e da Academia Juvenil, que trará comentários sobre repertório, obras e compositores, aproximando ainda mais o público da experiência musical. A iniciativa também inclui recursos de acessibilidade, como audiodescrição.</p>



<p class="has-text-align-center">Para os músicos, o formato é uma oportunidade de interação direta com o público. &#8220;A música de câmara exige escuta atenta e cria um diálogo muito especial com a plateia. Cada apresentação é única&#8221;, destaca Monique Andries.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Serviço</strong> <strong> Data:</strong> 10 de dezembro de 2025 (quarta-feira)<br> <strong>Horário:</strong> 18h<br> <strong>Local:</strong> Igreja de Nossa Senhora da Candelária<br> <strong>Endereço:</strong> Praça Pio X, s/n – Centro, Rio de Janeiro<br> <strong>Entrada:</strong> Gratuita, sujeita à lotação<br> <strong>Informações:</strong> petrobrasinfonica.com.br</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Notas Comentadas — Série de Música de Câmara</strong> <strong> Datas:</strong> 11, 12 e 13 de dezembro de 2025 (quinta a sábado)<br> <strong>Horário:</strong> 19h<br> <strong>Local:</strong> CCBB Rio de Janeiro – 4º andar, Sala 26<br> <strong>Endereço:</strong> Rua Primeiro de Março, 66 – Centro, Rio de Janeiro/RJ<br> <strong>Ingressos:</strong> Gratuitos – retirada 1h antes na bilheteria física ou em <strong>bb.com.br/cultura</strong></p>
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		<title>Festival Dobra celebra dez anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Dec 2025 12:02:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Mostras de Cinemas]]></category>
		<category><![CDATA[CCBB]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Dobra - Festival Internacional de Cinema Experimental]]></category>
		<category><![CDATA[festival]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Dobra &#8211; Festival Internacional de Cinema Experimental surgiu, há dez anos, como um encontro de amigos que compartilhavam sua paixão por um cinema de crítica e invenção, que não se molda aos padrões comerciais e à linguagem hegemônica da indústria cultural. Ao longo de sua trajetória, consolidou-se como um espaço de efervescência do cinema experimental em suas múltiplas e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">O Dobra &#8211; Festival Internacional de Cinema Experimental surgiu, há dez anos, como um encontro de amigos que compartilhavam sua paixão por um cinema de crítica e invenção, que não se molda aos padrões comerciais e à linguagem hegemônica da indústria cultural. Ao longo de sua trajetória, consolidou-se como um espaço de efervescência do cinema experimental em suas múltiplas e expandidas formas, com filmes nacionais e internacionais, performances, debates, oficinas e outras propostas que expandem os limites da linguagem audiovisual.</p>



<p class="has-text-align-center">Em 2025, celebrando sua décima edição, a dupla de curadores Cristiana Miranda e Lucas Murari dedicaram o Festival exclusivamente às produções nacionais e convidaram oito curadores a criarem programas que revelam as diferentes estratégias através das quais o audiovisual brasileiro se reinventa. A programação, que conta também com mesas de conversa, oficina e performance, ocupa o cinema do Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro, de 3 a 7 de dezembro de 2025. A entrada é franca e os ingressos devem ser retirados a partir das 9h, do dia de cada sessão, na bilheteria física ou no site do CCBB.</p>



<p class="has-text-align-center">Entre as 74 obras selecionadas por diferentes curadores, destacam-se produções que abrangem variadas gerações da arte brasileira. A mostra inclui desde <em>Pátio</em> (1959), primeira obra de Glauber Rocha, até trabalhos recentes como <em>Mar de Dentro</em> (2025), de Lia Letícia, filme vencedor dos prêmios de Melhor Curta e Melhor Direção no Festival de Brasília deste ano. O recorte ainda celebra pioneiros do vídeo, como <em>Marca Registrada</em> (1975), de Leticia Parente, e <em>Prelúdio de Uma Morte Anunciada</em> (1991), de Rafael França, além de obras de artistas visuais, como <em>A Mão do Povo</em> (1975), de Lygia Pape e <em>Erosão</em> (2014), de Victor Galvão.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;Dez anos se passaram desde que realizamos a primeira edição de um festival de cinema exclusivamente voltado para a produção experimental na cidade do Rio de Janeiro. Naquela ocasião, o público ou os artistas cariocas interessados nesse cinema precisavam encontrar formas de viajar pelo mundo, garimpar filmes perdidos em sessões pouco divulgadas de festivais nacionais, ou criar seus próprios programas em eventuais encontros ou cineclubes. Sabíamos que era necessário criar um espaço para reunir e celebrar essa produção que, com o advento das novas tecnologias da imagem e os desafios do mundo contemporâneo, cada vez mais crescia em urgência e potência&#8221;, comenta a curadora Cristiana Miranda.</p>



<p class="has-text-align-center">Cristiana explica que a programação do Dobra 2025 foi concebida &#8220;como uma estrela de nove pontas&#8221;. Ao programa de abertura somam-se oito programas curatoriais que percorrem distintas abordagens do experimental brasileiro. A pesquisadora, curadora e produtora Liciane Mamede selecionou um conjunto de filmes que pretende aprofundar o debate sobre o cinema experimental feminino no Brasil, apresentado como memória, ancestralidade e formas de resistência. O cineasta e pesquisador Carlos Adriano trouxe um programa no qual o uso de materiais de arquivo é feito de forma inovadora, desbravando o desconhecido através de procedimentos dissonantes. O professor de cinema Sávio Leite apresenta um programa com filmes que aprofundam uma relação entre o corpo e a tecnologia. O vínculo entre o cinema experimental e as artes visuais contemporâneas é evidenciado pela artista, poeta e professora Kátia Maciel em filmes que projetam experimentos com a forma do mar. Ж reflete sobre o pensamento ecológico em um programa que propõe uma cartografia de reparação e memória de geografias políticas, em busca de uma justiça ecológica multiespécie. yann beauvais elaborou um programa que traduz a representação de gays, lésbicas e transsexuais no cinema experimental brasileiro desde os anos 70 até o século XXI. O artista Tetsuya Maruyma organizou um grupo de filmes em 16mm feitos à mão e projetados em seus formatos originais que destacam a virada materialista presente no experimental contemporâneo. A pesquisadora Janaína<strong> Oliveira</strong> montou um programa que traz a potência do cinema negro no cenário experimental, como trajetória e encruzilhada. </p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;A sessão de abertura do Festival, marcada para quarta-feira (03/12), às 18 horas, propõe uma reflexão sobre os diferentes modos de filmar o Rio de Janeiro. Os sete filmes selecionados revelam a diversidade e a riqueza de olhares sobre a cidade e seu entorno, apresentando suas contradições, nuances e complexidades em um mosaico de narrativas&#8221;, pontua o curador Lucas Murari.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong><u>Atividades extras</u></strong> &#8211; O DOBRA realiza na sexta-feira (05/12) e no sábado (06/12), às 10h, a oficina <em>Filme sem filme</em>, uma reflexão conceitual sobre criação fílmica, proposta pelo artista Tetsuya Maruyama. Os interessados devem enviar um e-mail para <a href="mailto:dobrafestival@gmail.com">dobrafestival@gmail.com</a>, com  nome completo, telefone e breve descrição do motivo do interesse em participar da oficina (até 500 caracteres). O objetivo da atividade é explorar distintos aspectos e conceitos de &#8220;filme&#8221; como algo concreto e imaterial ao mesmo tempo. &#8220;Nesta oficina, compartilhamos uma vivência em que entramos em contato com manifestações artísticas em relação aos campos periféricos de cinema expandido/contraído, situadas em diversos formatos e linguagens. Existe a diferença entre tempo de livro e tempo de filme?&#8221;, comenta Maruyama.</p>



<p class="has-text-align-center">Também no sábado, às 19h30, acontece a performance de cinema expandido <em>Os passos semeiam o caminho</em>, com Cristiana Miranda e Igorland. As mesas de conversa reúnem curadores, pesquisadores e realizadores no dia da abertura (quarta), no sábado e, no encerramento, domingo. Todas as sessões são seguidas de debates. </p>



<p class="has-text-align-center">Serviço:  De 3 a 7 de dezembro/ Entrada franca / Retirada de ingressos na bilheteria física do CCBB RJ ou no site <a href="http://bb.com.br/cultura" target="_blank" rel="noreferrer noopener">bb.com.br/cultura</a></p>
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		<title>Orquestra Petrobras Sinfônica fará apresentações gratuitas no CCBB</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Nov 2025 12:55:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Concertos]]></category>
		<category><![CDATA[CCBB]]></category>
		<category><![CDATA[Orquestra Petrobras Sinfônica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro recebe a série &#8220;Notas Comentadas&#8221;, ciclo de música de câmara da Orquestra Petrobras Sinfônica, parte do selo Prata da Casa, em que os próprios músicos da orquestra montam a programação. Com entrada gratuita, a série destaca diferentes formações de câmara, evidenciando a versatilidade instrumental e a riqueza de timbres dos [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">O Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro recebe a série &#8220;Notas Comentadas&#8221;, ciclo de música de câmara da Orquestra Petrobras Sinfônica, parte do selo Prata da Casa, em que os próprios músicos da orquestra montam a programação. Com entrada gratuita, a série destaca diferentes formações de câmara, evidenciando a versatilidade instrumental e a riqueza de timbres dos músicos. </p>



<p class="has-text-align-center">O Núcleo Educativo da Petrobras Sinfônica acompanha cada apresentação com comentários sobre as obras, compositores e artistas, proporcionando uma experiência mais próxima e informativa ao público.</p>



<p class="has-text-align-center">A programação começa na quinta-feira, dia 13, com o Quarteto de Cordas, formado por Ivan Scheinvar e Daniel Albuquerque (violinos), Tiago Vieira (viola) e Kayami Satomi (violoncelo), apresentando obras de Ludwig van Beethoven e Felix Mendelssohn. O repertório destaca o lirismo e a intensidade do universo da música de câmara.</p>



<p class="has-text-align-center">Na sexta-feira, dia 14, o grupo T&#8217;Rio, composto por Cristiano Alves (clarineta), Fernando Thebaldi (viola) e Yuka Shimizu (piano), percorre diferentes estilos em um repertório que vai de Max Bruch, Frank Bridge e Paul Hindemith a compositores brasileiros como Liduino Pitombeira e Leandro Braga, explorando diálogos entre tradição e contemporaneidade, clássico e popular.</p>



<p class="has-text-align-center">O ciclo encerra no sábado, dia 15, reunindo diversos duos e trios com Fernando Thebaldi (viola), Marcelo Salles (violoncelo), Sammy Fuks (flauta), João Luiz Areias (trombone), Janaina Sá (marimba) e Pedro Sá (vibrafone e marimba). O programa inclui obras de Paul Hindemith, Vincent Ludwig Persichetti, Peter Tanner, Alexandre Schubert e José Barbosa da Silva &#8220;Sinhô&#8221;, em arranjos que evidenciam a riqueza de timbres e a variedade de cores da música de câmara. </p>



<p class="has-text-align-center">A iniciativa integra a parceria entre a Orquestra Petrobras Sinfônica e o CCBB, reforçando a democratização do acesso à música de concerto e à formação de novos públicos. A série &#8220;Notas Comentadas&#8221; se estenderá até o final do ano, com apresentações futuras nos dias 11 a 13 de dezembro.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Serviço</strong><br><strong>Notas Comentadas – Orquestra Petrobras Sinfônica</strong><br>Datas:13, 14 e 15 de novembro de 2025 (quinta a sábado)<br>Horário: 19h<br>Local: CCBB Rio de Janeiro – Sala 26, 4º andar / Endereço: R. Primeiro de Março, 66 – Centro <br>Ingressos gratuitos – Retirada 1h antes do início do evento na bilheteria ou em <a href="https://bb.com.br/cultura" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>bb.com.br/cultura</u></a> </p>
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		<title>&#8220;UM JULGAMENTO – depois do Inimigo do Povo&#8221;: Transparências do Mal numa peça colossal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Oct 2025 14:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro]]></category>
		<category><![CDATA["UM JULGAMENTO"]]></category>
		<category><![CDATA[CCBB]]></category>
		<category><![CDATA[teatro]]></category>
		<category><![CDATA[Wagner Moura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quem não é não se esconde&#8230; cantava o Funk “O Bonde do Rinoceronte&#8230; ao evocar um saber popular das periferias cariocas segundo o qual quem não deve não teme&#8230; um pouco como é a situação do Dr. Thomas Stockmann. O personagem criado em 1882 pelo norueguês Henrik Ibsen (1828–1906) é a tradução ficcional da hashtag #tragoverdades. [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Quem não é não se esconde&#8230; cantava o Funk “O Bonde do Rinoceronte&#8230; ao evocar um saber popular das periferias cariocas segundo o qual quem não deve não teme&#8230; um pouco como é a situação do Dr. Thomas Stockmann. O personagem criado em 1882 pelo norueguês Henrik Ibsen (1828–1906) é a tradução ficcional da hashtag <em>#tragoverdades</em>. A principal delas: “A verdade acabou”. </p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignright size-full is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="600" height="400" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/10/22UM-JULGAMENTO-wagner-moura.jpeg" alt="&quot;UM JULGAMENTO" class="wp-image-194694" style="width:474px;height:auto" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/10/22UM-JULGAMENTO-wagner-moura.jpeg 600w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/10/22UM-JULGAMENTO-wagner-moura-300x200.jpeg 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/10/22UM-JULGAMENTO-wagner-moura-150x100.jpeg 150w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></figure>
</div>


<p class="has-text-align-center">Acabou no verbo, na letra, na retórica&#8230;, mas onde dá tiro, onde agem milícias, onde falta comida, onde a água não tem encanamento, o real não mente. Fede, sangra, dói, mata, polui. Para que ele ganhe discurso, no tempo das <em>fake news</em>, Wagner Moura fez dele teatro. E o faz numa interpretação taquicardia, que alarma plateias. </p>



<p class="has-text-align-center">Stockmann é o personagem que marca a volta do baiano de Rodelas aos palcos depois de um hiato de quase duas décadas. O doutor Stockmann foi tomado emprestado de Ibsen para gerar uma dramaturgia nova brasileira, que foi batizada (com caixa alta) de “UM JULGAMENTO – depois do Inimigo do Povo”. A peça nasce como escrita, mas se materializa numa capilarização entre gesto, performance, mimese de tribunal e vídeo, com todo os hibridismos característicos de sua diretora, Christiane Jatahy.</p>



<p class="has-text-align-center">É a natureza da encenadora de “Corte Seco” (2009) e “A Falta Que Nos Move” (2005) tensionar fronteiras entre cena e tela, gesto e engasgo, saliva e discurso, realidade e representação. No mesmo tempo em que o cinema, via “Dogville”, de Lars von Trier, lá em 2003, adentrava por Thornton Wilder (“Nossa Cidade”) e Brecht (“O Casamento do Pequeno Burguês”), Jatahy se empapuçava do que havia de mais pós-moderno nas reflexões audiovisuais sobre simulacro e simulação. Avançou (sobremaneira) o que (nas artes visuais) Peter Greenaway esboçou no fim dos anos 1980 e 90 (com “O Livro de Cabaceira”). </p>



<p class="has-text-align-center">Em &#8220;UM JULGAMENTO&#8221;, Ela (Christiane Jatahy), o Wagner que hoje delicia telas mundo afora com o crocante “O Agente Secreto” e Lucas Paraizo (roteirista das séries “Sob Pressão” e “Os Outros”) delinearam um <em>“What if&#8230;”</em> (o que aconteceria se&#8230;) a partir de “O Inimigo do Povo” escrito por Ibsen no século XIX. E se o Dr. Stockmann se insurgisse contra a chancela de subversivo que o conferiram, em prol da paz na ordem vigente? É daí que nasce “UM JULGAMENTO”.</p>



<p class="has-text-align-center">Em sua esfera ciborgue, com suas próteses em vídeo que rebobinam fatos de outrora e abrem hipertextos para maquinações corruptas paralelas, a engenharia de Jatahy lembra a montagem nacional (inesquecível) de “Os Sete Afluentes do Rio Ota”, do canadense Robert Lepage, feita sob a direção de Monique Gardenberg, no início dos anos 2000. Dilatavam-se tempos e geografias, com fraturas no palco impostas por vídeos que abriam memórias. São dispositivos de inventar cena naquilo que é digital, naquilo que é imagem filmada, na videoarte. </p>



<p class="has-text-align-center">Em “UM JULGAMENTO”, as provas são apresentadas à corte por vídeo ao mesmo tempo em que câmeras flagram uma expansão da caixa cênica, uma vez que vemos um Stockmann em fúria a sair dela a bufar, palco  adentro. É um traço da identidade de Jatahy. Um indício de que num mundo pós-verdade, onde tudo é performance: rua é palco; esquina é palco; foyer é palco. O diferencial dessa dramaturgia nova é ela mostrar que peito também é palco. </p>



<p class="has-text-align-center">Existe uma encenação de problemas concretos de Stockmann. Existem, por outro lado, uma tragédia tebana que se passa em seu coração, após a perda de sua companheira, morta em decorrência de problemas cardíacos, sob o efeito de ansiolíticos e remédios para amortecer a depressão. Nessa Tebas, não há oráculos. Os deuses já não se interessam por nós. Só a Lei.              </p>



<p class="has-text-align-center">Sem ela ninguém é livre, a julgar pela tese de Montesquieu: “Liberdade é o direito de fazer tudo o que as leis permitem”. O maior anseio de Stockmann é se libertar do fardo de uma culpa que não é sua. Ele apenas quis libertar seus conterrâneos da ignorância. Deu o fogo (da lucidez) a suas e a seus compatriotas. Resta-lhe penar sob o ataque dos abutres.  </p>



<p class="has-text-align-center">Tão logo os três sinais tocam e as luzes da encenação se engatilham, Wagner entra em cena, dá “Boa noite!” e, solenemente, compactua com a plateia as dinâmicas. Uma delas é o fato de que alguns espectadores, que aceitaram receber pulseiras do lado de fora do Teatro II do CCBB, serão escolhidos, por números, e vão compor o júri. A dinâmica mais importante vem de uma fala de Ibsen, ligado ao fato de que a verdade morreu. Portanto, longa vida à verdade. Wagner insiste: “Poderia ser um filme. Mas a vida não é um filme. Isso aqui é teatro!”.<br><br>O que ele, Paraizo e Jatahy arquitetaram foi um estudo sobre como os fatos driblam as versões que se contam dele. Por isso, tanto faz (ou não) se você não se convencer dos argumentos de Stockmann. O que vale é o embate por seu direito de trazê-los à tona e a certeza de que laudo pericial algum sobre a contaminação de um rio fede como a água que contaminaram.    </p>



<p class="has-text-align-center">Assim, saímos da 1882 do <em>cogito </em>ibseniano e caímos no ano de 2025, num Brasil pós-covid e pós-Bolsonaro, onde Stockmann (Wagner, numa colossal imolação em cena) busca por veios de reparação para sua dignidade. Não pense em honra. Essa é uma palavra que, na História, serviu mais para justificar crimes de ódio do que para harmonizar vivências. Dignidade é balanço. </p>



<p class="has-text-align-center">Logo, esse médico maculado em sua reputação almeja recuperar sua credibilidade diante de um júri formado pelo público, e se submete a um veredito. Em “UM JULGAMENTO”, ele tratava de doentes numa Estação Balneária no interior do país. Flagrou contaminação nas reservas hídricas locais e denunciou o corrido. Foi tachado de charlatão e de irresponsável por isso. </p>



<p class="has-text-align-center">Ao lado de sua filha, Petra Stockmann (vivida por Julia Bernat, parceira recorrente de Jatahy), ele pede uma retratação pública e uma nova chance de se defender. O espetáculo tem como voz de acusação o irmão do protagonista, Peter Stockmann, vivido por um Danilo Grangheia mefistofélico, de humor cru. Ex-prefeito da cidade, ele é o representante das autoridades locais.</p>



<p class="has-text-align-center">O que se inicia como corte, transforma-se em uma disputa familiar, revelando os conflitos por trás da rivalidade entre os irmãos. Revelam-se ainda traumas de Stockmann, relativos à perda de sua parceira. Revela-se também o machismo imperdoável da sociedade que elegeu Peter. </p>



<p class="has-text-align-center">Muitos filmes são citados, em especial “Tubarão” (1975), de Steven Spielberg, que empresta suas guelras também a “O Agente Secreto”, onde Wagner (também) está apoteótico. Contudo, o longa-metragem que mais baliza a forma como Jatahy encena não é nomeado. Trata-se do ganhador da Palma de Ouro de 2023: “Anatomia de uma Queda”, de Justine Triet. Nele, “culpado” ou “inocente” são palavras gastas. O uso abusivo as desgastou. </p>



<p class="has-text-align-center">É o que escreveu Jean Baudrillard no seminal livro “A Transparência do Mal”: nada, na prática da vida em sociedade, desaparece pela escassez, mas, sim, pelo excesso. Mentiu-se demais no Brasil de Peter Stockmann. Já seu irmão, o réu, foi excessivamente humano. Essa demasia&#8230; essa desmesura&#8230; finca seus pés num solo tão milenar quanto o de teatro&#8230; o solo da certeza. </p>



<p class="has-text-align-center">De fato, é certo que “UM JULGAMENTO” é “O” acontecimento teatral de 2025, pela provocação e pela forma. Pela engenharia sonora que faz o Teatro II do CCBB implodir. Pelo modo em que Wagner renova nossa fé nos sagrados poderes da composição teatral.      </p>
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		<title>Lucas Paraizo, ímã de audiência na TV e no streaming, estreia no palco com Wagner Moura</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Oct 2025 11:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro]]></category>
		<category><![CDATA[CCBB]]></category>
		<category><![CDATA[Lucas Paraizo]]></category>
		<category><![CDATA[teatro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um dos roteiristas mais disputados da TV brasileira e do nosso cinema, com fenômenos de audiência como as séries &#8220;Os Outros&#8221; e &#8220;Sob Pressão&#8221; no currículo, Lucas Paraizo faz sua incursão inicial pela dramaturgia teatral numa companhia duplamente nobre e duplamente prestigiada no exterior: Wagner Moura e Christiane Jatahy. Eles são seus companheiros em &#8220;UM [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Um dos roteiristas mais disputados da TV brasileira e do nosso cinema, com fenômenos de audiência como as séries &#8220;Os Outros&#8221; e &#8220;Sob Pressão&#8221; no currículo, Lucas Paraizo faz sua incursão inicial pela dramaturgia teatral numa companhia duplamente nobre e duplamente prestigiada no exterior: Wagner Moura e Christiane Jatahy. Eles são seus companheiros em &#8220;UM JULGAMENTO – depois do Inimigo do Povo&#8221;. Wagner Moura volta aos palcos a partir desta quinta no CCBB, não só como ator, mas também como coautor desse experimento baseado na obra do norueguês Henrik Ibsen (1828–1906). </p>



<p class="has-text-align-center">Há uma triangulação dessa releitura ibseniana entre Wagner, Paraizo e Jatahy, encenadora que é consagrada mundialmente por tensionar os limites entre vídeo, cena e realidade. Professor de escrita de roteiro em aulas concorridas na PUC-Rio, Paraizo ganhou o troféu Redentor do Festival do Rio de 2017 pelo script de &#8220;Aos Teus Olhos&#8221;. Nessa época, Jatahy fazia experiências nos palcos franceses. </p>



<p class="has-text-align-center">Aliás, a admiração dele pela diretora passa não só por essa fase europeia dela, mas também por seus sucessos locais, como &#8220;Corte Seco&#8221; (2009) e &#8220;A Falta Que Nos Move&#8221; (2009). Em busca de um projeto em que afinassem as visões, Jatahy e Wagner, enfim, chegaram ao Ibsen mais potente: &#8220;Um Inimigo do Povo&#8221;, de 1882. </p>



<p class="has-text-align-center">A peça original narra os contratempos do Dr. Thomas Stockmann após a descoberta de que as águas do Balneário Termal de sua cidade estão contaminadas. Ao tentar alertar as autoridades para proteger a população e os turistas, ele vê suas intenções fracassarem e acaba condenado como um detrator público, acusado de querer prejudicar economicamente a cidade e de ignorar a vontade da maioria.<br><br>O teatro do Centro Cultural Banco Brasil acolhe essa premissa, mas com vida própria, à luz da miscelânea de ideias de Jatahy, Wagner e Paraizo, ambientadas numa corte judicial de 2025, com signos contemporâneos. Além disso, nessa &#8220;reescrita&#8221;, o protagonista de Ibsen busca por reparação. Stockmann quer recuperar sua dignidade e, diante de um júri formado pelo público, submete-se a um novo veredito. </p>



<p class="has-text-align-center">Em &#8220;UM JULGAMENTO – depois do Inimigo do Povo&#8221;, o personagem de Wagner é médico de uma Estação Balneária no interior do país. Ao lado de sua filha Petra Stockmann (vivida por Julia Bernat, parceira recorrente de Jatahy), ele pede uma retratação pública e uma nova chance de se defender. O espetáculo tem como acusação o irmão do protagonista, Peter Stockmann, vivido por Danilo Grangheia. Ex-prefeito da cidade, ele é o representante das autoridades locais.</p>



<p class="has-text-align-center">O que se inicia como plenária jurídica se transforma em uma disputa familiar, revelando os conflitos por trás da rivalidade entre os irmãos. No papo a seguir, Paraizo explica a brasilidade que existe nesse quiproquó geopolítico.    </p>



<p class="has-text-align-center"><strong>O que o Henrik Ibsen pode nos oferecer como balanço sobre o senso do que é justo e do que potencialmente ético na sociedade brasileira?<br>Lucas Paraizo: </strong>Certamente, mais do que um balanço, acho que Ibsen nos oferece uma discussão sobre a relação entre ética e os sistemas sociais e econômicos vigentes. Ibsen é um autor que questiona nossos valores e os coloca a prova. </p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Que brasileiro é Thomas Stockmann, o personagem de Wagner Moura em &#8220;UM JULGAMENTO?<br>Lucas Paraízo: </strong>Um brasileiro que coloca os valores coletivos na frente dos individuais. Mas que é, ao mesmo tempo, cheio de contradições e acredita que os fins justificam os meios. </p>



<p class="has-text-align-center"><strong>O que representou para você a imersão no teatro e a troca com uma multiartista como Christiane Jatahy?<br>Lucas Paraizo:&nbsp;</strong>Essa é minha estreia escrevendo para o teatro e não poderia estar mais feliz de fazê-lo por um convite da Chris. Sou profundo admirador de toda sua obra e nossas afinidades nos aproximaram. Foi um processo de construção de texto muito feliz. A partir de uma ideia e de um conceito que ela trouxe, fizemos uma releitura da obra num modelo bastante cinematográfico, como é parte de sua linguagem.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Que peso há em escrever para Wagner Moura? Ou que leveza existe nisso?<br>Lucas Paraizo:</strong> Wagner, de fato, tem uma potência cênica contagiante e puxa tudo pra cima! Ele faz todos acreditarem no texto e escolhe projetos em que acredita. Tenho muita admiração ética, profissional e pessoal por ele. Sou grato e feliz por ter tido a oportunidade de poder colaborar nesse texto e nesse projeto. </p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Como fica sua vida na TV e no cinema? Que novidades em frente?<br>Lucas Paraizo:&nbsp;</strong>Estamos montando a terceira temporada de &#8220;Os Outros&#8221; que estreia ano que vem no Globoplay e estou desenvolvendo mais um projeto em minha parceria com a Luísa Lima.</p>



<p class="has-text-align-center">A peça faz temporada no Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro, no Teatro II, de 23 de outubro a 3 de novembro./ Classificação indicativa: 16 anos.</p>
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		<title>20ª edição do Rio Mountain Festival no CCBB</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Oct 2025 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Festivais]]></category>
		<category><![CDATA[CCBB]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A 20ª edição do Rio Mountain Festival exibirá, entre os dias 15 e 19 de outubro de 2025, 30 filmes de esportes de aventura, natureza e cultura de montanha, no Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro. Para comemorar a semana da criança, o festival contará também com atividades gratuitas, de quarta à domingo, das 10 [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">A 20ª edição do Rio Mountain Festival exibirá, entre os dias 15 e 19 de outubro de 2025, 30 filmes de esportes de aventura, natureza e cultura de montanha, no Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro.</p>



<p class="has-text-align-center"> Para comemorar a semana da criança, o festival contará também com atividades gratuitas, de quarta à domingo, das 10 às 18h, como muro de escalada, slackline (com o renomado slackliner Gideão de Melo) e oficina de pintura de objetos com ênfase na natureza comandado por Adriane Ferreira (DrilifyArt). Além disso, o festival instalará um simulador de asa-delta no Centro Cultural Correios.</p>



<p class="has-text-align-center">O Rio Mountain Festival completa 20 anos com exibição de 30 filmes e atividades para crianças. O Festival exibirá, ainda, o filme &#8220;Out Of the blue&#8221;, de Sébastien Montaz-Rosset, premiado pela International Alliance for Mountain Film, que mostra a união de artistas de rua (acrobatas) e alpinistas de montanha em um projeto nos picos de Oberland, na Suíça – uma missão desafiadora que rende belas imagens na altitude. </p>



<p class="has-text-align-center">Além disso, a programação também inclui a exposição fotográfica &#8220;Patagônia, montanhas d&#8217;água&#8221;, de Luan Chaves, fotógrafo com produção autoral, que retrata a paisagem, fauna e a cultura patagônica. Além disso, acontecerão encontros com autores, como Jorge Cáceres, do livro &#8220;No caminho de Santiago&#8221;, Susi Saito, autora de &#8220;Alma Ciclo Viajante&#8221; e o lançamento do &#8220;Guia de sinalização para rotas de Cicloturismo e Trilhas no Brasil&#8221;, com Luiz Saldanha. </p>



<p class="has-text-align-center">Todos os anos o Rio Mountain Festival organiza o&nbsp;Concurso Fotográfico &#8220;Montanhas do Mundo&#8221;, aberto a fotógrafos amadores e profissionais.&nbsp;O vencedor do concurso recebe o&nbsp;Troféu Corcovado&nbsp;e terá suas fotos exibidas na Exposição Fotográfica da próxima edição do Rio Mountain Festival. Os jurados são fotógrafos conhecidos no meio outdoor: Marcello Cavalcanti,&nbsp;Taísa Maar,&nbsp;Pedro Cury, Rebeca Reis e Rafael Duarte.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;Todos os anos trazemos as tendências dos esportes de aventura pelo mundo. A edição comemorativa dos nossos 20 anos, além de mais de 30 filmes, tem o objetivo de incluir as crianças desde cedo na vida ao ar livre e de cultura de montanha, oferecendo diversas atividades&#8221;, conta Alexandre Diniz, diretor do Rio Mountain Festival, que acaba de entrar para a&nbsp;<a>International Alliance for Mountain Film</a>, importante instituição dos festivais de cinema de montanha no mundo.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Serviço Data: 15 a 19 de outubro /  ingresso em <a href="http://bb.com.br/cultura" target="_blank" rel="noreferrer noopener">bb.com.br/cultura</a> ou na bilheteria do CCBB, a partir das 9h do dia da exibição do filme. Confira a programação completa: <a href="https://riomountainfestival.com.br/edicao-2025/programacao/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://riomountainfestival.com.br/edicao-2025/programacao/</a></p>
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		<title>Flávio Cerqueira estreia sua primeira grande mostra individual</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Oct 2025 10:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artes]]></category>
		<category><![CDATA[Exposições]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Celebrando 15 anos de carreira, o esculturista Flávio Cerqueira chega ao Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro com a exposição ‘Flávio Cerqueira &#8211; Um escultor de significados’. Aliás, esta é a primeira vez que o artista apresenta individualmente uma mostra na cidade e, para a ocasião, foram reunidas mais de 40 obras, incluindo 3 inéditas, peças em [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Celebrando 15 anos de carreira, o esculturista Flávio Cerqueira chega ao Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro  com a exposição ‘Flávio Cerqueira &#8211; Um escultor de significados’. Aliás, esta é a primeira vez que o artista apresenta individualmente uma mostra na cidade e, para a ocasião, foram reunidas mais de 40 obras, incluindo 3 inéditas, peças em bronze e um jardim que convida o público à contemplação. </p>



<p class="has-text-align-center">A curadoria é de Lilia Schwarcz, antropóloga e historiadora, parceira de Flávio há mais de uma década. Dessa colaboração nasce uma seleção sensível de obras, organizada para construir um microcosmo afetivo. Nesse ambiente, o paisagista Lula Câncio, que atuou com Burle Marx, traz uma proposta inédita, integrando espécies vegetais que, em diálogo com as esculturas, compõem uma paisagem expositiva singular.</p>



<p class="has-text-align-center">Para Flávio, a arte nasceu da observação. Crescido em São Paulo, em uma família sem o hábito de frequentar exposições, ele aprendeu a enxergar beleza no cotidiano, característica que atravessa sua produção até hoje. Em suas mãos, o bronze, tradicionalmente reservado a figuras públicas, se transforma em monumento às vidas comuns, despertando a atenção e a sensibilidade do público</p>



<p class="has-text-align-center">Ele conta, “A arte é para todos. Foi para mim, ainda criança, foi para a minha família e acredito que continua sendo assim. Meu trabalho busca essa linguagem universal que a gente aprende vendo e sentindo. Acho que consigo traduzir certas realidades nas minhas esculturas, que acabam exercendo um efeito quase magnético, prendendo o olhar e a atenção das pessoas”.</p>



<p class="has-text-align-center">Essa realidade de que ele fala passa por questões intrínsecas à história brasileira, como classe, identidade, raça e gênero. Para a curadora, as obras dos artistas provocam e despistam o público, convidando-os à reflexão. “Ele não fala somente da denúncia, da vitimização, mas também pela perspectiva da agência, da subjetividade negra, dos costumes, do afeto e da comunidade”, conta Lilia e completa: “nas mostras do Flávio, as pessoas saem felizes, saem alimentadas, porque Flávio traz esse senso de coletividade”.</p>



<p class="has-text-align-center">No Rio de Janeiro, a experiência coletiva ganha forma no espaço O Jardim das Utopias, um verdadeiro oásis erguido no coração da cidade. O projeto foi pensado para criar equilíbrio entre as esculturas de bronze e o paisagismo de Lula Câncio, oferecendo um respiro em meio à metrópole.  </p>



<p class="has-text-align-center">Gratuita e aberta ao público, a exposição reafirma a trajetória de Flávio Cerqueira como um dos principais nomes da escultura contemporânea no Brasil. </p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Serviço</strong>: De 8 de outubro de 2025 até 18 de janeiro de 2026 / Local: Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro – Rua Primeiro de Março, 66, 2ª andar– Centro /Entrada gratuita / Classificação: Livre</p>
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		<title>Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro comemora 36 anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Sep 2025 11:46:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Centros Culturais]]></category>
		<category><![CDATA[Exposições]]></category>
		<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[CCBB]]></category>
		<category><![CDATA[Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[exposição]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em outubro, o Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro comemora 36 anos. Em mais de três décadas de história, a instituição cultural mais visitada do país se estabeleceu como um marco da revitalização do centro histórico e um grande queridinho dos cariocas. Em 12 de outubro de 1989, o Banco do Brasil deu seu [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center"> Em outubro, o Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro comemora 36 anos. Em mais de três décadas de história, a instituição cultural mais visitada do país se estabeleceu como um marco da revitalização do centro histórico e um grande queridinho dos cariocas.</p>



<p class="has-text-align-center">Em 12 de outubro de 1989, o Banco do Brasil deu seu primeiro passo como grande apoiador da cultura brasileira ao inaugurar o seu primeiro Centro Cultural. Desde então, passaram pelo CCBB mais de 60 milhões de visitantes e foram realizados mais de 2.500 projetos culturais.</p>



<p class="has-text-align-center">Desde 2011, o CCBB Rio de Janeiro inclui o Brasil no ranking anual do jornal britânico&nbsp;<em>The Art Newspaper</em>, que lista os cem museus e centros culturais mais visitados do mundo. Em 2024, o CCBB foi o museu mais visitado da América do Sul e o 64º do mundo. Também foi eleito o Centro Cultural mais amado da capital fluminense pelos leitores da Revista Veja Rio pela 6ª vez seguida. Referência de diversidade e acolhimento, teve seu programa educativo indicado ao Prêmio ICOM (<em>International Council of Museums</em>&nbsp;&#8211; Conselho Internacional de Museus), que reconhece ações sustentáveis em museus.</p>



<p class="has-text-align-center">Em 2025, o museu já ultrapassou a marca de 700 mil visitantes. Dentre as exposições, Fullgás, Arte Subdesenvolvida e Ancestral: Afro-Américas encantaram o público, atraindo, juntas, mais de meio milhão de pessoas.</p>



<p class="has-text-align-center">Os palcos também fizeram história, lotando os três teatros do prédio com sucessos para todas as idades, como a encantadora Mostra Carroça de Mamulengos,e montagens inéditas como Matilde, comédia feita em homenagem ao comediante Paulo Gustavo. Além disso, Vinte! foi um dos espetáculos mais indicados ao 36º Prêmio Shell de Teatro no primeiro semestre.</p>



<p class="has-text-align-center">O CCBB também se consolida como um oásis no Centro do Rio para eventos de todos os tipos. Feira das Yabás, Junta Local, Resenha Black Bom, entre outros tantos parceiros o ajudaram a se estabelecer como um dos mais democráticos museus cariocas.</p>



<p class="has-text-align-center">O prédio histórico no qual é situado, inaugurado em 1906 como sede da Associação Comercial do Rio, foi projetado por Joaquim Béthencourt da Silva, arquiteto do Império. Na década de 1920, o Banco do Brasil adquiriu o local e passou a utilizá-lo como sua sede até os anos 1960. Depois, serviu o público como agência bancária por mais de duas décadas até ser transformado na instituição cultural que é hoje.</p>



<p class="has-text-align-center">Para seguir sendo um lar para a cultura carioca, o CCBB está passando por restaurações. O término dos trabalhos está previsto para 2026, mas os visitantes já podem notar alguns dos efeitos da revitalização em primeira mão, como o restauro do seu centenário piso de mármore, cerca de 1.227 m², sobre o qual andam milhares de pessoas todos os dias.</p>



<p class="has-text-align-center">As luminárias, verdadeiras obras de arte, também foram contempladas pelos esforços dos restauradores. Ao todo, o espaço possui mais de 200 lustres que, juntos, compõem um tesouro de mais de 120 mil peças de vidro e cristal. Os objetos também são adornados com motivos que remetem a plantas e figuras mitológicas como o deus grego do comércio, Hermes.</p>



<p class="has-text-align-center">A grandiosidade do espaço se traduz em sua utilização voltada para promoção da cultura. De quase 20 mil m ² de área construída, o CCBB dedica mais de dois mil m ² para exposições, além de contar com três teatros, duas salas de cinema, Biblioteca com mais de 250 mil exemplares, auditórios e salas multiusos. O prédio ainda abriga um Arquivo Histórico e o Museu Banco do Brasil, dedicados a preservar e dividir a história da primeira instituição bancária do país e do CCBB.</p>



<p class="has-text-align-center">Ao longo de sua história, o CCBB Rio buscou acolher o público brasileiro em toda a sua vasta diversidade e ser um local onde todos se sintam à vontade para criar, testemunhar, expressar e viver a cultura. Primeiro dos cinco CCBBs, foi o pioneiro no investimento em cultura pelo Banco do Brasil, multiplicado para as cidades de Brasília, São Paulo, Belo Horizonte e Salvador. Juntos, se complementam para ampliar a conexão do brasileiro com a cultura. </p>
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