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	<title>Arquivos ccbbrj - Rota Cult</title>
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	<description>Aqui você encontra dicas culturais na cidade do Rio de Janeiro!</description>
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		<title>&#8220;A Comunidade do Arco-Íris&#8221; faz temporada no CCBB RJ</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Jul 2024 12:00:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Depois de uma temporada de sucesso no CCBB BH, a montagem infantil &#8220;A Comunidade do Arco-Íris&#8221; chega ao Teatro II do CCBB Rio de Janeiro. Primeira e única obra de Caio Fernando Abreu escrita para crianças, a peça tem direção da gaúcha Suzana Saldanha e supervisão de direção de Gilberto Gawronski. Na trama, brinquedos e [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Depois de uma temporada de sucesso no CCBB BH, a montagem infantil &#8220;A Comunidade do Arco-Íris&#8221; chega ao Teatro II do CCBB Rio de Janeiro. Primeira e única obra de Caio Fernando Abreu escrita para crianças, a peça tem direção da gaúcha Suzana Saldanha e supervisão de direção de Gilberto Gawronski. Na trama, brinquedos e seres mágicos decidem viver numa comunidade na floresta, longe do mundo dos humanos, onde não há poluição e nem consumo desenfreado. A chegada de três gatos a esse recanto de paz provoca discussões sobre confiança, respeito, amizade e democracia.  </p>



<p class="has-text-align-center">Em cena, um lugar que lembra uma espécie de rave ou festa hippie. Os personagens vivem afastados do mundo humano. Uma sereia cansada da poluição de mares e rios, uma bruxa de pano e uma bailarina de caixinha de música trocadas por videogame e outros eletrônicos. Há também um soldadinho que não gosta de guerra e tem vocação para jardinagem, um mágico que deseja fazer suas mágicas sem ser criticado e ainda um roqueiro que quer tocar sua música na tranquilidade da natureza. No papel da Bruxa de Pano, Bianca Byington comenta que não conhecia esse lado do autor &#8220;supreendentemente leve, que não perde o sarcasmo em pequenas brincadeiras&#8221;. Para a atriz, chama a atenção que, em 1971, ele tenha dado importância à questão ambiental. &#8220;Abordagem simples, sem militância, mas no fundo fala o que realmente importa, a insatisfação em relação ao mundo capitalista, ao consumo&#8221;, diz.</p>



<p class="has-text-align-center">Sob a direção de movimento de Sueli Guerra, Bianca Byington divide a cena com os atores Raquel Karro (Sereia), Tiago Herz (Roque), Lucas Oradovschi (Mágico), Lucas Popeta (Gato Simão), André Celant (Soldadinho), Renato Reston (Gato Tião) e Patricia Regina (Gata Bastiana). A atriz Malu Mader faz uma participação especial em vídeo na abertura do espetáculo. O cenário é composto por uma grande estrutura de ferro flexível que abrange o cenário interativo criado por Sérgio Marimba, promovendo um diálogo com a luz de Aurélio de Simoni e os figurinos de Danielly Ramos. As crianças são levadas a um mundo de faz de conta, com ambientes coloridos em que os atores podem se pendurar, penetrar, subir e passear livremente.</p>



<p class="has-text-align-center">Para a supervisão de direção, Suzana Saldanha convidou o ex-aluno Gilberto Gawronski. &#8220;Ela acreditar nessa parceria me deixou muito feliz&#8221;, diz o ator e diretor vencedor dos prêmios Sharp, APCA e Shell. Gilberto ficou conhecido pela montagem de diversas peças de Caio Fernando Abreu, entre elas, &#8220;Dama da Noite&#8221; e &#8220;Pode ser que seja só o leiteiro lá fora&#8221;. Em &#8220;A Comunidade do Arco-Íris&#8221;, segundo Gawronski, Caio convida as crianças à reflexão sobre convívio e coletividade. &#8220;Não é um texto sobre empoderamento da mulher, nem sobre racismo, gênero, ou etnias se colocando. Mas abrange isso tudo. O Arco-Íris de Caio é uma ode à diversidade. Simboliza um lugar &#8216;outsider&#8217;, alternativo, uma busca pelo utópico, onde todos vivem em harmonia e a diferença é respeitada&#8221;, diz,</p>



<p class="has-text-align-center">A direção musical da peça é de autoria de João Pedro Bonfá, que mescla canções gravadas e música ao vivo. &#8220;Sempre que posso utilizar como trilha sonora o personagem Roque, interpretado pelo ator e músico Tiago Herz, é muito rico&#8221;. Segundo Bonfá, Caio Fernando indica no texto uma letra com o hino da comunidade do Arco-Íris que, nesta montagem, é musicada por Tony Bellotto e por seu filho, João Mader. &#8220;A música virou um baita Rock n&#8217; roll no estilo Titãs. Nós gravamos de uma vez, no estúdio, igual banda de rock, com guitarra e bateria. Isso trouxe uma sonoridade final bem interessante&#8221;, conta.</p>



<p class="has-text-align-center">SERVIÇO<br>Espetáculo: &#8220;A comunidade do arco-íris&#8221;<br>Temporada: de 06 de julho a 25 de agosto de 2024<br>Dias e horário: Sábados, às 15h. Domingos, às 11h e 15h.<br>Local: Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) – Teatro 2<br>Endereço: Rua Primeiro de Março, 66 &#8211; Centro<br>Ingressos: bilhetes disponíveis na bilheteria do CCBB ou pelo site bb.com.br/cultura  </p>
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		<title>35 anos do CCBB RJ é tema de exposição</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Jun 2024 13:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Centros Culturais]]></category>
		<category><![CDATA[Exposições]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[ccbbrj]]></category>
		<category><![CDATA[exposição]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para comemorar seus 35 anos, o CCBB RJ recebe a exposição “Primeiro de Março 66 – Arquitetura de Memórias”, que resgata a rica trajetória e a importância arquitetônica do icônico prédio, situado no coração do centro histórico da cidade. Com a curadoria do antropólogo e fotógrafo Milton Guran, a exposição retrata o prédio como um [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Para comemorar seus 35 anos, o CCBB RJ recebe a exposição “Primeiro de Março 66 – Arquitetura de Memórias”, que resgata a rica trajetória e a importância arquitetônica do icônico prédio, situado no coração do centro histórico da cidade.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignright size-large is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="682" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2024/06/Fachada-CCBB_02_Foto-AF-Rodrigues-1024x682.jpg" alt="CCBB RJ" class="wp-image-179215" style="width:480px;height:auto" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2024/06/Fachada-CCBB_02_Foto-AF-Rodrigues-1024x682.jpg 1024w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2024/06/Fachada-CCBB_02_Foto-AF-Rodrigues-300x200.jpg 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2024/06/Fachada-CCBB_02_Foto-AF-Rodrigues-768x512.jpg 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2024/06/Fachada-CCBB_02_Foto-AF-Rodrigues-1536x1023.jpg 1536w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2024/06/Fachada-CCBB_02_Foto-AF-Rodrigues-150x100.jpg 150w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2024/06/Fachada-CCBB_02_Foto-AF-Rodrigues-696x464.jpg 696w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2024/06/Fachada-CCBB_02_Foto-AF-Rodrigues-1068x712.jpg 1068w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2024/06/Fachada-CCBB_02_Foto-AF-Rodrigues-630x420.jpg 630w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2024/06/Fachada-CCBB_02_Foto-AF-Rodrigues.jpg 1600w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto-AF-Rodrigues</figcaption></figure>
</div>


<p class="has-text-align-center">Com a curadoria do antropólogo e fotógrafo Milton Guran, a exposição retrata o prédio como um ser vivo, cuja história se entrelaça com a da cidade e da cultura nacional. Desde a construção do projeto original, iniciada no século XIX, até sua utilização atual como um espaço cultural de destaque, o edifício testemunhou diversas transformações, refletindo diferentes contextos sociais, urbanos e institucionais ao longo do tempo.</p>



<p class="has-text-align-center">Os visitantes serão convidados a explorar essa trajetória por meio de uma variedade de elementos, incluindo fotografias históricas, documentação iconográfica, ensaios fotográficos, vídeos, depoimentos, mobiliários, entre muitas outras obras.</p>



<p class="has-text-align-center">Entre os destaques da exposição estão preciosidades do Arquivo Histórico da instituição, como fotografias contextualizando o prédio no cenário histórico da Rua Primeiro de Março, documentação fotográfica dos detalhes arquitetônicos e dos diferentes espaços do CCBB, como galerias, teatro, museu e cafeteria, além de fotos históricas da inauguração da sede do Banco do Brasil, em 1926, e documentação fotográfica contemporânea, enfocando a relação do prédio com o seu contexto urbano, com os seus frequentadores e com as suas funções de equipamento cultural.</p>



<p class="has-text-align-center">A mostra apresenta um ensaio exclusivo concebido pela artista visual Moara Tupinambá especialmente criado para a exposição, a partir de imagens do Arquivo Histórico do BB e os ensaios exclusivos de três fotógrafos contemporâneos: AF Rodrigues, fotojornalista da agência Imagens do Povo, que documenta o prédio em seu contexto urbano; Thais Alvarenga, fotógrafa e arte-educadora, que captura as relações sociais dentro do CCBB; e Bruno Bou Haya, fotógrafo especializado em memória, que documenta o funcionamento do centro cultural. Além disso, a exposição conta com uma intervenção fotográfica de Thiago Barrosa e uma trilha musical exclusiva, de autoria do compositor Marcos de Souza.</p>



<p class="has-text-align-center">O aniversário do CCBB será celebrado também com o lançamento de um livro que compilará todo o conteúdo da exposição, além de oferecer uma abordagem abrangente sobre a ocupação do edifício pelo Banco do Brasil. Este livro também contará com textos complementares de especialistas como o historiador Luiz Antônio Simas, a professora de literatura Maria Inês Azevedo e o arquiteto e professor José Pessoa.</p>



<p class="has-text-align-center">A mostra explora profundamente as camadas de significado e memória que compõem este edifício. No dia a dia, os visitantes muitas vezes não conseguem apreciar todos os detalhes arquitetônicos, mas esta exposição destaca cada um deles de forma especial. Após vivenciar esta experiência, visitar o CCBB nunca mais será a mesma coisa.</p>



<p class="has-text-align-center">Serviço:<br>Exposição: De 29 de junho a 16 de dezembro de 2024<br>Entrada gratuita &#8211; Retire seu ingresso na bilheteria física ou em <a href="http://bb.com.br/cultura">bb.com.br/cultura</a><br>Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro (CCBB RJ &#8211; Rua Primeiro de Março, 66 – 2º andar)</p>
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