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	<title>Arquivos Centro Cultural Correios - Rota Cult</title>
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	<description>Aqui você encontra dicas culturais na cidade do Rio de Janeiro!</description>
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		<title>Aruane Garzedin expõe no Centro Cultural Correios</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Jan 2026 11:26:21 +0000</pubDate>
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<p class="has-text-align-center">O Centro Cultural Correios Rio de Janeiro apresenta a exposição “<em>Há quanto tempo não olho para o céu?”</em>, individual da artista baiana Aruane Garzedin. Com curadoria de Shannon Botelho, a mostra reúne cerca de 20 trabalhos, em acrílico sobre tela, obras em papel,  além de uma instalação e um trabalho têxtil de grandes dimensões, apresentando ao público um recorte significativo da pesquisa da artista em torno das relações entre corpo, espaço e tempo no contexto urbano.</p>



<p class="has-text-align-center">Formada em Arquitetura e Urbanismo, Aruane Garzedin transita há décadas pelo campo das artes visuais, desenvolvendo uma prática que nasce da observação atenta da cidade e de seus ritmos.<strong>&nbsp;</strong>Ao longo de sua trajetória, a pintura em tela se ampliou à escala urbana através do grafite e da instalação, refletindo processos de apropriação, desgaste e reinscrição do espaço urbano. Em “<em>Há quanto tempo não olho para o céu?”</em>, o olhar da artista se concentra no chão da cidade — superfície onde os fluxos, apagamentos e permanências se inscrevem de forma concreta e simbólica.</p>



<p class="has-text-align-center">“O chão é materialidade e fricção, mas enquanto espaço público é um território social que reflete questões mais amplas como o direito à cidade, conflitos e negociações”, afirma Aruane Garzedin. Suas pinturas em acrílico sobre tela apresentam fragmentos desse universo: calçadas, sombras, objetos esquecidos, cercamentos, sinalizações e desenhos urbanos que emergem como vestígios de presença humana e experiência cotidiana, organizados por uma estrutura pictórica marcada pela sobreposição de camadas e por uma economia cromática rigorosa.</p>



<p class="has-text-align-center">Na instalação&nbsp;<em>Sem gravidade</em>&nbsp;(180 × 340 cm), realizada em impressão sobre voil, a artista traz a noção de chão como presença e, através da permeabilidade e da suspensão, tensiona noções de peso, apoio e desconexão na experiência espacial sob o impacto das novas tecnologias e redes sociais.</p>



<p class="has-text-align-center">Outro destaque da mostra é o trabalho de&nbsp;<em>O solo em comum</em>&nbsp;(180 × 130 cm), tendo um tapete como suporte, que propõe uma relação direta entre corpo e obra, evocando o chão como espaço de diálogo, atravessado por múltiplas presenças e narrativas que podem ser corrosivas.</p>



<p class="has-text-align-center">Para o curador Shannon Botelho, “o chão aparece na obra de Aruane como origem e destino, um território onde se inscrevem tanto os projetos de mundo quanto os seus fracassos”. Segundo ele, “ao deslocar o olhar para baixo, a artista nos convida a perceber aquilo que permanece à margem do olhar apressado, revelando a cidade como um campo de disputa entre memória, uso e apagamento”.</p>



<p class="has-text-align-center">As pedras portuguesas, elemento emblemático da paisagem urbana do Rio de Janeiro, estruturam diversas composições apresentadas na mostra, organizando padrões que atravessam a superfície pictórica e ampliam a espacialidade das cenas. “Esses desenhos não conduzem à abstração”, observa Shannon Botelho, “mas abrem a imagem para uma convivência entre geometria, objetos ordinários e jogos de sombra, recusando qualquer idealização da cidade”.</p>



<p class="has-text-align-center">Atualmente, a artista reside entre Salvador, na Bahia, e o Rio de Janeiro, experiência que atravessa diretamente sua pesquisa e aprofunda sua percepção sobre diferentes dinâmicas urbanas. Ao apresentar&nbsp;“<em>Há quanto tempo não olho para o céu?”</em>&nbsp;no Centro Cultural Correios, em pleno centro do Rio de Janeiro, a exposição estabelece um diálogo direto com o território que a inspira.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">As obras de Aruane Garzedin propõem uma experiência de observação desacelerada e crítica, convidando o público a refletir sobre suas próprias formas de habitar, atravessar e sentir o espaço urbano, a partir de imagens abertas, fragmentárias e atravessadas pelo tempo.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong><u>Serviço</u></strong> De 28 de janeiro de 2026, até 14 de março de 2026 / <strong>Local:</strong> Centro Cultural Correios Rio de Janeiro<br><strong>Endereço:</strong> Rua Visconde de Itaboraí, 20 – Centro</p>
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