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	<title>Arquivos Chico Buarque - Rota Cult</title>
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	<description>Aqui você encontra dicas culturais na cidade do Rio de Janeiro!</description>
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	<title>Arquivos Chico Buarque - Rota Cult</title>
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		<title>“Gota d’Água” ganha adaptação baiana no SESC Copacabana </title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Jul 2025 13:00:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Clássico de Chico Buarque, “Gota d’Água&#8221;, ganha adaptação baiana e estreia temporada inédita no Rio de Janeiro. Aclamada por crítica e público na Bahia, a Cia Baiana de Teatro Brasileiro leva ao palco carioca montagem de Gota d’Água, da obra de Chico Buarque e Paulo Pontes. Ambientada no subúrbio de Salvador, a montagem propõe uma potente leitura da [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Clássico de Chico Buarque, “Gota d’Água&#8221;, ganha adaptação baiana e estreia temporada inédita no Rio de Janeiro. Aclamada por crítica e público na Bahia, a Cia Baiana de Teatro Brasileiro leva ao palco carioca montagem de Gota d’Água, da obra de Chico Buarque e Paulo Pontes.</p>



<p class="has-text-align-center"> Ambientada no subúrbio de Salvador, a montagem propõe uma potente leitura da clássica tragédia de Joana, mulher abandonada por Jasão, que a troca por uma jovem rica. O drama, originalmente situado em uma favela carioca, é transposto para um conjunto habitacional soteropolitano, evocando o universo dos marisqueiros do Porto das Sardinhas, no bairro de Plataforma. Areia, lama, baldes e redes de pesca compõem o cenário simbólico e visceral, onde dois atores se revezam nos diversos papéis da trama.</p>



<p class="has-text-align-center">A encenação, marcada por uma estética crua e poética, utiliza músicas como &#8220;Gota d’Água&#8221; e &#8220;Basta um Dia&#8221;, de Chico Buarque, para aprofundar reflexões sobre desigualdade social, relações afetivas, violência estrutural e o lugar da mulher negra na sociedade brasileira. Neste contexto, a figura de Joana, interpretada por Evana Jeyssan, é ressignificada: uma mulher negra traída por um homem branco, confrontando as complexidades do racismo, do abandono e da resistência.</p>



<p class="has-text-align-center">A temporada acontece na Arena do SESC Copacabana, de 24 de julho a 17 de agosto de 2025, com sessões de quinta a sábado, às 20h, e domingos às 18h. Todas as sessões terão tradução em Libras, reforçando o compromisso com acessibilidade e inclusão.</p>
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		<title>&#8220;Nossa História com Chico Buarque&#8221; volta ao circuito carioca</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 May 2025 14:05:48 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Teatro]]></category>
		<category><![CDATA[Chico Buarque]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ao longo das últimas seis décadas, Chico Buarque construiu uma obra monumental, através de centenas de canções, álbuns, livros e espetáculos teatrais. Mais do que uma produção vultuosa, suas criações ocupam um lugar único dentro da vida brasileira, ao cantar momentos icônicos da história recente do país, mas também ao traduzir os sentimentos mais íntimos do inconsciente [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Ao longo das últimas seis décadas, Chico Buarque construiu uma obra monumental, através de centenas de canções, álbuns, livros e espetáculos teatrais. Mais do que uma produção vultuosa, suas criações ocupam um lugar único dentro da vida brasileira, ao cantar momentos icônicos da história recente do país, mas também ao traduzir os sentimentos mais íntimos do inconsciente coletivo nacional. &#8216;Nossa História com Chico Buarque&#8217; nasceu justamente do desafio de contar um enredo absolutamente original, concebido sob a inspiração do inesgotável universo <em>buarqueano</em>. </p>



<p class="has-text-align-center">O musical surgiu de uma provocação da produtora Andréa Alves, da Sarau Cultura Brasileira, para o diretor Rafael Gomes. Juntos, eles montaram &#8216;Gota D&#8217;água [a seco]&#8217; (2016), em uma releitura do clássico &#8216;Gota D&#8217;água&#8217;, e passaram por outras incursões no repertório do homenageado: Rafael assinou uma montagem de &#8216;Cambaio&#8217; e Andréa produziu &#8216;A Ópera do Malandro&#8217; e &#8216;Os Saltimbancos&#8217;.</p>



<p class="has-text-align-center">O <strong>t</strong>exto inédito foi desenvolvido por Rafael com Vinicius Calderoni, seu parceiro em diversos projetos, e narra a saga de alguns personagens de duas famílias cariocas ao longo de três gerações, como em um <em>épico íntimo</em>. A ação se passa em três momentos: 1968, 1989 e 2022, não à toa datas fundamentais para se contar a recente história política e social brasileira, quando, respectivamente, o país atravessava a pior fase da Ditadura Militar, logo após vem o período da redemocratização e chega na fase final, depois da pandemia e de uma nova ruptura democrática.</p>



<p class="has-text-align-center">SERVIÇO: De 6 a 29 de junho / Quintas e sextas, às 19h. Sábados, às 15h e 19h. Domingos, às 17h. / Local: Teatro João Caetano (Praça Tiradentes, s/n) / Ingressos em <a href="https://funarj.eleventickets.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://funarj.eleventickets.com/</a></p>
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		<title>Claudette Soares canta Chico no Teatro Rival</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Mar 2025 14:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Shows]]></category>
		<category><![CDATA[Chico Buarque]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Claudette Soares e Chico Buarque se conhecem desde a primeira metade da década de 1960, quando ela era a principal estrela do João Sebastião Bar, famosa casa de música de São Paulo, e ele um jovem que participava das noites dos novos talentos apresentados pela cantora naquele espaço. Claudette foi uma das primeiras a perceber [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Claudette Soares e Chico Buarque se conhecem desde a primeira metade da década de 1960, quando ela era a principal estrela do João Sebastião Bar, famosa casa de música de São Paulo, e ele um jovem que participava das noites dos novos talentos apresentados pela cantora naquele espaço. Claudette foi uma das primeiras a perceber a qualidade do trabalho do jovem estudante de arquitetura e quis gravar uma composição dele, &#8220;Marcha Para Um Dia de Sol&#8221;, mas a gravadora que a mantinha sob contrato não acreditou na música. Por causa disso, ela perdeu a chance de ser a primeira artista a incluir uma canção de Chico em disco. Mesmo assim, as canções de Chico seguiram no repertório de shows e discos de Claudette. Porém, eles nunca haviam gravado uma música juntos. Esta lacuna foi preenchida com o lançamento do álbum e do show &#8220;Claudette canta Chico&#8221; em 2024. </p>



<p class="has-text-align-center">Com arranjos do pianista Alexandre Vianna e produção de Thiago Marques Luiz, o show traz composições importantes de Chico, como &#8220;Carolina&#8221;, &#8220;Todo Sentimento&#8221; e &#8220;Futuros Amantes&#8221;. &#8220;Realejo&#8221; é um dos destaques. Trata-se da regravação de uma música de Chico que Claudette lançou nos anos 60 e que ela nunca mais havia cantado.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">A escolha do repertório fica a cargo da própria Claudette Soares e Thiago Marques Luiz e reúne músicas do compositor que passam por todas as décadas de sua criação artística. &#8220;Claudette quis fazer um disco que passasse por todas as fases do Chico; desde os anos 60 quando eles começaram praticamente juntos na TV Record, até os dias de hoje.&nbsp; Mostra muito o quão atemporal eles são&#8221;, afirma Thiago.</p>



<p class="has-text-align-center">E é a primeira vez que Claudette Soares grava cantando com o Chico, embora eles já se conheçam há muito tempo. Em agosto de 2023 os artistas se reencontraram para gravar a faixa que abre o disco &#8220;Cadê Você (Leila XIV)&#8221;, uma parceria de Chico e João Donato, para comemorar os 55 anos do álbum &#8220;Gil, Chico e Velloso por Claudette&#8221; que foi lançado pela Philips em 1968.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Das canções do álbum de 1968, produzido por Manoel Barenbein, as quatro canções do Chico foram gravadas com os arranjos feitos pelo Cesar Camargo Mariano: &#8220;Januária&#8221;, &#8220;Desencontro&#8221;, &#8220;Bandolim&#8221; e &#8220;Lua Cheia&#8221;. &#8220;O Thiago Marques Luiz, produtor do projeto, teve essa ideia, de gravarmos um disco cantando Chico já que eu havia gravado apenas essas quatro canções dele e queria gravar muitas mais. E foi maravilhoso! Ensaiamos poucas vezes, fiz um show com o repertório no Teatro Sérgio Cardoso uma única vez e já gravamos o disco em dezembro de 2023, porque nossa geração é assim, a gente acredita na emoção do momento&#8221;, conta a cantora.</p>



<p class="has-text-align-center">Para celebrar o reencontro entre Claudette Soares e Chico Buarque, a artista se apresenta no Teatro Rival Petrobrás, com o show &#8220;Claudette canta Chico&#8221;, ao lado do maestro e pianista Leandro Braga, no dia 01 de abril, às 19h30.</p>
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		<title>&#8220;Meu Caro Amigo&#8221; arrebata corações pelos acordes da brandura</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Feb 2025 16:45:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Que ouse atirar a primeira pedra contra &#8220;Meu Caro Amigo&#8221; quem nunca deu um beijo na boca ao som de Chico Buarque. Que se encrespe contra sua leveza quem nunca levou (ou deu) um xêro no cangote com a estrofe &#8220;na desordem do armário embutido/ meu paletó enlaça o teu vestido&#8221; numa FM ou AM [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Que ouse atirar a primeira pedra contra &#8220;Meu Caro Amigo&#8221; quem nunca deu um beijo na boca ao som de Chico Buarque. Que se encrespe contra sua leveza quem nunca levou (ou deu) um xêro no cangote com a estrofe &#8220;na desordem do armário embutido/ meu paletó enlaça o teu vestido&#8221; numa FM ou AM qualquer. Que zangue contra essa colagem de afetos (meio peça; meio <em>pocket show</em>) com Kelzy Ecard, quem nunca segurou a mão do ser amado ouvindo &#8220;meu corpo é testemunha do bem que ele me faz&#8221;. <br><br>Quem nunca chorou um pé na bunda na batida dos versos &#8220;Deixe em paz meu coração/ Que ele é um pote até aqui de mágoa&#8221; poderia até ficar indiferente ao desempenho de Kelzy. Mas olha que é difícil. É tarefa árdua achar uma alma brasileira que nunca escutou o menestrel por trás de &#8220;A Banda&#8221; no rádio, na vitrola, na TV, no Spotify, nas fossas e nas bossas do querer. Seu legado traduziu as incertezas de toda uma nação acerca daquele abraço que parece abrigo. Até porque, Chico Buarque já caiu no vestibular, já virou questão do Enem, inspirou dissertações e teses, foi assunto de mostra de filmes (baseados em seus livros e letras) e cimentou múltiplos musicais. Alguns tinham produção GG; outros tinham engenharia <em>mignon</em>. Cada qual no seu quadrado, com Chico por todo lado. Ele ganhou esta pátria na própria voz ou pelo gogó de outrem, em seu mar de intérpretes. Kelzy é uma delas. Em sua goela, Chico soa mais doce.<br>  <br>Há 15 primaveras, a <em>cantatriz </em>arriscou revisitar o repertório do bardo num monólogo cheio de canto. O efeito analgésico gerado por esse experimento, batizado de &#8220;Meu Caro Amigo&#8221;, deixou saudade. A aspereza dos tempos de hoje abriu brecha para que ele voltasse, renovado, com o esplendor cênico que Kelzy depurou ao longo dos anos de serviços prestados aos palcos.</p>



<p class="has-text-align-center">Aliás, o maior acerto desse regresso é a opção da dramaturgia de Felipe Barenco em promover um estudo aprofundado de personagem. A estrutura de jukebox de seu texto é a forma que a gente tem de comungar sentimentos com Norma, uma professora de História cujo entusiasmo pelo cancioneiro buarquiano começa em seus dias de menina, ao largo do Golpe 64. Vivida por uma Kelzy toda pimpona, Norma é uma amadora profissional: ama as amigas; ama o pai; ama o magistério; ama as Ciências Sociais; ama o namorado que lhe faz companhia por anos a fio, num grude doido; mas ama sobretudo seus LPs. <br><br>Frases melódicas como &#8220;e pela minha lei, a gente era obrigado a ser feliz&#8221; fizeram com que ela amasse Chico. Fez dele seu farol para resistir em devires revolucionários e para ser resoluta na hora das perdas e das escolhas. Chico é o espelho de suas apostas e de suas renúncias. É a miríade do Brasil que sonha construir. É o amortecedor para as vezes em que a vida não soube vive-la com finesse. É a gordura de suas guloseimas líricas e a safadeza de seus prazeres mais íntimos. É a apoteose de seu carnaval. <br><br>Norma transcende normas e normatiza lirismos. Entendemos esse processo pela estrutura delicada que a encenação conduzida pela diretora Joana Lebreiro toma para verticalizar os anseios e as inquietudes de sua protagonista, numa atuação danada de linda de Kelzy. A forma como a estrela expõe as fragilidades de Norma pelas vias da sutileza traduz sua inteligência no garimpo das pepitas que a escrita de Barenco oferece.<br>Sempre que Norma brinca de pardal e cantarola, Kelzy está bem acompanhada do pianista João Bittencourt. Seu dedilhar amplia a serenidade de uma encenação que cozinha a passionalidade presente em Chico no fogo da brandura, sob a direção musical de Marcelo Alonso Neves. A iluminação de Paulo Cesar Medeiros segue essa toada serena, num rastro apolíneo. É peça pra suspirar. </p>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://rotacult.com.br/2024/12/meu-caro-amigo-volta-ao-cartaz-no-teatro-firjan-sesi-centro/">Saiba mais sobre a peça!</a></p>
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		<title>Joyce Cândido está de volta ao Teatro Claro Mais Rio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jan 2025 15:02:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Shows]]></category>
		<category><![CDATA[Chico Buarque]]></category>
		<category><![CDATA[Joyce Cândido]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Depois de sessões lotadas em teatros pelo Brasil e Portugal, Joyce está de volta ao Teatro Claro Mais Rio para apresentar Os Musicais de Chico Buarque, justamente no dia do aniversário de 80 anos de Chico Buarque: 21 de novembro, quinta-feira. Joyce Cândido interpreta as canções de personagens femininas da obra de Chico Buarque, escrita [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Depois de sessões lotadas em teatros pelo Brasil e Portugal, Joyce está de volta ao Teatro Claro Mais Rio para apresentar Os Musicais de Chico Buarque, justamente no dia do aniversário de 80 anos de Chico Buarque: 21 de novembro, quinta-feira.  Joyce Cândido interpreta as canções de personagens femininas da obra de Chico Buarque, escrita especialmente para o teatro musical.</p>



<p class="has-text-align-center">Teresinha, Geni e Lúcia, da Ópera do Malandro, a Gata dos Saltimbancos, Bárbara e Ana de Amsterdã, de Calabar, Joana de Gota d’água, além de outras personagens, costuram o espetáculo, que mescla canto, dança e interpretação.</p>



<p class="has-text-align-center">Acompanhada ao piano por Fernando Leitzke, Joyce não fica somente na seara teatral de Chico. Ela estende seu canto límpido às belezas imortalizadas pelo autor no cinema e na dança. De “O grande circo místico”, trilha criada por Chico juntamente com Edu Lobo para o balé do Grupo Guaíra, Joyce alia sua voz às de “Beatriz” e “Lilly Braun”, a estrela que troca o glamour do dancing pelo matrimônio.</p>



<p class="has-text-align-center">“Roda viva” fecha o espetáculo abrindo alas para, no bis, o Chico politizado. Todos esses Chicos misturam-se num espetáculo em que a sensibilidade e a competência de Joyce Cândido caminham, “como encantados”, lado a lado, encantando também o público.</p>



<p class="has-text-align-center">Serviço:<br>Data: <strong>29 de janeiro</strong><br><a href="https://uhuu.com/evento/rj/rio-de-janeiro/joyce-candido-os-musicais-de-chico-buarque-13696?utm_source=site&amp;utm_medium=bannersite&amp;utm_content=brain-divulgacao&amp;utm_campaign=organico_JoyceCandido_tcrj">Ingressos em Uhuu</a><br>Teatro Claro Rio</p>
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		<title>&#8220;Gota D&#8217;Água &#8211; In Concert&#8221;, de Chico Buarque e Paulo Pontes, volta ao Teatro Fashion Mall</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jan 2025 12:10:30 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Teatro]]></category>
		<category><![CDATA["Gota D'Água - In Concert"]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O musical &#8220;Gota D&#8217;Água &#8211; In Concert&#8221;, de Chico Buarque e Paulo Pontes, continua comemorando os seus 15 anos em cartaz. Após uma sessão com casa cheia em novembro, a peça retornará ao Teatro Fashion Mall para mais uma única apresentação. A peça, uma adaptação da versão que estreou em 2009, reúne os mesmo artistas e técnicos, [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">O musical &#8220;Gota D&#8217;Água &#8211; In Concert&#8221;, de Chico Buarque e Paulo Pontes, continua comemorando os seus 15 anos em cartaz. Após uma sessão com casa cheia em novembro, a peça retornará ao Teatro Fashion Mall para mais uma única apresentação. A peça, uma adaptação da versão que estreou em 2009, reúne os mesmo artistas e técnicos, em um total de oito atores e quatro músicos, num cenário que ambienta o clima de tragédia e luta de classes expressada pelos autores. <br><br>A direção é de João Fonseca, a direção musical é de Wladimir Pinheiro e o elenco conta com Izabella Bicalho, Thelmo Fernandes, Vitor Novello, Edio Nunes, Janaina Azevedo, Maíra Kestenberg, Paula Sandroni e Jorge Maia. </p>



<p class="has-text-align-center">Em &#8220;Gota D&#8217;Água &#8211; In Concert&#8221;, surgiram novos números musicais que dão uma cara contemporânea à peça. Foram incorporadas músicas de Chico Buarque como &#8220;O que Será&#8221;, &#8220;Atrás da Porta&#8221; e &#8220;Partido Alto&#8221;, além das novas interpretações dos antigos clássicos como &#8220;Gota D&#8217;água&#8221; e &#8220;Basta Um Dia&#8221;.<br><br>&#8220;O público terá mais uma chance de nos assistir e de comemorar conosco os quase 16 anos de trajetória desse belo espetáculo que continua extremamente atual e pertinente aos conflitos que a nossa sociedade ainda vive&#8221;, afirma Izabella Bicalho.<br><br>O musical &#8220;Gota D&#8217;Água&#8221; foi criado a partir da tragédia grega &#8220;Medeia&#8221;, de Eurípides, e se passa em um conjunto habitacional do subúrbio do Rio. Faz uma crítica social, abordando temas como a desigualdade, a opressão e as dificuldades enfrentadas pelas classes populares. A protagonista, Joana, papel de Bibi Ferreira na estreia da primeira versão em 1975, e que, agora, é vivida por Izabella Bicalho, representa uma mulher abandonada pelo marido e injustiçada pela sociedade, carregando uma forte carga emocional e política.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Serviço:</strong> Única apresentação: 23 de janeiro de 2025, quinta / Horário: 20h30<br>Local: Teatro Fashion Mall / Ingressos em <a href="https://bileto.sympla.com.br/event/101539/d/293462/s/1997604" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://bileto.sympla.com.br/event/101539/d/293462/s/1997604</a> Classificação: 10 anos.</p>
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		<title>&#8220;Meu caro amigo&#8221; volta ao cartaz no Teatro Firjan Sesi Centro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Dec 2024 12:28:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Visto por mais de 20 mil espectadores nos palcos do país, o monólogo musical &#8220;Meu caro amigo&#8221;, com a premiada atriz Kelzy Ecard, volta ao cartaz depois de 15 anos de sua estreia. Com direção de Joana Lebreiro e texto de Felipe Barenco, o espetáculo, que reestreia dia 20 de janeiro no Teatro Firjan Sesi [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Visto por mais de 20 mil espectadores nos palcos do país, o monólogo musical &#8220;Meu caro amigo&#8221;, com a premiada atriz Kelzy Ecard, volta ao cartaz depois de 15 anos de sua estreia. Com direção de Joana Lebreiro e texto de Felipe Barenco, o espetáculo, que reestreia dia 20 de janeiro no Teatro Firjan Sesi Centro, revisita a história do país a partir de uma tocante homenagem ao compositor Chico Buarque de Hollanda. A peça ficou cinco anos em cartaz, viajou pelo país, sempre com sessões lotadas, encontro de gerações, e resposta afetuosa do público. </p>



<p class="has-text-align-center">O autor Felipe Barenco, a diretora Joana Lebreiro e a atriz e idealizadora Kelzy Ecard decidiram remontar ao espetáculo ao perceberem a atualidade da trajetória de  Norma Aparecida, uma professora de história, apaixonada pelo Chico Buarque, que decide fazer um show para declarar todo seu amor ao ídolo. A encenação brinca com a alternância de músicas em suas versões originais e outras cantadas ao vivo. Mais de 30 clássicos, como &#8220;A banda&#8221;, &#8220;Apesar de você&#8221; e &#8220;Samba do Grande Amor&#8221;, estão na trilha sonora. O repertório cantado ao vivo por Kelzy Ecard é acompanhado pelo pianista João Bittencourt.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;Sou muito fã do Chico, desde a adolescência. Ele foi – e é – trilha sonora de vários momentos da minha vida. Outro dia me peguei chorando vendo alguns vídeos dele e de outros artistas, por causa da beleza e grandiosidade da sua obra. Foi lindo o trabalho que fizemos de trazer a peça pros dias de hoje. Afinal, 15 anos se passaram pra nós, era inevitável ter outro olhar sobre o espetáculo&#8221;, comemora Kelzy Ecard.</p>



<p class="has-text-align-center">Na trama, Norma viveu as grandes transformações do país de forma intensa e apaixonada: a infância e adolescência em plena ditadura militar, a luta pela redemocratização com os colegas de faculdade e uma inesquecível história de amor no desbunde dos anos 80 com as Diretas Já. E mesmo nos momentos mais difíceis, com uma relação familiar conturbada após o falecimento de sua mãe, Norma nunca se sentiu completamente sozinha: era como se Chico Buarque de Hollanda adivinhasse todos os seus sentimentos e criasse as músicas pensando nela. Agora, aos 60 anos, ela decide realizar um sonho acalentado desde menina: homenagear seu ídolo e cantar a trilha sonora de sua vida.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;Sempre foi marcante para a gente ver as pessoas voltando ao teatro trazendo outras – muitas vezes pessoas da família, de outras gerações. Isso é algo que me encanta no teatro, espetáculos que toquem em temas de memória coletiva e que promovam encontro de gerações. Esta volta é uma celebração à força e afetuosidade deste espetáculo. Percebemos que a peça continua muito impactante – algumas cenas referentes à época da ditadura continuam completamente atuais. São reflexões políticas e sociais que a gente se faz até hoje&#8221;, comenta a diretora Joana Lebreiro.</p>



<p class="has-text-align-center">Apesar da atualidade do texto, o autor Felipe Barenco acrescentou algumas cenas que remetem à história mais recente do país. A vida de Norma é contada de 1966 a 2016. &#8220;Após 15 anos da estreia e por tudo que vivemos no país, politicamente falando de lá para cá, o espetáculo ganhou uma atualidade absurda. Tive a oportunidade de rever o texto com mais maturidade e acredito que o espetáculo retorna ainda mais forte e com toda a afetuosidade que conquistou o público. Todos os conflitos são apresentados pelo filtro familiar. Em tempos de tanto ódio, é uma peça que fala de amor&#8221;, acrescenta Felipe.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Serviço:</strong> <strong>Temporada: </strong>de 20 de janeiro a 25 de fevereiro de 2025 / <strong>Teatro Firjan SESI CENTRO: </strong>Avenida Graça Aranha, 1  / <strong>Dias e horários:</strong> segunda e terça, às 19h / <strong>Classificação:</strong> 12 anos / <strong>Venda de ingressos: </strong>Sympla (<a href="https://bileto.sympla.com.br/event/101291/d/292428" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://bileto.sympla.com.br/event/101291/d/292428</a>) e na bilheteria do teatro. Horário de funcionamento: de segunda a sexta, das 12h às 19h. Sábados, domingos e feriados, 2h antes do evento.</p>
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		<title>&#8220;Gota D’Água &#8211; In Concert&#8221; em única apresentação, no Teatro Fashion Mall</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Nov 2024 12:09:23 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Teatro]]></category>
		<category><![CDATA[Chico Buarque]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O musical &#8220;Gota D&#8217;Água &#8211; In Concert&#8221;, de Chico Buarque e Paulo Pontes, vai comemorar seus 15 anos, com uma única apresentação, no Teatro Fashion Mall. A peça, uma adaptação da versão que estreou em 2009, reúne os mesmo artistas e técnicos, em um total de oito atores e quatro músicos, num cenário que ambienta o [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">O musical &#8220;Gota D&#8217;Água &#8211; In Concert&#8221;, de Chico Buarque e Paulo Pontes, vai comemorar seus 15 anos, com uma única apresentação, no Teatro Fashion Mall. A peça, uma adaptação da versão que estreou em 2009, reúne os mesmo artistas e técnicos, em um total de oito atores e quatro músicos, num cenário que ambienta o clima de tragédia e luta de classes expressada pelos autores. A direção é de <strong>J</strong>oão Fonseca, a direção musical é de Wladimir Pinheiro e o elenco conta com Izabella Bicalho, Thelmo Fernandes, Edio Nunes, Janaina Azevedo, Maíra Kestenberg, Paula Sandroni e Jorge Maia.<br><br>Na versão &#8220;<strong>In Concert</strong>&#8220;, surgiram novos números musicais que dão uma cara contemporânea à peça. Foram incorporadas músicas de Chico Buarque como &#8220;O que Será&#8221; e &#8220;Partido Alto&#8221;, além das novas interpretações dos antigos clássicos como &#8220;Gota D&#8217;água&#8221; e &#8220;Basta um dia&#8221;.<br><br>&#8220;O público terá uma única chance de nos assistir e comemorar conosco os 15 anos de trajetória desse belo espetáculo que continua extremamente atual e pertinente aos conflitos que a nossa sociedade ainda vive. &#8220;Gota D&#8217;Água &#8211; In Concert&#8221; também comemora os 80 anos de Chico Buarque&#8221;, afirma Izabella Bicalho.<br><br>O musical &#8220;Gota D&#8217;Água&#8221; foi criado a partir da tragédia grega &#8220;Medeia&#8221;, de Eurípides, e se passa em um conjunto habitacional do subúrbio do Rio. Faz uma crítica social, abordando temas como a desigualdade, a opressão e as dificuldades enfrentadas pelas classes populares. A protagonista, Joana, papel de <strong>Bibi Ferreira</strong> na estreia da primeira versão em 1975, e que, agora, é vivida por <strong>Izabella Bicalho</strong>, representa uma mulher abandonada pelo marido e injustiçada pela sociedade, carregando uma forte carga emocional e política.<br><br><strong>Espetáculo fez história no cenário carioca<br><br></strong>A trajetória da versão de 2009 de &#8220;Gota D&#8217;Água&#8221; nos palcos foi um sucesso crescente. Inicialmente seriam dois meses no extinto Teatro Glória, que se estenderam por dois anos passando por vários teatros do Rio de Janeiro (Carlos Gomes, João Caetano e Veneza), de São Paulo (Sesc Vila Mariana) até encerrar com uma grande turnê em  Portugal. Na época, João Fonseca dava seus primeiros passos na direção e o elenco também contava com Kelzi Ecad, Armando Babaioff, além de Izabella e Thelmo, que seguem até hoje na equipe.<br><br>A peça recebeu grande destaque da crítica especializada. A prestigiada revista Time Out europeia deu ao espetáculo o título de um dos melhores do ano. No Brasil, a montagem foi  indicada aos prêmios de melhor espetáculo, direção musical, atriz, atriz coadjuvante, ator e ator coadjuvante, no Shell, Governo do Estado e APTR.<br><br>&#8220;Na época, o trabalho foi extremamente importante e ainda hoje é comentado, relembrado e usado como referência por estudantes de teatro. São inúmeras visualizações no YouTube dos vídeos, que continuam crescendo&#8221;, conclui Izabella Bicalho.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Serviço:</strong><br> 24 de novembro de 2024 / Horário: 19h<br>Local: Teatro Fashion Mall / <a href="https://bileto.sympla.com.br/event/96023">Ingressos em Sympla</a> </p>
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		<title>Biografia de Chico Buarque ganha edição atualizada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Aug 2024 12:09:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Lançamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[biografia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A nova edição da biografia&#160;&#8220;Para seguir minha jornada: Chico Buarque&#8220;, escrita por Regina Zappa, será lançada pela Nova Fronteira em meio às celebrações dos 80 anos do renomado cantor e compositor. Publicada originalmente em 2011, a obra agora abrange também os últimos 13 anos da história de Chico, ressaltando suas produções musicais, literárias, turnês, engajamento [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">A nova edição da biografia&nbsp;&#8220;<em>Para seguir minha jornada: Chico Buarque</em>&#8220;, escrita por Regina Zappa, será lançada pela Nova Fronteira em meio às celebrações dos 80 anos do renomado cantor e compositor. Publicada originalmente em 2011, a obra agora abrange também os últimos 13 anos da história de Chico, ressaltando suas produções musicais, literárias, turnês, engajamento político e a honraria do Prêmio Camões em 2019. O livro inclui ainda um prefácio de Mônica Salmaso, cantora que acompanhou o artista na turnê &#8220;Que tal um samba?&#8221;. Baseada em extensa pesquisa e entrevistas com Chico e sua esposa, Carol Proner, a nova versão proporciona uma visão aprofundada dos anos mais recentes do músico.</p>



<p class="has-text-align-center">Mantendo o conteúdo original, a biografia ganhou três capítulos novos, que cobrem de 2011 a 2024. Nesse período, Chico lançou sete discos, três DVDs, escreveu livros e realizou três turnês no Brasil, das quais duas incluíram apresentações em cidades portuguesas.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;Dos quatro livros que escrevi sobre o Chico, acho que&nbsp;<em>Para seguir minha jornada</em>&nbsp;é o mais completo, porque, além da história dele, esse livro contém muitas informações publicadas na imprensa nos anos 60, 70 e 80, que a tia dele colecionava. Tem entrevistas na&nbsp;<em>Fatos e Fotos</em>, na&nbsp;<em>Manchete</em>, no&nbsp;<em>Globo</em>, em vários veículos. Tem coisas bem curiosas dos anos 70, dos anos 60. E agora, com essa atualização do livro, que vai sair novamente pela Nova Fronteira, tem uma nova grande entrevista com o Chico falando de tudo o que aconteceu a partir de 2011, quando a primeira edição foi publicada. Ele falou muito sobre como foi escrever seus mais recentes livros, falou também sobre o irmão alemão, como foi a viagem para Alemanha para descobrir esse irmão, como descobriu a filha desse irmão e a neta desse irmão, que agora fazem parte da família. Nesta edição também tem detalhes sobre a visita ao Papa, tem a história de como ele escreveu&nbsp;<em>Anos de chumbo&nbsp;</em>durante a pandemia e como ele estava nesse período. É um livro muito completo e que descreve toda a trajetória dele até este ano de 2024&#8243;, afirmou a autora. </p>



<p class="has-text-align-center">Um dos capítulos novos de&nbsp;<em>Para seguir minha jornada</em>&nbsp;aborda o processo de criação de&nbsp;<em>O irmão alemão</em>, inspirado em descobertas familiares. De início, o livro seria totalmente ficcional, inspirado em um filho que Sergio Buarque teve em Berlim, mas do qual a família não tinha notícias. Durante a escrita do romance, Sergito, irmão de Chico, encontrou uma gaveta com objetos guardados pela mãe de ambos, revelando novas histórias e emoções que transformaram o projeto em uma mistura de ficção e realidade.</p>



<p class="has-text-align-center">Outra história inédita é a que trata do período conturbado da turnê &#8220;Caravanas&#8221;, em que Chico percorreu um Brasil dividido, enfrentando o ódio e a agressividade política. Após o término da turnê, o artista sentiu o desejo de se isolar novamente para a criação literária, buscando refúgio em um cenário menos turbulento. Então pediu um visto de residência de longa permanência na França, decisão que levantou questionamentos entre seus admiradores: estaria desanimado com os acontecimentos em seu país? Planejava se afastar definitivamente? A decisão do artista de se mudar para a França, em busca de um ambiente propício à criação, reflete o impacto do cenário político na sua vida pessoal e artística.</p>
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		<title>Maratona Chico Buarque 80 anos no Canal Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Jun 2024 12:31:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[Televisão]]></category>
		<category><![CDATA[canalbrasil]]></category>
		<category><![CDATA[Chico Buarque]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Chico Buarque, um dos maiores artistas brasileiros, completa 80 anos e o Canal Brasil vai dedicar um dia inteiro de programação ao aniversariante. A Maratona Chico Buarque tem início na terça, dia 18, às 23h45, com uma edição especial do Cinejornal sobre a carreira do cantor e segue até a noite de quarta com ficções, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">Chico Buarque, um dos maiores artistas brasileiros, completa 80 anos e o Canal Brasil vai dedicar um dia inteiro de programação ao aniversariante. A Maratona Chico Buarque tem início na terça, dia 18, às 23h45, com uma edição especial do Cinejornal sobre a carreira do cantor e segue até a noite de quarta com ficções, documentário, shows e programas que contam com a participação de Chico.</p>



<p class="has-text-align-center">Entre os longas de ficção selecionados para a mostra, &#8220;Dona Flor e Seus Dois Maridos&#8221;, de Bruno Barreto; &#8220;Vai Trabalhar Vagabundo II&#8221;, de Hugo Carvana; e &#8220;Para Viver um Grande Amor&#8221;, de Miguel Faria Jr., contam com a participação de Chico na trilha sonora. Em &#8220;Vai Trabalhar Vagabundo&#8221;, de Hugo Carvana, &#8220;A Ostra e o Vento&#8221;, de Walter Lima Jr., e &#8220;Bye Bye Brasil&#8221;, de Cacá Diegues, o homenageado foi o responsável pela canção tema.</p>



<p class="has-text-align-center">Chico também marca presença no audiovisual brasileiro com obras que foram inspirações para roteiros. O longa &#8220;Veja Esta Canção&#8221;, de Cacá Diegues, conta quatro histórias de amor, entre elas uma baseada na música &#8220;Samba do Grande Amor&#8221;. &#8220;Benjamim&#8221;, de Monique Gardenberg, tem o roteiro baseado no livro homônimo, escrito pelo artista. E &#8220;Abismo Prateado&#8221;, de Karim Aïnouz, foi inspirado na canção &#8220;Olhos nos Olhos&#8221;, de Chico Buarque. O documentário &#8220;Uma Noite em 67&#8221;, de Renato Terra e Ricardo Calil, completa a seleção de longas da maratona com um resgate histórico do 3º Festival de Música Popular Brasileira, que teve Chico como um dos candidatos.</p>



<p class="has-text-align-center">A música também faz parte da homenagem com exibições de três shows. &#8220;Palavra de Mulher – O Cabaret dos Amores&#8221; é um misto de show e teatro e é estrelado por Lucinha Lins, Tânia Alves e Virgínia Rosa, que revisitam o universo feminino a partir das canções do aniversariante . &#8220;Banda Seu Chico – Tem Mais Samba&#8221; traz a apresentação do grupo que reúne sucessos do homenageado em um pocket show com o tempero e sotaque pernambucano. Não poderia faltar Chico no palco, então &#8220;Chico Buarque na Carreira&#8221;, a gravação do espetáculo &#8220;Na Carreira&#8221;, também vai ao ar na maratona.</p>



<p class="has-text-align-center">Ainda serão exibidos na maratona uma edição especial do Cinejornal e o episódio de &#8220;Sangue Latino&#8221; em que o apresentador Eric Nepomuceno recebe o artista em uma conversa sobre a passagem do tempo, a Revolução Cubana e sua relação com a América Latina e com a família. No Cinejornal, Chico conversa com Simone Zuccolotto sobre a elaboração de trilhas sonoras para o cinema, entre elas a de &#8220;Dona Flor e Seus Dois Maridos&#8221;, primeiro filme que será exibido na maratona. Para esta trilha, Chico escreveu a canção &#8220;O Que Será&#8221; e dividiu em três diferentes músicas, uma para cada momento do filme. &#8220;Quando não é um musical, é legal ter uma música que se repita. Na trilha sonora, é quase sempre isso, você repete o mesmo tema com variações orquestrais. Nesse caso, fazendo a mesma melodia, a mesma música, a mesma harmonia para três situações diferentes. E aí o clima, a orquestração era diferente para cada situação e a letra também, evidentemente. Uma letra foi em cima da receita do livro de Jorge Amado, outra era um hino à liberdade, que era o final do filme, e a terceira era a sensualidade da personagem principal aflorando&#8221;, conta o aniversariante.</p>
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