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	<title>Arquivos cinema - Rota Cult</title>
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	<description>Aqui você encontra dicas culturais na cidade do Rio de Janeiro!</description>
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	<title>Arquivos cinema - Rota Cult</title>
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		<title>Jim Jarmuch marginaliza a dor silenciosa da interação humana, em novo filme.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alê Shcolnik]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Apr 2026 14:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
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		<category><![CDATA[Adam Driver]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Jim Jarmusch está de volta aos cinemas em um filme sobre cotidianos familiares e a dimensão do tempo vs. rotina. Pai, Mãe, Irmã, Irmão é um filme minimalista sobre três histórias familiares que transmite uma sensação simultaneamente melancólica e comovente. Com raízes focadas nos personagens e com fortes atuações do elenco, destaque para Cate Blanchett, [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center" id="tw-target-text">Jim Jarmusch está de volta aos cinemas em um filme sobre cotidianos familiares e a dimensão do tempo vs. rotina. <em>Pai, Mãe, Irmã, Irmão</em> é um filme minimalista sobre três histórias familiares que transmite uma sensação simultaneamente melancólica e comovente. </p>



<p class="has-text-align-center" id="tw-target-text">Com raízes focadas nos personagens e com fortes atuações do elenco, destaque para Cate Blanchett, Adam Driver e Tom Waits por incorporarem profundamente seus personagens, o diretor entrega um filme familiar, saudoso pela sua essência e cheio de conexões interpessoais. O diretor trata temas comuns em sua obra marginalizando a dor silenciosa da interação humana.</p>



<p class="has-text-align-center" id="tw-target-text">Mesclando melancolia com humor sutil, <em>Pai, Mãe, Irmã, Irmão</em> é composto por três histórias separadas, ambientadas em locais diferentes (EUA, Dublin, Paris), que se ecoam mutuamente, Jim Jarmuch traz à cena uma imagem delicada, muitas vezes silenciosa sobre relacionamentos familiares.</p>



<p class="has-text-align-center" id="tw-target-text">Com estética discreta, a fotografia, ora cinzenta, ora amarelada, traduz a rotina familiar em um roteiro que é uma proeza poética sobre a vida. <em>Pai, Mãe, Irmã, Irmão e Irmã</em> traz, surpreendentemente, uma visão da vida sem ambição, orientado apenas pela ação de viver, é, certamente, um filme sóbrio e altamente cru sobre as pequenas reflexões da vida.</p>



<p class="has-text-align-center" id="tw-target-text"> Em seu novo filme, Jim Jarmusch consegue ser profundamente agradável, nos oferecendo algo novo e pessoal  sobre a rotina de seus protagonistas, que sobrevivem com muitas possibilidades em drama sutilmente cômico. Por fim, fica a sensação de mortalidade e a nuvem de escuridão que se adensa sobre nossas cabeças ao entrarmos na meia-idade como uma preocupação constante e persistente com a saúde de nossos pais idosos.</p>



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		<title>André Sturm apresenta versão cinematográfica de Conspiração Condor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Carbone]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Apr 2026 14:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[André Sturm]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O cineasta André Sturm estreou em longas metragens há 25 anos atrás com um filme que conseguiu projeção e venceu prêmios,&#160;Sonhos Tropicais, protagonizado por Carolina Kasting, cuja atuação foi laureada. Seu envolvimento como gestor cultural e público o afastou da carreira, que ele retoma agora prestes a completar 60 anos, com o criativo&#160;A Conspiração Condor. [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">O cineasta André Sturm estreou em longas metragens há 25 anos atrás com um filme que conseguiu projeção e venceu prêmios,&nbsp;<em>Sonhos Tropicais</em>, protagonizado por Carolina Kasting, cuja atuação foi laureada. Seu envolvimento como gestor cultural e público o afastou da carreira, que ele retoma agora prestes a completar 60 anos, com o criativo&nbsp;<em>A Conspiração Condor</em>. Para quem está familiarizado com a expressão, a &#8220;operação Condor&#8221; foi uma campanha de repressão política em plenos anos 1970 perpetrada pelos Estados Unidos para coibir os levantes políticos em países da América Latina, tais como Chile, Uruguai, Paraguai, Argentina, Bolívia e Brasil. Como era de natureza clandestina, grande parte do que é atribuído a campanha não conta com números oficiais, mas sua atuação foi fundamental para que o continente fosse mantido em estado de constante tensão federal, com a ajuda do aparato das forças armadas de cada lugar, dispostos a manter seu poder.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Assim como em sua estreia, baseado em romance de Moacyr Scliar sobre eventos de pano de fundo à Revolta da Vacina em 1904, aqui sua recriação histórica ainda conta com motivações políticas em sua nova obra. Mas Sturm parece menos propenso a um mergulho mais profundo e sim a aventurar-se em uma seara pouco reproduzida no cinema brasileiro: o thriller de espionagem.&nbsp;<em>A Conspiração Condor&nbsp;</em>é uma produção devota de cineastas como Alan J. Pakula e Sidney Lumet, e suas motivações encontram respaldo entre esses mestres ao assumir-se como uma espécie de sátira do gênero. Quanto mais abertamente cinematográfica&nbsp;os diálogos entre narrativa e personagens tendem a mostrar, mais curioso é seu resultado, que avança rumo a essa conotação divertida em cada novo bloco de ação.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Especificamente, Sturm tem referências que se explicitam, como a citação direta a&nbsp;<em>Sob o Domínio do Mal&nbsp;</em>(descrito nominalmente, ou seja, mais explícito impossível), de John Frankenheimer &#8211; uma aula no tratamento da espionagem e paranoia &#8211;&nbsp; e o que desencadeia a impressão do espectador, que é&nbsp;<em>Zelig</em>, de Woody Allen, quando os personagens de Mel Lisboa e Dan Stulbach se conhecem em Brasília. A partir dali, o filme passeia constantemente pela farsa em compreensão rara do que é feito para esses fins. Sejam nas performances comprometidas de Mel Lisboa e o partner principal, Nilton Bicudo, seja no arsenal de possibilidades que a fotografia de Andradina Azevedo propõe com seu &#8220;sotaque&#8221; do gênero,&nbsp;<em>A Conspiração Condor&nbsp;</em>é um organismo vivo.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Não raro, existe uma forte influência do grupo ZAZ &#8211; Jerry Zucker, Jim Abrahams e David Zucker &#8211; no que vemos, principalmente&nbsp;<em>Top Secret</em>, mas não sei dizer se isso é uma busca do filme ou uma confluência de circunstâncias. Mas estamos diante de um projeto que foge dos padrões apresentados pelo estado das coisas do que chamamos de indústria hoje. Porque mesmo a percepção para algo paródico surge com frequência na nossa cinematografia, e maneira como isso é tratado em cena, com a câmera em closes e supercloses, o emolduramento exagerado dos planos em constante movimento, a trilha sonora muito demarcada, conferem essa ideia a&nbsp;<em>A Conspiração Condor</em>. Isso o liberta de obrigações de ordens formais e narrativas que pudessem domar uma dita normalidade naturalista ao filme. Quando passa a soar como uma espécie de leitura exagerada de eventos, o filme provoca um certo relaxamento e passa a respirar aliviado.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">É importante ressaltar que não falta respeito de Sturm à temática apresentada; essa seria uma tensão desnecessária diante de um momento onde o cinema é tão celebrado ao retomar aspectos diferentes da ditadura em seus sucessos recentes. Reencontrar-se com o tema da maneira leve e descompromissada que Sturm faz, com direito a sua própria aparição em cena em uma grande homenagem, ao a figura de Pedro Bial em um visagismo de Carlos Lacerda, desmonta o espectador. A duração estendida tem cadência exemplar na montagem de Nina Galanternick e o que poderia ser uma experiência desgastante, acaba se mostrando um encontro feliz com um cineasta disposto a experimentar gêneros,&nbsp;cheio de espirituosidade.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">O feliz encontro com Mel Lisboa, e a interação da mesma com Bicudo, é o laço de fita que faltava a essa mistura saborosamente imperfeita. Afinal, o tom não é sempre o mais adequado, e a reconstituição de época deixa a desejar, mas ao lado de Lisboa e o seu fiel escudeiro, o censor gay do jornal onde ela trabalha, o filme toma outros rumos e nos diverte a valer. Todos os pecados são perdoados quando observamos não o que pretendia ser feito, mas o que acabou se tornando: uma sincera brincadeira com o cinema de tensão e paranóia gestado pela Guerra Fria. Aqui travestido de leitura ditatorial, com uma perseguição a possíveis mandantes de assassinatos de nossos ex-presidentes de dar o sabor ideal das nossas mais suculentas telenovelas.&nbsp;</p>
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		<title>&#8220;O Deus da Carnificina&#8221; ganha nova montagem, dirigida por Rodrigo Portella</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Apr 2026 12:00:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;O Deus da Carnificina&#8221;, da autora francesa&#160;Yasmina Reza,&#160;ficou ainda mais conhecida depois da adaptação para o cinema dirigida por Roman Polanski e estrelada por Jodie Foster, Kate Winslet, Christoph Waltz e John C. Reilly. Agora, a história é contada novamente em uma montagem dirigida por&#160;Rodrigo Portella,&#160;com temporada de estreia no Teatro TotalEnergies &#8211; Sala Adolpho [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">&#8220;O Deus da Carnificina&#8221;, da autora francesa&nbsp;Yasmina Reza,&nbsp;ficou ainda mais conhecida depois da adaptação para o cinema dirigida por Roman Polanski e estrelada por Jodie Foster, Kate Winslet, Christoph Waltz e John C. Reilly. Agora, a história é contada novamente em uma montagem dirigida por&nbsp;Rodrigo Portella,&nbsp;com temporada de estreia no Teatro TotalEnergies &#8211; Sala Adolpho Bloch.</p>



<p class="has-text-align-center">A trama acompanha o encontro entre dois casais que se reúnem para resolver, de forma civilizada, uma briga entre seus filhos. Mas o que começa como um encontro cordial rapidamente se transforma em um confronto inesperado.</p>



<p class="has-text-align-center">Para o diretor Rodrigo Portella, a peça explora o limite tênue entre civilidade e barbárie. &#8220;É como se os pactos e convenções sociais estivessem sempre por um fio diante da nossa força primitiva, caótica e violenta. Penso em criar uma encenação que explicite essa tensão, valorizando no trabalho dos atores essa desconstrução da da compostura social e moral para ir revelando aos poucos toda sujeira, toda a selvageria, como se os personagens e a própria cena fossem se descascando, revelando atitudes de profunda intolerância e horror&#8221;, revela.</p>



<p class="has-text-align-center">A nova versão brasileira do texto tem tradução de Eloisa Araújo Ribeiro e é estrelada por&nbsp;Karine Teles,&nbsp;Thelmo Fernandes,&nbsp;Angelo Paes Leme&nbsp;e&nbsp;Anna Sophia Folch. A atriz e idealizadora do projeto, Anna Sophia Folch, destaca a atualidade do texto. &#8220;A peça é um retrato incômodo do nosso tempo, mesmo tendo sido escrita no início dos anos 2000. Um texto extremamente provocativo que fala sobre a falência do diálogo, sobre como as pessoas defendem suas próprias narrativas a qualquer custo e sobre a rapidez com que a convivência se transforma em disputa. Os temas passam pela educação e pelas estruturas sociais, mas principalmente pela ideia de que o conceito de civilidade é muito mais frágil do que gostaríamos de admitir&#8221;, diz.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Serviço</strong> Temporada: 23 de abril a 07 de junho de 2026 / Quinta a sábado, às 20h e domingo, às 17h / <strong>Teatro TotalEnergies – Sala Adolpho Bloch&nbsp;</strong>&#8211; Rua do Russel, 804, Glória <strong>Ingressos:&nbsp;</strong> em&nbsp;<a href="https://click.knewin360.com/Click/click/eyJhbGciOiJIUzI1NiIsInR5cCI6IkpXVCJ9.eyJjYW1wYWlnbklkIjoiM2VhMGZmODktYzU4Yi00M2NiLTk4NTgtMDhkZThhNzBlN2NlIiwicGVyc29uSWQiOiJkZTcwZTRiOS1jY2UyLTQ2ZmUtYTBmMy02MzNkNGUzYjc2ODUiLCJlbWFpbCI6ImNvbnRhdG9Acm90YWN1bHQuY29tLmJyIiwidXJsIjoiaHR0cHM6Ly93d3cuaW5ncmVzc28uY29tL2VzcGV0YWN1bG9zL2RldXMtZGEtY2FybmlmaWNpbmEiLCJpc1NlZ21lbnRhdGlvbiI6IlRydWUiLCJuYmYiOjE3NzUxNTU2MzIsImV4cCI6MTc3Nzc0NzYzMiwiaWF0IjoxNzc1MTU1NjMyfQ.bNqH_KPoqWubN2-BgG0ZDD1QRgFrvK3Zle5MzyRe59o" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.ingresso.com/espetaculos/deus-da-carnificina</a> / <strong>Classificação:&nbsp;</strong>14 anos </p>
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		<title>A Cronologia da Água: Kristen Stewart estreia na direção em drama visceral</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Carbone]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 14:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[A Cronologia da Água]]></category>
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<p class="has-text-align-center">2025 foi um ano de profusão entre atores estreando&nbsp;na direção de longas, e muitos jovens entre eles: Scarlett Johansson (<em>A Incrível Eleanor</em>), Harris Dickinson (<em>Urchin</em>) e Kristen Stewart são alguns dos exemplos. Essa última está estreando nos cinemas com&nbsp;<em>A Cronologia da Água</em>, e seria bom que agora seus novos colegas de trás das câmeras tivessem 50% da coragem que a atriz de&nbsp;<em>Spencer&nbsp;</em>e&nbsp;<em>Love Lies Bleeding&nbsp;</em>apresenta aqui. Talvez atrelar as habilidades demonstradas por Stewart exclusivamente à coragem não seja direito; não é um tema fácil o que a atriz escolheu para encarar em sua estreia, e a sensibilidade que ela resolve seus contornos em cena é invejável para muito diretor consagrado. Isso também é oriundo do empenho de uma atriz que escolhe destemer-se a cada novo trabalho, à frente ou por trás das câmeras.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Lidia Yakunavitch é uma escritora que na juventude foi aspirante a nadadora e atleta olímpica, que sucumbiu aos sonhos por conta de uma série de episódios de violência sofridos por ela. O que&nbsp;<em>A Cronologia da Água&nbsp;</em>encampa de mostrar é uma espécie de relato poético, e metafórico dos eventos que se seguiram durante a juventude, e talvez exatamente por isso, tão mais impactantes eles pareçam. De abuso em abuso, de violência em violência, a personagem não se constrói em cima de horrores, mas a partir da observação desses acontecimentos a partir de um filtro de imagens que a conectam à poesia, lugar onde Lidia um dia encontrará abrigo. Ou seja, é uma leitura do passado a partir dos filtros do presente, que rearranja os elementos para afastar o horror.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">No entanto, tudo que não está na imagem, é reconfigurado pela metáfora que a água representa; a água, seus elementos líquidos ou derivados, e suas metáforas para os desdobramentos do que a protagonista vê, sente e vive. O olhar de Stewart estabelece novas visões a respeito do que é permitido, e o trabalho sonoro que ela imprime é talvez um personagem paralelo, que conduz o espectador a esse jogo de imagens que parecem aleatórias, à primeira vista. O caráter sensorial que é tomado pelas decisões de direção, narrativa e fotografia, tiram&nbsp;<em>A Cronologia da Água&nbsp;</em>do escopo onde o filme seria facilmente reconhecível. Mas não há qualquer padrão no que está sendo contado aqui, que assemelhe a experiência assistida a uma trajetória, seja ela qual for.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Stewart veio de uma desconstrução narrativa pelas mãos de Pablo Larraín e a visão dele a respeito dos últimos meses ao redor de Lady Di, e promove ela mesma sua revisão histórica a partir de uma personalidade igualmente assolada pela violência perpetrada&nbsp;pelo externo. Em&nbsp;<em>A Cronologia da Água</em>, a fuga dos constantes abusos paternos a faz tropeçar em outras categorizações de violência, inclusive auto infligidas. Algumas de ordem prática (o vício, por exemplo) e outras de fundo emocional, mas através do tempo que o filme recalcula, de maneira bem peculiar em suas elipses, o filme mostra que não estamos livres de nenhum terror que nos foi cometido, inclusive permitindo-se ferir e promovendo ferimentos.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Muito do requinte de&nbsp;<em>A Cronologia da Água&nbsp;</em>advém dessa dicotomia entre o que é atmosférico e sutil, e a represa sanguinária que corre nas entrelinhas das imagens. O que está em primeiro plano da história contada é essa natureza de constante horror representado pelas constantes violências escondidas que a protagonista sofre, mas a natureza da obra é embasada pela força das águas que embalaram a existência de Lidia, e que também a refugiou. Então o que não vemos é igualmente tão assustador e traumatizante quanto aquilo que está na superfície; em essência, a atriz que vimos começando em&nbsp;<em>O Quarto do Pânico&nbsp;</em>e ganhou um séquito de fãs com&nbsp;<em>Crepúsculo&nbsp;</em>aqui se revela uma artista na maturidade, quando entende que sua contribuição para o cinema não precisa ser decalcada de nenhuma outra. Suas inspirações e aspirações tendem a alguma originalidade, na seara das mesmices como estamos acometidos normalmente.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Nada do que é visto seria eficaz sem a presença e a fúria indomável de Imogen Poots na cabeceira da mesa. Aos 36 anos e vivendo uma personagem em período etário bem maior, a atriz de&nbsp;<em>Meu Pai&nbsp;</em>nunca teve antes a oportunidade de contribuir dessa maneira com produção alguma. Agarrando cada segundo em cena com uma presença acertadíssima, o corpo da atriz fala tanto quanto seu rosto. Esse é mais um elemento marítimo utilizado por Stewart: arremessar nas correntezas sua protagonista, no que o corpo da mesma responde de maneira exemplar. É um&nbsp; daqueles trabalhos tão complexos de fruição, por também não ser o que é esperado de uma entrega biográfica. Assim como&nbsp;<em>A Cronologia da Água&nbsp;</em>se comporta como a preparação de uma tormenta em alto mar, minutos antes da explosão do temporal, Poots grava em seus olhos o destemor de quem enfrentou um dilúvio e sobreviveu para contar.&nbsp;</p>
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		<title>Velhos Bandidos: Fernanda Montenegro se despede das telonas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Carbone]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Mar 2026 14:00:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O cinema brasileiro geralmente carrega uma carga pesada para a tela grande. Ou trata-se de um filme premiado internacionalmente cheio de credenciais, ou temos em mãos filmes experimentais cujos festivais nacionais louvaram, ou blockbusters cheios de estrelas cuja função primordial é levar espectadores aos cinemas em pencas, no meio disso, uma produção como Velhos Bandidos soa como [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">O cinema brasileiro geralmente carrega uma carga pesada para a tela grande. Ou trata-se de um filme premiado internacionalmente cheio de credenciais, ou temos em mãos filmes experimentais cujos festivais nacionais louvaram, ou blockbusters cheios de estrelas cuja função primordial é levar espectadores aos cinemas em pencas, no meio disso, uma produção como <em>Velhos Bandidos </em>soa como um OVNI. Pensado em larga escala, com uma produção robusta, somos apresentados a um produto final que soa com uma suavidade que não se imaginava, com uma leveza de intenções que não é comum em qualquer cinematografia, mas especialmente a brasileira (do qual mais temos contato) parece apartada dessa natureza, onde a pressão por resultados parece pedir espaço para a despretensão passar. </p>



<p class="has-text-align-center">Claudio Torres vinha de uma carreira cinematográfica das mais promissoras quando lançou <em>O Homem do Futuro</em>, seu maior sucesso comercial, e que foi bem de crítica também. Sua estreia na direção de longas tinha ocorrido 7 anos antes, com o premiadíssimo <em>Redentor</em>. Logo após o sucesso com Wagner Moura, no entanto, Torres emendou vários trabalhos televisivos (e retomou sua antiga parceria com Marisa Monte), e somente quase 15 anos depois de seu último longa, retorna aos cinemas. Como todos os seus títulos anteriores, trata-se de uma comédia que tem uma senhora responsabilidade, a princípio: sua mãe, a &#8220;desconhecida&#8221; Fernanda Montenegro, declara que trata-se de sua despedida dos cinemas. Prestes a completar 97 anos, nossa Maior de Todas resolveu descansar das telonas, com todo direito. </p>



<p class="has-text-align-center">Com isso,&nbsp;<em>Velhos Bandidos&nbsp;</em>adquiriu um status maior do que propõe para o público, e a expectativa, nesse caso, pode não ser boa aliada. O melhor a ser feito diante do filme é encará-lo como esse assumido objeto não identificado: uma produção que não tem qualquer outra intenção que não a de fazer o espectador relaxar e aproveitar cada um dos 90 minutos dentro da sala de cinema. Seu compromisso é com o prazer de acompanhar uma história redonda, bem contada e sem maiores arroubos estéticos, mas isso conservando um caráter clássico de contar a mesma história já vista antes. Um roteiro sobre golpe, onde grupos de espertos sempre precisam mostrar uma nova faceta de inteligência durante os preparativos de um golpe definitivo, capaz de transformar um grupo acima de qualquer suspeita em potenciais criminosos &#8211; incluindo um casal de idosos.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">O ritmo do filme é bem calibrado ao que pede uma comédia de ação, ou a coisa mais parecida com isso possível. Porque, no fundo,&nbsp;<em>Velhos Bandidos&nbsp;</em>não tem algo de mais memorável, cinematograficamente falando, que esse encontro entre colegas veteranos e sua capacidade graciosa de não nos cobrar uma solução para os eventos de forma exuberante. No tanto que pode entreter &#8211; e o faz de maneira eficiente &#8211; o filme igualmente entrará na nossa lembrança como a despedida de Fernanda Montenegro das telonas, e quase nada além disso. Que os convites para participar dessa festa de despedida tenham incluído tantos nomes prestigiados, essa é a ideia de evento inesquecível, de alguma maneira.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Falamos de um grupo que reúne, além dos personagens centrais, Reginaldo Faria, Vera Fischer, Tony Tornado, Teca Pereira, Hamilton Vaz Pereira; ou seja, trata-se de um momento verdadeiramente raro. O filme ainda guarda um protagonismo raro a Ary Fontoura, um dos mais formidáveis e ativos atores brasileiros, infelizmente com passagens esporádicas pelo cinema (mas que retorna em breve, com&nbsp;<em>Amigos em Fuga</em>), aqui à vontade. Bruna Marquezine e Vladimir Brichta estão igualmente encantadores como os jovens ladrões que se veem refletidos no casal mais velho, enquanto Lázaro Ramos tem o personagem mais plano do elenco principal, e faz o que pode com o material.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Mas não vamos nos enganar, o motivo principal para nos deslocarmos aos cinemas sempre que seu nome é anunciado, é Fernanda Montenegro. Após sua espetacular interpretação ano passado em&nbsp;<em>Vitória</em>, a dama maior volta a se apropriar de uma vertente sua que o cinema não encontrava há muito tempo: o humor, aquele até quase rasgado. O que caracteriza esse possível derradeiro encontro com o Cinema é o prazer absoluto; trabalhar com o filho, estar ao lado de amigos da vida toda, poder ainda protagonizar um filme que se candidata a blockbuster, e muito disso por conta de sua presença, é um privilégio para o público. Nenhum agradecimento será suficiente em vivermos o mesmo tempo de dona Fernanda, e poder observar, ainda que por um milésimo, a grandiosidade de sua postura e seu talento que persiste em nos impressionar. Bravo!&nbsp;</p>
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		<title>Imovision apresenta 2º Festival de Cinema Europeu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Mar 2026 12:04:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Festivais]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[festival]]></category>
		<category><![CDATA[imovision]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>De 23 a 29 de abril de 2026, a Imovision apresenta o melhor da produção europeia na segunda edição do Festival de Cinema Europeu Imovision. O evento trará 14 filmes inéditos e reconhecidos nos principais festivais internacionais, incluindo 5 filmes da França, 3 da Alemanha, 3 da Itália, 1 espanhol, 1 suíço e 1 polonês. Com o intuito de fomentar [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">De 23 a 29 de abril de 2026, a Imovision apresenta o melhor da produção europeia na segunda edição do Festival de Cinema Europeu Imovision. O evento trará 14 filmes inéditos e reconhecidos nos principais festivais internacionais, incluindo 5 filmes da França, 3 da Alemanha, 3 da Itália, 1 espanhol, 1 suíço e 1 polonês. Com o intuito de fomentar a formação de público, aproximando os brasileiros da diversidade e riqueza do cinema europeu contemporâneo, o festival terá sessões especiais com debates e a presença de alguns dos realizadores em diferentes cidades do país.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;<em>Criamos o Festival de Cinema Europeu para preencher uma lacuna no circuito exibidor, e o resultado superou todas as expectativas. Nesta segunda edição, ampliamos o investimento e fortalecemos a curadoria, com uma seleção ainda mais forte. Nossa expectativa é que essa programação alcance o maior número possível de salas, permitindo que o público brasileiro tenha acesso e se conecte profundamente com essas histórias</em>&#8220;, afirma Jean-Thomas Bernardini, fundador da Imovision.</p>



<p class="has-text-align-center">As novidades do festival deste ano com os filmes selecionados, nomes da delegação artística e programação completa serão reveladas nos próximos dias.</p>
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		<title>Margaret Mee e a Flor da Lua será exibido na abertura do Cine Lage</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Mar 2026 16:03:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Parque Lage]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Escola de Artes Visuais (EAV) do Parque Lage abre as suas portas para a nova temporada do Cine Lage. Com entrada gratuita, o tradicional projeto terá a sua primeira sessão de 2026 na sexta-feira, dia 27 de março, às 19h, com a exibição do documentário Margaret Mee e a Flor da Lua (2012), de [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">A Escola de Artes Visuais (EAV) do Parque Lage abre as suas portas para a nova temporada do Cine Lage. Com entrada gratuita, o tradicional projeto terá a sua primeira sessão de 2026 na sexta-feira, dia 27 de março, às 19h, com a exibição do documentário <em>Margaret Mee e a Flor da Lua</em> (2012), de Malu De Martino. Ao longo do ano, com curadoria do cineasta Luiz Carlos Lacerda, o Cine Lage retoma suas sessões, dedicadas à exibição de filmes. A distribuição de senhas começa 30 minutos antes do horário de início do evento. </p>



<p class="has-text-align-center">A estreia da temporada 2026 traz <em>Margaret Mee e a Flor da Lua</em>, que é um documentário sobre a vida e obra da pioneira e visionária ilustradora botânica inglesa Margaret Mee, uma das mais importantes artistas do século XX. Através de seus diários, depoimentos e narração, o filme mostra o amor de Margaret pela natureza e sua militância ecológica e como, com sua arte, alertou para a necessidade de preservação do meio ambiente e da flora brasileira.  </p>



<p class="has-text-align-center">Serviço&nbsp;<br>Cine Lage &#8211; Temporada 2026<br>Documentário Margaret Mee e a Flor da Lua (2012), de Malu De Martino<br>Sexta-feira &#8211; 27 de março, às 19h<br>Capelinha — EAV Parque Lage<br>Atividade gratuita<br>Distribuição de senha 30 minutos antes do início do evento</p>
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		<title>Cinemateca do MAM reúne quatro décadas de produção da cineasta, Ruth Beckermann</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Mar 2026 11:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Mostras de Cinemas]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[mostra]]></category>
		<category><![CDATA[Ruth Beckermann]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>De 26 de março a 5 de abril, a Cinemateca do MAM realiza a Mostra Retrospectiva Ruth Beckermann, primeiro panorama dedicado à obra da cineasta austríaca – referência central do documentário contemporâneo europeu – no Brasil. Com curadoria de José Carlos Simões, a mostra reúne um curta, longas e médias-metragens realizados entre as décadas de 1970 [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">De 26 de março a 5 de abril, a Cinemateca do MAM realiza a Mostra Retrospectiva Ruth Beckermann, primeiro panorama dedicado à obra da cineasta austríaca – referência central do documentário contemporâneo europeu – no Brasil. Com curadoria de José Carlos Simões, a mostra reúne um curta, longas e médias-metragens realizados entre as décadas de 1970 e 2020. Gratuita, a programação inclui uma masterclass aberta ao público, ministrada presencialmente pela diretora, dedicada a uma reflexão sobre seu processo de trabalho, o lugar do documentário na contemporaneidade e o diálogo entre cinema, memória e literatura. </p>



<p class="has-text-align-center">A retrospectiva se organiza em dois eixos complementares: no primeiro fim de semana, a programação reúne filmes voltados às questões judaicas em relação à Viena e à Áustria, e sua história política desde o período entreguerras aos dias de hoje, bem como tradições religiosas e as origens familiares da diretora. Na sequência, o foco recai sobre obras que abordam o ativismo juvenil, as críticas sociais e os conflitos de costumes.</p>



<p class="has-text-align-center">Reconhecida internacionalmente, Ruth Beckermann teve retrospectivas apresentadas em países como Alemanha, Inglaterra, França, Espanha, Itália e Romênia, e participou de importantes festivais e mostras ao redor do mundo. No Brasil, seus filmes já integraram a programação do Festival do Rio e da Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, mas esta é a primeira vez que sua filmografia é apresentada de forma abrangente ao público brasileiro.</p>
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		<title>Casamento Sangrento: A Viúva traz drama e ação na medida certa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Carbone]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Mar 2026 10:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Casamento Sangrento]]></category>
		<category><![CDATA[Casamento Sangrento: A Viúva]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Tem um quê de acerto quando uma continuação começa exatamente da cena final da produção anterior. Certmamente, passa a ideia de continuidade da maneira mais íntegra possível, mas isso não significa que todas as escolhas em um projeto sigam igualmente acertadas até o fim. Casamento Sangrento: A Viúva é um novo exemplar do gênero (e do cinema [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Tem um quê de acerto quando uma continuação começa exatamente da cena final da produção anterior. Certmamente, passa a ideia de continuidade da maneira mais íntegra possível, mas isso não significa que todas as escolhas em um projeto sigam igualmente acertadas até o fim. <em>Casamento Sangrento: A Viúva </em>é um novo exemplar do gênero (e do cinema de gênero) a seguir essa cartilha interessante, já conectando o espectador ao que precisa ser encontrado mais rapidamente. Com um time vencedor já conhecido, sua sequência segue para expandir o jogo anterior, e daí nasce uma produção que já não conta com a novidade vista anteriormente. Dito isso, o escopo se expande de uma maneira em escala global, atendendo expectativas de fãs espalhados nos quatro cantos do mundo para o que se pretende comunicar. </p>



<p class="has-text-align-center">Mais uma vez dirigido pela dupla Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett com também o retorno dos roteiristas Guy Busick e R. Christopher Murphy, <em>Casamento Sangrento: A Viúva </em>é o reencontro com uma protagonista que foi reconstruída do início da primeira parte para cá. Grace, uma noiva no dia de seu casamento, vẽ o tal melhor dia de sua vida transformar-se em um pesadelo sem fim compartimentado em uma madrugada. Quando reencontramos a personagem, ela já não é mais a mesma que conhecemos em 2020, ferida física e emocionalmente, algo dentro dela morreu. Essa fala é proferida por Grace em determinado momento, e o que assistimos é exatamente isso: uma mulher cujos sonhos não foram apenas ceifados, mas cuja capacidade de estorno do horror é impossível. Fez-se uma nova mulher, menos confiante e mais cínica. </p>



<p class="has-text-align-center">Ao contrário de outra estreia dessa semana,&nbsp;<em>Devoradores de Estrelas</em>, Grace está desprovida de qualquer crença que a aproxime de algum outro ser humano sem a certeza de que isso é uma armadilha. Inclusive o reencontro com a irmã Faith está inserido nesse lugar de ressentimento e amargura, exatamente o espaço que a sobrevivência lhe legou. A primeira parte, de pouco mais de 15 minutos, é o que&nbsp;<em>Casamento Sangrento: A Viúva&nbsp;</em>tem de mais refrescante, porque arremessa essa personagem central em uma espiral de incerteza, que começa no hospital para onde ela é levada. Toda a sequência passada ali, talvez pelo inusitado em profusão contínua, acabe por garantir os melhores momentos do filme, porque nada que se mostra é esperado, na seara dramática ou na construção da ação.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Esse respiro exterior faz muito bem à produção, e a hora seguinte da produção tem a seu favor esse jogo ininterrupto de gato e rato que se alterna entre heroínas e vilões, mas cujas rubricas acabam por remeter diretamente ao filme anterior. Mas com as asas bem mais amplificadas,&nbsp;<em>Casamento Sangrento: A Viúva&nbsp;</em>nos carrega para dentro de uma espécie de máfia satânica em escala infinita, e com isso suas responsabilidades, que poderiam ter consequências ainda maiores, não se mostram tão agigantadas assim. Existe uma forma de realizar que diminui suas opções, e o espectador mais acomodado encontrará refúgio nesse escopo reconhecível. Ainda que fique claro que o filme poderia ter avançado de maneira exponencial no que pretendia mostrar, contar e apresentar, esteticamente. A catarse se compromete com essas possibilidades domadas.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">A favor de&nbsp;<em>Casamento Sangrento: A Viúva</em>, temos um encontro surreal: Sarah Michelle Gellar, uma&nbsp;<em>scream queen&nbsp;</em>das mais queridas em filmes como&nbsp;<em>Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado</em>, Shawn Hatosy, do clássico&nbsp;<em>Prova Final</em>, e ninguém menos que David Cronenberg. Sim, o diretor de&nbsp;<em>A Mosca&nbsp;</em>e&nbsp;<em>Marcas da Violência&nbsp;</em>tem uma participação importantíssima no filme, e ajuda a trazer mais que relevância a obra. Gellar e Hatosy estão especialmente muito bem, como os bons atores que são, empregando nuances complexas a um casal de irmãos malignos. Na cabeça do elenco, Samara Weaving continua fazendo a diferença em um&nbsp;<em>pathos&nbsp;</em>bem diferente da abertura anterior, categorizando a personagem de uma maneira mais ambivalente. Kathryn Newton (de&nbsp;<em>Freaky</em>) surge como a irmã mais nova de Grace, cujas questões familiares trarão a personagem para um retorno ao que ela perdeu de humanidade.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Esse equilíbrio de elementos positivos com escorregadelas do percurso em rumo a um time que deveria sim ser mais mexido apesar do jogo ganho, recarregam as energias da produção. Um&nbsp;<em>slasher&nbsp;</em>diferente, onde as pessoas mais explodem do que exatamente são assassinadas,&nbsp;<em>Casamento Sangrento: A Viúva&nbsp;</em>é uma ode ao&nbsp; entretenimento de terror. Um filme que carrega as baterias para o que pode ser um olhar ainda mais sofisticado ao horror. Sofisticado e diferenciado, onde exista a busca por uma nova roupagem e não apenas a repetição de uma negociação, apenas ampliando o escopo. Diversão com litros de sangue derramado, sendo constantemente jogados no rosto da protagonista? Aqui tem aos montes sim.&nbsp;</p>
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		<title>Festival Curta Cinema chega à sua 35ª edição</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Mar 2026 14:50:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Festivais]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Festival Curta Cinema]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Festival Curta Cinema – Festival Internacional de Curtas do Rio de Janeiro chega à sua 35ª edição em 2026 com uma programação que reúne mais de 130 filmes de realizadores de todo o mundo. Realizado entre os dias 25 de março e 1º de abril, no Estação NET Rio, o evento tem entrada gratuita, reunindo produções internacionais, estreias [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">O Festival Curta Cinema – Festival Internacional de Curtas do Rio de Janeiro chega à sua 35ª edição em 2026 com uma programação que reúne mais de 130 filmes de realizadores de todo o mundo. Realizado entre os dias 25 de março e 1º de abril, no Estação NET Rio, o evento tem entrada gratuita, reunindo produções internacionais, estreias de filmes nacionais e encontros com realizadores. A seleção deste ano reúne curtas de 33 países e 15 estados brasileiros, destacando o melhor do cinema independente e experimental produzido recentemente. A edição também marca um recorde de inscrições, com 2.500 curtas nacionais inscritos, entre 5686, mais que o dobro do número registrado no ano anterior. Entre as obras estão filmes inéditos no Brasil e obras que passaram por alguns dos principais festivais de cinema do mundo, como Locarno, Berlim, Cannes e Veneza.</p>



<p class="has-text-align-center">Entre os títulos brasileiros selecionados, estão produções realizadas em diferentes regiões do país, com obras vindas de estados como Acre, Amazonas, Bahia, Ceará, Goiás, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Paraná, Rio Grande do Sul, Rondônia, São Paulo e Rio de Janeiro. No panorama internacional, o festival apresenta uma enorme diversidade, com curtas provenientes de países como Alemanha, Grécia, Cuba, Haiti, Irã, Chile, Colômbia, França, China e Portugal, entre outros, ampliando o diálogo entre diferentes tradições e linguagens do cinema contemporâneo.</p>



<p class="has-text-align-center">Fundado em 1991, o Curta Cinema consolidou-se ao longo de mais de três décadas como um dos mais importantes eventos dedicados ao curta-metragem no Brasil e na América Latina. Ao longo de sua trajetória, o festival exibiu milhares de filmes e revelou novos talentos do audiovisual, acompanhando também o percurso de cineastas que hoje ocupam lugar de destaque no cinema internacional.</p>



<p class="has-text-align-center">A programação da 35ª edição reúne filmes distribuídos entre as mostras Competição Nacional, Competição Internacional e Competição Especial Primeiros Quadros, dedicada aos primeiros trabalhos de jovens realizadores. Também integram o festival as mostras Panorama Carioca e Panorama Latino-Americano, que apresentam um recorte da produção recente do Rio de Janeiro e da América Latina, além de programas especiais que ampliam o diálogo com diferentes vertentes do curta-metragem.</p>



<p class="has-text-align-center">Os dois principais prêmios do festival — o Grande Prêmio da Competição Nacional e o Grande Prêmio da Competição Internacional — são Oscar® Qualifying, de acordo com as regras da <em>Academy of Motion Picture Arts and Sciences (AMPAS)</em>. Com isso, os filmes vencedores tornam-se elegíveis para consideração na categoria de curta-metragem do Oscar®, reforçando o papel do Curta Cinema como uma importante vitrine internacional para novos realizadores.</p>



<p class="has-text-align-center">A seleção foi feita pela turma de curadores do festival: Adriana Borges, Ailton Franco Junior, Alexandre Bispo, Clara Ferrer, Clara Linhart, Cristian Caselli, Duda Leite, Gustavo Duarte, Julia Couto, Luana Pascoal, Marina Pessanha, Paulo Roberto Junior, Pedro Gonçalves Ribeiro, Sérgio Alpendre e Yasmine Evarist, sob coordenação de Paulo Roberto Jr. O Curta Cinema tem patrocínio do Itaú-Unibanco através da Lei Federal de Incentivo à Cultura &#8211; Rouanet, da Política Nacional Aldir Blanc, pelo edital Fomenta Festival, da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado do Rio de Janeiro. A promoção é do Canal Brasil, Canal Like e Canal Futura e o apoio institucional é do Instituto Cervantes do Rio de Janeiro, Goethe Institut no Rio de Janeiro, Consulado Geral da Suíça no Rio de Janeiro, Instituto Italiano de Cultura, Embaixada da França e Instituto Camões.</p>
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